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segunda-feira, 16 de março de 2026

Projeto de lei visa criar o Estatuto da Liberdade Religiosa no Brasil Proposta reúne regras sobre liberdade de crença, culto e funcionamento de organizações religiosas


 

Marcelo Crivella Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) apresentou o projeto de lei 1093/2026 que cria o Estatuto da Liberdade de Crença e Religiosa no Brasil. A proposta reúne normas sobre liberdade religiosa, funcionamento de organizações religiosas e garantias relacionadas ao exercício da fé.

O texto estabelece direitos como ter ou não religião, mudar de crença e manifestar publicamente convicções religiosas. Também prevê a liberdade de culto, a divulgação de doutrinas e o direito de pessoas se reunirem para atividades religiosas.

A proposta ainda trata de temas como assistência religiosa em hospitais e presídios, ausência escolar por motivo de guarda religiosa e possibilidade de trabalhadores ajustarem a jornada por razões de fé, mediante compensação.

O projeto também define regras para ministros religiosos, incluindo a garantia de sigilo sobre confissões e a previsão de que a relação entre líderes religiosos e instituições não tenha caráter empregatício.

Segundo Crivella, a proposta busca organizar normas já previstas na legislação brasileira.

– O presente Projeto de Lei institui o Estatuto da Liberdade Religiosa com o propósito de consolidar, em diploma próprio, princípios já consagrados na Constituição Federal, nos tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil e na jurisprudência dos tribunais superiores – diz trecho da justificativa.

O deputado argumenta que a iniciativa pode trazer maior segurança jurídica diante de conflitos envolvendo manifestações religiosas e a relação entre Estado e religião.

A justificativa também afirma que a laicidade do Estado brasileiro não significa hostilidade às religiões.

– O princípio da laicidade não impõe ao Estado uma posição de antagonismo ou de indiferença em relação às religiões, mas veda a adoção de religião oficial, assegurando a liberdade religiosa em suas dimensões individual e coletiva – afirma o texto ao citar entendimento do Supremo Tribunal Federal.

De acordo com o parlamentar, o objetivo é organizar direitos e deveres relacionados à liberdade religiosa no país, preservando o equilíbrio entre o poder público, as organizações religiosas e a sociedade. O projeto agora segue para análise nas comissões da Câmara dos Deputados.

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 13 de março de 2026

Médico estima que Bolsonaro ficará internado ao menos 7 dias Brasil Caiado afirmou que tempo pode variar de acordo com resposta do ex-presidente ao tratamento


 

Brasil Caiado e Jair Bolsonaro Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O cardiologista Brasil Caiado, médico do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou que o líder conservador deve ficar ao menos sete dias internado, tempo estimado para o tratamento da broncopneumonia bilateral. Entretanto, frisou que o período pode variar, a depender da resposta do paciente às medicações.

– Em geral, antibiótico em terapia venosa em quadro de pneumonia grave bilateral, você pode estimar por mais de sete dias, oito, 10, 12… mas é impossível falar, você não sabe se haverá qualquer tipo de complicação – declarou o profissional da saúde, nesta sexta-feira (13).

Caiado disse ainda que o estado de saúde do líder conservador é grave e requer um “cuidado especial”.

– Este quadro, esta pneumonia, é maior, mais acentuada em relação às outras todas que ele já teve. Isso requer um cuidado especial agora – completou.

FONTE:PLENO NEWS

terça-feira, 10 de março de 2026

Real Time Big Data: Flávio lidera disputa contra Lula em São Paulo Senador tem quatro pontos de vantagem sobre o petista no estado mais populoso do país


 

Senador Flávio Bolsonaro Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

A pesquisa Realtime/Bigdata realizada com eleitores do estado de São Paulo sobre a disputa presidencial de outubro deste ano mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na liderança das intenções de voto, com 38%, contra 34% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ratinho Jr. (PSD) pontua 9% e Romeu Zema (Novo) 4%. Brancos e nulos são 5% e não sabem ou não responderam 6%.

No cenário com Eduardo Leite (PSD), que aparece com 5% das intenções de voto, Flávio pontua 39% e Lula 35% no estado de São Paulo; Romeu Zema soma 5%. Quando o candidato do PSD é Ronaldo Caiado, que aparece com 6% das intenções de voto no estado, Flávio aparece com 39%, Lula com 35% e Zema com 4%

No quesito rejeição, Lula lidera a mostra em São Paulo com 49%, seguido de Flávio com 45%, Eduardo Leite 26%, Caiado 25%, Ratinho Jr. 24% e Zema 23%. O instituto perguntou aos eleitores de São Paulo sobre a avaliação do trabalho do presidente Lula: 56% desaprovam e 40% aprovam.

A pesquisa está registrada sob número BR-01902/2026, foram realizadas 2 mil entrevistas com eleitores do estado de São Paulo, entre os duas 6 e 7 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Motta: Não creio que Trump tenha interesse de interferir nas eleições Declaração foi dada nesta segunda-feira


 

Hugo Motta Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Nesta segunda-feira (9), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse não acreditar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha interesse de interferir nas eleições. Ele citou como exemplo a Venezuela, visto que após a captura de Nicolás Maduro, a vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez passou a comandar a nação.

Trump declarou, no último sábado (7), que reconheceu formalmente o governo de Rodríguez na Venezuela, restabelecendo as relações diplomáticas entre os dois países.

Motta avalia que Trump tem buscado defender as relações comerciais dos países nos quais os EUA têm interesse.

– Eu não acredito que o presidente Trump tenha o interesse de interferir nas eleições brasileiras. Basta ver o que aconteceu agora, recentemente, na Venezuela, quando houve a prisão do presidente Maduro. E imediatamente os Estados Unidos se recompôs (sic) com a então vice-presidente, que veio do regime chavista e que continua à frente do país. O presidente Trump, na minha avaliação, tem buscado defender as relações comerciais dos países onde ele tem interesse com os Estados Unidos. Com relação aqui ao Brasil, o presidente Lula tem conseguido implementar um bom diálogo com o presidente Trump depois das tarifas que ele decidiu imputar ao Brasil. Esse diálogo vem se dando de forma positiva. O Brasil demonstrou capacidade de diálogo, defendendo a sua soberania. E eu tenho plena convicção de que a movimentação feita pelo presidente Lula, com o apoio do congresso (…)

Confira:

FONTE:PLENO NEWS

sábado, 7 de março de 2026

“Tomara que morra lá”, diz Nunes ao comentar prisão de Vorcaro Prefeito de São Paulo chamou o banqueiro de "desgraçado"


 

Ricardo Nunes Foto: Lucas Bassi/Câmara São Paulo

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) elogiou a prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero. Durante discurso na inauguração do Parque do Aricanduva, em São Paulo, nesta sexta-feira (6), Nunes chamou o banqueiro de “desgraçado” e afirmou que espera que ele “morra lá [na cadeia] até apodrecer”.

Nunes complementou desejando que as autoridades envolvidas no escândalo também fossem punidas:

– Ainda bem que o desgraçado está preso. Imagina aquele que vivia em jatinho, fazendo festa de milhões, numa cela de nove metros. Tomara que morra lá até apodrecer. Que sejam punidos cada ministro, deputado e senador envolvidos – disse o prefeito.

ELO COM AUTORIDADES
Vorcaro foi preso na última quarta (4). Após a nova etapa das investigações, foram reveladas mensagens no celular do banqueiro que sugerem a proximidade do empresário com autoridades e membros da política brasileira.

As mensagens revelaram contatos de Vorcaro com figuras como o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Anteriormente já havia sido revelado pelo jornal O Globo a existência de um contrato de R$ 129 milhões do Master com a mulher do ministro, Viviane Barci de Moraes, que previa que o escritório da família trabalhasse na defesa dos interesses da instituição e de Daniel Vorcaro no Banco Central, na Receita Federal e no Congresso Nacional.

Moraes não foi o único ministro com citações no caso. Dias Toffoli chegou a admitir que é sócio da empresa Maridt, dirigida por seus dois irmãos e que tinha participação em dois resorts da rede Tayayá. Toffoli era o relator do caso do Master no STF, mas renunciou após a PF revelar menções a ele no celular de Vorcaro.

A empresa de Toffoli vendeu sua fatia em um negócio de hospedagem no Paraná a fundos de investimentos que tinham como acionista Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro. Zettel foi financiador das campanhas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Nas mensagens de celular, Vorcaro também relatou à namorada que esteve em Brasília em agosto de 2025 para encontrar o “governador” do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (PT) (MDB), em meio às negociações para o Banco de Brasília (BRB) comprar o Master.

O banqueiro também foi recebido pelo presidente Lula em 2024. Vorcaro disse na época que encontro foi “ótimo”. Na ocasião, o banqueiro estava acompanhado do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que foi conselheiro do Master, e de seu ex-sócio, Augusto Lima.

Após a operação da PF, os investigadores descobriram que Vorcaro tinha à sua disposição uma espécie de milícia privada que coletava informações sensíveis, espionava ilegalmente e ameaçava adversários, autoridades e jornalistas. Esse é o caso revelado pelas mensagens do celular do banqueiro contendo um plano para que o jornalista Lauro Jardim, colunista de O Globo, fosse agredido em um assalto forjado.

Segundo a Polícia Federal, Vorcaro e seus ajudantes chegaram a acessar sistemas restritos do Ministério Público, da Polícia Federal e até de organismos internacionais como o FBI e a Interpol.

Um de seus ajudantes, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, mais conhecido como Sicário, também foi detido na operação da PF, e tentou suicídio na prisão na última quarta.

O advogado dele contestou informações de fontes da Polícia Federal de Minas Gerais de que ele tinha morrido e afirmou que não foi aberto protocolo de morte cerebral para o cliente. Apesar disso, a defesa classificou o estado de saúde de Mourão como grave. A PF informou que será aberto procedimento apuratório para esclarecer as circunstâncias da tentativa de suicídio.

Sicário era responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses de Vorcaro.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 6 de março de 2026

Estão circulando nas redes sociais publicações acusando Lula de envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro por causa de mensagens encontradas no celular do dono do Banco Master.


 


Estão circulando nas redes sociais publicações acusando Lula de envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro por causa de mensagens encontradas no celular do dono do Banco Master. Nessas mensagens, Vorcaro diz para a namorada que uma reunião com Lula no Palácio do Planalto foi “ótima” e “muito forte”. A frase está sendo usada como se fosse prova de algum acordo ou participação do presidente no escândalo.

O que se sabe até agora é o seguinte.
As mensagens foram encontradas pela Polícia Federal durante a investigação sobre o Banco Master. Em uma conversa privada com Martha Graeff, Vorcaro diz que tinha acabado de sair de uma reunião no Planalto no dia 4 de dezembro de 2024. Quando ela pergunta como foi, ele responde que o encontro foi “ótimo” e depois comenta que Lula chamou o presidente do Banco Central que assumiria o cargo e também três ministros para participar da conversa.
Pelas informações divulgadas pela imprensa, o encontro teria tratado de assuntos ligados ao sistema financeiro e à situação do Banco Master no mercado. O banco vinha enfrentando questionamentos regulatórios e buscava interlocução com o governo e com autoridades econômicas sobre operações financeiras e regras do setor.
Nas mensagens, quando Vorcaro diz que a reunião foi “muito forte”, ele também afirma que Lula teria respondido que o governo iria olhar a situação e conversar com a equipe econômica e com o Banco Central. Ou seja, a resposta teria sido no sentido de encaminhar o tema para análise técnica dentro do governo.
Isso ajuda a entender por que Vorcaro avaliou o encontro como positivo. Não significa que houve acordo, decisão favorável ou qualquer benefício concedido ali. Significa apenas que ele saiu da reunião acreditando que suas demandas seriam discutidas dentro do governo.
Outro ponto importante é que nas conversas encontradas pela investigação Vorcaro menciona contatos com pessoas de vários lados da política e também com autoridades econômicas. Ou seja, ele buscava interlocução com diferentes figuras do poder, algo comum entre empresários do setor financeiro que dependem de decisões regulatórias.
Até agora, nas informações divulgadas pelas investigações e pela imprensa, não apareceu acusação formal contra Lula no caso do Banco Master. As mensagens mostram apenas que a reunião aconteceu e registram a opinião do próprio Vorcaro sobre o encontro.
Por isso, quando algumas publicações usam a frase “foi ótimo” para sugerir envolvimento direto do presidente no esquema investigado, estão tirando uma conclusão que as mensagens, por si só, não comprovam. Elas mostram uma reunião e a avaliação de quem participou dela, mas não indicam crime nem participação de Lula nas irregularidades investigadas no caso Banco Master.
FONTE:https://www.facebook.com/raquel.ferreira.824546

sábado, 6 de dezembro de 2025

A História, afinal, não perdoa arrogância acompanhada de ignorância. E jamais subestima os homens que, em silêncio, constroem o futuro.



 Bom dia!

A Tragédia de uma Elite
Ao tentar aniquilar Jair Bolsonaro, o regime brasileiro acendeu um alarme no coração do trumpismo: o de que nenhuma liderança conservadora estaria segura caso o precedente brasileiro triunfasse. A resposta americana, portanto, não é diplomática — é doutrinária. Não protege apenas um aliado: protege um paradigma.
Agora, Brasília encontra-se diante de um dilema insolúvel. A perseguição a Bolsonaro, tratada internamente como jogo de poder, transformou-se em pauta de segurança internacional. Trump, diferentemente dos burocratas do Departamento de Estado, não age com distanciamento tecnocrático: ele age com a força de um imperador pós-moderno, decidido a vingar um aliado que vê como reflexo.
Recuar é admitir fraude narrativa. Avançar é desafiar sanções que podem implodir a economia nacional. A elite brasileira, em seu delírio tecnocrático, criou uma armadilha perfeita: qualquer saída agora significa perder tudo.
Este não é apenas um embate entre um regime e um ex-presidente. É um capítulo da nova guerra civilizacional que divide o Ocidente: de um lado, o globalismo institucional, burocrático, moralmente relativista; do outro, o populismo nacional-conservador, com raízes populares e apelo emocional.
Bolsonaro tornou-se, por força das circunstâncias, um símbolo continental — não apenas do Brasil, mas de toda uma corrente de pensamento em ascensão no mundo. A tentativa de destruí-lo criou, paradoxalmente, sua maior blindagem: a da transcendência política.
O mais devastador nesse episódio é a constatação de que tudo poderia ter sido evitado. Bastava sensibilidade estratégica, leitura geopolítica mínima, compreensão dos vetores do poder em 2025. Mas a elite brasileira, viciada em sua bolha midiática e seduzida por sua autopercepção iluminista, riu de Eduardo Bolsonaro e ignorou os sinais gritantes que vinham do norte. As visitas a Mar-a-Lago. Os acenos de Trump. As falas inflamadas de congressistas republicanos. A cobertura intensa da mídia conservadora americana. Tudo foi tratado como ruído. Agora, é tarde.
O terremoto político reverbera para além das fronteiras. Governos latino-americanos observam com atenção: se os EUA intervêm — política e economicamente — para proteger um ex-presidente em outro país, qual será o novo limite do jogo hemisférico? A lição é clara: o preço da repressão política interna pode ser cobrado em escala internacional.
E, num paradoxo cruel, o regime que buscava apagar Bolsonaro do mapa político acabou por elevá-lo à condição de ícone continental.
Quando a história se vira contra os arquitetos do poder
Não há mais zona cinzenta. Ou se rende completamente — com anulação de processos, restauração de direitos políticos e reconhecimento de abusos — ou se enfrenta o colapso: econômico, diplomático e moral.
O regime criou uma armadilha da qual não consegue sair, porque a própria sobrevivência passou a depender da destruição de um homem — e, agora, desse homem depende a estabilidade do país.
Os historiadores do futuro serão implacáveis. Identificarão 2025 como o ano em que o Brasil selou seu destino como peão no tabuleiro de uma nova guerra ideológica global. Não foi a desigualdade. Não foi a polarização. Não foi a corrupção. Foi a cegueira estratégica.
Tentaram destruir um homem. Destruíram a si mesmos.
E o homem de quem riam, por “fritar hambúrgueres” em Missouri, agora observa — sereno, estratégico, firme — enquanto seus adversários marcham em direção ao colapso que eles próprios arquitetaram.
A História, afinal, não perdoa arrogância acompanhada de ignorância. E jamais subestima os homens que, em silêncio, constroem o futuro.
(Texto de Francisco Carneiro Júnior, autor da tetralogia "O Silêncio das Noites Escuras — Guerra, terrorismo e operações especiais")
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

CPMI do INSS convoca Zema, apesar de rejeitar Lulinha e Messias Última reunião aconteceu nesta quinta-feira


 

Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha Foto: Juca Varella/Estadão

Na última reunião de 2025, a CPMI do INSS aprovou ,nesta quinta-feira (4), a convocação do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Mas foram rejeitados os requerimentos para convocação de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do advogado-geral da União, Jorge Messias, que teve o nome recém-indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF). O colegiado também não acatou os requerimentos para a oitiva de representantes de instituições financeiras como os bancos Santander e C6 e a Crefisa.

Em uma longa reunião para análise de 181 requerimentos, senadores e deputados do governo e da oposição dividiram-se na maior parte das solicitações, com alegações e acusações de ambos os lados de interesses políticos nas pautas em deliberação, como no caso do governador Romeu Zema.

Antes da votação, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG) leu ofício enviado por Zema ao colegiado, no qual ele informou que ele não participa, desde 2018, da administração da Zema Crédito, Financiamento e Investimento S.A. O governador de Minas Gerais afirmou ainda que “não tem esclarecimentos acerca das atividades da Zema Crédito, os quais podem e devem ser prestados pela diretoria da companhia”.

O requerimento foi apresentado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG) que alegou não ser essa convocação “uma perseguição política”. Segundo o parlamentar, Romeu Zema ainda mantém 16,41% das ações da empresa.

— Exatamente, essa data de 2018, em que ele saiu da financeira, foi que ele recebeu do governo Bolsonaro a tarefa de fazer [empréstimos] com consignados do BPC, os mais pobres de Minas Gerais — disse o deputado Correia.

Para a senadora Tereza Cristina (PP-MS), a convocação é uma maneira indelicada de tratar o governador, “já que outras autoridades foram convidadas”.

Líder da oposição, o senador Rogério Marinho (PL-RN) alegou que a convocação está fora do escopo:

— Aí está uma ação fora do escopo, claramente com viés político. Não há uma prova, não há um vínculo, não há um nexo, não há uma referência, apenas uma vontade de se fazer a política no estado — afirmou Marinho.

LULINHA
Por 19 votos contrários a 12 a favor, foi rejeitada a convocação do Fábio Luís Lula da Silva (conhecido como Lulinha), requerida pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).

Parlamentares da oposição afirmaram que em depoimento à Polícia Federal, Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, teria dito que o filho do presidente Lula estaria recebendo uma mesada de R$ 300 mil de Antunes.

— Com o decorrer das investigações, esse quebra-cabeça e as explicações estão surgindo: a fundada suspeita de que no centro dessas articulações criminosas se encontra um personagem já conhecido por envolvimento em outros crimes, em outras fraudes, que é exatamente o filho do Presidente Lula, o Lulinha, o Fábio Lula da Silva — disse o senador Sergio Moro (União-PR).

Líder do governo, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) desafiou os demais parlamentares a apresentar provas contra Fábio Lula. Segundo o parlamentar, não há nenhuma relação entre a CPMI e o filho do presidente Lula.

Relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL) informou que recebeu, na manhã desta quinta-feira, ligação da testemunha (Edson Claro) que lhe comunicou “se achar em risco iminente de vida”. O relator solicitou ao presidente da CPMI que comunicasse o fato ao STF e à PF.

MESSIAS
A CPMI também rejeitou sete requerimentos para ouvir o advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula ao STF. O senador Marinho disse que Messias precisaria se apresentar à CPMI para explicar a determinação da AGU de abrir investigação contra apenas parte das entidades com acordos de cooperação técnica (ACTs) ativos com o INSS.

— É impossível imaginarmos que um assunto desta gravidade não tenha passado pelo crivo, pelo olhar do senhor Jorge Messias, que já foi convidado para vir aqui. E qual é a gravidade dessa situação? Quando ocorreu o pedido de abertura de investigação, já em 2025, em função das reportagens que ocorreram na imprensa, Jorge Messias determinou a abertura de investigação contra 11 ou 12 dessas entidades, das quase 40 que tinham ACTs ativos. Mas vejam que coincidência, o Sindnapi, que tem como vice-presidente o irmão do Lula, o Frei Chico, e a Contag (…) estavam fora da investigação aberta pela AGU — expôs Marinho.

FONTE:PLENO NEWS

Janaína sobre Michelle: “Homens contra ela vão se arrebentar” Jurista afirmou que ex-primeira-dama construiu seu próprio espaço político


 

Janaína Paschoal Foto: Pedro França/Agência Senado

A vereadora de São Paulo Janaína Paschoal (PP) se pronunciou sobre a discordância recente entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e seus enteados envolvendo alianças políticas das quais a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) discorda.

Na avaliação da parlamentar, diversos homens ligados ao partido se uniram para dizer a Michelle para “calar a boca”, após as críticas feita por ela à aliança entre a sigla e Ciro Gomes (PSDB-CE) na corrida eleitoral pelo governo do Ceará.

Para Janaína, contudo, a líder do PL Mulher mostrou que “construiu seu espaço” político, e não irá “recuar”

– Eu não concordo com Michelle Bolsonaro em tudo. Nunca fui muito de sua turma, mas é nítido que muitos homens se uniram para dizer a ela: “Cale a boca”! E não me parece adequado assistir sem nada falar. Goste-se dela, ou não, Michelle construiu seu espaço e não vai recuar. Ela já tem um público próprio. Esse monte de homem que está contra ela tende a se arrebentar – analisou, em postagem nas redes sociais.

Como mostrou o Pleno.News, o Partido Liberal suspendeu as negociações com o PSDB estadual do Ceará sobre o possível apoio a Ciro Gomes nas eleições de 2026. A decisão foi tomada após uma reunião de cúpula em Brasília com Valdemar Costa Neto, Michelle Bolsonaro, Rogério Marinho, Flávio Bolsonaro e o deputado André Fernandes.

Antes do encontro oficial, Michelle e André tiveram uma conversa privada, na qual, segundo nota divulgada pelo PL Mulher, os dois “oraram juntos” e esclareceram o atrito ocorrido neste último fim de semana.

Na ocasião, Michelle criticou publicamente a articulação feita por Fernandes, o que gerou reação dos filhos de Bolsonaro, que já sinalizaram que a dissonância foi solucionada. A ex-primeira-dama se colocou contra a aliança com Ciro por entender que o político não representa os valores da direita que ela defende.

FONTE:PLENO NEWS

Irmão de Bolsonaro se manifesta sobre declarações de Michelle Renato Bolsonaro concedeu entrevista ao Pleno Time


 

Renato Bolsonaro no Pleno Time Foto: Reprodução/Pleno.News

Em entrevista ao Pleno Time nesta quarta-feira (3), Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), comentou a recente crise envolvendo Michelle Bolsonaro e o PL do Ceará, após o eventual apoio do partido a Ciro Gomes (PSDB). O pré-candidato a deputado defendeu a necessidade de diálogo interno no partido e analisou a importância do pragmatismo em alianças políticas.

– O objetivo tem que ser levado em conta, tá? Nós não podemos ferir os nossos princípios. Esse episódio que aconteceu com a Michelle, eu acredito que tá faltando um pouco mais de conversa entre o partido. Com a saída de Jair Bolsonaro do cenário, o partido precisa se organizar. As atitudes não podem ser individuais, elas precisam ser traçadas de maneira que leve ao objetivo com o saber de todos – disse Renato.

Sobre a postura de Michelle, sua cunhada, ele afirmou:

– Ela agiu com coração, com aquilo que sente, e que é o que a gente sente também. Dar mão a alguém que sempre falou mal, criticou, tem outras ideias… é complicado. Tem que avaliar muito bem. O Brasil hoje tá tão carente que, se bobearmos, o PT continua mais forte em 2026. A conversação tá sendo feita, vamos chegar num bom senso, sem dúvida.

Renato também destacou a necessidade de coesão da direita brasileira.

– Ela vem se projetando a partir de Jair Bolsonaro, então tá muito recente ainda. O que precisa é cada um não ter vaidade, respeitar o posicionamento, conversar antes nos bastidores e levar a decisão tomada à frente. A direita vai se fortalecer em 26 e isso será muito bom para o Brasil como um todo

FONTE:PLENO NEWS


segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Michelle critica aliança do PL com Ciro Gomes e apoia Girão no CE Ela comentou sobre as críticas que o ex-ministro de Lula já fez contra Jair Bolsonaro e sua família


 

Michelle Bolsonaro e Eduardo Girão Foto: Reprodução Instagram

Neste domingo (30), a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, esteve no Ceará e criticou a aliança entre seu partido e o ex-ministro de Lula Ciro Gomes (PSDB), que deve disputar o cargo de governo em 2026.

Michelle afirmou que não aceita o acordo com Ciro e cobrou direção política dentro do partido, mesmo demonstrando todo carinho aos articuladores dessa aliança política, como o deputado federal André Fernandes (PL-CE) e o deputado estadual Carmelo Neto (PL).

– Se o meu presidente apoia outro candidato, é ele. Ele não me representa, ele não fala por mim – disse.

Ela também criticou declarações de Ciro contra Jair Bolsonaro e sua família, incluindo a notícia de que ele teria celebrado a inelegibilidade do líder da direita. Segundo Michelle, o PL não pode caminhar com alguém que considera ligado à esquerda.

– Fazer aliança com um homem que é contra nossos valores… Não tem como – declarou.

A ex-primeira-dama pediu mobilização das mulheres do PL e ressaltou que o movimento feminino cresceu no país e as convidou para que, juntas, façam campanha para o senador Eduardo Girão (Novo-CE), que é pré-candidato ao Governo do Ceará, disputando com Ciro Gomes.

– Nós vamos nos levantar e trabalhar para eleger o Girão – afirmou.

Assista:

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Pai de Mel Maia vai à delegacia após morte da ex-mulher Luciano Souza esteve no local para para acompanhar os trâmites da investigação


 

Adalgiza Maria Dourado Foto: Arquivo Pessoal

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos pediu novas informações ao Brasil sobre os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O pedido foi enviado após denúncia apresentada em 2024 por deputados liderados pelo Coronel Ulysses (União Brasil-AC) e pelo advogado Ezequiel Silveira.

A carta da CIDH solicita esclarecimentos sobre os 104 condenados pelo STF. A Comissão quer saber se houve recursos, quais foram as datas, o andamento de cada processo e quando as defesas receberam a última notificação judicial.

O órgão também questiona se essas pessoas ainda estão presas e pede detalhes sobre eventuais liberações, como da idosa Adalgiza Maria Dourado. Outro ponto tratado é a morte de Cleriston Pereira da Cunha, o Clézão, que morreu na prisão, mesmo com autorização da PGR para sua soltura. A Comissão quer saber se há investigação ou ação interna sobre o caso

O documento ainda cita 12 pessoas presas no Acre e no Pará, em 2023, que não estavam em Brasília no dia dos atos de vandalismo, mas foram presas. A CIDH pede informações sobre pedidos de reparação devido aos 108 dias que elas ficaram em detenção.

Ao comentar o avanço do caso, Ezequiel Silveira disse que a notificação mostra que as denúncias internacionais estão “surtindo efeito”. O deputado Coronel Ulysses (União Brasil-AC) afirmou que segue ao lado das famílias e defesas das vítimas do processo do 8 de janeiro.

Assista:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Coronel Ulysses (@cor

FONTE:PLENO NEWS























































































 

Alcolumbre anula votos de Eduardo em sessão do Congresso nova regra da Câmara proíbe votos de deputados no exterior que não estejam em viagem oficial


 

Davi Alcolumbre Foto: kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anulou nesta quinta-feira (27) os votos registrados pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na sessão que analisou vetos presidenciais.

Segundo Alcolumbre, o sistema apontou que Eduardo votou de forma “irregular”. O senador informou ao plenário que o registro eletrônico feito pelo deputado contrariou as regras da Câmara, que impedem voto de parlamentares que estejam fora do Brasil.

Alcolumbre citou o parecer da Mesa da Câmara que proibiu, nesta quarta (26), o uso do aplicativo Infoleg por deputados que estejam no exterior e não integrem missão oficial. O entendimento foi assinado pelo secretário-geral adjunto Bruno Ávila da Mata Sampaio e aceito pelo presidente Hugo Motta.

Mesmo com a nova regra, Eduardo Bolsonaro apareceu como votante no site do Congresso na sessão que derrubou vetos do presidente Lula. O parlamentar, no entanto, está nos Estados Unidos desde fevereiro.

FONTE:PLENO NEWS

Bolsonaro teve crise de soluços e médicos são chamados às pressas Médicos foram acionados para prestar atendimento


 

Jair Bolsonaro Foto: EFE/André Borges

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em postagem nas redes sociais, nesta quinta-feira (27), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou uma “crise acentuada” e que médicos foram acionados após episódios persistentes de soluços e refluxo ao longo do dia. Segundo ele, o quadro teria começado durante a noite passada.

– Acabo de receber a informação de que meu pai acaba de ter mais uma crise acentuada que já vinha se arrastando. Os médicos foram acionados nesta tarde (27) diante da persistência de soluços e refluxos que começaram durante a noite e continuaram ao longo do dia. Ele não vai sobreviver frente a essa injustiça – escreveu o filho do ex-presidente em seu perfil no X.Até o momento, não houve atualização oficial sobre o estado de saúde do ex-presidente. A defesa foi contatada, mas não houve retorno.

Na manhã desta quinta, Bolsonaro recebeu a visita do filho Jair Renan Bolsonaro (PL), vereador de Balneário Camboriú (SC), e da mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde ele cumpre pena pela tentativa de golpe de Estado.

Michelle deixou o prédio sem falar com a imprensa. Já Jair Renan reiterou que o pai enfrenta crises de soluço constantes, incluindo um episódio ocorrido durante a madrugada.

– Ele está fragilizado. Está muito triste com tudo que está acontecendo – disse.

– Eu vim tentar levantar o ânimo do meu velho – afirmou Jair Renan, que levou um livro de caça-palavras para o pai.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Veja quem são os pré-candidatos confirmados e cotados para 2026 Cenário para 2026 começa a se desenhar com anúncios de pré-candidaturas


 

Lula, Zema, Tarcísio e Michelle são nomes cotados para 2026 Fotos: PR/Ricardo Stuckert // Reprodução/YouTube Romeu Zema // EFE/Sebastião Moreira // Divulgação/PL

Com os recentes anúncios das pré-candidaturas ao Palácio do Planalto em 2026 do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-deputado federal Cabo Daciolo, o cenário da corrida presidencial de 2026 começa a ganhar forma. Nomes como dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) já tinham confirmado seus interesses na disputa, mas outros ainda são cogitados.

PRÉ-CANDIDATURAS CONFIRMADAS

Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR

O atual chefe do Executivo disse com todas as letras, nesta quinta-feira (23), que vai concorrer ao quarto mandato de presidente da República. A informação foi confirmada durante uma declaração conjunta à imprensa na Indonésia ao lado do presidente do país asiático, Prabowo Subianto. A fala ocorre às vésperas do 80° aniversário do petista, que acontece na próxima segunda (27).

– Vou disputar um quarto mandato no Brasil. Eu estou lhe dizendo isso, porque nós ainda vamos nos encontrar muitas vezes. Esse primeiro mandato só termina em 2026, no final do ano. Mas eu estou preparado para disputar outras eleições e tentar fazer com que a relação entre Indonésia e Brasil, por demais, seja valorosa. E que a nossa relação traga mais empresários brasileiros para visitar a Indonésia – disse.

Romeu Zema

Romeu Zema lança pré-candidatura ao Palácio do Planalto Foto: Reprodução/YouTube Romeu Zema

O governador de Minas Gerais também já lançou seu nome na disputa presidencial. Em agosto deste ano, durante o Encontro Nacional do Partido Novo, em São Paulo, o gestor estadual disse que seu objetivo era “chegar a Brasília para varrer o PT do mapa”.

– Se deu pra deixar o estado mais leve em Minas, dá para fazer no Brasil. Existe um Brasil produtivo, moderno, competitivo e à espera de um governo sério. O Brasil que queremos é o que trabalha, arrisca, vence e dá orgulho. É com esse Brasil bravo que nós vamos chegar a Brasília, para varrer o PT do mapa – resumiu.

Eduardo Leite

Eduardo Leite Foto: Gustavo Mansur/Secom

O governador do Rio Grande do Sul confirmou sua pré-candidatura à Presidência em maio deste ano, durante entrevista após participar da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

– Sim, eu sou um pré-candidato à Presidência da República. Busco este caminho, é uma aspiração legítima de quem foi prefeito, governador e quer muito contribuir com o Brasil – disse ele, na ocasião.


No entanto, o atual partido de Leite, o Partido Social Democrático (PSD) – ao qual ele se filiou também em maio deste ano -, ainda não tem a situação 100% definida para 2026, já que o governador do Paraná, Ratinho Júnior, é outro nome que tem sido cogitado.

Ronaldo Caiado

Ronaldo Caiado, governador de Goiás Foto: José Cruz/Agência Brasil

Filiado ao União Brasil, o governador de Goiás lançou sua pré-candidatura a presidente em abril deste ano, durante um evento realizado em Salvador, na Bahia. Na ocasião, estavam presentes políticos como ACM Neto e o senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Mesmo após alguns meses do anúncio, o político fez questão de reiterar, em uma entrevista na última segunda (20), que segue na disputa.

– Eu continuo candidato à presidência da República pelo União Brasil e, lógico, sabendo que o meu diálogo com todos os outros partidos é uma coisa normal na vida pública. Ninguém sai candidato a presidente, a governador ou prefeito em apenas um partido – apontou.

Cabo Daciolo

Cabo Daciolo no debate em 2018 Foto: Reprodução/TV Band

Nesta quarta (22), o ex-deputado federal declarou que é pré-candidato ao Planalto. Em seu perfil no Instagram, Daciolo confirmou a informação e postou um breve texto no qual disse que pretende “transformar a colônia brasileira em nação brasileira”, além de compartilhar versículos bíblicos do livro de Jeremias.

– “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Criador, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês” – escreveu Daciolo, com um trecho do capítulo 29 de Jeremias.

NOMES ESPECULADOS

Ratinho Júnior

Ratinho Jr. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O governador do Paraná é um nome frequente nas conversas sobre a disputa presidencial do próximo ano, mas não chegou a confirmar categoricamente que é pré-candidato ao Planalto. Em uma entrevista concedida em setembro, Ratinho Júnior disse que a decisão sobre sua candidatura era de seu partido, o PSD, que também tem Eduardo Leite na disputa.

– Quem vai dizer isso [candidatura] é o partido, no momento adequado. É claro que 2026 se discute em 2026, mas eu fico feliz por meu nome estar sendo discutido nacionalmente dentro do partido – declarou.

Tarcísio de Freitas

Tarcísio de Freitas durante ato na Av. Paulista Foto: EFE/Sebastião Moreira

Quem também surge como um dos possíveis rivais de Lula em 2026 é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). No entanto, a indefinição sobre a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o pleito do próximo ano mantém a situação do chefe do governo paulista em aberto. Publicamente, Tarcísio tem sustentado que sua prioridade seria a disputa pela reeleição em São Paulo.

– Eu pretendo concorrer à reeleição – disse Tarcísio, durante uma entrevista coletiva em setembro.

Michelle Bolsonaro

Michelle Bolsonaro Foto: Divulgação/PL

A ex-primeira-dama também tem aparecido como um nome forte na disputa contra Lula em 2026, segundo os levantamentos divulgados ao longo deste ano. Em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, em setembro, ela admitiu que pode ser candidata no próximo ano, mas não confirmou o cargo para o qual concorreria.

– Vou me levantar como uma leoa para defender nossos valores conservadores, verdade e justiça. Se, para cumprir a vontade de Deus, for necessário assumir uma candidatura política, estarei pronta para fazer o que Ele me pedir – disse.

Eduardo Bolsonaro

Deputado Eduardo Bolsonaro Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Outro nome da direita que tem sido especulado na disputa presidencial de 2026 é o do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Morando atualmente nos Estados Unidos, a escolha de Eduardo para a corrida pelo Planalto também dependerá da definição da situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro para o pleito do próximo ano.

FONTE:PLENO NEWS

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