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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

"Bolsonaro não é uma ameaça as instituições" disse Marisa Lobo "Trancou o cofre. Daí a chiadeira da panela de pressão"...


 

A Presidente do PTB Paraná Marisa Lobo disse em suas redes sociais "Bolsonaro não é uma ameaça de ruptura às instituições. Ele é a ruptura. Sua vitória arrombou os portões de uma caverna institucional que institucionalizou a corrupção.

Legislativo, Executivo, Judiciário e Imprensa há muitos anos partilham o butim do Tesouro Nacional. Bolsonaro rompeu com esse ciclo. Trancou o cofre. Daí a chiadeira da panela de pressão, ávida por ganhos fáceis e bilionários.

Basta olhar quem se agrupa, quem se ajunta, quem se une contra ele e seu governo. São os beneficiários do crime continuado contra os cofres públicos. Os velhos malfeitores. O marajanato eleito e a tecnocracia nomeada vitaliciamente, habituados ao acúmulo do dinheiro fácil, sempre com a cumplicidade da grande mídia, entraram em quarentena para a desintoxicação do vício de roubar. Temos assistido espasmos e delírios provocados pela síndrome de abstinência.

Bolsonaro é a ruptura. Quem o aconselha à moderação erra. Ele não pode recuar. Ele sintetiza o sonho de um país honesto e honrado da grande maioria da nossa população.
Essa é a missão especial de seu governo, liquidar com as chances de os agentes da elite do Estado voltarem a delinquir e rapinar.

O primeiro tempo do jogo foi jogado dentro das “quatro linhas”. Agora, para a grande vitória do “Canarinho”, deve ser jogado em todos os cantos do estádio, limpando as arquibancadas, as cadeiras cativas e, principalmente, os camarotes.
Capitão, Avante! Camisas de força para os que estão em delirium tremens. Seu time é o povo".

Deus! Pátria! Família!

ROBERTO JEFFERSON
(Reflexões de um preso político)


URGENTE: Omar Aziz pode ser PRESO a qualquer momento, ENTEDA....


 




O senador Omar Aziz (PSD-AM), pediu Habeas Corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF), para não ser preso pela acusação de ter distribuído documentos sigilosos da CPI da pandemia para uma emissora de televisão, o que é criminoso. O STF negou.


Está claro que o Senador cometeu crime. Aliás, é uma vida permeada pelo cometimento de crimes. Foi esse o papel que ele foi fazer na CPI: prender um sargento da reserva, se acovardar diante de um general da ativa e distribuir documentos sigilosos para fazer mídia, fazer política.

O ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o relator da ação para barrar a Policia Federal (PF), pelos vazamentos de documentos sigilos. Mas o Ministro Fachin rejeitou a ação a pedido de Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e do relator Renan Calheiros (MDB-AL), vazar documentos sigiloso de investigado é crime. Por que os três senadores queriam barrar uma investigação 100% legal?

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Após Pacheco negar impeachment de Moraes, Bolsonaro publica vídeo: “sei o que tenho que fazer”(fonte:https://www.portalbr7.com)


 


O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (sem partido), após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, rejeitar o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes – do STF – publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que ‘sabe o que tem que fazer’.

O vídeo, postado na noite desta quarta-feira (25) com a legenda “nas 4 linhas da Constituição”, parece ser antigo, mas não leva nenhum tipo de data. 

Ademais, o Chefe de Estado afirma no vídeo que, se a população estiver bem informada, “a gente ganha essa guerra”. Ele fala também que sabe onde está o “câncer” do país, e que se o tumor for retirado, “o corpo volta à sua normalidade”

NAS 4 LINHAS DA CONSTITUIÇÃO.

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Preso, Roberto Jefferson dispara contra o STF em carta: “Abutres” Presidente do PTB disparou duras críticas contra as decisões recentes da Suprema Corte




Ainda preso, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, não poupou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) em uma carta escrita por ele de dentro da prisão para a qual foi mandado por decisão do ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Corte. No texto, intitulado de Reflexões de um preso político, o ex-deputado chama os ministros de “abutres”.

Divulgada pela rádio Jovem Pan durante a edição de quarta-feira (25) do programa Os Pingos nos Is, a carta traz um resumo da percepção do ex-parlamentar do momento vivido nos últimos tempos e atualmente no país. Segundo Jefferson, “forças satanistas” têm “saciado sua sede voraz de poder com as lágrimas de frustração das famílias cristãs do Brasil”.

O ex-deputado escreveu ainda, fazendo clara referência aos ministros do Supremo Tribunal Federal, que “os abutres traíram o povo honrado da pátria amada” ao anularem “sentenças e condenações dos poderosos, apanhados na Lava Jato”.

– Soltaram os corruptos. Destruíram no coração de nossa gente o credo na Justiça. O que dizer a nossos filhos? O que? Traíram a boa fé do povo. Acumpliciaram-se aos gatunos. Desonraram a sagrada balança e a varonil espada. O que dizer a nossos filhos e netos? Basta! Há que haver um ponto final a esse estado teratológico de monstruosidades jurídicas – completou.

Leia abaixo, na íntegra, a carta de Roberto Jefferson:

Reflexões de um preso político

A elite tecnocrática nomeada e vitalícia, destruiu a crença de nosso povo na democracia. Qual o principal sentimento, a principal convicção, a principal certeza de fidúcia e confiança no regime da lei e da ordem? A correta, diligente e honesta aplicação da lei. Essa é a garantia da existência da justiça e sua aplicação. Segurança jurídica, igualdade, igualdade.

O orgulho causado de brios e felicidades do povo brasileiro decorreu de saber que os poderosos foram alcançados pela espada da Justiça. A operação Lava Jato e suas consequências gerou expectativas, mais, convicções, de que todos são iguais perante a lei. Orgulho: igualdade perante a lei.

Políticos, juízes e empresários corruptos sendo presos e condenados à prisão e obrigados a devolver o fruto do malfeito. A papuda virou pensão dos papudos. Houve um momento de absoluta fé na lei e na ordem democrática. Até que forças satanistas, empalmadas pela sedução dos corruptores e nos comunistas, apascentou o ninho mórbido dos urubus. Os urubus abomináveis que têm se banqueteado com o pão de sangue do nosso povo, e saciado sua sede voraz de poder com as lágrimas de frustração das famílias cristãs do Brasil.

Os abutres traíram o povo honrado da pátria amada. Anularam, isto mesmo, anularam as sentenças e condenações dos poderosos, apanhados na Lava Jato. Soltaram os corruptos. Destruíram no coração de nossa gente o credo na Justiça.

O que dizer a nossos filhos? O que? Traíram a boa fé do povo. Acumpliciaram-se aos gatunos. Desonraram a sagrada balança e a varonil espada. O que dizer a nossos filhos e netos? Basta! Há que haver um ponto final a esse estado teratológico de monstruosidades jurídicas. Xô urubus! Vocês traíram o povo do Brasil. Traíram nossa nação. Traíram a pátria amada. Escarneceram do espírito santo, pois defraudaram a nossa fé. Supremo é o povo. Sete de setembro rugirá a nossa indignação. Xô urubus! Vão pousar noutra comarca.

1ª página de carta de Roberto Jefferson Foto: Reprodução/Jovem Pan
2ª página de carta de Roberto Jefferson Foto: Reprodução
3ª página de carta de Roberto Jefferson F
FFFoto: Reprodução
Fonte:https://pleno.news/b


Vice-presidente afirma que existe uma provável articulação de líderes mundiais da esquerda contra o sucesso do governo brasileiro Início/Notícias/Vice-presidente afirma que existe uma provável articulação de líderes mundiais da esquerda contra o sucesso do governo brasileiro


 



O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou, durante o seminário sobre ações estratégicas do Brasil para a defesa dos interesses nacionais sobre o meio ambiente, que existe uma provável articulação de líderes mundiais da esquerda contra o sucesso do governo brasileiro.

Ao ser questionado pelo mediador do evento, Alexandre Garcia, sobre a questão da visão mundial em relação a Amazônia, o vice-presidente Mourão considerou que o governo é alvo de críticas porque é de “direita”.

“Agora, temos problemas na Amazônia com a ocupação que é predatória e temos que corrigir. Existem os interesses políticos. É aquela articulação da esquerda mundial contra o governo do presidente Bolsonaro, por ser um governo de direita. Acho que todo mundo tem que entender o seguinte: ganhou eleição, assumiu, vamos governar e vamos colocar em prática aquilo que é o programa que foi pensado”, repondeu Mourão.

Mourão, que preside o Conselho Nacional da Amazônia (Cnal), também classificou os ambientalistas como “bolsões sinceros, porém radicais”, mas reconheceu que é necessário trabalhar com esses grupos.

“E a terceira pressão é o que chamo de bolsões sinceros, porém radicais, que são os ecologistas. Então, nós temos que saber trabalhar com esses três grupos. É algo que, dentro do conselho nacional, nós temos buscado, eu tenho procurado uma interlocução com os representantes dos países amigos aqui no Brasil”, ressaltou.

Fonte: Pleno News

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