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sexta-feira, 18 de março de 2022

PT cria núcleos evangélicos a fim de atrair eleitores para Lula Deputada Benedita da Silva é a coordenadora do projeto


 

Deputada federal Benedita da Silva Foto: Câmara dos Deputados/Vinícius Loures

O Partido dos Trabalhadores (PT) está decidido a intensificar a campanha para atrair eleitores evangélicos nas eleições deste ano. Para isso, a legenda criou comitês religiosos em 21 estados com o objetivo de aproximar pentecostais e neopentecostais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do portal Metrópoles.

A responsável por coordenar os chamados Núcleos de Evangélicos do PT (NEPT) é a deputada federal Benedita da Silva. De acordo com ela, a intenção é popularizar Lula mesmo entre cristãos de igrejas aliadas ao presidente Jair Bolsonaro, como no caso da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, presidida pelo pastor Silas Malafaia.

– Eles [Malafaia e lideranças evangélicas que apoiam Bolsonaro] escolheram um lado. Possuem compromissos políticos com o governo Bolsonaro. Mas todo evangélico tem o direito de também escolher seu lado, não só as lideranças – declarou Benedita.

Na avaliação da deputada, o índice de votos de evangélicos no PT é maior com Lula do que era com Fernando Haddad (PT), candidato à Presidência em 2018.

Segundo o ex-ministro Gilberto Carvalho, os núcleos de evangélicos já possuem representantes, e o PT espera que mais cinco mil pessoas se inscrevam até o fim do mês de março. Na visão de Carvalho, Bolsonaro não é como os antigos oponentes do partido, e se faz necessário que o partido busque diferentes estratégias e públicos.

– Bolsonaro não tem só eleitores. Tem torcedores, fiéis. Uma coisa é enfrentar Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alckmin em eleição e outra coisa é enfrentar um cara que organiza de fato uma nova direita militante no Brasil – avaliou.

Fonte:https://pleno.news/

Guerra acabará com o governo Putin na Rússia, avalia ex-aliado Para Mikhail Khodorkovski, presidente prejudica a si mesmo ao insistir no conflito


 vladimir putin

Presidente da Rússia, Vladimir Putin Foto: EFE/EPA/Mikhail Metzel / Sputnik / Kremlin

Mikhail Khodorkovski, um dos maiores críticos do presidente russo, Vladimir Putin, declarou que os ataques à Ucrânia “reduziram” as chances de o líder russo permanecer no poder por mais um longo período de tempo. Putin está na presidência da Rússia desde 2012, mas já havia ocupado o cargo anteriormente, entre 2000 e 2008, e comandado o país indiretamente nesse intervalo.

– Estou convencido de que Putin não tem muito tempo. Talvez um ano. Talvez três. Hoje não estamos mais pensando que ele estará no poder por mais uma década, como nós pensávamos uma semana atrás – disse Khodorkovski, em entrevista à CNN.

Para Khodorkovski, a única forma de deter Putin é bloquear os fluxos financeiros da Rússia.

– O golpe no sistema financeiro foi enorme, mas, no momento, apenas 70% dos fluxos de caixa foram bloqueados – disse.

Ele defendeu que os outros 30% também devam entrar na restrição e “não deva haver exceções”.

Nos últimos pacotes de sanções, os EUA e a União Europeia impuseram restrições a empresários, empresas e funcionários russos próximos a Putin, com o objetivo de atingi-lo. Mas, para Khodorkovski, esses aliados do presidente russo não são um problema.

– Esses oligarcas são apenas criados de Putin. Eles não podem influenciá-lo. Mas Putin pode influenciá-los. Eles também devem ser bloqueados.

Khodorkovski foi CEO da petrolífera russa Yukos, o que o tornou, temporariamente, o homem mais rico da Rússia em 2003, com um patrimônio líquido de US$ 15 bilhões. O empresário estava detido desde outubro de 2003, após ser acusado de fraude e sonegação de impostos. Sua condenação chegou em 2005, com a pena de 9 anos de prisão.

Antes de sua detenção, Khodorkovski tinha se desentendido com Putin, após o presidente cortar as asas de ricos “oligarcas” que se tornaram poderosos durante os anos caóticos do governo de Boris Yeltsin, após o colapso da União Soviética. Assim, apoiadores do empresário diziam que sua prisão havia sido parte de uma campanha do Kremlin para puni-lo por desafiar Putin, além de tomar o controle de seus ativos de petróleo e obrigar outros magnatas a andarem na linha. Com sua prisão, a Yukos foi dividida e vendida, principalmente para o Estado.

No início de 2013, Khodorkovski foi perdoado por Putin. Na época, em um decreto presidencial, Putin disse que a decisão de conceder o indulto ao empresário foi “guiada pelos princípios da humanidade”. Atualmente, Khodorkovski vive exilado em Londres.

*EFE

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Sem avanço por terra, Rússia ataca à distância e atinge mais civis Resistência ucraniana fizeram as tropas russas empacarem nos últimos dias


Prédios administrativos danificados após um bombardeio russo no centro de Kharkiv, Ucrânia Foto: EFE/EPA/SERGEY KOZLOV

Ao entrar na quarta semana de guerra, as forças russas voltaram a ser contidas na Ucrânia. Sem avanço no terreno, a Rússia recorre a bombardeios a distância, que atingem cada vez mais civis de forma indiscriminada. As cidades de Chernihiv, Kharkiv e Mariupol foram devastadas nos últimos dias, deixando um número ainda incerto de vítimas e dificultando a negociação de um cessar-fogo.

Com superioridade militar incontestável, a invasão russa era para ter rendido ao presidente Vladimir Putin uma vitória fácil. Mas não foi o que aconteceu. Serviços de inteligência de países ocidentais dizem que decisões estratégicas desastrosas, contratempos logísticos confusos e a ferocidade da resistência da Ucrânia fizeram as tropas russas empacarem nos últimos dias.

BAIXAS RUSSAS
Os EUA estimaram nesta quinta-feira (17), de maneira conservadora, que 7 mil militares russos já morreram em um mês de conflito. O número é maior do que o de americanos mortos em 20 anos de guerra no Iraque e no Afeganistão. Analistas do Pentágono dizem que uma taxa de 10% de baixas, incluindo mortos e feridos, para uma unidade militar a torna incapaz de realizar tarefas de combate.

Com mais de 150 mil soldados russos envolvidos na guerra na Ucrânia, as baixas russas chegaram perto desse nível, incluindo um número estimado de feridos entre 14 mil e 21 mil soldados.

Os militares russos também perderam pelo menos três generais, segundo autoridades ucranianas e da Otan. No Pentágono, dizem que um número alto e crescente de mortos na guerra pode destruir a vontade de continuar lutando. Oficiais militares americanos e europeus disseram na quinta-feira que já não têm tanta certeza de que a Rússia terá forças para um assalto final a Kiev.

O cenário, segundo analistas americanos, está evidente em relatórios de inteligência que altos funcionários do governo leem todos os dias: um documento recente falava especificamente do baixo moral entre as tropas russas. As autoridades dos EUA, que falaram sob condição de anonimato, alertam que as estimativas são inexatas.

Os números são compilados de análises da mídia, informações dos ucranianos (que tendem a aumentar o número de russos mortos, segundo eles, 13,5 mil), dados divulgados pelos russos (que tendem a diminuir o número de baixas, que até agora está 498, segundo eles). Os analistas americanos também se baseiam em imagens de satélite e na leitura cuidadosa de vídeos de tanques e tropas russas que estão sob fogo.

Oficiais militares e de inteligência americanos sabem, por exemplo, quantos soldados geralmente estão em um tanque. A partir disso, podem inferir o número de baixas quando um veículo blindado é atingido por um míssil antitanque Javelin.

ATAQUES
Nessa quinta-feira, os bombardeios russos voltaram a castigar as cidades ucranianas. Em Chernihiv, pelo menos 53 corpos foram levados aos necrotérios da cidade entre terça-feira e quarta-feira. Eles foram vítimas de ataques aéreos russos, segundo disse o governador da região, Viacheslav Chaus.

Na cidade, um albergue foi bombardeado, matando mãe, pai e três filhos, incluindo dois gêmeos de 3 anos. O Departamento de Estado dos EUA confirmou que um americano foi morto em Chernihiv

Os arredores de Kharkiv também foram alvo de bombardeios pesados. Pelo menos 21 pessoas foram mortas e 25 ficaram feridas pela artilharia russa, que destruiu uma escola e um centro comunitário em Merefa, ao norte da cidade.

NEGOCIAÇÕES
Mesmo diante de bombardeios incessantes, um quarto dia consecutivo de conversas entre negociadores russos e ucranianos ocorreu por videoconferência. O Kremlin, no entanto, declarou que um acordo ainda não foi alcançado.

– Nossa delegação está fazendo um esforço colossal. Mas, infelizmente, não vemos tanto zelo do lado ucraniano – garantiu o porta-voz do governo russo, Dmitri Peskov.

Moscou já havia admitido que estava perto de concordar com uma fórmula que manteria a Ucrânia neutra, uma de suas exigências. O conselheiro presidencial ucraniano, Mikhailo Podoliak, porém, afirmou na quinta-feira que as negociações são complicadas.

– As posições são diferentes. Para nós, as questões fundamentais são invioláveis – assinalou.

Segundo ele, a Ucrânia está disposta a negociar o fim da guerra, mas não vai se render ou aceitar ultimatos russos.

*AE.

Fonte:https://pleno.news/

‘Bolsonaro sabe que tem toda minha lealdade’, diz Mourão Vice-presidente se filiou ao Republicanos nesta quarta-feira


 

Presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão Foto: PR/Marcos Corrêa

Em discurso durante ato de filiação ao Republicanos, na noite desta quarta-feira (16), o vice-presidente Hamilton Mourão garantiu que será leal ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao projeto de reeleição. O general assumiu sua pré-candidatura ao Senado pelo Rio Grande do Sul.

A declaração foi feita na sede do Republicanos, em Brasília, e vem no momento em que o partido do centrão se distancia gradativamente do governo, diante da falta de espaço no Executivo..

Ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, o Republicanos considera até mesmo não fechar aliança com o PL de Bolsonaro nas eleições de outubro, liberando o voto de diretórios regionais.

– Presidente Bolsonaro sabe perfeitamente que tem toda minha lealdade e apoio irrestrito ao seu projeto de reeleição, que considero fundamental para dar rumo às soluções, para que o Brasil atinja seu destino manifesto, que é sermos a maior e mais próspera democracia liberal abaixo do Equador – disse Mourão.

O general afirmou, ainda, que não chegou o momento de encerrar sua participação na vida política do País.

– Não posso me dar ao luxo de abandonar o campo de batalha – comentou.

*AE.

Fonte:https://pleno.news/

Rosane Felix assina a ficha de filiação junto com o presidente nacional do PL Foto: Divulgação / Natanael Alves/PL Nesta quarta-feira (16), a deputada estadual Rosane Felix se filiou ao Partido Liberal (PL). O ato em Brasília teve ainda anúncio da sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados.


Rosane Felix assina a ficha de filiação junto com o presidente nacional do PL Foto: Divulgação / Natanael Alves/PL

Nesta quarta-feira (16), a deputada estadual Rosane Felix se filiou ao Partido Liberal (PL). O ato em Brasília teve ainda anúncio da sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados.

Rosane Felix chega com força junto às principais lideranças da legenda, o governador Cláudio Castro, além de Altineu Côrtes e Valdemar da Costa Neto, presidentes, respectivamente, dos diretórios estadual e nacional do partido. Eles fizeram elogios e confiam na mudança de Rosane da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) para a Câmara dos Deputados, por ela ser trabalhadora, dedicada e fiel aos seus princípios.

Deputada Rosane Felix (de azul, ao centro) no ato de filiação ao PL Foto: Divulgação 

Radialista e evangélica, Rosane disputou a sua primeira eleição em 2018 e, desde então, firmou-se como uma das principais vozes em defesa da família e das liberdades individuais.

– Eu já encontrei uma nova família no PL e gostaria de agradecer a todos pela acolhida. Estou feliz por carregar as bandeiras do partido que nos unem num mesmo propósito: em defesa do liberalismo social, da liberdade religiosa e da liberdade de expressão. Fui eleita para defender o ser humano, independentemente de credo e religião – discursou Rosane Felix, que fez um agradecimento especial à memória do falecido senador Arolde de Oliveira..

Fonte:pleno news

Por 6 a 4, STF valida grampos telefônicos autorizados por Moro Ministros reconheceram a legalidade das renovações sucessivas das escutas autorizadas pelo ex-juiz


Fachada do prédio do Supremo Tribunal Federal do Brasil Foto: STF/SCO/Mauro Burlamaqui

O Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta quinta-feira (17), os grampos telefônicos autorizados pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, quando ele era juiz federal no Paraná, em 2004, antes da Operação Lava Jato. Por 6 votos a 4, os ministros reconheceram a legalidade das renovações sucessivas das escutas autorizadas por Moro, a pedido do ex-procurador Deltan Dallagnol.

O caso analisado pelo Supremo trata de uma investigação conduzida pela dupla Moro e Dallagnol contra os empresários uruguaios Isidoro Rozenblum Trosman e Rolando Rozenblum Elpern, pai e filho, respectivamente, acusados de crimes contra o sistema financeiro nacional, corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, entre outros.

Foram mais de dois anos de vigilância dos réus, por causa das prorrogações do prazo de interceptação telefônica. Eles foram grampeados a pedido do Ministério Público Federal (MPF), entre 2004 e 2006, na chamada Operação Pôr do Sol que apurou envio de dinheiro ao exterior, irregularidades na concessão de financiamento do BNDES e dívidas fiscais superiores a R$ 150 milhões.

Embora a investigação tenha comprovado os crimes, os ministros da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) consideraram abusivas as interceptações telefônicas autorizadas por Moro, a pedido de Dallagnol e do procurador Orlando Martello Júnior, por causa do tempo em que os grampos ficaram ativos. As provas haviam sido anuladas, mas o MPF recorreu da decisão no STF.

No Supremo, o resultado favorável ao trabalho do ex-juiz só foi alcançado graças ao voto de André Mendonça, seu sucessor no cargo de ministro da Justiça no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). O magistrado mudou de posição em relação ao voto proferido na primeira sessão de julgamento, na tarde desta quarta-feira (16), quando acompanhou o relator Gilmar Mendes.

Decano do Supremo, Gilmar Mendes argumentou que as autorizações expedidas por Moro “foram padronizadas, basicamente reproduções de modelos genéricos, que não podem ser consideradas como legítimas a embasar a restrição de direito fundamental (privacidade) por sucessivas renovações”. O relator foi seguido pelos ministros Nunes Marques, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

A divergência foi aberta pelo ministro Alexandre de Moraes, que disse ser impossível exigir dos juízes a apresentação das provas coletadas, assim como fundamentações detalhadas dos desdobramentos da investigação que justificassem a necessidade de prosseguir com as escutas telefônicas. Para o ministro, as prorrogações do prazo autorizadas por Moro não foram excessivas.

Além de André Mendonça, votaram com Moraes os ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Rosa Weber. O ministro Luís Roberto Barroso, por sua vez, se declarou suspeito e não votou.

A avaliação sobre a atuação de Moro foi feita em um julgamento mais amplo, em caráter de repercussão geral – ou seja, com validade para todas as ações semelhantes -, que discute a possibilidade de renovações sucessivas do prazo de interceptação telefônica. Nesse quesito, o Supremo decidiu, por unanimidade, que é possível renovar os grampos pelo período necessário, desde que o juiz do caso fundamente devidamente a necessidade da prorrogação.

A decisão do Supremo torna ilegal as motivações padronizadas ou reproduções de modelos genéricos sem relação direta com o caso concreto, como teriam sido as de Moro, segundo o STJ. Além disso, é necessário que o juiz apresente elementos e justificativas legítimas, ainda que breves, para embasar a continuidade das investigações.

*AE

Fonte:https://pleno.news/

Hang diz que Havan irá recorrer de decisão “absurda” da Justiça Justiça do Trabalho em São Paulo determinou que a Havan afaste trabalhadores que não se imunizaram contra a Covid-19


 

Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan Foto: Divulgação/Havan

Após a Justiça do Trabalho de São Paulo determinar que a Havan afaste funcionários e terceirizados que não se vacinaram contra a Covid-19, a empresa informou que irá recorrer da decisão. O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas, chamou a decisão de “absurda”.A medida atendeu a uma ação apresentada ao Tribunal Regional do Trabalho de São José dos Campos pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Os promotores apontaram que a Havan teria se recusado a afastar funcionários não imunizados..

Em sua decisão, a juíza determinou que a Havan deverá deslocar os funcionários e os prestadores de serviço em toda a região do Vale do Paraíba para o trabalho remoto enquanto eles não iniciarem o esquema de vacinação.

A empresa, no entanto, informou que “dentre os mais de 100 colaboradores, apenas dois não se vacinaram contra a doença, sendo que um é motivado por convicção religiosa e o outro é PCD (Pessoa Com Deficiência) e, por recomendação médica e decisão dos familiares não se vacinou”.

Além disso, Luciano Hang apontou que “estão violando os direitos e liberdade dos colaboradores”.

Leia a nota completa da Havan:

Nesta quinta-feira (17), a Havan tomou conhecimento, por meio da imprensa, de uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho de São José dos Campos (SP) determinando o afastamento de dois colaboradores que não se vacinaram contra a Covid-19.

O dono da Havan, Luciano Hang, informa que a empresa, até o momento, não foi citada da ação e nem mesmo da liminar. “Morro e não vejo tudo. Isso é um absurdo, Ministério Público do Trabalho. Querem que eu demita meus colaboradores?”, questiona.

Segundo a assessoria jurídica, dentre os mais de 100 colaboradores, apenas dois não se vacinaram contra a doença, sendo que um é motivado por convicção religiosa e o outro é PCD (Pessoa Com Deficiência) e, por recomendação médica e decisão dos familiares não se vacinou. “Como explicar para um portador de deficiência mental que ele não pode trabalhar porque o Ministério Público não quer? Absurdo”, lamenta o dono da Havan.

Ele ressalta que estão violando os direitos e liberdade dos colaboradores. “Enquanto o Ministério Público do Trabalho deveria cuidar da preservação dos empregos, querem atrapalhar e prejudicar o cidadão. Nós respeitamos a liberdade do nosso colaborador, isso é democracia. Não podemos aceitar que pessoas dentro de um escritório tomem decisões pelo cidadão”, diz Hang.

A empresa recorrerá da decisão.

fonte:https://pleno.news/

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