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sexta-feira, 18 de março de 2022

Ciro descarta aliança com Moro e Doria: “Viúvas de Bolsonaro” Pedetista afirmou estar dialogando com o União Brasil


 

Ciro Gomes Foto: José Cruz/Agência Brasil

O pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), admitiu estar dialogando com outros espectros políticos para a construção de uma alternativa ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ex-presidente Lula (PT) nas eleições deste ano. O pedetista afirma ter mantido conversas com o União Brasil e o PSD. Ele descarta, porém, uma aliança com aqueles que chama de “viúvas de Bolsonaro”: Sergio Moro e João Doria..

– Nós apoiamos o [Alexandre] Kalil, por exemplo, em Belo Horizonte, e [ACM] Neto em Salvador, de maneira que esse desdobramento está acontecendo porque eu quero ver se me reúno com todas as “não viúvas” do Bolsonaro, que a imprensa de São Paulo chama de terceira via. Eu não tenho nada a ver com [Sergio] Moro e com [João] Doria, que são as viúvas de Bolsonaro. Eu estou em outra – destacou Ciro Gomes em entrevista à rádio Tiradentes.

Tanto Moro (Podemos) quanto Doria (PSDB) são ex-aliados do atual presidente. O ex-juiz da Lava Jato foi ministro da Justiça do líder do Planalto, mas deixou o governo acusando Bolsonaro de interferência na Polícia Federal.

O governador de São Paulo, por sua vez, vinculou seu discurso a Bolsonaro em 2018, chegando a utilizar o nome “BolsoDoria” durante a campanha eleitoral. Ele se afastou do presidente devido a divergências de gestão na pandemia.

De acordo com Ciro Gomes, a decisão sobre um possível apoio entre o PDT e o União Brasil só deve ser concretizada no mês de julho.

– Nossa imprensa, naturalmente, cumprindo o seu papel, tenta antecipar o que só acontecerá em julho. Por quê? Por que todo mundo quer ver mais ou menos, com o mínimo de risco, o que vai acontecer na opinião pública que gradualmente vai se ligando no assunto eleições – explicou.

Fonte:https://pleno.news/

Alexandre de Moraes proíbe o Telegram de funcionar no Brasil Decisão do ministro do STF foi publicada nesta sexta-feira


 

Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: Fellipe Sampaio/STF

O ministro Alexandre de Moraes decidiu suspender o funcionamento do aplicativo de mensagens Telegram em todo o Brasil. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (18) e ocorre após a empresa responsável pelo aplicativo descumprir uma decisão judicial.

O ministro atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que apontou que o “aplicativo Telegram é notoriamente conhecido por sua postura de não cooperar com autoridades judiciais e policiais de diversos países, inclusive colocando essa atitude não colaborativa como uma vantagem em relação a outros aplicativos de comunicação, o que o torna um terreno livre para proliferação de diversos conteúdos, inclusive com repercussão na área criminal”.

No final de fevereiro, Alexandre de Moraes já havia ameaçado bloquear o aplicativo após a plataforma não bloquear perfis ligados ao jornalista Allan dos Santos. O Telegram chegou a obedecer a decisão, mas o conteúdo publicado por Allan ainda poderia ser acessado de outras formas.

Nessa decisão publicada nesta sexta-feira, Moraes determinou “a suspensão completa e integral do funcionamento do Telegram no Brasil, defenso ser intimado, pessoal e imediatamente, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatall), Wilson Diniz Wellisch, para que adote imediatamente todas as providências necessárias para a efetivação da medida”.

O ministro do STF afirmou ainda que “desprezo à Justiça e a falta total de cooperação da plataforma Telegram com os órgãos judiciais é fato que desrespeita a soberania de diversos países, não sendo circunstância que se verifica exclusivamente no Brasil e vem permitindo que essa plataforma venha sendo reiteradamente utilizada para a prática de inúmeras infrações penais”.

Além disso, Moraes ainda definiu multa diária de R$ 100 mil para as empresas que não bloquearem o aplicativo.

A íntegra da decisão pode ser vista aqui..

Fonte:pleno news

Bolsonaro vai ao Acre e tem recepção calorosa em aeroporto Presidente cumprimentou apoiadores e ouviu gritos de "mito"


 

Presidente Jair Bolsonaro em chegar em Rio Branco, no Acre Foto: Reprodução/Print de vídeo publicado nas redes sociais

Nesta sexta-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro viajou para o Acre, onde irá participar de um evento com com lideranças religiosas. E ao chegar no Aeroporto de Rio Branco, capital do estado, Bolsonaro foi recebido com festa por apoiadores.

O presidente parou para tirar fotos com o povo e retribuiu o carinho do presentes no local. O público também soltou gritos de “mito”.

Um vídeo do momento foi compartilhado pelo assessor especial da Presidência, tenente Mosart Aragão.

Entre os eventos de Bolsonaro no Acre estão uma cerimônia de regularização fundiária e de assentamentos e ainda o evento de inauguração da Rede Boas Novas. Por fim, o presidente ainda irá ao 1º Encontro Estadual de Pastores e Líderes da “Fé é Cidadania” das Assembleias de Deus no Acre..

fonte:https://pleno.news/

Para ministros do TSE, é crime diminuir preço dos combustíveis Legislação proíbe o poder público de conceder novos benefícios em ano eleitoral


 combustível carro gasolina

[Imagem Ilustrativa] Foto: Pixabay
Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consideram crime o governo diminuir o preço do combustível em ano de eleições. Na avaliação da maioria dos magistrados da Corte, o ato violaria a legislação eleitoral, que proíbe o poder público de conceder novos benefícios às vésperas do pleito. A informação foi repassada pelos magistrados em caráter reservado à CNN.

O caso está sob a relatoria do ministro Carlos Horbach, e o plenário do TSE planeja debater o assunto em sessão na próxima semana. Entretanto, ministros preveem que o processo deve ser arquivado sem julgamento por se tratar de uma consulta de caráter administrativo e que analisa apenas casos genéricos, não fatos concretizados.

As consultas eleitorais são um meio pelo qual determinadas autoridades e instituições fazem questionamentos hipotéticos à Justiça Eleitoral a fim de tirar dúvidas. A consulta em questão foi solicitada pela Advocacia-Geral da União (AGU) em fevereiro, para assegurar se uma eventual intervenção no preço dos combustíveis pelo Congresso em 2022 poderia ser derrubada pelo Judiciário.

Segundo disseram à CNN, os ministros planejam alertar durante a sessão sobre a posição deles, deixando sob aviso que caso uma intervenção nos preços seja aprovada por parlamentares, será provavelmente derrubada pela Corte.

fonte:https://pleno.news/

Alunas são tiradas de sala de aula por ‘roupas inapropriadas’ Caso aconteceu em São Paulo


 

Sala de aula (Foto ilustrativa) Foto: Pixabay

Alunas de uma escola da zona norte da capital paulista revelaram que foram retiradas de sala de aula porque suas roupas foram consideradas inapropriadas pela direção da instituição. O caso aconteceu no último dia 9, na Escola Estadual Parque Anhanguera, e foi divulgado nas redes sociais.

Cerca de 15 estudantes do 9º ano do ensino médio relataram que o episódio aconteceu porque elas estavam usando regatas, cropped e calças rasgadas.

.Segundo o relato, até alunas que usavam moletons e casacos tiveram que mostrar o que vestiam por baixo.

As meninas que foram levadas para a secretaria foram informadas que o colégio não se responsabilizaria por queixas de possíveis assédios cometidos por garotos em função da roupa das adolescentes. Elas foram avisadas ainda que, se as roupas não fossem mudadas, poderiam ser impedidas de frequentar a escola.

– Fomos notificadas de que a escola não poderia se responsabilizar por queixas de casos de possível assédio cometidos pelos alunos homens, por conta da forma como as meninas estavam vestidas. Também fomos informadas que poderíamos ser impedidas de entrar na escola (o que vai contra o regimento escolar EPA do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Educação) a depender da nossa vestimenta e que poderíamos ter nossos responsáveis convocados – contaram as estudantes.

As estudantes alegam constrangimento.

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo informou que o episódio vai ser averiguado.

  

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Fonte:https://pleno.news/


Jair Bolsonaro recebe Medalha do Mérito Indigenista Evento aconteceu nesta sexta-feira


 

Bolsonaro usa cocar e recebe homenagem por política indígena Foto: Reprodução/Print de vídeo Facebook Jair Messias Bolsonaro

Usando um cocar na cabeça, o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi homenageado nesta sexta-feira (18), com a Medalha do Mérito Indigenista. A outorga ocorreu em cerimônia reservada no Ministério da Justiça, em Brasília (DF).

– Queremos que vocês façam em suas terras o que nós fazemos nas nossas – disse.

Ele repetiu a tese de que os indígenas são diferentes de outros povos.

– O que nós sempre quisemos foi fazer com que vocês se sentissem exatamente como nós.

O evento de entrega da homenagem não constava da agenda oficial de Bolsonaro, embora a legislação oriente a publicidade dos compromissos de autoridades.

A Medalha do Mérito Indigenista é oferecida a quem presta “serviços relevantes, em caráter altruísticos, relacionados com o bem-estar, a proteção e a defesa das comunidades indígenas”, de acordo com o governo.

Ainda receberam a homenagem durante a cerimônia os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência), assim como o Diretor da Força Nacional, Coronel Aginaldo, marido da deputada federal bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP), e o recém-empossado diretor da Polícia Federal, Márcio Nunes.

O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva, afirmou na solenidade que Bolsonaro “contribuiu sobremaneira” para a proteção da população e dos direitos indígenas.

– Com foco na autonomia e no protagonismo, bem como no desenvolvimento sustentável – destacou.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, disse ser “leviano” defender que o governo federal realiza desmonte dos direitos indígenas.

*AE

fonte:– Queremos que vocês façam em suas terras o que nós fazemos nas nossas – disse.

Ele repetiu a tese de que os indígenas são diferentes de outros povos.

– O que nós sempre quisemos foi fazer com que vocês se sentissem exatamente como nós.

O evento de entrega da homenagem não constava da agenda oficial de Bolsonaro, embora a legislação oriente a publicidade dos compromissos de autoridades.

A Medalha do Mérito Indigenista é oferecida a quem presta “serviços relevantes, em caráter altruísticos, relacionados com o bem-estar, a proteção e a defesa das comunidades indígenas”, de acordo com o governo.

Ainda receberam a homenagem durante a cerimônia os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência), assim como o Diretor da Força Nacional, Coronel Aginaldo, marido da deputada federal bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP), e o recém-empossado diretor da Polícia Federal, Márcio Nunes.

O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva, afirmou na solenidade que Bolsonaro “contribuiu sobremaneira” para a proteção da população e dos direitos indígenas.

– Com foco na autonomia e no protagonismo, bem como no desenvolvimento sustentável – destacou.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, disse ser “leviano” defender que o governo federal realiza desmonte dos direitos indígenas.

*AE

Zambelli aciona MP por obras paralisadas no governo Doria Juntamente com o deputado estadual Danilo Balas, parlamentar apresentou denúncia sobre um empreendimento habitacional que está com obras paradas


 

Deputada federal Carla Zambelli Foto: Câmara dos Deputados/Gustavo Sales

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e o deputado estadual Danilo Balas (PL-SP) protocolaram, nesta sexta-feira (18), uma representação no Ministério Público do Estado de São Paulo para investigar possíveis irregularidades na construção de habitações populares na cidade paulista de Pilar do Sul, que fica na Região Metropolitana de Sorocaba.

As obras, que estariam paradas, são vinculadas ao Programa Nossa Casa CDHU, dentro de um convênio entre o governo de São Paulo e a prefeitura municipal. Na representação, Zambelli e Balas pedem a responsabilização dos gestores executivos estaduais pela prática de atos antieconômicos, violações à lei de licitações e ausência de devida publicidade da situação das obras.

De acordo com a representação, um empreendimento com 68 moradias está com obras completamente paralisadas. No documento, consta que foram realizadas duas licitações para a construção das habitações, a primeira no valor de R$ 4,7 milhões e a segunda no valor de R$ 2 milhões.

Os beneficiários foram selecionados mediante seleção pública, na qual participaram mais de 3 mil pessoas em uma cidade que possui uma população de cerca de 29 mil habitantes. Para os parlamentares, “o fato de que cerca de 10% da população do município se inscreveu no Programa Habitacional demonstra a carência de moradia da população local”.

Segundo os parlamentares, “todo o público contemplado no sorteio das moradias populares têm relatado as dificuldades que vêm enfrentando pela falta da casa própria e pela legítima expectativa com o Programa de Moradia Popular que deveria estar concretizado no município”.

Fonte:pleno news

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