Hope Notícias

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Autora de Harry Potter denuncia ameaça de morte por criticar ideologia de gênero


 

Livro de Harry Potter / Crédito: Shayna Douglas (Unsplash

EDIMBURGO, 24 nov. 21 / 11:29 am (ACI).- A criadora de Harry Potter, a escritora escocesa J.K. Rowling, denunciou uma nova onda de ameaças de morte, violência e intimidação no Twitter, por ter criticado a ideologia de gênero, principalmente no que se refere às mulheres “trans”

“Na última sexta-feira, três atores ativistas publicaram o endereço da minha família no Twitter, tirando fotos em frente a nossa casa, posicionados cuidadosamente para que o endereço ficasse visível”, denunciou a escritora em 22 de novembro.

“Quero agradecer muito a todos que informaram sobre a imagem a @TwitterSupport. Sua bondade e decência fizeram uma grande diferença para mim e minha família. Também gostaria de agradecer à polícia escocesa por seu apoio e assistência nesse assunto”, acrescentou.

“Peço a quem retuitou a imagem com o endereço ainda visível, mesmo que o tenham feito para rejeitar as ações dessas pessoas, que a apaguem”, pediu.

JK Rowling disse que “nos últimos anos tenho visto, consternada, como as mulheres que não têm um perfil público, mas que entraram em contato comigo para relatar suas experiências, foram alvo de campanhas de intimidação que vão desde o assédio nas redes sociais e ser acusadas por seus empregadores, até receber ameaças diretas de violência, inclusive de estupro”.

“Nenhuma dessas mulheres está protegida como eu. Elas e suas famílias foram colocadas em um estado de medo e angústia pelo simples motivo de terem se recusado a aceitar, sem críticas, o conceito sociopolítico de identidade de gênero no lugar do de sexo”.

A escritora disse: "os agressores @IAmGeorgiaFrost, @hollywstars e @Richard_Energy_ pensaram que me intimidaria ao defender os direitos das mulheres em função de seu sexo”.

“Deveriam pensar que recebi tantas ameaças de morte que poderia cobrir minha casa com elas e não deixei de falar. Talvez - e apenas faço o comentário - a melhor maneira de provar que seu movimento não é uma ameaça para as mulheres seria que deixem de nos assediar e ameaçar. Falo porque sei que muitas não podem por medo ou por intimidação psicológica”, concluiu.

As três contas que publicaram o endereço da escritora foram excluídas depois que a denúncia de J.K. Rowling viralizou.

A postura da escritora custou-lhe não ser convidada para a comemoração da HBO pelos 20 anos do primeiro filme da saga Harry Potter, que ela criou, e da qual participarão os atores que a criticaram duramente, quando em 2020 ela questionou alguns postulados da ideologia de gênero. Daniel Radcliffe, que interpretou Harry Potter; e Emma Watson, que interpretou Hermione, foram alguns dos críticos mais duros de J.K. Rowling.

Em junho de 2020 J.K. Rowling escreveu um comentário no Twitter sobre um artigo que tinha no título a frase “pessoas que menstruam”.

“Pessoas que menstruam? Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Que alguém me ajude. Wumben? Wimpund? Woomud?" (Women), questionou a autora numa alusão clara às mulheres, por isso recebeu muitas críticas nas redes sociais e meios seculares.

Confira também:

Etiquetas: Harry Potterideologia de gênerogêneroJ.K. Rowlingautora de Harry Potter

FONTE:https://www.acidigital.com/

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Bolsonaro chega ao Palácio do Planalto dirigindo ônibus elétrico Presidente e ministros conheceram protótipo 100% elétrico fabricado por empresa brasileira


 

Bolsonaro dirigindo ônibus elétrico Foto: Reprodução/Youtube Poder 360

Nesta segunda-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro chegou ao Palácio do Planalto dirigindo um ônibus elétrico. O chefe do Executivo partiu do Palácio da Alvorada acompanhado pelos ministros Paulo Guedes (Economia), Joaquim Leite (Meio Ambiente), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

O veículo foi fabricado pela Marcopolo, empresa multinacional brasileira fabricante de carrocerias de ônibus, com sede em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Bolsonaro, juntamente com o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmaram que a adoção de ônibus elétricos no país tem o potencial de baratear o preço do transporte coletivo.

Representantes da Marcopolo foram recebidos na sede do Executivo para apresentar ao governo justamente um protótipo da tecnologia.

Na avaliação de Guedes, o ônibus elétrico da Marcopolo é uma “celebração do empreendedorismo brasileiro”.

– É o Brasil reagindo com uma tecnologia verde para tentar justamente derrubar o preço do transporte público de massa – declarou o ministro.

Bolsonaro foi além e associou a iniciativa ao valor dos combustíveis, hoje em disparada.

– Os preços dos combustíveis estão altos no Brasil, as causas disso são algumas. Isso aqui [ônibus elétrico] vem então para nos ajudar – disse.

O presidente também elogiou o projeto de ônibus elétrico da Marcopolo.

– É um protótipo. Ainda, obviamente, custa caro, mas a tendência é baixar o preço.

O chefe do Executivo e Guedes ainda afirmaram que o Brasil vive um processo de reindustrialização. Também presente, o secretário especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, atribuiu o suposto fenômeno a ações tomadas pelo governo.

– Participação da indústria tem aumentado, graças a políticas que esse governo implementou – declarou.

*AE

África do Sul superará 10 mil casos diários de Covid nesta semana Estimativa foi feita pelo epidemiologista Salim Abdool Karim em entrevista coletiva do ministério da Saúde local




Passageiros no terminal de embarque internacional em aeroporto de JoanesburgoDIMITRI KORCZAK/AFP - 27.11.2021

A África do Sul, onde a variante Ômicron foi detectada pela primeira vez, vai superar 10 mil novos casos diários de coronavírus ao fim desta semana, prevê o epidemiologista Salim Abdool Karim.

A estimativa foi feita durante uma entrevista coletiva do ministério da Saúde local. O especialista também prevê que "em duas ou três semanas" o país deve começar a observar uma situação preocupante nos hospitais..

Os cientistas anunciaram na última quinta-feira (25) a detecção da variante Ômicron na África do Sul. Essa nova forma de Covid-19 apresenta "um risco muito elevado" para o mundo, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ainda há muitas incógnitas sobre a nova variante, especialmente sobre sua virulência e transmissibilidade. .

De acordo com as primeiras observações, cientistas acreditam que as vacinas anti-Covid atuais continuarão sendo eficazes contra as formas graves da doença, disse Abdool Karim..

"Não devemos entrar em pânico. Já vivemos isto", insistiu o ministro da Saúde, Joe Phaahla, ao recordar que o país já enfrentou a propagação das variantes Beta e Delta. "Nos próximos dias e semanas, nossos cientistas terão as respostas", acrescentou.

O anúncio da detecção da nova variante provocou pânico e, em poucas horas, diversos países decidiram fechar o território aos viajantes procedentes do sul da África..

FONTE:https://noticias.r7.com/

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Sorocaba identifica variante do coronavírus semelhante à sul-africana Segundo dados iniciais, o paciente infectado não tem histórico de viagem para a África do Sul nem teve contato com pessoas que estiveram no país, portanto existe a possibilidade de que a nova variante identificada seja uma evolução da P.1


 

O governo de São Paulo confirmou, nesta quarta-feira (31/3), a identificação de uma nova variante semelhante à originária na África do Sul. O paciente infectado pela nova variante, que ainda é estudada, é morador de Sorocaba (SP) e não tem histórico de viagem à África do Sul, nem teve contato com pessoas que estiveram no país. Portanto, segundo as autoridades, existe a possibilidade de que a nova variante identificada seja uma evolução da P.1, variante originária no Amazonas.

“É uma variante assemelhada à variante da África do Sul, embora não haja histórico de viagem ou de contato com viajantes da África do Sul, portanto existe a possibilidade de que seja uma evolução da nossa P.1 para essa nova mutação da África do Sul”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, em coletiva de imprensa. 

Apesar de se parecer com a variante da África do Sul, a nova cepa identificada em Sorocaba tem 'algumas assinaturas' diferentes da variante original da África do Sul, segundo Covas, o que indica uma provável origem local mesmo a partir da variante P.1.

A variante P.1, originária no Amazonas, em pouco mais de quatro meses desde a aparição, já responde, em algumas cidades do Brasil, pela maior parte dos novos casos registrados. Para combater a evolução da P.1 e de outras linhagens, as medidas de proteção continuam sendo necessárias. Distanciamento, uso correto de máscaras, ventilação correta dos ambientes e uma rápida vacinação são as estratégias.

Vacinas

Apesar de não haver indícios de que a P.1 não seja combatida pelas atuais vacinas que são aplicadas na população brasileira, o mesmo não ocorre em relação à variante africana. A preocupação é que estudos apontam para uma ineficiência de vacinas para combater a linhagem da África do Sul, como é o caso da vacina de Oxford. Por isso, o governo federal chegou a proibir voos vindos do país africano ao Brasil, a fim de impor uma barreira de entrada do vírus.

Mas há relatos da presença variante africana, confirmada, pela primeira vez, na Bahia, no início de janeiro deste ano. Segundo a Secretaria de Saúde do estado, se tratou de um caso de reinfecção, o primeiro confirmado por sequenciamento genético, em uma mulher de 45 anos residente em Salvador. "Foi observada, na sequência genética do vírus presente no segundo episódio, a mutação E484K, que é uma mutação identificada originalmente na África do Sul", dizia o comunicado.

O contágio, no entanto, teria ocorrido em outubro de 2021. "Para além do sequenciamento genético foram realizados outros exames, a exemplo da quantificação de anticorpos anti-SARS-CoV-2, coletados em momentos distintos do caso em questão", completou a nota da secretaria. As duas amostras agrupam-se em dois lados distintos e pertencem a duas sublinhagens diferentes: B.1.1.33, a amostra da primeira coleta, e B.1.1.248, a amostra da segunda coleta..

Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/

OMS alertada para nova variante com "elevado número de mutações" na África do Sul. "Motivo de preocupação" A variante B.1.1.529 tem um número "extremamente elevado" de mutações, de acordo com cientistas sul-africanos, o que é "motivo de preocupação", admite virologista. Além da África do Sul, outros casos foram relatados no vizinho Botsuana e em Hong Kong.



© D.R.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada para a "ocorrência de uma nova variante de covid-19" na África do Sul e Botsuana, com "elevado número de mutações", anunciou esta quinta-feira a diretora da OMS para África, Matshidiso Moeti.

"Fomos alertados ontem (quarta-feira) para a ocorrência de uma nova variante de covid-19, que a OMS classifica como variante em monitorização, a B.1.1.529, acerca da qual precisamos de obter mais informação", indicou a responsável na conferência de imprensa semanal da organização através da internet.

Moeti destacou que "é importante saber até que ponto esta variante se encontra em circulação na África do Sul e no Botsuana" e que a organização está igualmente muito atenta ao que se conseguir saber sobre as "características deste vírus", que está agora no centro das preocupações dos laboratórios de análise e investigação dos daqueles países.

"Há uma preocupação de que apresenta um elevado número de mutações na proteína 'spike' (usada pelo coronavírus para entrar nas células), que poderá ter implicação no seu grau de infecciosidade", acentuou Moeti.

"Todas as medidas colocadas no terreno têm de ser reforçadas"

"Isto significa que todas as medidas colocadas no terreno têm de ser reforçadas, incluindo a aceleração da vacinação, em particular das populações mais vulneráveis", rematou a diretora da OMS para África.

De acordo com o jornal The Guardian, esta variante apresenta 32 mutações na proteína "spike", a parte do vírus que a maioria das vacinas usa para proteger o sistema imunológico contra a covid-19.

Tom Peacock, virologista do Imperial College em Londres escreveu no Twitter que o "incrivelmente alto número de mutações na proteína spike sugere que a variante pode ser verdadeiramente preocupante".

"Infelizmente, detetámos uma nova variante que é motivo de preocupação na África do Sul", disse o virologista Tulio de Oliveira, numa conferência de imprensa online.

A variante B.1.1.529 tem um número "extremamente elevado" de mutações, de acordo com cientistas sul-africanos que já tinham detetado a variante Beta, contagiosa.

Nesta fase, os cientistas não têm a certeza da eficácia das vacinas anti-covid-19 contra esta nova forma do vírus.

O aparecimento desta variante é provavelmente a razão do aumento "exponencial" das infeções nas últimas semanas, segundo o ministro da Saúde, Joe Phaahla, que participou na conferência de imprensa.

Outros casos foram relatados no vizinho Botsuana e em Hong Kong, numa pessoa que regressava de uma viagem à África do Sul.

"África tem que manter o nível de alerta, à medida que vemos o aumento dos casos na Europa"

A diretora da OMS para África afirmou que o número de novos casos de infeção se tem mantido relativamente estável nas últimas duas semanas, mas "África tem que manter o nível de alerta, à medida que vemos o aumento dos casos na Europa".

"Vamos voltar a entrar num período de maior deslocação da população com as festas do Natal e fim do ano, que originou um aumento de casos de infeção em dezembro último", recordou.

Por outro lado, chamou a atenção, "estamos já a assistir a um aumento de novos casos na África Austral, com um aumento de 48% de novos casos de infeção na última semana, em comparação com a semana anterior".

Esta tendência sucede a um período de 18 semanas de declínio sustentado de novos casos, com uma ligeira curva ascende apenas na África do Sul.

"Sabemos que a vacina é a nossa melhor proteção, mas enquanto muitos países desenvolvidos apresentam taxas de vacinação na ordem dos 60%, apenas pouco mais de 7% da população africana se encontra com a vacinação completa, apesar do aumento recente da receção de vacinas pelo continente", voltou a sublinhar a responsável.

A conferência de imprensa desta semana teve como foco o estado de vacinação entre os profissionais de saúde no continente, a grande maioria dos quais não se encontra vacinada, estando, por conseguinte, exposta à infeção severa de covid-19. "Isto coloca em causa não apenas a saúde destes funcionários como dos pacientes ao seu cuidado", sublinhou Moeti.

Os dados da OMS, com base em informação recolhida em 25 países africanos, apontam para que apenas pouco mais de 1 em 4 funcionários de saúde (27%) estão totalmente protegidos. Este número compara com uma taxa de proteção acima dos 80% no caso dos funcionários de saúde em países com economias mais desenvolvidas, ilustrou a diretora regional da OMS.

"À medida que o continente ultrapassa os constrangimentos no acesso às vacinas, é crucial que estes problemas sejam solucionados", sublinhou.

O mau registo na vacinação dos funcionários de saúde é parcialmente atribuído ao mau funcionamento dos sistemas, em especial nas áreas rurais.

"A desconfiança em relação às vacinas é também um desafio a ultrapassar. Estudos recentes concluíram que apenas 40% dos funcionários de saúde tinham a intenção de ser vacinados no Gana, e menos de 50% na Etiópia", exemplificou Matshidiso Moeti.

A preocupação sobre a segurança das vacinas e sobre os efeitos secundários foram identificadas como as principais razões de hesitação.

A África do Sul é oficialmente o país mais afetada pela pandemia do continente, com mais de 2,9 milhões de casos e mais de 89 600 mortes..

fonte:https://www.dn.pt/internacional/oms

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Anvisa aprova dose de reforço da Pfizer com intervalo de seis meses Agência foi na contramão do Ministério da Saúde e recomendou um esquema homólogo, ou seja, apenas para pessoas que completaram o esquema primário com essa vacina


 

A dose de reforço da Pfizer deve ser aplicada pelo menos seis meses após a segunda

A área técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira, 24, a inclusão da dose de reforço contra a Covid-19 na bula da vacina da Pfizer em pessoas com mais de 18 anos. A administração da dose adicional deve ser realizada após, pelo menos, seis meses da segunda. A indicação de reforço aprovada pela Anvisa é de uso homólogo, ou seja, para pessoas que receberam a vacina da Pfizer na primeira imunização, indo na contramão da recomendação do Ministério da Saúde, que sugeriu um esquema heterólogo em que a dose adicional fosse diferente da utilizada na ciclo vacinal primário.

Outra alteração realizada pela agência é o intervalo entre o esquema primário e a dose adicional. A Anvisa recomenda que o reforço seja administrado pelo menos seis meses após a segunda dose, enquanto a Saúde apresentou em nota técnica um período menor, de cinco meses. Para a decisão, Anvisa analisou dados e estudos apresentados pela farmacêutica e concluiu que as evidências científicas demonstram segurança e eficácia para a aplicação da dose adicional. O pedido havia sido enviado pela Pfizer à Anvisa em 28 de setembro..

Com a aprovação, empresa deve firmar um termo de compromisso, com a apresentação de dados clínicos adicionais sobre eficácia, imunogenicidade e segurança da dose de reforço; plano de gerenciamento de risco com inclusão da dose de reforço e dados de efetividade e de segurança de “vida real”. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira. A agência esclareceu que a aprovação da terceira não passa por votação dos diretores, pois trata-se de uma vacina já registrada, portanto, uma decisão exclusiva da área técnica.

A vida nos ensinam a cada dia , e nos coloca no lugar e na hora certa ,mais uma lição de vida.(parabéns a esses guerreiro)


Hoje fomos solicitados para fazer uma abordagem a 02 homens suspeitos que estavam a margem da rodovia 163 na saida de um posto de combustíveis a mais de 02 dias , chegamos no local e vimos que se tratava de 02 cidadãos venezuelanos , RUAN e ANTÔNIO apenas fugindo de um país devastado pela corrupção, engenheiro industrial trabalhava numa empresa de petróleo, teve que deixar sua família pq estava passando fome sem emprego , é estáva pedindo carona até Dourados onde vai trabalhar em um frigorífico, perguntei se tinham almoçado, me disseram que não pq não tinham dinheiro, pegamos o que tínhamos de dinheiro eu e meu parceiro sgt Renato passamos pra eles , nada no mundo paga a alegria e o sorriso dos dois , me disseram que as pessoas viam eles como vagabundos e tinham medo de ajudar ou dar carona , expliquei para ele que as pessoas tem medo de confiar devido a grande violência no país, conseguimos a carona tão desejada e algum dinheiro para se alimentarem .
A vida nos ensinam a cada dia , e nos coloca no lugar e na hora certa ,mais uma lição de vida 🙏🙏🙏🙏🙏
Relatos da Polícia Militar! 🇧🇷 Sinto-me honrado em postar uma matéria assim!
Via: Daniel Da Silva A. Motta
29 mil
3,2 mil compartilhamentos
Curtir
Comentar
Compartilhar
←  Anterior Proxima  → Página inicial