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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

É Bolsonaro contra o Império do Crime


A uma semana do renascimento do Brasil.

Claudia Wild
por 
Sim será como renascer.
O Brasil imergiu em um estado (e, Estado) de trevas. Tudo aquilo que a intitulada “Nova República” – “a libertadora democrática do povo brasileiro” – nos prometera, entregou o contrário. Fomos, de norte a sul, tomados de assalto por uma megafacção criminosa comandada por políticos criminosos, por suas propagandas fraudulentas e por suas parcerias espúrias em todas as instituições nacionais. Vimos o país se tornar um presídio institucional a céu aberto; onde a inoperância da lei e da justiça ganharam o protagonismo supremo. Vimos a inversão de valores substituir nossos preceitos mais comezinhos, a ordem e a realidade dos fatos.
Fomos atacados por gafanhotos famintos que rapinaram a nossa economia, cultura, educação e qualquer possibilidade de desenvolvimento a curto/médio prazo. O Brasil foi mergulhado na maior crise político-moral de sua história: não que fôssemos exemplares e não tivéssemos inúmeros problemas, mas conseguiram multiplicá-los na velocidade da luz. Presenciamos o desmonte de um país e o surgimento de uma república ideologizada pelo fracasso do atraso, nascia uma incomparável cleptocracia pujante. De um país, dito, “liberto”, nascia a degradação em forma de governo. Foram mais de vinte anos de muito engodo regado a falsas esperanças em nome da intitulada “justiça social”. Dela vingou o mais injusto dos países. Um país sem lei ou segurança dominado pelo crime organizado e seus agentes.
Eis que surge, de forma modesta e inesperada, um nome íntegro da imensidão do caos travestido de política. Um homem simples, sem apego ao poder e com discurso firme contra tudo aquilo que nos aniquila enquanto nação: Jair Messias Bolsonaro.
O sistema, a política, a falsa oposição, a imprensa e as instituições não demoraram para reagir e se voltaram – em bloco – contra ele. Mostraram a mesma ânsia de um lobo esfomeado com as presas cravadas em um cordeiro. Não admitem quaisquer mudanças, não aceitam sua presença física ou política. A palavra de ordem é, literalmente, o abate: que o Brasil não tenha que conviver com os que se rebelaram contra a degeneração que nos foi imposta.
Não foi suficiente uma facada. Não é suficiente esconder fatos, mentir, manipular, inventar factoides, colocar a máquina estatal e a justiça contra o único nome que pode começar a desatar os nós do atraso marxista vivido pelo Brasil. Outrora, um país promissor e, hoje, um país absolutamente sem futuro, que pode mergulhar ainda mais nas trevas da verdadeira ditadura imposta por aqueles que não admitem o jogo democrático ou a alternância do poder.
Estamos a um passo – apesar de toda a dificuldade e do boicote da bandidagem cevada pelo Estado – de nascermos novamente enquanto nação. Os ataques diuturnos, a manipulação midiática, as pesquisas fraudulentas – sem lastro com a realidade, as inauditáveis urnas eletrônicas e todo o aparato que foi montado para manter o estamento burocrático e a republiqueta cleptocrática do Brasil não podem sair vitoriosos. Eles, por certo, não brincam em serviço. São profissionais na indecorosa arte de trair o país, sua incipiente democracia e seu povo.
Restam ao povo, a união e a determinação para não aceitar que, mais uma vez, nos imponham o crime como forma de governo. Fabricaram um fantoche, de um partido delinquente, que, fosse o Brasil um país sério, jamais existiria. Encenam, diretamente, de uma cela de uma cadeia, uma peça macabra de atos já conhecidos: a manutenção de um criminoso repugnante no poder e jogar o país na mais absoluta treva institucional. Eis que orquestram uma ditadura, com a “tomada do poder”, conforme adiantou José Dirceu e a volta do Partido dos Trabalhadores ao poder.
Não, não vamos admitir mais falcatruas em nome de uma tal “liberdade com democracia” – esta, surrupiada pelos mesmos que hoje nos ameaçam. O Brasil acordou. Boa parte de seu povo está nas ruas para dizer BASTA, para enterrar de vez a falácia da “Nova República”, os reminiscentes dos seus constituintes de araque e a inversão absoluta de valores. Chagamos à derradeira fronteira da tolerância com o malévolo. O Brasil há de respirar novos ares e se livrar da atmosfera fétida que nos sufoca, enoja, e, que, nos transformou numa nação sem lei, ordem ou esperança.
Perdemos muito, mas não perdermos a fidalguia do espírito da justiça. Não perderemos para o crime e a mentira institucionalizada. Daqui uma semana, renasceremos e faremos um novo tempo: que não será fácil, mas será a única saída para a retomada do nosso processo civilizatório.
A necessidade da vitória de Jair Bolsonaro é bem mais do que ideológica. Ela é mister para que o Brasil não desapareça, completamente, como nação. Ou renascemos deste caos que a esquerda nos meteu, ou preparem a nossa lápide.
fonte:https://jornalhoraextra.com.br/coluna/e-bolsonaro-contra-o-imperio-do-crime/#.W7EVEViiyNI.facebook

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