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terça-feira, 31 de março de 2026

Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano Estimativa para o crescimento da economia é 1,85%


 

Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano (Imagem ilustrativa) Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,17% para 4,31% este ano.

A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, pela terceira semana seguida a previsão para a inflação deste ano foi elevada, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7%, uma aceleração diante do registrado em janeiro, 0,33%.

No entanto, o acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,8% para 3,84%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,57% e 3,5%, respectivamente.

TAXA SELIC
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

Na reunião da semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual.

Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.

Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, fixada em 15,25% ao ano.

De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.

Após esse período prolongado de manutenção da taxa, havia indicação de início de um ciclo de redução, entretanto, diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será em abril.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 12,5% ao ano.

Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,75% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

*Com informações da Agência Brasil

quinta-feira, 31 de julho de 2025

‘Medidas contra Bolsonaro podem dificultar negociações de tarifas’ Avaliação é do ex-ministro da Fazenda Mailson da Nobrega


 

Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda no governo de José Sarney Foto: Jefferson Ruddy/Agência Senado

O ex-ministro da Fazenda Mailson da Nobrega disse, nesta sexta-feira (18), achar não ser improvável que o presidente norte-americano, Donald Trump, aumente as ameaças contra o Brasil agora que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de ação da Polícia Federal (PF) em cumprimento de ordem expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Maílson citou artigo da revista The Economist, que em um de seus artigos disse que Trump recorre a “práticas de mafiosos” para alcançar o que deseja e que o presidente Lula erra ao falar mal do presidente dos Estados Unidos. De acordo com ele, nenhum chefe de Estado de país que está sendo vitimado pelas tarifas de Trump bateu-boca com ele.

– Com mafiosos a gente não discute porque as armas que eles usam não são as mesmas. Mafioso mata! – disse Mailson.

Acrescentando que o melhor que Lula faria era ficar calado e deixar quem tem experiência no assunto negociar as tarifas com os EUA.

Trump, segundo o ex-ministro, tem as armas e não pensa antes de usá-las.

– Ele não mede as consequências das ações que toma. O americano tem por hábito tomar suco de laranja no café da manhã. Trump não está pensando nisso, em que os preços podem aumentar. Ele chegou ao ponto de implicar com o xing-ling da Rua 25 de março. Onde que o xing-ling da 25 de Março vai impactar a economia americana? – indagou o ex-ministro.

Ainda, de acordo com Maílson, o governo brasileiro não criou um comitê de negociação com Trump como fizeram outros países. Para ele, o Brasil poderia estar fazendo lobby nos EUA para angariar apoio de empresários locais de setores como aço e suco de laranja, por exemplo, que dependem das importações do Brasil.

– Lá o lobby é legal – disse Mailson.

E acrescentou que Lula pode ganhar algum capital político no curto prazo com o enfrentamento ao Trump, mas que no médio e longo prazo pode perder muito se as tarifas não forem negociadas. Isso porque, avalia, se as tarifas forem implementadas, elas impactarão a inflação, e o Banco Central terá que aumentar ainda mais juros.

Mailson foi ministro da Fazenda entre janeiro de 1988 e março de 1990, durante o governo de José Sarney.

*AE

fonte:pleno news

sábado, 21 de junho de 2025

BrasilPolíticaEconomiaMundoEntretenimento Saúde e BelezaOpinião FéPodcasts HomeBrasilPolítica NacionalGasto do governo cresce em ritmo de quase o dobro da receita Gasto do governo cresce em ritmo de quase o dobro da receita A diferença pode levar a um colapso nas contas públicas a partir de 2027


Simone Tebet, ministra do Planejamento, Fernando Haddad, da Fazenda, e Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governo Lula aumentou os gastos em ritmo quase duas vezes maior que o da arrecadação entre 2023 e 2025. A diferença pode levar a um colapso nas contas públicas a partir de 2027, com risco de “shutdown” — quando faltaria dinheiro até para manter serviços básicos.

A receita líquida cresceu R$ 191,3 bilhões no atual mandato, enquanto as despesas subiram R$ 344 bilhões, devendo ultrapassar a arrecadação em 2025. O déficit primário pode chegar a 0,77% do PIB, o que tende a aumentar a dívida pública em cerca de 12 pontos percentuais.

Para conter a escalada dos gastos, o governo tenta ampliar a arrecadação com novas taxações, como sobre apostas esportivas, fintechs e investimentos hoje isentos. Parte das propostas enfrenta resistência no Congresso.

Apesar das regras fiscais do arcabouço, criado em 2023, a gestão federal tem usado brechas para ampliar os gastos. Programas como o Minha Casa Minha Vida e o Desenrola são financiados com recursos fora do orçamento primário, o que aumenta a dívida, mas não afeta o teto das despesas.

O crescimento das despesas também é impulsionado por regras automáticas. Saúde e educação, por exemplo, recebem percentuais fixos da arrecadação líquida. Com o aumento das receitas, esses gastos sobem na mesma proporção. Além disso, a política de valorização do salário mínimo gera reajustes acima da inflação, o que eleva os custos da Previdência.

Pagamentos como o BPC, que atende idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, também aumentaram. O número de beneficiários cresceu em mais de um milhão desde o início do governo. Já as emendas parlamentares passaram de R$ 35,6 bilhões para R$ 50,4 bilhões, pressionando ainda mais o orçamento.

Para especialistas ouvidos pela Folha de S.Paulo, se o ritmo atual continuar, a partir de 2027 o governo pode não ter recursos para manter serviços básicos em funcionamento, como combustível para viaturas, internet, luz e água em órgãos públicos. Os gastos livres, conhecidos como discricionários, seriam os mais afetados.

Diante do cenário, a expectativa é de que medidas mais duras sejam necessárias após as eleições de 2026, como mudanças nas regras que vinculam gastos em saúde, educação e no reajuste do salário mínimo. As informações são da Folha de S.Paulo.

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Ministério da Agricultura revoga exigência de carimbo em ovos Alteração foi publicada nesta sexta-feira, no Diário Oficial da União


 

Produtores não precisam mais carimbar data de validade em casca de ovos vendidos Foto: Freepik

O Ministério da Agricultura e Pecuária revogou a obrigatoriedade de identificação individual de ovos destinados ao consumo direto por meio de carimbo. A mudança foi oficializada com a publicação da Portaria SDA/MAPA nº 1.250 no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28).

A portaria foi assinada pelo secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e entrou em vigor na data de sua publicação.

A exigência constava no artigo 41 da Portaria SDA/MAPA nº 1.179, de setembro de 2024, e determinava que cada ovo comercializado trouxesse informações como a data de validade e o número de registro do estabelecimento produtor.

Com a revogação, essa identificação deixa de ser obrigatória.

– A decisão de revogar a medida referente à validade dos ovos tem como objetivo aprofundar o debate com a sociedade civil e o setor produtivo sobre a oportunidade e a conveniência de sua implementação – afirmou o Ministério da Agricultura em nota.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Dólar: Relembre o que a esquerda falava no governo de Bolsonaro Na época, políticos e partidos aliados do PT criticaram Paulo Guedes e o ex-chefe do Executivo


Dilma, Lula e Gleisi
Dilma, Lula e Gleisi Foto: Lula Marques/Agência PT

O segundo ano, do terceiro mandato, do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem acumulado críticas em razão do aumento do valor do dólar. Nesta quarta-feira (18), a moeda fechou em alta e atingiu o recorde de R$ 6,26. Já nesta quinta (19), também abriu em alta e chegou aos R$ 6,30, às 10h20 da manhã. Agora, após leilões do Banco Central, o dólar opera em queda de mais de 1,5%, sendo negociado a R$ 6,15.

Não é de hoje que a forte moeda norte-americana preocupa os brasileiros. Inclusive, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) houve momentos de alta, claro. Na época, o dólar chegou a ficar acima de R$ 5. Diversos políticos e partidos, aliados do PT, aproveitaram a deixa para criticar Paulo Guedes, o então ministro da Economia e Bolsonaro, pelas redes sociais.

– Deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP)

– Deputada federal Erika Kokay (PT-DF)

– Presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann (PR)

– Deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP)

– Deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP)

– Deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ)

– Atual presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PT)

– Deputada federal Maria do Rosário (PT-RS)


– Deputado Orlando Silva (PCdoB-SP)



– Atual ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Paulo Pimenta (PT)

– Atual ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT)

– Partido dos Trabalhadores (PT)

– Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

– Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)

– Atual líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP)

– Atual ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB)

– Deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR)

FONTE:PLENO NEWS


Economista que ‘fez o L’ diz não ter esperanças de um ótimo 2025 Elena Landau publicou artigo no Estadão


 

Elena Landau Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube exame

A economista Elena Landau disse não ter “esperanças de um ótimo 2025”. Ela se manifestou por meio de um artigo publicado no Estadão, na última quinta-feira (19).

Na publicação, ela apontou que “o pessimismo vai muito além da economia”. Elena também apontou que Lula “começou seu mandato com a dívida representando 71,7% do PIB, e pode terminar em 85%”.

– Lula acha que o único problema do País são os juros. Totalmente descolado da realidade. Começou seu mandato com a dívida representando 71,7% do PIB, e pode terminar em 85%. Até poucos meses atrás, o governo ainda contava com a esperança do mercado em um pacote de gastos para valer. Não veio. O aumento dos juros e a disparada do dólar refletem uma justificada desconfiança no governo – escreveu.

Ela escreveu ainda que “a sociedade não confia mais nas instituições”.

– Aqueles que deveriam colocar o interesse público como prioridade são os primeiros a cuidar de seu pirão.

Perto de concluir o artigo, a economista apontou que “enquanto crimes de bagatela muitas vezes chegam até a Suprema Corte, decisões liminares perdoam dívidas de corruptos confessos, liberando muitos deles para voltar a fazer negócios com o Estado”.

FONTE:PLENO NEWS

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

“Governo Lula tá acelerando o processo de quebrar o Brasil” Senador Rogério Marinho deu declarações durante o programa Roda Viva


  

Rogério Marinho Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube Roda Viva

Durante participação no programa Roda Viva, da TV Cultura, na última segunda-feira (5), o senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou a gestão do governo Lula (PT) em relação à economia. Ele afirmou que o atual governo está “acelerando o processo de quebrar o Brasil”.

O líder da oposição no Senado deu declarações após o jornalista Felipe Moura Brasil, do site O Antagonista e da revista Crusoé, questionar qual a visão e a expectativa dele em relação às medidas de aumento de arrecadação neste semestre.

– Acho que o governo Lula, a exemplo do que fez durante 14 anos, tá acelerando o processo de quebrar o Brasil. O que eles fizeram em 14 anos, aperfeiçoaram e estão fazendo num tempo muito menor. até porque, dessa vez, há uma certa boa vontade em relação ao que está acontecendo no governo. Vejam que o déficit deste ano foi de R$ 230 bilhões contra uma expectativa de pouco menos de R$ 100 bilhões, é 1% do PIB, deu 2.1% – comentou.

Marinho também citou desafios que o governo de Jair Bolsonaro (PL) enfrentou e criticou o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).

– Nós vemos agora o aumento do déficit de 230 bilhões com o Haddad indo a público dizer uma inverdade, dizer que isso é culpa do governo anterior. (…) As pessoas parecem que não fazem conta. E o ministro parece que não tem responsabilidade quando fala.

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FONTE:PLENO NEWS 

sábado, 5 de agosto de 2023

Prates sobre queda do lucro da Petrobras: “Seguir trabalhando” Empresa somou R$ 28,8 bilhões nos últimos três meses do ano


 

Edifício-sede da Petrobras, no Centro do Rio de Janeiro Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (3), um lucro líquido de R$ 28,8 bilhões no segundo trimestre de 2023. Quando comparado aos R$ 38,2 bilhões do primeiro trimestre de 2023, esse lucro representa uma queda de 24,6%. Esse resultado é explicado principalmente pela desvalorização do preço do petróleo (Brent), pela queda de mais de 40% na diferença entre o preço do petróleo e os preços internacionais do diesel, além de despesas operacionais.

A companhia investiu 3,2 bilhões de dólares no período, um aumento de 31% em relação ao trimestre anterior e 5,5% acima do mesmo período do ano passado. O lucro da companhia, segundo a própria, deve-se, principalmente, aos grandes projetos do pré-sal na Bacia de Santos e também ao pagamento do bônus de assinatura relativo aos campos de Sudoeste de Sagitário, Água Marinha e Norte de Brava.

O presidente da companhia, Jean Paul Prates disse que a Petrobras apresentou uma performance financeira e operacional consistente no segundo trimestre.

– Vamos seguir trabalhando, focados no presente, mas também de olho no futuro, preparados para a transição energética justa e investindo no futuro da companhia e do Brasil.

*Agência Brasil

FONTE:PLENO NEWS

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Alta de preço do ovo de galinha é a maior desde 2013, diz IPCA Um dos motivos é o aumento de preços das proteínas concorrentes


Ovos Foto: Pexels

De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o preço do ovo de galinha subiu 22,93% nos últimos 12 meses. Trata-se da maior alta de preços do alimento em uma década.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho de 2013, o aumento no valor do ovo foi de 24,54%.

O analista da pesquisa do IBGE, André Almeida, informou à Folha de São Paulo que a carestia do ovo pode ser associada a uma série de fatores, como o aumento dos custos de produção, a menor oferta e o crescimento do consumo.

Outro motivo seria o aumento de preços das proteínas concorrentes. Com a inflação elevada nas carnes, o ovo passa a ser visto como um substituto e isso aumenta seu valor.

As capitais com as maiores altas de preços do ovo até junho foram Belo Horizonte (31,92%), Aracaju (30,36%) e Goiânia (28,94%). Em São Paulo, o alimento subiu 24,51% no mesmo período..

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 9 de junho de 2023

Dinheiro “esquecido”: Mais de 60% do valor não foi resgatado Mais de R$ 7 bilhões deixados em instituições financeiras ainda aguardam resgate


 

Dinheiro Foto: Agência Brasil/Daniel Isaías

Mais da metade dos recursos “esquecidos” no sistema financeiro por cidadãos e empresas ainda não foi resgatado desde que o Banco Central (BC) criou o Sistema de Valores a Receber (SVR). O mecanismo permite que os titulares do dinheiro possam reaver as quantias que foram deixadas de lado em instituições financeiras.

A maior fatia das cifras a receber (R$ 5,7 bilhões) é de pessoas físicas e envolve 36,1 mil beneficiários. As empresas respondem por R$ 1,3 bilhão e somam um total de 2,7 mil pessoas jurídicas.

Os bancos são os principais detentores do dinheiro ainda não devolvido. Eles reúnem R$ 4,1 bilhões, seguidos pelas administradoras de consórcios (R$ 2,1 bilhões), cooperativas (R$ 635,1 milhões), financeiras (R$ 93,8 milhões) e também por instituições de pagamento (R$ 76,4 milhões).

Em número de beneficiários que ainda não resgataram os valores, os bancos reúnem 26,4 milhões de pessoas físicas e jurídicas, seguidos pelas administradoras de consórcios (8,2 milhões) e pelas financeiras (3,2 milhões).

De março para abril, o dado mais atualizado do Banco Central, o volume de recursos disponível para resgate aumentou 12%. Em março deste ano, eram R$ 6,3 bilhões e em abril, R$ 7,08 bilhões.

Confira o passo a passo para realizar o saque:

– A primeira etapa consiste em acessar o site https://www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber e clicar na caixa “Consulte se tem valores a receber”. Na sequência, você deverá inserir seu CPF e a data de nascimento. O Banco Central faz questão de ressaltar que este é o único endereço oficial disponibilizado para consulta.

Página inicial do sistema Foto: Reprodução/Site BC
Insira as informações básicas Foto: Reprodução/Site BC

– Caso você possua valores a receber, a tela vai indicar o terceiro passo a ser seguido. Por outro lado, caso não exista nenhuma quantia a ser sacada, o sistema sugerirá que você faça uma nova consulta posteriormente, após possíveis atualizações de dados encaminhados por instituições ao Banco Central.

– Confirmado o resgate de valores, você será encaminhado para uma nova página do SVR. Caso os acessos simultâneos fiquem acima da capacidade, os usuários ficarão alocados em uma sala de espera virtual aguardando sua vez.

Fila de espera para acessar o sistema Foto: Reprodução/Site BC

– Para que possa sacar a quantia disponível, será preciso fazer login com a conta gov.br. Caso o usuário não tenha uma, a criação é gratuita e é feita pelo site https://sso.acesso.gov.br ou pelo app gov.br (link iOS ou link Android). Vale ressaltar que o perfil terá que estar nos níveis prata ou ouro para que o saque possa ser efetuado (entenda mais sobre eles neste link).

Ambiente do gov.br Foto: Reprodução/Gov.br

– Concluído o login, você será encaminhado para o valor a receber, seja pessoa física ou jurídica. Na mesma página, o usuário também poderá consultar os valores de pessoas falecidas.

Página para acessar os valores a receber Foto: Reprodução/Site BC

– Em seguida, o usuário terá que aceitar o termo de ciência.

Termo de ciência Foto: Reprodução/Site BC

– Já na tela seguinte serão mostrados dados como montante a receber; nome e dados da instituição que deve devolver o valor; origem (tipo) do valor a receber; informações adicionais, quando for o caso. Nessa página, também será possível acessar os dados e solicitar diretamente a devolução para a instituição financeira.

– Por fim, o usuário fará o pedido de devolução dos valores. Primeiro, ele deverá clicar no botão “solicitar por aqui”. Em seguida, deverá ser selecionada uma das chaves Pix e, caso deseje, o usuário informará os dados pessoais. O prazo de devolução da quantia é de 12 dias úteis após a solicitação.

O BC lembra que o botão “solicitar por aqui” só irá aparecer, no entanto, caso a instituição na qual você tem dinheiro esquecido tenha firmado um termo de adesão com o Banco Central.

*Com informações AE

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 19 de maio de 2023

IBGE: Desemprego cresce para 8,8% no primeiro trimestre Alta foi observada em 16 unidades da Federação


 

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

A taxa de desemprego subiu em 16 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Nos outros 11 locais, o índice ficou estável, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta quinta-feira (18).

As principais altas foram observadas no Rio Grande do Norte (2,2 pontos percentuais, ao passar de 9,9% para 12,1%), Roraima (2,1 pontos percentuais, ao passar de 4,6% para 6,8%), Pernambuco (1,8 ponto percentual, ao passar de 12,3% para 14,1%) e Ceará (1,8 ponto percentual, ao passar de 7,8% para 9,6%).

Outras unidades da federação com alta foram: Tocantins, Piauí e Distrito Federal (com crescimento de 1,7 ponto percentual); Pará e Maranhão (1,6 ponto percentual); Mato Grosso (1,5 ponto percentual); Alagoas (1,3 ponto percentual); Minas Gerais e Mato Grosso do Sul (1 ponto percentual); São Paulo (0,8 ponto percentual); Mato Grosso (0,7 ponto percentual); e Santa Catarina (0,6 ponto percentual).

A maior taxa do primeiro trimestre de 2023, no entanto, foi observada na Bahia (14,4%). O estado foi um dos 11 que mantiveram estabilidade, junto com Amapá, Sergipe, Rio de Janeiro, Paraíba, Amazonas, Acre, Espírito Santo, Goiás, Paraná e Rondônia. Este último, aliás, apresenta a menor taxa de desocupação do país (3,2%).

De acordo com a analista da pesquisa Alessandra Brito, o aumento da desocupação e queda na ocupação, ocorridas de forma simultânea, resultaram no crescimento da taxa nas grandes regiões, assim como aconteceu no resultado nacional (cuja taxa subiu de 7,9% para 8,8%).

– Após um ano de 2022 de recuperação do mercado de trabalho pós-pandemia, em 2023, parece que o movimento sazonal de aumento da desocupação no começo do ano está voltando ao padrão da série histórica – afirmou a pesquisadora.

RENDIMENTOS
De acordo com a pesquisa, no primeiro trimestre, o rendimento médio habitual no país foi estimado em R$ 2.880, ficando estável na comparação com o trimestre anterior.

Entre as unidades da federação, apenas três apresentaram alta: Alagoas (5,3%), Maranhão (5%) e Minas Gerais (4,2%). O Rio Grande do Sul foi o único a ter queda (-2,8%).

*Agência Brasil

FONTE:PLENO NEWS

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