Renato Aragão e Dedé Santana passaram a tarde juntosReprodução InternetRio - Dedé Santana fez um desabafo ao falar que não ficou milionário com o sucesso do humorístico "Os Trapalhões". Em entrevista ao podcast "No Flow" desta semana, ele disse que poderia "estar milionário como o Didi" e falou sobre brigas com o parceiro de cena. Rio - Dedé Santana fez um desabafo ao falar que não ficou milionário com o sucesso do humorístico "Os Trapalhões". Em entrevista ao podcast "No Flow" desta semana, ele disse que poderia "estar milionário como o Didi" e falou sobre brigas com o parceiro de cena. FOTOGALERIA
Dedé SantanaReprodução/YouTube "Eu sou esse tipo de artista. Você me convida para um trabalho e eu não quero saber quanto eu vou ganhar. Eu podia estar milionário como o Didi. Ele é arquimilionário, na verdade", contou ele. "Para mim, arquimilionário é quem tem no mínimo 30 milhões no banco. Não é o meu caso. Primeiro, eu perguntava o que eu ia fazer, se eu ia gostar ou não. Depois, eu queria saber quanto eu ia ganhar", continuou Dedé.
O humorista ainda falou sobre as brigas com Renato Aragão ao longo da carreira, mas garantiu que os motivos nunca foram pessoais. "A gente brigava muito, mas muito mesmo, mas sempre por causa de trabalho. E, na maioria das vezes, ele estava certo. Renato é muito inteligente", finalizou o humorista.
Fachada do edifício sede da Anvisa Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Nesta quarta-feira (8), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial do medicamento Sotrovimabe para tratar a Covid-19. Com este, o número de medicamentos aprovados pelo órgão brasileiro já chega a cinco.
O Sotrovimabe atua contra a proteína spike do novo coronavírus, a fim de impedir a ligação e a entrada do vírus nas células humanas. A medicação, porém, é indicada apenas para pessoas acima de 12 anos que estiverem com a Covid-19 de forma leve a moderada. Isto significa que pessoas hospitalizadas pela doença não devem receber o medicamento.
Segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, grávidas e lactantes com Covid-19 devem ter “cautela” quanto à medicação. O grupo deverá submeter-se à indicação médica para fazer o uso do Sotrovimabe.
A diretora da Agência, Meiruze Freitas, disse que a função do medicamento é evitar que a doença evolua para um estado grave e, com isso, reduzir o número de hospitalizações e de mortes.
O Sotrovimabe deve ser aplicado somente em hospitais, de forma intravenosa, em dose única de 500 mg e em pacientes com mais de 40 kg.
O paciente só deve receber a medicação após ter a infecção pelo coronavírus comprovada mediante exame laboratorial e, de preferência, com até cinco dias da apresentação dos sintomas.
De acordo com a Anvisa, a tecnologia do medicamento é capaz de criar uma barreira para a seleção de variantes resistentes do coronavírus e permite que sua atividade seja mantida in vitro contra cepas mutantes do vírus.
Governador da Flórida, Ron DeSantis Foto: Reprodução
Na contramão de cidades brasileiras como Rio de Janeiro e São Paulo, que estão trabalhando para implementar o chamado “passaporte Covid”, o estado da Flórida (EUA) decidiu multar em 5 mil dólares (R$ 25 mil) quem exigir comprovante de vacinação contra o coronavírus. A decisão passará a valer para escolas, empresas e órgãos públicos a partir do dia 16 de setembro.
– Na Flórida, sua escolha pessoal em relação às vacinas será protegida, e nenhuma empresa ou entidade governamental poderá negar seus serviços com base em sua decisão – declarou o governador republicano Ron DeSantis.
DeSantis, que também se posicionou contrário ao lockdown durante surtos da Covid-19, promulgou a lei no início deste ano.
Em seu perfil nas redes sociais, a secretária de comunicação do governo, Christina Pushaw, ironizou a oposição dos democratas com relação à nova medida:
– Por alguma razão, a proibição de passaportes de vacinas na Flórida realmente é um gatilho para os democratas. Eu não entendo. Se eles quiserem levar seu histórico médico a todos os lugares e mostrar seus documentos no McDonald’s, ninguém os impedirá – disse Pushaw.
Porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki Foto: EFE/EPA/Stefani Reynolds
A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta sexta-feira (10) que a administração não esperava tanta oposição às vacinas quando estivessem aprovadas e amplamente disponíveis nos Estados Unidos.
Em coletiva de imprensa, a porta-voz defendeu os requerimentos de imunização anunciados na quinta-feira (9) pelo presidente Joe Biden e disse que a obrigatoriedade foi efetiva em empresas que a aplicaram anteriormente.
Questionada sobre a possibilidade de a obrigatoriedade da vacinação afetar ainda mais o mercado de trabalho do país, que já enfrenta uma escassez de mão de obra, a representante do governo não deu uma resposta direta, mas reforçou a intenção de salvar vidas e lembrou o apoio que o plano oferecerá a pequenas empresas.
– Com os requerimentos, Biden expressou a frustração de milhões de vacinados – afirmou Psaki.
Ela indicou que isso não deveria ser uma questão política nos EUA, uma vez que ainda há 80 milhões de não vacinados, e a intenção é “salvar quantas vidas for humanamente possível”.
Sobre possíveis alternativas à imunização, a porta-voz indicou a possibilidade da realização de testes semanais, que foi aberta às empresas. Questionada se os movimentos recentes podem representar uma obrigatoriedade geral de vacinação no país, Psaki afirmou que não é o caso e que o governo não tem autoridade para tal.
Sobre um possível aumento da divisão bipartidária no país, por conta da obrigatoriedade dificultar a tramitação de acordos, em especial os planos de infraestrutura no Congresso, Psaki respondeu que isso não é um grande problema, uma vez que os investimentos contam com grande apoio popular. Ainda sobre o Legislativo, a porta-voz afirmou que a Casa Branca espera que congressistas de ambos os partidos aumentem o teto da dívida, o que já foi feito outras vezes.
Em relação à ligação telefônica de Biden com o líder da China, Xi Jinping, na última noite, Psaki disse que a conversa durou 90 minutos e serviu para “manter o canal de comunicação aberto”. Segundo a porta-voz, foi um diálogo “respeitoso, sem ser condescendente”.
– Tópicos econômicos não foram prioridade, nem questões definitivas foram atingidas – descreveu.
Questionada sobre as investigações sobre a origem da Covid-19, ela sugeriu que isso segue como prioridade para o governo.
Michelle Bolsonaro ironizou o deputado Alexandre Frota Foto: Arte/Pleno.News
Nesta segunda-feira (13), a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ironizou o deputado federal Alexandre Frota (PSDB) por propor a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da facada em Jair Bolsonaro ocorrida nas eleições de 2018. O comentário foi feito por Michelle em uma publicação do ator Thiago Gagliasso, que também criticou a ideia da CPI.
Thiago repostou uma reportagem do Pleno.News falando sobre a iniciativa de Frota. Para o parlamentar, “tudo leva a crer que Bolsonaro tinha um problema sério no intestino e aproveitou-se dessa situação, criou esse fato” para vencer as eleições. O ator considerou o comentário feito pelo deputado como uma “falta de respeito”.
Michelle então comentou a publicação de Thiago Gagliasso e disse que Bolsonaro poderia propor a criação de uma CPI também.
– Bem. Sendo assim, o Jair poderia propor a “CPI do Oportunismo”. Lembro-me perfeitamente dele [Frota] na porta da minha casa – escreveu.
Na época candidato à presidência, Bolsonaro foi alvo de atentado no dia 6 de setembro de 2018, durante campanha em Juiz de Fora (MG). O criminoso, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso em flagrante e posteriormente absolvido por ser considerado “inimputável”. A pena foi convertida em internação psiquiátrica por tempo indeterminado, e Adélio cumpre sentença na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) desde 2018.
Protesto da oposição no dia 7 de setembro Foto: EFE/André Coelho
Dez partidos de oposição, do Novo ao PT, vão se reunir amanhã para tentar organizar manifestações conjuntas e amplas pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Um dos desafios será encher a rua, objetivo não atingido pelo ato de domingo (12), liderado majoritariamente por ativistas que defendem uma “terceira via”, com apoio de parte da esquerda. O outro é vencer resistências de grupos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua. Eles resistem a participar de eventos que também recebam o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A reunião de quarta-feira (15) deve ter representantes de PT, PDT, PSB, PSOL, Solidariedade, PCdoB, PV, Rede, Novo, Cidadania. Deve tratar da organização de dois atos já marcados contra Bolsonaro, em 2 de outubro e 15 de novembro, pelos partidos de esquerda. Na véspera do ato de domingo, o PT havia divulgado uma resolução de sua Executiva Nacional. O texto saudava “todas as manifestações Fora Bolsonaro”, mas informava que o partido não participaria do ato do dia seguinte.
O PSDB, que se declarou de oposição ao presidente após as falas de Bolsonaro no 7 de Setembro, não deve participar do encontro. O presidente do Diretório Estadual de São Paulo do partido, Marcos Vinholi, próximo do governador paulista João Doria, disse que vê a vontade de defesa da democracia “em gente que tem um pensamento mais a esquerda, de centro ou de direita”. Sem citar o PT, ele disse que o ambiente não é de formação de alianças eleitorais.
– Não vejo aliança política eleitoral dentro do cenário, mas respeito as divergências, compreendendo a importância da democracia para o país.
RESISTÊNCIA MBL e Vem Pra Rua não têm uma decisão tomada sobre a presença nos atos do dia 2. Mas a tendência é que não participem do evento. A resistência maior é contra o PT.
– O movimento Vem Pra Rua tem uma oposição histórica ao PT, não necessariamente à esquerda brasileira. O PT não tem interesse no impeachment de Bolsonaro, porque são duas faces da mesma moeda – disse a advogada Luciana Alberto, do Vem Pra Rua. Ela afirmou que não houve nenhum gesto de aproximação de seu movimento com os grupos que articulam os dois protestos.
O deputado estadual de São Paulo Arthur do Val (Patriota), um dos líderes do MBL, também ataca o partido de Lula.
– Trabalhar com o PT em conjunto é algo fora de cogitação. Porque consideramos o PT tão antidemocrático quanto o governo Bolsonaro A gente tem que lembrar que o PT comprou o Congresso. E está claro que o PT não quer derrubar o Bolsonaro, porque derrubar o Bolsonaro é derrubar o Lula.
Do Val afirma que seu grupo foi criticado por abrir espaço, no protesto de anteontem, para outras vertentes ideológicas, mas defende a aproximação com outros partidos.
– A narrativa simplória é sempre difícil de ser quebrada. É mais fácil criticar: “Olha, vai se juntar com a esquerda”. Explicar que vamos estar em um caminhão com Ciro Gomes, Mandetta, Amoedo, Isa Penna do PSOL, José Daniel do Novo, vários senadores, porque vamos defender ali até nosso direito de discordar, é muito mais difícil.
A união dos diferentes campos a favor do impeachment do presidente foi defendida, na Paulista, por Doria, Orlando Silva (PCdoB), Ciro Gomes (PDT) e João Amoedo (Novo). Eles compararam a manifestação com o movimento Diretas Já, de 1984, pela volta da democracia. Luiz Henrique Mandetta (DEM), outro presidenciável que também discursou, por outro lado, disse que a população não queria “nenhum dos dois extremos.” O ex-ministro da Saúde disse que Bolsonaro poderia sair pelo voto, não só por impeachment.
Para que parte desses políticos fosse ao ato, o MBL desistira do mote “Nem Lula, Nem Bolsonaro” por um protesto só pelo impeachment. Apesar do público menor do que na manifestação com Bolsonaro, os grupos que foram à rua no domingo fazem avaliações positivas e dizem esperar que novos atos devem maiores, mesmo sem o PT.
– A manifestação de ontem teve um aspecto político muito relevante sob o aspecto da defesa democracia – disse Marco Vinholi, presidente do PSDB de São Paulo.
Nesta segunda-feira (13), Evaristo Costa voltou a usar as redes sociais para falar sobre sua saída da CNN Brasil. Nos stories do Instagram, ele respondeu a várias perguntas e disse que foi demitido de forma desrespeitosa.– Poderiam alegar o que quisessem, é direito deles demitir. O que nenhuma empresa pode fazer com funcionários corretos é apunhalar pelas costas e de forma desrespeitosa. Que faz com um, faz com todos – declarou.
O jornalista também disse esperar que a emissora nunca mais faça contato com ele.
– Não se retrataram e estão tentando encontrar justificativa para dizer que desvirtuei minha demissão. E sinceramente, espero que nunca mais se dirijam a mim.
Evaristo acredita que teve um livramento. Ele revelou que já recebeu algumas propostas de emprego.
Os fãs do jornalista quiseram saber se ele aceitaria um convite para apresentar o Big Brother Brasil. Costa entrou na brincadeira e marcou Boninho, ao dizer que está esperando um contato.
Questionado se aceitaria um novo convite da CNN Brasil, Evaristo disse que nunca mais cometeria o mesmo erro.
– Sabendo que eu passaria por esse lamentável ocorrido? Nunca cometeria o mesmo erro.
Aos 13 anos, Leandro de Souza fez sua primeira tatuagem. Por volta dos trinta anos, 95% do seu corpo estava coberto de tinta - rosto, cour...
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IMPRIMA E COLOQUE NO PORTA-LUVAS DO CARRO !!! Você sabia que se enguiçar em determinadas vias da Cidade do Rio de Janeiro, você não pode chamar o seu reboque particular?
Na hora da emergência, nem adianta ligar para o seu reboque de seguradora, pois em locais como Linha Vermelha, Linha Amarela, Auto-Estrada Lagoa-Barra e outros, eles não são autorizados a te socorrer.
Para evitar que você fique à mercê dos bandidos, anote e deixe em seu veículo os números dos telefones de emergência das vias especiais do Rio de Janeiro.
- Linha Amarela .............................. 0800 024-2355 - Linha Vermelha ............................ 0800- 282-8664 - Avenida Brasil............................... 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Rebouças............................ 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Santa Bárbara..................... 0800 282-8664 3852-0382 - Mergulhão da Praça XV................ 0800 282-8664 3852-0382 - Auto-Estrada Lagoa-Barra........... 0800 282-8664 (inclui túneis e Elevado do Joá) 3852-0382
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