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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Médico e prefeito grava dezenas de vídeos estuprando pacientes

Médico e prefeito grava dezenas de vídeos estuprando pacientes
Um escândalo no interior do Ceará. Médico e prefeito da cidade de Uruburetama, José Hilton Paiva está sendo acusado pela prática de crime de abuso sexual por suas pacientes. E o pior. Ele estaria cometendo os crimes há décadas. A denúncia ganhou repercussão no portal G1, que teve acesso a 63 vídeos, filmados pelo próprio médico, com as pacientes. As gravações mostram Hilton com a boca nos seios de mulheres sob o pretexto de estar tirando secreção e penetrando as pacientes, alegando que precisava "desvirar" o útero delas.
"Especialistas que assistiram aos vídeos afirmam que em nenhum momento Hilson Paiva realizou um atendimento ginecológico. 'Trata-se de um monstro', e as imagens 'demonstram claramente um estupro da paciente', avaliam profissionais da Associação Médica Brasileira", informa o G1.
O Ministério Público ouviu o relato de seis mulheres que dizem ser vítimas de abuso do médico. O prefeito afirma que nunca fez "nada forçado" e que as acusações são "jogada da oposição". "Querem me derrubar", argumenta Hilson de Paiva.
O doutor Hilson, como gosta de ser chamado, tem 70 anos, atende em hospitais públicos e também é político. Ele foi eleito prefeito de Uruburetama em 2016 com 76% dos votos.
Os vídeos não podem ser publicados por possuírem imagens de pacientes nuas.

Filho mata mãe a facadas para pegar cartão de crédito e comprar drogas O rapaz negou que tenha matado a mãe e colocou a culpa no namorado dela. No entanto, o companheiro de Lucia Elisa não esteve no local


A professora Lucia Elisa Sanchez, 51 anos, foi morta a facadas pelo próprio filho em São João da Boa Vista (SP) nesse domingo (05/05/2019). Segundo informações da polícia, Victor Sanchez, 32 anos, queria o cartão de crédito da mãe para comprar cocaína. Ao ser levado para a delegacia, o criminoso negou que tenha matado Lucia e afirmou que o namorado dela teria cometido o latrocínio.
No entanto, após vistoriarem o apartamento, e os vizinhos relatarem que ninguém havia saído do local no momento do crime, Victor confessou que era o assassino. O rapaz disse ainda que ele surtou diante da negativa da mãe em dar dinheiro, jogou uma jarra de vidro nela e deu vários golpe de faca.

Lula está perdido. Defesa do ex-presidente já jogou a toalha e diz ter certeza de sua condenação

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O ex-presidente Lula plantou, plantou e agora começa a colher os frutos amargos de uma vida de arrogância. O petista começa a descobrir que estava enganado quanto a sua certeza da impunidade e é o principal responsável pelos problemas que terá que enfrentar pela frente com a Justiça brasileira. Tivesse tido uma postura mais digna e honesta, Lula não estaria passando por todo o constrangimento mundial e não estaria correndo o sério risco de ir parar atrás das grades.

Os problemas de Lula com a Justiça são tão sérios que até mesmo seus advogados já demonstraram que não há mais como livrá-lo da enrascada em que se meteu. O petista já é réu em cinco ações na justiça e alvo de outros três inquéritos criminais.

Apenas para ilustrar a situação dramática do petista, os advogados de defesa de Lula afirmaram em entrevista a jornalistas na Suíça que já dão como certa a condenação do ex-presidente brasileiro nos processos relacionados à Operação Lava Jato. O próprio Lula participou da entrevista por videoconferência e voltou a se colocar no papel de vítima de um complô da mídia e da justiça no Brasil. “Estou sendo vítima de perseguição política e que visa destruir o partido de esquerda mais importante da América Latina”, disse Lula.

O problema é que se o petista tivesse se comportado de forma correta ao longo dos últimos treze anos, não estaria enfrentando acusações tão graves, mesmo aos olhos do mundo. Lula assumiu os riscos de manter uma conduta suspeita em suas relações íntimas com empreiteiros como Léo Pinheiro, Emílio e Marcelo Odebrecht, algo incompatível com o cargo de presidente da República. Ao deixar o cargo, Lula deu início ao processo de "colheita" dos favores que havia prestado aos seus amigos e continuou influenciado o governo Dilma a atender os pedidos de seus amigos empreiteiros, em nome de um plano de poder duradouro que, em tese, lhe garantiria a impunidade.

Das empreiteiras de seus amigos, a OAS e Odebrecht, Lula aceitou ser beneficiário direto de obras em propriedades, pagamentos de despesas pessoais e contratos milionários para palestras. O petista subestimou a justiça e superestimou seu poder de se safar dos mal feitos, fiando-se que suas justificativas frágeis seriam suficiente para calar as autoridades.

Nenhuma das ações ou inquéritos contra o ex-presidente é infundada. As acusações formuladas pelo Ministério Público Federal, MPF, são tão robustas, que os próprios advogados de Lula já jogaram a toalha no campo jurídico e partiram para uma defesa no campo político. Assim como qualquer pessoa minimamente instruída, Lula e seus advogados sabem que o MPF não celebra nenhum tipo de acordo de redução de pena com criminosos sem que sejam apresentadas as devidas provas sobre suas delações. Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro e João Santana são apenas alguns dos "ex-amigos" que se tornaram algozes de Lula, Dilma e do PT, em troca de benefícios na Justiça.

Na entrevista que deram a jornalistas na Suíça, os defensores chamaram a Justiça brasileira de “primitiva”, atacaram a imprensa e apelaram para teorias de conspiração, sugerindo que, por causa das investigações, os Estados Unidos ficarão com o petróleo brasileiro.

Para 9 em cada dez juristas, Lula é um caso perdido. A única ressalva que costuma ser feita a respeito de sua situação delicada é o fato de se tratar de um ex-presidente. Como não há nenhuma linha na Lei brasileira que garante que ex-presidentes podem roubar, corromper e comandar organizações criminosas, Lula está de fato perdido.
FONTE;https://www.imprensaviva.com

Moro recebe apoio da Transparência Internacional, referência mundial no combate à corrupção


Há poucos dias, o Juiz Federal Sérgio Moro recebeu em Curitiba o presidente da Transparência Internacional, José Carlos Ugaz. Após o encontro, o presidente da entidade defendeu a internacionalização das investigações da Lava-Jato, com apurações conjuntas de crimes de corrupção praticados pelas empreiteiras brasileiras em outros países. 

Segundo o presidente da maior organização mundial que atua no combate à corrupção, até agora, existem apenas acordos de cooperação jurídica com outros países e que a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção possibilita a investigação conjunta quando crimes de corrupção têm impacto em mais de um país.

— As construtoras brasileiras estão presentes em mais de sete países da região (América Latina) e em vários deles com práticas corruptas bem identificadas — Afirmou o presidente da entidade - O que temos hoje é uma assistência legal mútua, uma cooperação jurídica, não uma investigação conjunta — completou.

Experiente, o presidente da entidade observou que os corruptos em qualquer lugar do mundo tentam desacreditar a justiça e se valem de argumentos jurídicos concebidos com este propósito. Segundo Ugaz, as críticas feitas em relação à Lava-Jato fazem parte deste processo e afirmou que é normal que os longos períodos de prisão e o uso de delação premiada sejam questionados pelos criminosos. Na avaliação dele, as investigações da Lava-Jato são complexas, não só pelo tamanho mas pelas personalidades envolvidas, pois envolvem corrupção de poder, e estão ocorrendo dentro da lei.

— Não existe um corrupto no mundo que não diga que é um perseguido político. Isso acontece aqui e no Sri Lanka. Portanto, estamos acostumados a escutar esse tipo de coisa. O que estamos vendo aqui são pessoas que cometeram graves delitos e que são poderosas — disse ele, numa referência aos membros do PT que alegam que Lula, Dirceu, Vaccari e outros petistas são alvos de perseguição política.

O presidente da Transparência internacional ressaltou que todo o mundo está acompanhando e têm interesse nos resultados da Lava-Jato, que poderão servir como lição ao Brasil e serem levados como exemplo para o resto do mundo.

— É um pais muito relevante na região, muito importante para o mundo. É do máximo interesse a investigação que está sendo feita no Brasil e sua implicância no setor privado. É uma investigação exemplar — afirmou.

O presidente da Transparência Internacional afirmou que a entidade pretende implantar no Brasil um centro de análise e pensamento anticorrupção, para que as experiências com a Lava Jato sejam compartilhadas com instituições dentro e fora do país.

Ugaz resaltou que países como Guatemala e Honduras estão combatendo a corrupção e citou como exemplo o Peru, onde o ex-presidente Alberto Fujimori foi condenado a 25 anos de cárcere (por corrupção e violação aos direitos humanos). Ugaz, que é jurista, participou das investigações do caso Fujimori.

- A Lava-Jato chamou a atenção do mundo no combate à corrupção. É uma experiência que tem de deixar lições para o Brasil e também para os outros países - disse Bruno Brandão, representante da Transparência Internacional no Brasil, que  já atua com escritórios compartilhados em São Paulo, Rio e Brasília, mas quer expandir sua atuação a outras cidades do país.
FONTE:https://www.imprensaviva.com
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Atenção: Violência sexual contra criança e adolescente é crime!

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