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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Cláudio Castro, ex-governador do RJ, é alvo de operação da PF Corporação não detalhou quais foram os motivos da ofensiva


Cláudio Castro Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), uma operação no Rio de Janeiro que tem como alvo o ex-governador Cláudio Castro (PL). Agentes cumpriram mandado de busca na residência de Castro, localizada em um condomínio na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense.

A ação ocorre pouco menos de dois meses após Castro deixar o Palácio Guanabara. O ex-governador renunciou ao cargo em 23 de março, na véspera de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomar o julgamento que acabou confirmando sua inelegibilidade após condená-lo por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Atualmente, o Rio de Janeiro está sob gestão interina do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto, em meio à vacância simultânea dos cargos de governador e vice-governador.

O Supremo Tribunal Federal (STF) ainda analisa se a escolha do próximo governador, que cumprirá mandato-tampão até a posse do eleito nas eleições de outubro, será feita por eleição direta ou indireta.

Mesmo fora do cargo, Cláudio Castro vinha articulando sua candidatura ao Senado nas eleições deste ano.

Até o momento, a Polícia Federal não detalhou oficialmente o objeto da operação nem os fatos investigados.

FONTE:PLENO NEWS

quinta-feira, 14 de maio de 2026

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve na casa do pai,


 


Senador visitou o pai nesta quarta e foi orientado a "seguir firme"
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve na casa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na tarde desta quarta-feira (13), a fim de dizer a ele que seus rivais políticos buscarão prejudicar sua candidatura usando como munição o financiamento do filme Dark Horse por parte do banqueiro Daniel Vorcaro.
Em entrevista à CNN, o parlamentar afirmou que o ex-chefe do Executivo o orientou a “ficar firme” e descartou a possibilidade de lançar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como candidata ao Palácio do Planalto.
– Estive com meu pai à tarde nesta quarta. Antecipei a ele que iriam explorar, de forma pejorativa e mentirosa, a questão do filme sobre a vida dele. Ele me disse pra ficar firme, pois não havia absolutamente nada de errado com o filme e que nada melhor do que a verdade para esclarecer os fatos. Errado seria usar
dinheiro público para isso, como faz o PT em prol de seu projeto de poder. Disse ainda que não existe nenhuma possibilidade de Michellle ser candidata à Presidência, como alguns veículos de comunicação começaram a ventilar – declarou Flávio.
veículo de notícias Intercept Brasil divulgou, nesta quarta-feira (13), um áudio em que Flávio pediria dinheiro para o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para pagar despesas com o filme Dark Horse, que conta a história de seu pai.
Ao se pronunciar sobre o caso, o congressista afirmou que conheceu Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e “quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro”. Disse ainda que o contato foi retomado quando houve “atraso no pagamento das
parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme”.

– Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet – argumentou.
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=900744386355266&set=a.108655422230837

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Carol de Toni cobra governo pelo cadastro de criminosos sexuais "A lei já existe e precisa ser cumprida", disse a deputada


 Caroline de Toni

Caroline de Toni Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) protocolou na Câmara dos Deputados proposições para pressionar o governo do presidente Lula (PT) pela implementação do Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crimes Sexuais, previsto em lei, mas ainda não colocado em prática.

A parlamentar solicitou o envio de indicação ao Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil para que sejam adotadas, com urgência, medidas de criação, regulamentação e funcionamento do cadastro. Ela também apresentou requerimento pedindo explicações detalhadas sobre a ausência de implementação da ferramenta.

Entre os questionamentos, de Toni pede que o governo informe quantas pessoas condenadas se enquadram nos critérios para inclusão no cadastro, com dados separados por unidade da federação. A deputada também quer saber quais medidas administrativas, técnicas e jurídicas já foram adotadas e qual o estágio de desenvolvimento do sistema.

A parlamentar ainda solicita informações sobre a existência de cronograma oficial e qual o prazo estimado para que o cadastro esteja disponível ao público. Outro ponto levantado é se há sistemas semelhantes que possam servir de base para acelerar a criação da plataforma.

No requerimento, a deputada também questiona quais entraves têm impedido o avanço da medida, sejam técnicos, jurídicos, orçamentários ou institucionais. Ela pede ainda dados sobre a previsão de recursos e quais órgãos participam da implementação.

Dados citados pela parlamentar indicam a dimensão do problema. Estima-se que cerca de 164,2 mil crianças e adolescentes tenham sido vítimas de violência sexual em um período de três anos no Brasil.

Em 2023, o país registrou média de um estupro a cada oito minutos. Projeções mais recentes apontam que, em 2025, o número pode chegar a um caso a cada seis minutos.

Além disso, 67% das vítimas são meninas violentadas dentro de casa e, em 85% dos casos, o agressor é conhecido da vítima. O levantamento também aponta reincidência elevada: cerca de 49% dos mandados expedidos por estupro de vulnerável recaem sobre pessoas que já têm condenação anterior.

– A lei já existe e precisa ser cumprida. Estamos falando de uma ferramenta essencial para proteger a sociedade, especialmente crianças e adolescentes. O governo precisa dar uma resposta clara e agir com responsabilidade – afirmou.

E continuou:

– Esse cadastro não é apenas uma questão administrativa. Ele pode evitar novos crimes, dar mais segurança às famílias e garantir que o Estado esteja, de fato, protegendo quem mais precisa – completou.

FONTE:PLENO NEWS


BA: Camarote que recebeu Lula no carnaval custou R$ 6 milhões Espaço foi usado pelo governador Jerônimo Rodrigues para recepcionar autoridades políticas


 

Presidente Lula e primeira-dama, Janja, no carnaval de Salvador Foto: Ricardo Stuckert / PR

O camarote institucional montado para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outras autoridades no carnaval de Salvador custou R$ 6 milhões ao governo da Bahia, de acordo com informações do Diário Oficial do estado publicado nesta terça-feira (14).

No registro, o valor aparece como “reconhecimento de débito” à empresa Mais Ações Integradas.

O camarote foi usado pelo governador Jerônimo Rodrigues para receber figuras políticas no circuito Campo Grande.

Na ocasião, o presidente Lula compareceu acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Em seguida, o chefe do Executivo seguiu para o Rio de Janeiro, onde assistiu ao desfile da Acadêmicos de Niterói em sua homenagem.

FONTE:PLENO NEWS

terça-feira, 31 de março de 2026

Vídeo de Janja tem 875 mil views; resposta de Nikolas, 21 milhões Publicações falam sobre o PL da Misoginia


  

Janja e Nikolas Fotos: Tânia Rêgo/Agência Brasil | Renato Araújo / Câmara dos Deputados

Um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em resposta à primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, ultrapassou 21 milhões de visualizações em pouco mais de 24 horas nas redes sociais. No mesmo período, o vídeo original da mulher de Lula sobre o tema não chegou a 900 mil visualizações.

A manifestação de Janja foi publicada na sexta-feira (27) e tratou do projeto de lei que criminaliza o discurso de misoginia, aprovado pelo Senado. No vídeo, ela criticou um grupo de homens nas redes sociais e direcionou a fala ao parlamentar.

– Eu quero dizer que enquanto você, deputado, se preocupava em produzir um vídeo cheio de mentiras e protegendo aqueles homens que vão pra internet disseminar discurso de ódio, uma mulher era assassinada.

A primeira-dama também afirmou que continuará defendendo o combate ao discurso de ódio contra mulheres.

– Nós mulheres não vamos desistir. Nem eu, deputado, não se preocupe. Eu vou estar sempre ao lado das mulheres nessa luta contra esse discurso de ódio. Eu não vou desistir.

Após a publicação, Nikolas Ferreira gravou um vídeo reagindo às declarações. O deputado afirmou que o projeto não trata de violência contra mulheres, mas de controle sobre o que pode ser dito na internet.

– Obrigado, Janja, por mostrar que agora eu tenho mais do que certeza de que eu tô no caminho certo.

Na gravação, o parlamentar também criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acusou a primeira-dama de tentar atribuir a ele responsabilidade por crimes contra mulheres.

– Até mesmo porque as pessoas compreenderam que esse projeto não tem nada a ver com violência doméstica, agressão contra a mulher ou até mesmo morte contra as mulheres.

Nesta segunda-feira (30), Janja publicou um novo vídeo sobre o tema. Na gravação, ela exibe manchetes de notícias sobre casos de mulheres assassinadas e, na legenda da publicação, acusa o deputado de mentir.

Diante de diversos comentários críticos ao governo de seu marido, a primeira-dama decidiu restringir os comentários na publicação.

Prints tirados na noite de segunda-feira (30)
FONTE:PLENOO NEWS

segunda-feira, 16 de março de 2026

Projeto de lei visa criar o Estatuto da Liberdade Religiosa no Brasil Proposta reúne regras sobre liberdade de crença, culto e funcionamento de organizações religiosas


 

Marcelo Crivella Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) apresentou o projeto de lei 1093/2026 que cria o Estatuto da Liberdade de Crença e Religiosa no Brasil. A proposta reúne normas sobre liberdade religiosa, funcionamento de organizações religiosas e garantias relacionadas ao exercício da fé.

O texto estabelece direitos como ter ou não religião, mudar de crença e manifestar publicamente convicções religiosas. Também prevê a liberdade de culto, a divulgação de doutrinas e o direito de pessoas se reunirem para atividades religiosas.

A proposta ainda trata de temas como assistência religiosa em hospitais e presídios, ausência escolar por motivo de guarda religiosa e possibilidade de trabalhadores ajustarem a jornada por razões de fé, mediante compensação.

O projeto também define regras para ministros religiosos, incluindo a garantia de sigilo sobre confissões e a previsão de que a relação entre líderes religiosos e instituições não tenha caráter empregatício.

Segundo Crivella, a proposta busca organizar normas já previstas na legislação brasileira.

– O presente Projeto de Lei institui o Estatuto da Liberdade Religiosa com o propósito de consolidar, em diploma próprio, princípios já consagrados na Constituição Federal, nos tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil e na jurisprudência dos tribunais superiores – diz trecho da justificativa.

O deputado argumenta que a iniciativa pode trazer maior segurança jurídica diante de conflitos envolvendo manifestações religiosas e a relação entre Estado e religião.

A justificativa também afirma que a laicidade do Estado brasileiro não significa hostilidade às religiões.

– O princípio da laicidade não impõe ao Estado uma posição de antagonismo ou de indiferença em relação às religiões, mas veda a adoção de religião oficial, assegurando a liberdade religiosa em suas dimensões individual e coletiva – afirma o texto ao citar entendimento do Supremo Tribunal Federal.

De acordo com o parlamentar, o objetivo é organizar direitos e deveres relacionados à liberdade religiosa no país, preservando o equilíbrio entre o poder público, as organizações religiosas e a sociedade. O projeto agora segue para análise nas comissões da Câmara dos Deputados.

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 13 de março de 2026

Médico estima que Bolsonaro ficará internado ao menos 7 dias Brasil Caiado afirmou que tempo pode variar de acordo com resposta do ex-presidente ao tratamento


 

Brasil Caiado e Jair Bolsonaro Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O cardiologista Brasil Caiado, médico do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou que o líder conservador deve ficar ao menos sete dias internado, tempo estimado para o tratamento da broncopneumonia bilateral. Entretanto, frisou que o período pode variar, a depender da resposta do paciente às medicações.

– Em geral, antibiótico em terapia venosa em quadro de pneumonia grave bilateral, você pode estimar por mais de sete dias, oito, 10, 12… mas é impossível falar, você não sabe se haverá qualquer tipo de complicação – declarou o profissional da saúde, nesta sexta-feira (13).

Caiado disse ainda que o estado de saúde do líder conservador é grave e requer um “cuidado especial”.

– Este quadro, esta pneumonia, é maior, mais acentuada em relação às outras todas que ele já teve. Isso requer um cuidado especial agora – completou.

FONTE:PLENO NEWS

terça-feira, 10 de março de 2026

Real Time Big Data: Flávio lidera disputa contra Lula em São Paulo Senador tem quatro pontos de vantagem sobre o petista no estado mais populoso do país


 

Senador Flávio Bolsonaro Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

A pesquisa Realtime/Bigdata realizada com eleitores do estado de São Paulo sobre a disputa presidencial de outubro deste ano mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na liderança das intenções de voto, com 38%, contra 34% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ratinho Jr. (PSD) pontua 9% e Romeu Zema (Novo) 4%. Brancos e nulos são 5% e não sabem ou não responderam 6%.

No cenário com Eduardo Leite (PSD), que aparece com 5% das intenções de voto, Flávio pontua 39% e Lula 35% no estado de São Paulo; Romeu Zema soma 5%. Quando o candidato do PSD é Ronaldo Caiado, que aparece com 6% das intenções de voto no estado, Flávio aparece com 39%, Lula com 35% e Zema com 4%

No quesito rejeição, Lula lidera a mostra em São Paulo com 49%, seguido de Flávio com 45%, Eduardo Leite 26%, Caiado 25%, Ratinho Jr. 24% e Zema 23%. O instituto perguntou aos eleitores de São Paulo sobre a avaliação do trabalho do presidente Lula: 56% desaprovam e 40% aprovam.

A pesquisa está registrada sob número BR-01902/2026, foram realizadas 2 mil entrevistas com eleitores do estado de São Paulo, entre os duas 6 e 7 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Motta: Não creio que Trump tenha interesse de interferir nas eleições Declaração foi dada nesta segunda-feira


 

Hugo Motta Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Nesta segunda-feira (9), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse não acreditar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha interesse de interferir nas eleições. Ele citou como exemplo a Venezuela, visto que após a captura de Nicolás Maduro, a vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez passou a comandar a nação.

Trump declarou, no último sábado (7), que reconheceu formalmente o governo de Rodríguez na Venezuela, restabelecendo as relações diplomáticas entre os dois países.

Motta avalia que Trump tem buscado defender as relações comerciais dos países nos quais os EUA têm interesse.

– Eu não acredito que o presidente Trump tenha o interesse de interferir nas eleições brasileiras. Basta ver o que aconteceu agora, recentemente, na Venezuela, quando houve a prisão do presidente Maduro. E imediatamente os Estados Unidos se recompôs (sic) com a então vice-presidente, que veio do regime chavista e que continua à frente do país. O presidente Trump, na minha avaliação, tem buscado defender as relações comerciais dos países onde ele tem interesse com os Estados Unidos. Com relação aqui ao Brasil, o presidente Lula tem conseguido implementar um bom diálogo com o presidente Trump depois das tarifas que ele decidiu imputar ao Brasil. Esse diálogo vem se dando de forma positiva. O Brasil demonstrou capacidade de diálogo, defendendo a sua soberania. E eu tenho plena convicção de que a movimentação feita pelo presidente Lula, com o apoio do congresso (…)

Confira:

FONTE:PLENO NEWS

sábado, 7 de março de 2026

“Tomara que morra lá”, diz Nunes ao comentar prisão de Vorcaro Prefeito de São Paulo chamou o banqueiro de "desgraçado"


 

Ricardo Nunes Foto: Lucas Bassi/Câmara São Paulo

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) elogiou a prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero. Durante discurso na inauguração do Parque do Aricanduva, em São Paulo, nesta sexta-feira (6), Nunes chamou o banqueiro de “desgraçado” e afirmou que espera que ele “morra lá [na cadeia] até apodrecer”.

Nunes complementou desejando que as autoridades envolvidas no escândalo também fossem punidas:

– Ainda bem que o desgraçado está preso. Imagina aquele que vivia em jatinho, fazendo festa de milhões, numa cela de nove metros. Tomara que morra lá até apodrecer. Que sejam punidos cada ministro, deputado e senador envolvidos – disse o prefeito.

ELO COM AUTORIDADES
Vorcaro foi preso na última quarta (4). Após a nova etapa das investigações, foram reveladas mensagens no celular do banqueiro que sugerem a proximidade do empresário com autoridades e membros da política brasileira.

As mensagens revelaram contatos de Vorcaro com figuras como o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Anteriormente já havia sido revelado pelo jornal O Globo a existência de um contrato de R$ 129 milhões do Master com a mulher do ministro, Viviane Barci de Moraes, que previa que o escritório da família trabalhasse na defesa dos interesses da instituição e de Daniel Vorcaro no Banco Central, na Receita Federal e no Congresso Nacional.

Moraes não foi o único ministro com citações no caso. Dias Toffoli chegou a admitir que é sócio da empresa Maridt, dirigida por seus dois irmãos e que tinha participação em dois resorts da rede Tayayá. Toffoli era o relator do caso do Master no STF, mas renunciou após a PF revelar menções a ele no celular de Vorcaro.

A empresa de Toffoli vendeu sua fatia em um negócio de hospedagem no Paraná a fundos de investimentos que tinham como acionista Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro. Zettel foi financiador das campanhas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Nas mensagens de celular, Vorcaro também relatou à namorada que esteve em Brasília em agosto de 2025 para encontrar o “governador” do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (PT) (MDB), em meio às negociações para o Banco de Brasília (BRB) comprar o Master.

O banqueiro também foi recebido pelo presidente Lula em 2024. Vorcaro disse na época que encontro foi “ótimo”. Na ocasião, o banqueiro estava acompanhado do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que foi conselheiro do Master, e de seu ex-sócio, Augusto Lima.

Após a operação da PF, os investigadores descobriram que Vorcaro tinha à sua disposição uma espécie de milícia privada que coletava informações sensíveis, espionava ilegalmente e ameaçava adversários, autoridades e jornalistas. Esse é o caso revelado pelas mensagens do celular do banqueiro contendo um plano para que o jornalista Lauro Jardim, colunista de O Globo, fosse agredido em um assalto forjado.

Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e seus ajudantes chegaram a acessar sistemas restritos do Ministério Público, da Polícia Federal e até de organismos internacionais como o FBI e a Interpol.

Um de seus ajudantes, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, mais conhecido como Sicário, também foi detido na operação da PF, e tentou suicídio na prisão na última quarta.

O advogado dele contestou informações de fontes da Polícia Federal de Minas Gerais de que ele tinha morrido e afirmou que não foi aberto protocolo de morte cerebral para o cliente. Apesar disso, a defesa classificou o estado de saúde de Mourão como grave. A PF informou que será aberto procedimento apuratório para esclarecer as circunstâncias da tentativa de suicídio.

Sicário era responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses de Vorcaro.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 6 de março de 2026

Estão circulando nas redes sociais publicações acusando Lula de envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro por causa de mensagens encontradas no celular do dono do Banco Master.


 


Estão circulando nas redes sociais publicações acusando Lula de envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro por causa de mensagens encontradas no celular do dono do Banco Master. Nessas mensagens, Vorcaro diz para a namorada que uma reunião com Lula no Palácio do Planalto foi “ótima” e “muito forte”. A frase está sendo usada como se fosse prova de algum acordo ou participação do presidente no escândalo.

O que se sabe até agora é o seguinte.
As mensagens foram encontradas pela Polícia Federal durante a investigação sobre o Banco Master. Em uma conversa privada com Martha Graeff, Vorcaro diz que tinha acabado de sair de uma reunião no Planalto no dia 4 de dezembro de 2024. Quando ela pergunta como foi, ele responde que o encontro foi “ótimo” e depois comenta que Lula chamou o presidente do Banco Central que assumiria o cargo e também três ministros para participar da conversa.
Pelas informações divulgadas pela imprensa, o encontro teria tratado de assuntos ligados ao sistema financeiro e à situação do Banco Master no mercado. O banco vinha enfrentando questionamentos regulatórios e buscava interlocução com o governo e com autoridades econômicas sobre operações financeiras e regras do setor.
Nas mensagens, quando Vorcaro diz que a reunião foi “muito forte”, ele também afirma que Lula teria respondido que o governo iria olhar a situação e conversar com a equipe econômica e com o Banco Central. Ou seja, a resposta teria sido no sentido de encaminhar o tema para análise técnica dentro do governo.
Isso ajuda a entender por que Vorcaro avaliou o encontro como positivo. Não significa que houve acordo, decisão favorável ou qualquer benefício concedido ali. Significa apenas que ele saiu da reunião acreditando que suas demandas seriam discutidas dentro do governo.
Outro ponto importante é que nas conversas encontradas pela investigação Vorcaro menciona contatos com pessoas de vários lados da política e também com autoridades econômicas. Ou seja, ele buscava interlocução com diferentes figuras do poder, algo comum entre empresários do setor financeiro que dependem de decisões regulatórias.
Até agora, nas informações divulgadas pelas investigações e pela imprensa, não apareceu acusação formal contra Lula no caso do Banco Master. As mensagens mostram apenas que a reunião aconteceu e registram a opinião do próprio Vorcaro sobre o encontro.
Por isso, quando algumas publicações usam a frase “foi ótimo” para sugerir envolvimento direto do presidente no esquema investigado, estão tirando uma conclusão que as mensagens, por si só, não comprovam. Elas mostram uma reunião e a avaliação de quem participou dela, mas não indicam crime nem participação de Lula nas irregularidades investigadas no caso Banco Master.
FONTE:https://www.facebook.com/raquel.ferreira.824546

sábado, 6 de dezembro de 2025

A História, afinal, não perdoa arrogância acompanhada de ignorância. E jamais subestima os homens que, em silêncio, constroem o futuro.



 Bom dia!

A Tragédia de uma Elite
Ao tentar aniquilar Jair Bolsonaro, o regime brasileiro acendeu um alarme no coração do trumpismo: o de que nenhuma liderança conservadora estaria segura caso o precedente brasileiro triunfasse. A resposta americana, portanto, não é diplomática — é doutrinária. Não protege apenas um aliado: protege um paradigma.
Agora, Brasília encontra-se diante de um dilema insolúvel. A perseguição a Bolsonaro, tratada internamente como jogo de poder, transformou-se em pauta de segurança internacional. Trump, diferentemente dos burocratas do Departamento de Estado, não age com distanciamento tecnocrático: ele age com a força de um imperador pós-moderno, decidido a vingar um aliado que vê como reflexo.
Recuar é admitir fraude narrativa. Avançar é desafiar sanções que podem implodir a economia nacional. A elite brasileira, em seu delírio tecnocrático, criou uma armadilha perfeita: qualquer saída agora significa perder tudo.
Este não é apenas um embate entre um regime e um ex-presidente. É um capítulo da nova guerra civilizacional que divide o Ocidente: de um lado, o globalismo institucional, burocrático, moralmente relativista; do outro, o populismo nacional-conservador, com raízes populares e apelo emocional.
Bolsonaro tornou-se, por força das circunstâncias, um símbolo continental — não apenas do Brasil, mas de toda uma corrente de pensamento em ascensão no mundo. A tentativa de destruí-lo criou, paradoxalmente, sua maior blindagem: a da transcendência política.
O mais devastador nesse episódio é a constatação de que tudo poderia ter sido evitado. Bastava sensibilidade estratégica, leitura geopolítica mínima, compreensão dos vetores do poder em 2025. Mas a elite brasileira, viciada em sua bolha midiática e seduzida por sua autopercepção iluminista, riu de Eduardo Bolsonaro e ignorou os sinais gritantes que vinham do norte. As visitas a Mar-a-Lago. Os acenos de Trump. As falas inflamadas de congressistas republicanos. A cobertura intensa da mídia conservadora americana. Tudo foi tratado como ruído. Agora, é tarde.
O terremoto político reverbera para além das fronteiras. Governos latino-americanos observam com atenção: se os EUA intervêm — política e economicamente — para proteger um ex-presidente em outro país, qual será o novo limite do jogo hemisférico? A lição é clara: o preço da repressão política interna pode ser cobrado em escala internacional.
E, num paradoxo cruel, o regime que buscava apagar Bolsonaro do mapa político acabou por elevá-lo à condição de ícone continental.
Quando a história se vira contra os arquitetos do poder
Não há mais zona cinzenta. Ou se rende completamente — com anulação de processos, restauração de direitos políticos e reconhecimento de abusos — ou se enfrenta o colapso: econômico, diplomático e moral.
O regime criou uma armadilha da qual não consegue sair, porque a própria sobrevivência passou a depender da destruição de um homem — e, agora, desse homem depende a estabilidade do país.
Os historiadores do futuro serão implacáveis. Identificarão 2025 como o ano em que o Brasil selou seu destino como peão no tabuleiro de uma nova guerra ideológica global. Não foi a desigualdade. Não foi a polarização. Não foi a corrupção. Foi a cegueira estratégica.
Tentaram destruir um homem. Destruíram a si mesmos.
E o homem de quem riam, por “fritar hambúrgueres” em Missouri, agora observa — sereno, estratégico, firme — enquanto seus adversários marcham em direção ao colapso que eles próprios arquitetaram.
A História, afinal, não perdoa arrogância acompanhada de ignorância. E jamais subestima os homens que, em silêncio, constroem o futuro.
(Texto de Francisco Carneiro Júnior, autor da tetralogia "O Silêncio das Noites Escuras — Guerra, terrorismo e operações especiais")
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

CPMI do INSS convoca Zema, apesar de rejeitar Lulinha e Messias Última reunião aconteceu nesta quinta-feira


 

Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha Foto: Juca Varella/Estadão

Na última reunião de 2025, a CPMI do INSS aprovou ,nesta quinta-feira (4), a convocação do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Mas foram rejeitados os requerimentos para convocação de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do advogado-geral da União, Jorge Messias, que teve o nome recém-indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF). O colegiado também não acatou os requerimentos para a oitiva de representantes de instituições financeiras como os bancos Santander e C6 e a Crefisa.

Em uma longa reunião para análise de 181 requerimentos, senadores e deputados do governo e da oposição dividiram-se na maior parte das solicitações, com alegações e acusações de ambos os lados de interesses políticos nas pautas em deliberação, como no caso do governador Romeu Zema.

Antes da votação, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG) leu ofício enviado por Zema ao colegiado, no qual ele informou que ele não participa, desde 2018, da administração da Zema Crédito, Financiamento e Investimento S.A. O governador de Minas Gerais afirmou ainda que “não tem esclarecimentos acerca das atividades da Zema Crédito, os quais podem e devem ser prestados pela diretoria da companhia”.

O requerimento foi apresentado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG) que alegou não ser essa convocação “uma perseguição política”. Segundo o parlamentar, Romeu Zema ainda mantém 16,41% das ações da empresa.

— Exatamente, essa data de 2018, em que ele saiu da financeira, foi que ele recebeu do governo Bolsonaro a tarefa de fazer [empréstimos] com consignados do BPC, os mais pobres de Minas Gerais — disse o deputado Correia.

Para a senadora Tereza Cristina (PP-MS), a convocação é uma maneira indelicada de tratar o governador, “já que outras autoridades foram convidadas”.

Líder da oposição, o senador Rogério Marinho (PL-RN) alegou que a convocação está fora do escopo:

— Aí está uma ação fora do escopo, claramente com viés político. Não há uma prova, não há um vínculo, não há um nexo, não há uma referência, apenas uma vontade de se fazer a política no estado — afirmou Marinho.

LULINHA
Por 19 votos contrários a 12 a favor, foi rejeitada a convocação do Fábio Luís Lula da Silva (conhecido como Lulinha), requerida pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).

Parlamentares da oposição afirmaram que em depoimento à Polícia Federal, Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, teria dito que o filho do presidente Lula estaria recebendo uma mesada de R$ 300 mil de Antunes.

— Com o decorrer das investigações, esse quebra-cabeça e as explicações estão surgindo: a fundada suspeita de que no centro dessas articulações criminosas se encontra um personagem já conhecido por envolvimento em outros crimes, em outras fraudes, que é exatamente o filho do Presidente Lula, o Lulinha, o Fábio Lula da Silva — disse o senador Sergio Moro (União-PR).

Líder do governo, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) desafiou os demais parlamentares a apresentar provas contra Fábio Lula. Segundo o parlamentar, não há nenhuma relação entre a CPMI e o filho do presidente Lula.

Relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL) informou que recebeu, na manhã desta quinta-feira, ligação da testemunha (Edson Claro) que lhe comunicou “se achar em risco iminente de vida”. O relator solicitou ao presidente da CPMI que comunicasse o fato ao STF e à PF.

MESSIAS
A CPMI também rejeitou sete requerimentos para ouvir o advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula ao STF. O senador Marinho disse que Messias precisaria se apresentar à CPMI para explicar a determinação da AGU de abrir investigação contra apenas parte das entidades com acordos de cooperação técnica (ACTs) ativos com o INSS.

— É impossível imaginarmos que um assunto desta gravidade não tenha passado pelo crivo, pelo olhar do senhor Jorge Messias, que já foi convidado para vir aqui. E qual é a gravidade dessa situação? Quando ocorreu o pedido de abertura de investigação, já em 2025, em função das reportagens que ocorreram na imprensa, Jorge Messias determinou a abertura de investigação contra 11 ou 12 dessas entidades, das quase 40 que tinham ACTs ativos. Mas vejam que coincidência, o Sindnapi, que tem como vice-presidente o irmão do Lula, o Frei Chico, e a Contag (…) estavam fora da investigação aberta pela AGU — expôs Marinho.

FONTE:PLENO NEWS

Janaína sobre Michelle: “Homens contra ela vão se arrebentar” Jurista afirmou que ex-primeira-dama construiu seu próprio espaço político


 

Janaína Paschoal Foto: Pedro França/Agência Senado

A vereadora de São Paulo Janaína Paschoal (PP) se pronunciou sobre a discordância recente entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e seus enteados envolvendo alianças políticas das quais a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) discorda.

Na avaliação da parlamentar, diversos homens ligados ao partido se uniram para dizer a Michelle para “calar a boca”, após as críticas feita por ela à aliança entre a sigla e Ciro Gomes (PSDB-CE) na corrida eleitoral pelo governo do Ceará.

Para Janaína, contudo, a líder do PL Mulher mostrou que “construiu seu espaço” político, e não irá “recuar”

– Eu não concordo com Michelle Bolsonaro em tudo. Nunca fui muito de sua turma, mas é nítido que muitos homens se uniram para dizer a ela: “Cale a boca”! E não me parece adequado assistir sem nada falar. Goste-se dela, ou não, Michelle construiu seu espaço e não vai recuar. Ela já tem um público próprio. Esse monte de homem que está contra ela tende a se arrebentar – analisou, em postagem nas redes sociais.

Como mostrou o Pleno.News, o Partido Liberal suspendeu as negociações com o PSDB estadual do Ceará sobre o possível apoio a Ciro Gomes nas eleições de 2026. A decisão foi tomada após uma reunião de cúpula em Brasília com Valdemar Costa Neto, Michelle Bolsonaro, Rogério Marinho, Flávio Bolsonaro e o deputado André Fernandes.

Antes do encontro oficial, Michelle e André tiveram uma conversa privada, na qual, segundo nota divulgada pelo PL Mulher, os dois “oraram juntos” e esclareceram o atrito ocorrido neste último fim de semana.

Na ocasião, Michelle criticou publicamente a articulação feita por Fernandes, o que gerou reação dos filhos de Bolsonaro, que já sinalizaram que a dissonância foi solucionada. A ex-primeira-dama se colocou contra a aliança com Ciro por entender que o político não representa os valores da direita que ela defende.

FONTE:PLENO NEWS

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