Criminosos incendiaram veículos na frente do batalhão da PM em Guarapuava Foto: Reprodução/Twitter
Cerca de 30 criminosos armados tentaram assaltar uma empresa de transporte de valores na cidade paranaense de Guarapuava, entre a noite deste domingo (17) e madrugada desta segunda-feira (18), e aterrorizaram a população local com uma ação violenta que deixou dois policiais e um morador feridos.
Testemunhas da ação dos assaltantes revelaram que eles fizeram moradores como reféns e fecharam os acessos da cidade. De acordo com a polícia, ao menos sete veículos blindados foram usados na ação. Os criminosos colocaram fogo em dois veículos em frente ao batalhão da Polícia Militar para dificultar a ação dos agentes de segurança.
Durante a presença dos criminosos na cidade, houve confronto armado e pelo menos dois policiais foram baleados. Na madrugada, a prefeitura chegou a informar que ao menos três moradores tinham se ferido na ação. Entretanto, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou que atendeu somente um civil, que levou um tiro no braço.
O Exército foi acionado para reforçar a segurança na cidade. Por volta das 5h45, a Polícia Militar informou que os criminosos conseguiram fugir rumo ao interior do estado. Momentos depois, a polícia afirmou que os moradores poderiam sair de casa. Não foi informado se os assaltantes conseguiram levar algum valor da empresa de transportes..
Victor Godoy assume de forma definitiva o Ministério da Educação Foto: MEC/Luis Fortes
O ministro Victor Godoy Veiga foi efetivado, nesta segunda-feira (18), no comando do Ministério da Educação (MEC). O decreto que oficializa a escolha de seu nome para chefiar a pasta de forma definitiva foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Godoy Veiga ocupava o cargo interinamente desde o último dia 30 de março, quando havia sido nomeado para substituir Milton Ribeiro.
Nomeação de Victor Godoy Veiga para comandar o MEC Foto: Reprodução/Diário Oficial da União
Desde julho de 2020, Godoy Veiga exercia o cargo de secretário-executivo da pasta. Antes de ser convidado para assumir o posto, ele fez carreira como auditor federal de finanças e controle da Controladoria-Geral da União (CGU), onde trabalhou de 2004 a 2020.
Na CGU, o novo ministro da Educação ainda atuou como auditor federal, chefe de divisão, coordenador-geral e diretor-substituto de auditoria e diretor de auditoria da área social e de acordos de leniência. Godoy Veiga se formou em Engenharia de Redes de Comunicação de Dados pela Universidade de Brasília (UnB), em 2003, e possui duas pós-graduações.
A primeira pós-graduação foi em Altos Estudos em Defesa Nacional pela Escola Superior de Guerra (ESG), de 2018, e a segunda, em Globalização, Justiça e Segurança Humana pela Escola Superior do Ministério Público em parceria com instituições internacionais da Alemanha e da África do Sul.
A SAÍDA DE MILTON RIBEIRO O novo ministro assume o lugar de Milton Ribeiro, que no dia 28 de março decidiu pedir para deixar o cargo. O presidente Jair Bolsonaro aceitou o pedido de demissão e a exoneração do ministro foi publicada em uma edição extra do DOU no mesmo dia da solicitação.
A decisão ocorreu após gravações do ministro da Educação supostamente apontarem uma interferência de pastores no Ministério da Educação (MEC). O áudio foi divulgado pelo jornal Folha de São Paulo na noite de 21 de março. De acordo com o veículo, dois pastores teriam influenciado o repasse de verbas do MEC, Gilmar Santos e Arilton Moura.
A decisão de deixar o comando do MEC ocorreu após uma reunião entre Milton Ribeiro e Jair Bolsonaro. Durante o encontro, Ribeiro entregou uma carta de renúncia ao presidente. No documento, ele dizia ter plena convicção de que jamais realizou um único ato de gestão “que não fosse pautado pela correção, pela probidade e pelo compromisso com o erário”.
Também apontou que decidiu pedir a “exoneração do cargo, com a finalidade de que não paire nenhuma incerteza sobre a minha conduta e a do Governo Federal, que vem transformando este país por meio do compromisso firme da luta contra a corrupção”..
Ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu pela inclusão do nome do senador bolsonarista Roberto Rocha (PTB-MA) no rol de investigados de um inquérito que apura o possível desvio de emendas parlamentares por parte de congressistas maranhenses.
Desde 2017, Rocha é o titular da Corregedoria Parlamentar do Senado, órgão responsável por manter o decoro e a disciplina na Casa.
A investigação é a mesma que levou a Polícia Federal a realizar uma operação de busca e apreensão em endereços ligados a três deputados federais do PL, o partido de Jair Bolsonaro, no dia 11 de março. Naquele dia, um dos alvos foi o deputado Josimar Maranhãozinho (PL) – em dezembro de 2021, se tornaram públicas imagens do deputado manuseando uma grande quantidade de dinheiro vivo, que, de acordo com a PF, são fruto do desvio de emendas parlamentares.
A decisão de Ricardo Lewandowski foi baseada numa manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Órgão máximo do Ministério Público, a PGR passou a defender a inclusão do corregedor do Senado na investigação após relatório da Polícia Federal mostrar menções ao nome de Roberto Rocha em documentos trocados pelo grupo que seria responsável pelo desvio das emendas. O caso ficou sob a relatoria de Lewandowski por ele já ser o relator de outro inquérito sobre Josimar Maranhãozinho.
Na troca de mensagens de WhatsApp entre os suspeitos, o nome de Roberto Rocha é mencionado em anotações e em tabelas de valores que também trazem o nome de municípios maranhenses. Uma das tabelas tem por nome “Roberto Rocha” e três colunas identificando data, município e valor.
Os valores mencionados somam R$ 980 mil, ao lado dos nomes “Magla”, “Bela Vista” e “Milagre do MA”. O estado nordestino possui os municípios de Bela Vista do Maranhão, a 241 quilômetros de São Luís; e de Milagres do Maranhão, a 360 quilômetros da capital.
Em outra imagem, uma tabela intitulada “Rocha” traz os nomes “Milagre”, ao lado da cifra de R$ 32 mil; e “Barreirinhas” com o valor de R$ 55 mil. O último nome pode ser uma menção ao município maranhense homônimo, localizado na região dos Lençóis
Segundo a Polícia Federal, o esquema seria abastecido com o desvio de verbas das emendas parlamentares destinadas à área da Saúde. Ainda segundo o inquérito, o desvio dos valores aconteceria por meio de contratos com empresas de fachada. A PF acredita que os valores seriam destinados a Josimar Maranhãozinho e aos outros dois deputados investigados. Eles negam irregularidades.
“Adversário político” Procurado pela reportagem, Roberto Rocha negou envolvimento com o caso e atribuiu a menção no inquérito ao “meu adversário comunista”, referindo-se ao atual governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB). Em fim de mandato, Rocha deve disputar a reeleição para o Senado numa disputa contra Dino, que é pré-candidato ao cargo.
Em nota, a assessoria de imprensa do senador disse que ele “não teve conhecimento oficialmente sobre o fato”; a investigação corre em sigilo no STF. Ainda segundo a assessoria, Roberto Rocha só conhece Josival Cavalcanti da Silva, o Pacovan, um dos participantes da troca de mensagens do grupo, “como um empresário do Maranhão, com quem não tem, nem jamais teve qualquer relação comercial”.
Quanto ao outro interlocutor, José Silva Rocha, o senador afirma não ter “nenhum envolvimento político e nem mesmo relacionamento pessoal”. “Quanto às emendas, ao longo de quase oito anos de mandato o senador já enviou recursos para quase a totalidade dos municípios do Maranhão”, diz o trecho final da nota.
Deputado Alexandre Frota e a jornalista Rachel Sheherazade Fotos: Agência Senado/Edilson Rodrigues // Reprodução/ SBT
Uma notícia ruim para o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP). O parlamentar foi condenado a pagar uma indenização de R$ 30 mil a Rachel Sheherazade por ter dito que a jornalista era “uma prostituta ao receber dinheiro para mudar de opinião”. A informação foi dada pelo site Notícias da TV.
.A decisão foi da 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que determinou ainda que o deputado terá que excluir as falas de seus canais.
Frota havia vencido o processo na primeira instância, mas a defesa de Sheherazade recorreu e levou o caso para a segunda instância, onde impôs a derrota ao deputado.
As declarações de Frota foram feitas em dois vídeos publicados em seu canal no YouTube. Na época, Frota saiu em defesa de Jair Bolsonaro após Sheherazade criticar o presidente no SBT. Ela ainda trabalhava como apresentadora na emissora.
O caso foi iniciado na 24ª Vara Cível de São Paulo, onde as falas de Frota foram consideradas agressivas, mas configuravam liberdade de expressão. A jornalistas então decidiu recorrer.
A condenação do deputado foi determinada pelo juiz Edson Luiz de Queiroz, que apontou que “não se trata, meramente, de transmitir sua opinião e, a partir disso, formar a opinião alheia, há de se ter cautela na conduta. Nas palavras do réu não faltou apenas polimento ou educação; sobraram ofensas pessoais, extrapolando, de fato, a liberdade de expressão”.
Além da indenização de R$ 30 mil, o magistrado ainda determinou que o Google e Frota deverão remover os vídeos com as ofensas, caso contrário, terão que pagar uma multa diária de R$ 1.000..
Deputado Paulinho da Força Foto: JBatista/Camara dos Deputados
Após ser vaiado em um encontro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com sindicalistas e militantes, o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, cancelou um ato que havia marcado para 3 de maio, quando anunciaria apoio oficial à pré-candidatura do petista ao Palácio do Planalto. O dirigente partidário afirmou ao EstadãoPolítico nesta sexta-feira (15), que ainda tem a intenção de embarcar na campanha do petista, mas quer saber agora se o PT realmente almeja uma aliança ampla para disputar a eleição contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).
– Lógico que você fica incomodado, porque eu não estava em um evento com multidão, estava num evento com militância, com lideranças – afirmou Paulinho, que é presidente de honra da Força Sindical.
E continuou.
– Eu fiquei bastante incomodado porque, em nenhum momento, a direção do PT, nem o Lula, nem a Gleisi foram ao microfone dizer que tinha de fazer uma aliança mais ampla, que envolvesse não só o Solidariedade, mas também outros partidos de centro – emendou.
Paulinho enviou nesta manhã uma mensagem para a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, na qual expressou seu incômodo com a situação e informou que o ato do dia 3 estava suspenso.
– Nós continuamos no intuito de apoiar o Lula, mas queremos rediscutir esse formato, saber qual é o pensamento do PT com relação a uma aliança mais ampla, se realmente o PT quer isso – destacou.
Lula participou nesta quinta-feira (14), de um ato político com representantes e militantes das principais centrais sindicais brasileiras, em São Paulo. Presente no evento, Paulinho foi vaiado ao ter seu nome citado.
Alguns petistas costumam lembrar que o presidente do Solidariedade votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. No palco, ao lado de Lula, contudo, estava também o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), anunciado como vice na chapa do petista e que também apoiou, à época, a destituição de Dilma.
Gleisi afirmou ao Estadãoque na conversa com Paulinho lamentou o ocorrido e reforçou a disposição do PT em manter a aliança.
– [A vaia] Foi de um pequeno grupo e não tem nada a ver com o PT. A maioria da nossa militância entende como importante o apoio e presença do Solidariedade e dele (Paulinho) na coligação com Lula. Reputo o que aconteceu nos atos à disputa do movimento sindical. Queremos que ele esteja conosco nessa caminhada – disse a dirigente partidária.
Paulinho e seu partido indicavam há algum tempo que apoiariam Lula na corrida pela Presidência. O dirigente chegou a convidar Alckmin a se filiar à legenda para compor a chapa com o petista. O ex-tucano negociava também com o PV, mas acabou decidindo migrar para o PSB, após mais de 30 anos no PSDB, sigla que ajudou a fundar.
No ato de ontem, Alckmin, que protagonizou embates com o PT no passado, exaltou Lula como o “maior líder popular do País”.
Terceira via O Solidariedade é um dos poucos partidos de centro dispostos a apoiar Lula já no primeiro turno da eleição. O grupo formado por União Brasil, MDB, PSDB e Cidadania, por exemplo, fechou um acordo para anunciar, em 18 de maio, um candidato único da terceira via ao Palácio do Planalto. O objetivo é acabar com a polarização entre o petista e Bolsonaro, que lideram as pesquisas de intenção de voto – Lula aparece na frente, mas o presidente tem recuperado terreno.
Nesta quinta-feira, 14, o União Brasil anunciou a pré-candidatura à Presidência do deputado Luciano Bivar (PE), que comanda o partido. Nos bastidores, porém, ele é apontado como um candidato a vice na eventual chapa da terceira via. Além de Bivar, estão oficialmente na disputa a senadora Simone Tebet (MDB-MS) e o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB). Uma ala tucana, contudo, tenta emplacar o nome do ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite.
Sem perspectiva de recursos para sua campanha presidencial no Podemos, o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, por sua vez, decidiu migrar para o União Brasil, mas a ala do partido liderada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto não tem interesse em lançá-lo ao Planalto. No fim, o partido optou pelo nome de Bivar, embora o próprio Moro não tenha desistido da ideia de concorrer a presidente e venha dizendo nos últimos dias que ainda está “no jogo presidencial”.
Deputado Eduardo Bolsonaro criticou Geraldo Alckmin por compor chapa com Lula Foto: EFE/ Sebastião Moreira
Neste sábado (16), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou as redes sociais para fazer críticas ao ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Para o parlamentar, o vice do ex-presidente Lula na futura chapa que irá disputar a Presidência é “insignificante” em termos eleitorais.
Eduardo apontou que Alckmin decidiu compor chapa com o petista por considerar que não tinha chances de chegar ao cargo de presidente.
– Em termos eleitorais, Alckmin é insignificante até mesmo se consideramos apenas São Paulo. Se não fosse, ele mesmo se candidataria a Presidente. Ou alguém acha que, após anos xingando o nove dedos de bandido, ele virou vice do PT porque acha que Lula é honesto? – indagou..
Nesta quinta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro (PL) convidou o pai do cantor Gusttavo Lima, Alcino Lima, para subir ao palanque em que estava durante a entrega de títulos de propriedade rural em João Pinheiro (MG). Ele chamou o pai do artista de colega.
Ele pediu que sua equipe acomodasse o idoso antes de levantar para discursar. As informações são do UOL.
– É meu colega, véio igual a eu [sic]. (…) Canta igual ao filho? – brincou.
O chefe do Executivo também relembrou da facada que sofreu em 2018.
– Eu quero voltar a Juiz de Fora ainda no corrente ano. Ali, aquela cidade marcou a minha vida. Boas lembranças tenho em grande maioria naquele local. Ali, os médicos e profissionais de saúde da Santa Casa salvaram a minha vida. Ali, despontou uma pessoa que, mais do que jurar a vida pela sua Pátria, tudo fará também pela nossa liberdade – falou.
Senador visitou o pai nesta quarta e foi orientado a "seguir firme" O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL...
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IMPRIMA E COLOQUE NO PORTA-LUVAS DO CARRO !!! Você sabia que se enguiçar em determinadas vias da Cidade do Rio de Janeiro, você não pode chamar o seu reboque particular?
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Para evitar que você fique à mercê dos bandidos, anote e deixe em seu veículo os números dos telefones de emergência das vias especiais do Rio de Janeiro.
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Para registrar oGuacorrência em acidentes de trânsito (colisão de veículos, atropelamentos, etc...) ligue para190 ou, em caso de vítimas no acidente, chame a