quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
A LUTA DA DIREITA NÃO PODE SER UMA DISPUTA POR EGOS
A LUTA DA DIREITA NÃO PODE SER UMA DISPUTA POR EGOS
Por mais que o Brasil esteja numa situação onde a união é tudo o que mais precisamos para vencer a enorme quantidade de inimigos que teremos que derrotar em 2022, muitos ainda parecem viver dentro do próprio casulo, transformando a nossa luta em uma disputa de egos.
É triste ver que no quesito união, a esquerda parece ter mais capacidade de abdicar de certas diferenças e até alguns interesses, em prol de um projeto político maior. Podemos dizer o mesmo sobre a direita?
Por sinal, o próprio governo Bolsonaro tem sido prejudicado por causa de certas pessoas que vêm exigindo milagres do governo, e não ações concretas que visam mudar o país a médio e longo prazo. Querem soluções imediatas para problemas enraizados há décadas.
Geralmente são pessoas que só fazem criticar, levantar polêmicas, provocar atritos e divisão, sem nunca propor soluções e apontar caminhos, oferecendo alternativas para o presidente e seus apoiadores. Assim é fácil posar de "analista", não acham?
Se a direita que aí está continuar se comportando dessa maneira, chegaremos nas eleições de 2022 ainda mais fragmentados, desunidos e consequentemente fracos, porque haverá divisão de votos e desconfiança por parte do eleitorado.
O nosso discurso precisa ser único! Precisamos focar nas melhores alternativas, o que diz respeito a nomes com chances reais de vitória para a Câmara, Senado e governos estaduais, além de Bolsonaro presidente, obviamente!
Qualquer atitude contrária a esse objetivo de somatório de forças, agora, é precipitação e imaturidade. É disputa por egos e não por um projeto de Brasil.
Marisa Lobo - Presidente do PTB-Paraná. Ver menos
UM PROJETO DE BRASIL DEVE ESTAR ACIMA DAS NOSSAS DIFERENÇAS E AMBIÇÕES
UM PROJETO DE BRASIL DEVE ESTAR ACIMA DAS NOSSAS DIFERENÇAS E AMBIÇÕES
Estamos encerrando o ano de 2021, talvez o mais rápido que eu já tenha visto, assim como o mais perturbador do ponto de vista político.
Não imaginei que viveria para ver no meu país, onde ainda temos um regime de governo democrático, situações tão absurdas como a prisão de pessoas sem direito a julgamento e à ampla defesa, nem mesmo a uma acusação formal de um crime tipificado no Código Penal.
No ano de 2022, portanto, teremos muitos outros desafios e sem dúvida o maior deles será a luta por nossa liberdade de expressão, o direito de trabalhar, educar os nossos filhos de acordo com os valores que acreditamos e também o de decidir o que pode ser melhor ou não para eles em termos de saúde.
Contudo, não vejo como ser possível lutar por um Brasil onde possamos ter os nossos direitos garantidos e respeitados, sem a existência de um projeto de país.
Mais ainda, também não vejo como construir esse projeto sem que nós, individualmente, tenhamos a capacidade de colocá-lo acima de algumas diferenças e ambições pessoais.
Já disse isso em outras ocasiões e vou continuar afirmando: se a direita não amadurecer politicamente, a ponto de conseguir se unir em prol da reeleição do presidente Jair Bolsonaro, a nossa chance de derrota diante da fragmentação de votos e desestímulo à união se tornará cada vez mais real.
Mudança de postura é escolha
Para avançarmos, precisamos mudar de postura em relação às críticas que fazemos sobre o governo e alguns apoiadores.
A primeira coisa a ser feita é passar a propor soluções, em vez de apontar defeitos. Em outras palavras, é basicamente o que estou tentando fazer aqui, nesse texto.
Tenho visto que, infelizmente, muitos parecem estar mais focados em abrir feridas do que em cicatrizar as que ainda estão abertas. Onde está a sabedoria nisso?
Como resultado, magoamos uns aos outros e assim enfraquecemos o governo como um todo, pois quem o mantém de pé somos nós, os apoiadores. O maior capital do presidente Bolsonaro é o povo, e boa parte desse povo se espelha nas figuras que militam por ele.
Bolsonaro não tem a mídia, a maioria do Parlamento, muito menos o Judiciário ao seu lado. Tudo o que ele tem é o povo. Se nós, que militamos pela direita, racharmos a nossa base com troca de acusações e apontamentos críticos que destroem muito mais do que propõem soluções, consequentemente minamos o próprio governo.
Em quais pontos o meu projeto de Brasil converge com o seu? Como, apesar nas nossas diferenças, podemos colaborar para fazer a população enxergar que o presidente Bolsonaro é a melhor pessoa para continuar governando o nosso país, numa época de avanços do autoritarismo e da desconstrução das soberanias nacionais no mundo inteiro?
Essa é a postura que nós, da direita, devemos ter. Um olhar de proposição e somatório, nunca de divisão. Falsos conservadores e direitistas se revelam por conta própria. Vimos alguns que surfaram nessa onda em 2018, se elegendo nas sombras do presidente, mas agora, onde estão? O povo já os conhece e sem dúvida dará a resposta nas urnas.
Ou seja, não precisamos promover especulações, atritos e trocas mútuas de ofensas uns contra os outros, como se estivéssemos numa disputa para ver quem é mais legal ou conservador a determinada causa. Deixemos com que as nossas ações falem por si. No mais, o povo julgará.
Se a sua intenção é lutar pelo Brasil, que antes de tudo a sua postura seja colaborativa. Se algo ou alguém deve ser atacado, que sejam os inimigos comuns e não pessoas que compartilham ideias semelhantes às nossas.
Se não acordamos para essa necessidade urgente de mudança de postura, agora, passando a focar em um projeto de Brasil de forma propositiva, a esquerda terá muito a nos agradecer amanhã, porque estaremos ajudando a derrubar um governo que nós mesmos lutamos muito, anos atrás, para levantar. Precisamos acordar enquanto há tempo!
“Moro está com Lula até debaixo d’água”, denuncia Carlos B. Vereador usou as redes sociais para refutar declarações do ex-ministro

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) usou as redes sociais, nesta terça-feira (28), para repudiar a postura do ex-ministro Sergio Moro, possível candidato a presidente nas próximas eleições. Na publicação, feita no Twitter, Carlos divulga um vídeo em que Moro afirma que presidente Jair Bolsonaro não fez nenhum acordo internacional desde que assumiu o poder.
Após a declaração, o vídeo segue, desta vez mostrando que o governo federal já fechou 224 atos internacionais desde o início do mandato, em 2019. Entre eles estão acordos, tratados, convenções, resoluções, ajustes e memorandos.
– Ainda precisa desenhar que o par da Rosângela está com Lula até debaixo d’água? Esse sujeito representa o que há de pior na natureza humana! – disparou o filho do presidente.
FONTE:https://pleno.news/
Bolsonaro torna oficial a lei que cria o programa Auxílio Brasil Com a decisão, projeto passa a substituir, em definitivo, o programa Bolsa Família

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (29), a lei que cria o programa Auxílio Brasil, cuja origem tinha sido determinada por meio de uma medida provisória (MP) editada em agosto. Com isso, o projeto substitui, em definitivo, o Bolsa Família.
Os benefícios do novo programa são pagos por meio da conta poupança social ou por contas-correntes regulares. No caso dos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), há a opção de abrir, de forma automática, uma conta do tipo poupança social digital para receber o pagamento.
De acordo com o texto aprovado pelos parlamentares, e sancionado pelo presidente, têm direito ao Auxílio Brasil as famílias em situação de pobreza, que são aquelas com renda familiar per capita mensal seja de R$ 105,01 a R$ 210; e
em situação de extrema pobreza, cuja renda familiar per capita mensal é igual ou inferior a R$ 105.
Para se enquadrarem nos beneficiários do programa, as famílias em situação de pobreza deverão ter gestantes, lactantes ou pessoas com até 21 anos incompletos que tiverem concluído a educação básica ou que estejam nela matriculadas.
Existem ainda as condicionantes para que os beneficiários se mantenham no programa, que são: realização do pré-natal; cumprimento do calendário nacional de vacinação e ao acompanhamento do estado nutricional; e frequência escolar mínima.
FONTE:https://pleno.news/b
Weintraub reage a fala de deputado petista: ‘Ameaçam tirar a filha do presidente’ Ex-ministro se manifestou por meio das redes sociais, nesta quarta-feira

O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, usou as redes sociais nesta quarta-feira (29) para reagir a uma declaração do deputado federal Bohn Gass (PT-RS) a respeito de Laura Bolsonaro, filha do presidente Jair Bolsonaro.Após o petista citar o ‘Conselho Tutelar’ em uma publicação, porque o chefe do Executivo revelou que não irá imunizar a filha, Weintraub fez observações.
– Ameaçam tirar a filha do presidente! Quanto tempo até ameaçarem tirar SEUS FILHOS de você? – escreveu o ex-ministro, no Twitter.

Na última segunda-feira (27), o deputado Bohn Gass (PT-RS) se manifestou Bolsonaro dizer que não vai imunizar sua filha Laura, de 11 anos. Nas redes sociais, o petista questionou se a decisão do chefe do Executivo não seria um caso para o Conselho Tutelar.
– A filha de Bolsonaro, Laura, de 11 anos, não será vacinada por decisão do pai. Será um caso para o Conselho Tutelar de Brasília? – declarou ele, no Twitter.
Na última segunda-feira (27), Bolsonaro disse em entrevista à imprensa que não vai vacinar a filha.
– Espero que não haja interferência do Judiciário porque a minha filha não vai se vacinar, tem 11 anos de idade – disse ele, na ocasião.
O presidente deu a declaração durante uma visita a São Francisco do Sul (SC), onde deve passar o réveillon.
– A questão da vacina para criança é muito incipiente ainda, o mundo ainda tem muita dúvida – falou.
Segundo Bolsonaro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, irá se manifestar sobre a vacinação contra a Covid em crianças de 5 a 11 anos no dia 5 de janeiro.
FONTE:https://pleno.news/
quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
Em vídeo, Gleisi mente sobre suposta “inocência” de Lula Lula não foi inocentado por nenhum juiz

A deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, mentiu em uma mensagem de Natal gravada para a militância do partido. No vídeo, ela comemora a “conquista da liberdade plena e da inocência” do ex-presidente Lula, mesmo sem que qualquer juiz tenha declarado o petista inocente.
De acordo com a coluna Radar, da Veja, o vídeo tem 1 minuto e 50 segundos e também mostra Gleisi criticando o governo Bolsonaro.
ENTENDA
Embora o Supremo Tribunal Federal (STF), de fato, tenha derrubado as ações judiciais contra Lula, a decisão não equivale à declaração de inocência. A Corte entendeu que a competência para julgar os supostos casos de corrupção envolvendo o petista deveriam ser analisados pela Justiça Federal em Brasília, local em que os crimes teriam ocorrido, e não em Curitiba.
A decisão ocorreu em abril deste ano, quando o Supremo declarou o ex-juiz Sergio Moro suspeito na condução do julgamento de Lula. A maioria dos ministros apontou que Moro agiu com parcialidade no caso.
Na teoria, a decisão implica a abertura de um novo processo, feito do início, para julgar Lula na Justiça de Brasília. Na prática, o segundo julgamento pode nunca vir a acontecer, uma vez que o Ministério Público Federal (MPF) já defendeu o arquivamento por prescrição do caso do tríplex.
Mesmo podendo disputar as eleições, Lula terá que enfrentar os processos, caso a Justiça não entenda que houve prescrição dos casos.
fonte:https://pleno.news/

