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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Presidente que mata traficantes manda especialista da ONU para o inferno

Rodrigo Duterte
O presidente filipino, Rodrigo Duterte, mandou neste domingo (3) um especialista da ONU para o inferno, depois de ter sido criticado pela destituição da presidente da Suprema Corte do País.
O peruano Diego García-Sayán, relator especial da ONU sobre a independência dos magistrados e advogados, acusou Duterte de "travar um ataque brutal" contra o poder judiciário mediante suas ações Maria Lourdes Sereno.
Os juízes da Suprema Corte das Filipinas votaram em maio a destituição de sua presidente, voz crítica da violenta campanha contra as drogas orquestrada pelo polêmico chefe de Estado.
"Digam a ele (Diego García-Sayán) para não se meter nos assuntos de meu país. Ele pode ir para o inferno", declarou, enfatizando não ter nada a ver com a destituição da presidente da Suprema Corte.
Sereno, a primeira mulher a presidir a Suprema Corte, figura entre as personalidades do arquipélago que sofreram represália por criticar o presidente.
Ela é acusada de não ter declarado seus bens à receita e de ter falsificado decisões do tribunal.
Em 2017, Duterte já se indispôs com outra especialista da ONU, que ameaçou dar um tapa na cara da francesa Agnès Callamard, enviada especial da ONU para as execuções sumárias ou arbitrárias
Investigado
O presidente filipino, Rodrigo Duterte, é investigado pelo Tribunal Penal Internacional, sediado em Haia, na Holanda, por crimes contra a humanidadesupostamente cometidos durante a sua campanha de combate às drogas, uma das principais bandeiras do seu governo.
A investigação preliminar foi comunicada ao governo das Filipinas, que divulgou a informação confirmada pelo próprio tribunal. Os números oficiais mostram que aproximadamente 4.000 pessoas foram mortas no país pela polícia desde que o filipino chegou ao poder, em junho de 2016.
Ativistas de direitos humanos, que falam em um número ainda maior, acusam Duterte de estimular os assassinatos e tentar impedir as investigações de execuções feitas por policiais a traficantes e usuários de drogas.
O presidente filipino, Rodrigo Duterte, mandou neste domingo (3) um especialista da ONU para o inferno, depois de ter sido criticado pela destituição da presidente da Suprema Corte do País.
O peruano Diego García-Sayán, relator especial da ONU sobre a independência dos magistrados e advogados, acusou Duterte de "travar um ataque brutal" contra o poder judiciário mediante suas ações Maria Lourdes Sereno.
Os juízes da Suprema Corte das Filipinas votaram em maio a destituição de sua presidente, voz crítica da violenta campanha contra as drogas orquestrada pelo polêmico chefe de Estado.
"Digam a ele (Diego García-Sayán) para não se meter nos assuntos de meu país. Ele pode ir para o inferno", declarou, enfatizando não ter nada a ver com a destituição da presidente da Suprema Corte.
Sereno, a primeira mulher a presidir a Suprema Corte, figura entre as personalidades do arquipélago que sofreram represália por criticar o presidente.
Ela é acusada de não ter declarado seus bens à receita e de ter falsificado decisões do tribunal.
Em 2017, Duterte já se indispôs com outra especialista da ONU, que ameaçou dar um tapa na cara da francesa Agnès Callamard, enviada especial da ONU para as execuções sumárias ou arbitrárias
Investigado
O presidente filipino, Rodrigo Duterte, é investigado pelo Tribunal Penal Internacional, sediado em Haia, na Holanda, por crimes contra a humanidadesupostamente cometidos durante a sua campanha de combate às drogas, uma das principais bandeiras do seu governo.
A investigação preliminar foi comunicada ao governo das Filipinas, que divulgou a informação confirmada pelo próprio tribunal. Os números oficiais mostram que aproximadamente 4.000 pessoas foram mortas no país pela polícia desde que o filipino chegou ao poder, em junho de 2016.
Ativistas de direitos humanos, que falam em um número ainda maior, acusam Duterte de estimular os assassinatos e tentar impedir as investigações de execuções feitas por policiais a traficantes e usuários de drogas.
FONTE:https://www.otempo.com.br
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