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sábado, 17 de novembro de 2018

Centenas de médicos cubanos tentam se libertar de Havana e continuar no Brasil

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Após Cuba se retirar do programa Mais Médicos e ordenar que os médicos cubanos retornem ao país de origem sob risco de retaliações caso não obedeçam, o advogado André de Santana Corrêa começou a ser procurado. “Recebi muitas ligações de interessados em entrar com processo para car no Brasil”, disse Corrêa ao Estadão. O problema são aqueles médicos que tem famílias em Cuba. Eles temem retaliações por parte da Ditadura socialista, que proíbe que as suas famílias deixem a ilha. No entanto, 150 médicos cubanos que participavam do Mais Médicos estão na Justiça de forma independente pedindo para continuarem no Brasil e para ganharem o salário integral do programa.
Recentemente, o presidente eleito Jair Bolsonaro informou que mudou os termos do Mais Médicos: “Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou”, armou. Obviamente, a Ditadura Cubana não aceitou, pois perderia seus ‘rendimentos’. Segundo apuração do UOL, o convênio do Mais Médicos, rmado entre o Brasil com Cuba em 23 de abril de 2013 já custou aos cofres públicos R$7,1 bilhões. 75% do valor ca com o regime socialista, apenas uma pequena parte é repassada aos médicos. 
FONTE:https://republicadecuritiba.net/

Governo Do PT Em Minas Tem 102 Mil Funcionários Com Cargo Irregular. Tem Gente Com Dez Cargos E Tem Até Servidor Que Já Morreu.


O PT não aprende. O governo de Minas Gerais, de Fernando Pimentel, remunera 102,6 mil servidores públicos com acúmulo ilegal de cargos. Tem gente com dez cargos e tem até servidor que já morreu.
fonte:https://noticiabrasilonline.com/

Rejeição do público derruba “Amor & Sexo” em todo o país Programa da Globo adere ao “Ele não” e perde quase metade da audiência

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Apresentado pela modelo e atriz Fernanda Lima, o programa “Amor & Sexo” estreou ontem a sua 11º temporada e foi surpreendido pela pior audiência da história em todo o Brasil.
Se em 2017 a média dos televisores ligados foi de 16,7 pontos no Ibope, a deste ano ficou em 10,4, indica o Painel Nacional de Televisão (PNT). Cada ponto corresponde a 200 mil telespectadores.Além dos quadros apresentando conteúdo sexual, como o nome indica, Fernanda Lima e seus convidados várias vezes deram um tom político. O bordão “ele não”, lema de uma campanha nacional contra Jair Bolsonaro, foi ouvido repetidas vezes.
A audiência em algumas capitais teve queda de 60%, como em Florianópolis, onde o programa que tinha média de 20 pontos no ano passado e despencou para 8 agora.
A emissora não sabe os motivos da queda, mas segundo o UOL pode ser um reflexo da “onda conservadora” que toma o país.
fonte:https://noticias.gospelprime.com.br

MST padece com a queda do PT do poder. Dois anos sem conseguir manter uma invasão



O fracasso dos atos organizados pelos sindicatos do país no último Primeiro de Maio refletem a derrocada do movimento sindical no país, após a proibição da cobrança do imposto sindical obrigatório imposta pelo presidente Michel Temer. Mas os sindicatos não foram os únicos grupos políticos que tiveram as pernas quebradas durante a atual administração.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) minguou em mais de 90% desde a queda dos governos do PT em 2016. Ao retirar das mãos do grupo o poder de entregar títulos de propriedade, o governo acabou com o maior trunfo do MST para chantagear assentados. Sem o poder de entregar os títulos definitivos a beneficiários da reforma agrária, tarefa assumida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), os líderes do MST não conseguem mais obrigar assentados a participar de atos políticos, invasões e protestos. Apenas em 2017, o governo emitiu 123.553 títulos de posse, provisórios e definitivos. Um recorde histórico. Isto significa que o MST ficou sem poder de explorar 123.553 famílias, que deram uma banana para os líderes do movimento. Este ano, o governo já cumpriu quase metade da meta fixada para este ano, que é entregar 120 mil títulos de posse. Com os títulos em mãos, os agricultores podem obter linhas de crédito para financiar suas lavouras. Antes, estes documentos eram retidos pelos dirigentes do MST como forma de chantagear os assentados.

Há pelo menos dois anos, o MST não consegue manter por mais de uma semana uma invasão de terras em todo o país. Logo que assumiu, o presidente Michel Temer, por meio do então ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, determinou que os governos estaduais promovessem a desocupação imediata de propriedades invadidas.

A atmosfera começou a mudar no país ainda no mês de maio de 2016, quando Polícia Militar (PM) do Paraná, seguindo a nova orientação do governo Temer, acaba de cumpriu mandato de reintegração de posse da Fazenda Santa Maria, em Santa Terezinha de Itaipu, na região Oeste do estado. Os integrantes do MST foram expulsos do local por cerca de 500 policiais que seguiram para o local logo que receberam o mandato emitido pela Justiça.

Para tentar impedir a ação policial, manifestantes atearam fogo em dois veículos e fecharam os dois sentidos da BR-277. Os integrantes do Pelotão de Choque da PM logo conseguiram desobstruir a via, com o emprego de bombas de gás lacrimogênio e tiros com balas de borracha contra os participantes do protesto, que  tentaram revidar jogando pedras.

O assessor de Assuntos Fundiários do Paraná, Amilton Serigueli, afirmou que a reintegração não foi ordenada pelo Governo do Estado e é de responsabilidade exclusiva da Polícia Militar. “Estávamos negociando uma reintegração pacífica, estávamos numa boa negociação. agora precisamos saber de onde veio essa ordem. Em 5 anos, é a primeira vez que acontece isso. Temos um acordo de convivência pacífica. De divergência sim, mas de violência não”, afirmou surpreso o representante dos interesses dos invasores, chocado com a nova política do governo federal. Desde então, as invasões de terra no país foram reduzidas em quase 100%. O MST não possui mais um mapa de invasões com pontos vermelhos espalhados por todo o território nacional.


Além de estabelecer um modelo de tolerância zero contra invasões, o governo cortou todos os repasses de dinheiro do contribuinte para o MST. Pouco antes da prisão do ex-presidente Lula, líder do movimento, João Pedro Stédile, prometeu promover invasões em massa em propriedades rurais em todo o país. Ficou só na promessa. Todas as tentativas foram frustradas pela ação da polícia ou por associações de produtores.

As queixas dos dirigentes do movimento são justificáveis. A atividade do MST era bastante lucrativa antes da queda do governo Dilma. Além do faturamento envolvendo negociações de terras, o grupo faturava alto com os repasses generosos dos governos do PT. Apenas durante os dois mandatos de Lula, o grupo teria recebido R$ 268,5 milhões, segundo o senador Ronaldo Caiado.

Os líderes do MST, CUT e outros movimentos controlados pelo PT viviam dentro do Palácio do Planalto negociando repasses milionários. Não é por acaso que, assim como os artistas mamadores da Lei Rouanet, os meios de comunicação órfãos das verbas de publicidade governamental e donos de grandes fortunas, o pessoal do MST e CUT nutrem verdadeiro ódio contra o presidente Temer, a quem chamam de golpista. De fato, Temer aplicou duros golpes nos braços e pernas políticas do PT ao longo destes últimos dois anos. O MST míngua e, assim como o PT, não deve resistir por muito tempo.

FONTE:https://www.imprensaviva.com/
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