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domingo, 11 de novembro de 2018

Rio de Janeiro-RJ. Odebrecht sai da Supervia e consórcio japonês deve ficar com 90% da empresa

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Um consórcio japonês liderado pela Mitsui deve ficar com quase a totalidade das ações da Supervia, que opera o serviço de trens urbanos na região metropolitana do Rio de Janeiro, após negociação em curso com a Odebrecht, maior acionista da empresa.
A Mitsui deve ficar com todas as ações da OTP, braço de mobilidade da Odebrecht, que está vendendo suas ações e atualmente detém 49% da Supervia, concessionária do sistema desde 1998 e que transporta 600 mil passageiros em média em dias úteis.
Além da negociação com a Odebrecht, a Mitsui que hoje já é sócia com 24% das ações– segundo o mercado está negociando os papéis em poder do fundo Tief (27,2% do total).
Com a nova configuração, a participação do consórcio deverá chegar a 90%. Os 10% restantes ficarão com fundos de investimentos ligados à Caixa Econômica Federal e ao BNDESPar –braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
O negócio está avançado e dependerá apenas de troca da garantias do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) –que fez financiamento de R$ 1,4 bilhão à OTP–, que é dado como certo pelo mercado.
A previsão é que o negócio seja finalizado em março do próximo ano.
O setor ferroviário vê com a saída do braço da empreiteira a possibilidade de abertura de novos investimentos no setor, já que além da Mitsui o consórcio tem entre os participantes a JRW, maior operadora de trens do Japão.
A avaliação é que, além da musculatura financeira que o negócio acarretará, a investida japonesa no setor ferroviário nacional trará expertise e permitirá avanços logísticos ao mercado.
Com cerca de 200 trens, a Supervia opera 270 quilômetros de malha ferroviária e emprega 4.000 pessoas, entre vagas diretas (2.500) e indiretas (1.500).
De Marcelo Toledo
Fonte: Folha de São Paulo
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