quarta-feira, 18 de março de 2020

Remédio japonês mostra ação em teste preliminar

Reprodução
 Testes preliminares feitos com um pequeno grupo de pacientes na China sugerem que um medicamento desenvolvido para combater outras doenças virais também poderia ter efeitos positivos contra a atual pandemia de covid-19. Segundo Zhang Xinmin, funcionário do Ministério da Ciência e Tecnologia da China, cerca de 80 pacientes da região de Shenzhen que receberam o remédio tiveram melhora mais rápida de seus sintomas respiratórios e demoraram menos tempo para eliminar o vírus de seu organismo. Cientistas descobrem como o corpo combate a covid-19 Pesquisadores australianos identificaram quatro tipo de células do sistema imunológico que atuam na resposta a infecção pelo novo coronavírus. Segundo os especialistas, determinar quais células atuam no combate ao vírus poderá ajudar no desenvolvimento de uma vacina. Solidariedade tem aparecido pelo Brasil Moradores de condomínios têm se disponibilizado a ajudar vizinhos idosos ou de outros grupos de risco indo ao supermercado ou à farmácia, por exemplo. Bilhetinhos em elevadores ou no hall de prédios têm os nomes e contatos daqueles que estão dispostos a ajudar. Que bom que a solidariedade e a empatia aparecem em tempos difíceis. Chinesa de 103 anos se curou Uma mulher de 103 anos se tornou a pessoa mais velha a se curar do coronavírus, de acordo com o jornal britânico "The Independent". Zhang Guangfen ficou em tratamento por seis dias em um hospital de Wuhan, na China, e foi liberada para voltar para casa. Segundo a publicação, Zhang foi internada no dia 1º de março e sua rápida recuperação deve-se ao fato de seu bom estado de saúde. O médico que a atendeu, Zeng Yulan, relatou apenas uma pequena bronquite, mas que não interferiu no tratamento contra a covid-19
O momento é de atenção e prevenção contra o coronavírus. A pandemia já atingiu mais de 150 países e causou muitas mortes. Ficar em casa e ter acesso a tanta informação tem deixado as pessoas ansiosas e pensando apenas no pior, mas vale lembrar que também há muita coisa boa acontecendo no meio da incerteza.Remédio japonês mostra ação em teste preliminar Testes preliminares feitos com um pequeno grupo de pacientes na China sugerem que um medicamento desenvolvido para combater outras doenças virais também poderia ter efeitos positivos contra a atual pandemia de covid-19. Segundo Zhang Xinmin, funcionário do Ministério da Ciência e Tecnologia da China, cerca de 80 pacientes da região de Shenzhen que receberam o remédio tiveram melhora mais rápida de seus sintomas respiratórios e demoraram menos tempo para eliminar o vírus de seu organismo. Cientistas descobrem como o corpo combate a covid-19 Pesquisadores australianos identificaram quatro tipo de células do sistema imunológico que atuam na resposta a infecção pelo novo coronavírus. Segundo os especialistas, determinar quais células atuam no combate ao vírus poderá ajudar no desenvolvimento de uma vacina. Solidariedade tem aparecido pelo Brasil Moradores de condomínios têm se disponibilizado a ajudar vizinhos idosos ou de outros grupos de risco indo ao supermercado ou à farmácia, por exemplo. Bilhetinhos em elevadores ou no hall de prédios têm os nomes e contatos daqueles que estão dispostos a ajudar. Que bom que a solidariedade e a empatia aparecem em tempos difíceis. Chinesa de 103 anos se curou Uma mulher de 103 anos se tornou a pessoa mais velha a se curar do coronavírus, de acordo com o jornal britânico "The Independent". Zhang Guangfen ficou em tratamento por seis dias em um hospital de Wuhan, na China, e foi liberada para voltar para casa. Segundo a publicação, Zhang foi internada no dia 1º de março e sua rápida recuperação deve-se ao fato de seu bom estado de saúde. O médico que a atendeu, Zeng Yulan, relatou apenas uma pequena bronquite, mas que não interferiu no tratamento contra a covid-19.Nos EUA, vacina começa a ser testada O começo dos testes de uma vacina contra o novo coronavírus nos EUA é uma notícia animadora, mas nada garante que a abordagem, iniciada com voluntários sadios, dará origem a uma forma viável de imunização. Trata-se de uma vacina de mRNA (RNA mensageiro), molécula "prima" do DNA que costuma carregar as informações necessárias para a produção de uma proteína até as "fábricas" da célula. Com base no material genético do novo coronavírus, os pesquisadores fabricaram moléculas de mRNA que contêm a receita para a produção da proteína da espícula do parasita —o "espinho" ou "arpão" que ele usa para se fixar nas células humanas. A ideia é fazer com que o organismo dos pacientes produza apenas essa proteína, com base no mRNA da vacina. Com isso, o sistema de defesa das células reagiria como se tivesse sido invadido pelo vírus real, produzindo anticorpos —moléculas defensoras— com "design" específico para o combate ao Sars-CoV-2. Diante do patógeno verdadeiro, essas pessoas estariam imunes. Brasil também estuda vacina Por aqui, uma vacina também está sendo desenvolvida por pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Incor (Instituto do Coração) da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). "Acreditamos que a estratégia que estamos empregando para participar desse esforço mundial para desenvolver uma candidata a vacina contra a covid-19 é muito promissora e poderá induzir uma resposta imunológica melhor do que a de outras propostas que têm surgido, baseadas fundamentalmente em vacinas de mRNA", disse Jorge Kalil, diretor do Laboratório de Imunologia do Incor e coordenador do projeto. Países conseguiram conter o contágio Apesar das más notícias em quase todos os lugares, alguns países asiáticos parecem ter conseguido reduzir substancialmente a propagação abrupta do vírus. País vizinho da China e com uma população de 26 milhões de mRNA", disse Jorge Kalil, diretor do Laboratório de Imunologia do Incor e coordenador do projeto.
A província chinesa de Hong Kong, onde vivem 7,5 milhões de pessoas, até compartilha uma fronteira terrestre com o resto da China, mas só teve 155 casos confirmados e 4 mortes. No Japão, com uma população de 120 milhões, os casos mal excederam 800, enquanto na Coreia do Sul, embora haja mais de 8 mil pacientes, novas infecções foram abruptamente reduzidas nas últimas semanas. Dá para aprender com eles
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