quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Um pesquisador norte-americano identificou um conjunto específico de moléculas de RNA que pode representar um avanço importante no combate ao câncer de mama
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Vorcaro e ex-presidente do BRB se contradizem em acareação Origem de carteiras "podres" teve informações divergentes apresentadas por banqueiro e por Paulo Henrique Costa

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa apresentaram versões divergentes durante a acareação realizada no Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito da origem das carteiras “podres” vendidas ao banco estatal em 2025. O trecho da acareação, realizada no dia 30 de dezembro do ano passado, foi divulgado em vídeo pelo portal Poder360.
Segundo investigação da Polícia Federal (PF), de janeiro a junho de 2025, o BRB comprou R$ 6,7 bilhões em carteiras falsas do Master e pagou mais R$ 5,5 bilhões de prêmio, totalizando R$ 12,2 bilhões. Essas carteiras foram originadas pela Tirreno, uma empresa classificada como “de prateleira” pela PF. A Tirreno foi criada em dezembro de 2024 e começou a repassar os créditos ao Master em janeiro de 2025.
Questionado sobre a origem dos créditos durante a audiência, Vorcaro afirmou que o BRB sabia que as carteiras não eram originadas pelo Master, mas sim por terceiros.
– A gente anunciou que a gente faria vendas, naquela ocasião, de originadores terceiros. A Tirreno nem eu mesmo sabia naquela ocasião, se eu não me engano, que existiu o nome Tirreno. Chegamos a conversar por algumas vezes que a gente começaria um novo formato de comercialização, que seria de terceiros ou carteiras originadas por terceiros, e não mais originação própria – disse Vorcaro.
Costa, porém, negou essa versão.
– O meu entendimento, e que eu coloquei aqui mais cedo, é que eram carteiras originadas pelo Master, que haviam sido vendidas ou negociadas a terceiros e que o Master estava recomprando e revendendo pra gente – declarou o ex-presidente do BRB.
Vorcaro rebateu a versão, ao dizer que não havia informação de recompra pelo Master e que as carteiras vinham de originadores que já atuavam no mesmo ambiente de negócios do banco, mas não haviam sido originadas pela instituição.
– Eram carteiras dos mesmos originadores que faziam originação para o Master, mas não especificamente originadas por nós – disse.
Segundo o ex-presidente do BRB, os técnicos do BRB identificaram a partir de abril que havia um “padrão comportamental diferente” nas carteiras e que só então passaram a questionar a origem dos créditos.
P– Ao longo do mês de maio obtemos informações de que eram créditos originados pela Tirreno, quando a gente fala originados pela Tirreno não significa que ela produziu o crédito. A Tirreno era uma consolidadora – disse.
Em depoimento à Polícia Federal, o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que não investigou a fundo os contratos e que fechou negócio “menos pela empresa e mais pela pessoa”. Ele se referia ao empresário Henrique Peretto, dono da Tirreno e também de outra empresa de crédito, a Cartos, com a qual o Master já mantinha relações.
O caso integra as investigações que levaram à liquidação do Banco Master pelo Banco Central e à prisão de Vorcaro, que foi solto depois de 11 dias. No Supremo Tribunal Federal, o caso é relatado pelo ministro Dias Toffoli.
*AE
FONTE:PLENO NEWS
sábado, 3 de janeiro de 2026
EUA realizam ataque contra Venezuela e capturam Maduro Informação foi confirmada pelo presidente americano Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (3) que forças do país realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado por via aérea do país”.
Em postagem em sua rede social, Trump afirmou que novos detalhes serão anunciados em uma entrevista coletiva programada para as 11h (horário local; 13h de Brasília) em sua residência na Flórida.
O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.
O governo da Venezuela, que havia denunciado anteriormente uma “gravíssima agressão militar” e decretado estado de emergência, ainda não comentou oficialmente a informação de captura de Maduro.
Segundo fontes consultadas pela rede de televisão Fox News, a operação militar noturna americana envolveu um grande destacamento de helicópteros Chinook e outros ativos das forças especiais para capturar Maduro, que teria sido retirado do país em uma dessas aeronaves.
Fontes da Casa Branca informaram que Trump deu sinal verde aos ataques há alguns dias, depois de vários meses de aumento da presença militar americana diante do litoral venezuelano e de pedidos da Casa Branca para que Maduro deixasse o poder.
Em uma breve entrevista ao jornal The New York Times, direto de sua residência Mar-a-Lago, no estado da Flórida, onde passou Natal e Ano Novo, Trump afirmou que foi realizada “uma operação brilhante”.
– Houve muito planejamento e muita gente e militares muito bons – declarou.
*EFE
FONTE:PLENO NEWS
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Ministra defende regulamentar plataformas de streaming "Precisam reinvestir no audiovisual brasileiro", diz Margareth Menezes

Nesta sexta-feira (19), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu a regulamentação das plataformas de streaming no Brasil. Segundo ela, o governo está “debruçado sobre esse tema”, a fim de melhorar o projeto de lei que definirá as regras para as quais o setor de conteúdo por demanda estará submetido.
Margareth Menezes participou, nesta sexta, do programa Bom Dia, Ministra, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Durante o programa, ela defendeu também que o Congresso Nacional avance com a tramitação do Plano Nacional de Cultura, que orientará as políticas culturais do país ao longo da próxima década.
Conhecido como PL dos Streamings, o Projeto de Lei 2.331/2022 trata da regulação dos serviços de streaming e das plataformas de compartilhamento de conteúdo no Brasil. Ele pretende definir as regras sobre as plataformas que atuam no país, e que, mesmo depois de tanto crescimento e arrecadação, ainda não foram regulamentadas.
– Estamos debruçados sobre esse tema, defendendo melhoras nas pautas que são propostas – disse a ministra.
Ainda de acordo com a ministra, o governo não abre mão dos reinvestimentos a serem feitos pelas plataformas, com os recursos do fundo do setor audiovisual, no setor audiovisual brasileiro.
– São apenas correções das coisas. Não se trata de taxação – enfatizou a ministra.
PONTOS CENTRAIS
O governo federal tem defendido cinco pontos centrais para a construção deste marco regulatório. São eles:
– Definição de uma alíquota unificada de 3% para a Condecine-streaming, que assegura maior volume de recursos para o Fundo Setorial do Audiovisual, isonomia entre os agentes do mercado e previsibilidade regulatória;
– Manutenção da Condecine-Remessa, preservando um instrumento histórico de financiamento do audiovisual brasileiro e de fortalecimento da produção nacional;
– Exclusão da possibilidade de reinvestimento em conteúdos classificados como “originais”, garantindo que os recursos arrecadados sejam direcionados ao fomento da produção independente brasileira;
– Estabelecimento de uma cota mínima de 10% de conteúdo nacional, sem a contabilização de conteúdos próprios das plataformas, como medida concreta de promoção da diversidade cultural;
– Previsão de uma janela mínima de nove semanas entre o lançamento comercial em salas de cinema e a disponibilização das obras nas plataformas de vídeo sob demanda, valorizando o cinema brasileiro e o circuito exibidor.
A ministra lembrou que, após três anos de diálogo, a matéria avançou nesta pauta, que se encontrava parada há sete anos na Câmara dos Deputados.
– Agora estamos no Senado, enfrentando as disputas para melhorar o projeto de lei – concluiu,
*Com informações da Agência Brasil.
FONTE:PLENO NEWS
Personalidades de direita gravam vídeos jogando Havaianas fora Fato ocorreu após a empresa publicar campanha polêmica acusada de ter mensagem contra a direita

Diante da polêmica propaganda veiculada pela Havaianas, que foi acusada de adotar viés político contra a direita ao usar a frase “não quero que você comece o ano com o pé direito”, internautas e personalidades de direita fizeram questão de mostrar nas redes sociais seu descontentamento com a empresa com o gesto de jogar seus calçados da marca no lixo.
O influenciador Firmino Cortada, por exemplo, postou um vídeo em que jogava três pares de Havaianas no lixo, e as trocava por um calçado da marca Melissa, que pertence ao grupo Grendene. O Pleno.News publicou neste domingo (21) que os donos da Grendene fizeram doações para as campanhas do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 e 2022.
Outras figuras conservadoras como o jornalista Thiago Asmar e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) também se juntaram à campanha e gravaram vídeos jogando pares de Havaianas no lixo. A influencer Josiflora, por sua vez, publicou um vídeo no qual destruía um par de Havaianas, enquanto a deputada Carol de Toni (PL-SC) postou um vídeo da filha Betina usando um par de sandálias Ipanema.
POLÊMICA COM PROPAGANDA
A Havaianas virou alvo de críticas nas redes sociais por causa de sua campanha com a atriz Fernanda Torres. Na peça publicitária, a atriz diz: “desculpa, mas eu não quero que você comece o ano com o pé direito”. A frase foi entendida como um posicionamento político e a marca precisou bloquear os comentários no Instagram.
– Desculpa, mas eu não quero que você comece o ano com o pé direito. Não é nada contra a sorte, até porque, sorte? Não depende de você, depende de sorte. O que eu desejo é que você comece o ano novo com os dois pés – diz a atriz.
Nos comentários da publicação diversas pessoas criticaram a “indireta”, como o vereador Gilson Machado Filho (PL), que disse que começaria 2026 com o pé direito “em outra marca”. O deputado federal Luiz Lima também se manifestou, dizendo que “publicidade é escolha e consumo também”.
O especialista em marketing Marcelo Rennó também criticou a campanha, relembrando que 2026 é ano de eleição e que campanhas publicitárias devem ser feitas pra todo mundo, não pra um lado só.
Nas redes sociais, internautas de direita prometeram boicotar a marca e incentivaram outras pessoas a fazerem o mesmo.
FONTE:PLENO NEWS
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
A fuga cinematográfica de María Corina Machado da Venezuela se tornou o episódio político mais explosivo do ano
sábado, 6 de dezembro de 2025
A História, afinal, não perdoa arrogância acompanhada de ignorância. E jamais subestima os homens que, em silêncio, constroem o futuro.
Bom dia!
