Em entrevista ao podcast Expresso Ilustrada, da Folha de S. Paulo, a atriz Dira Paes falou sobre diversos assuntos, como seu papel na novela Pantanal, da TV Globo, povos indígenas e adolescentes nas urnas. Ela também fez críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro.
– Infelizmente, a gente não tem eco no governo Bolsonaro. É um governo que criminaliza ações ambientalistas, humanistas e artísticas. Tenta trazer o holofote para uma degradação da própria imagem. Economicamente, [o governo Bolsonaro] não é humano, ideologicamente, não, artisticamente, não. É tudo assim, uma fragilidade de ego, de inteligência e de sensibilidade.
Dira afirmou ainda que este é o ano da transformação.
É lamentável o que a gente tem presenciado nos últimos tempos, temos suportado abaixo dos nossos narizes. Então, este ano é o ano da transformação. Acredito muito que o povo brasileiro, ele quer se encontrar com um tempo de paz, onde a gente não tenha que defender as necessidades básicas.
Nesta quinta-feira (28), durante transmissão nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro reagiu com ironia à notícia de que a Comissão de Anistia negou os pedidos da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e do deputado federal Ivan Valente (PSOL) por indenizações.
Os dois políticos de esquerda tinham pedido reparação pelo período em que foram presos e torturados durante o período militar..
– Dilma Rousseff, perdeu! Quem sabe lá na frente, quando algum esquerdista voltar ao poder, espero que não aconteça, você receba. Ivan Valente gosta de uma grana. Tentou pegar mais uma graninha do Estado com as barbaridades que fez no passado – declarou o chefe do Executivo.
Bolsonaro ainda afirmou que vai divulgar quanto os anistiados após a ditadura recebem de pensão do Estado brasileiro.
Procurador-geral da República, Augusto Aras Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Nesta quinta-feira (14), a Procuradoria-Geral da República (PGR) rebateu um artigo publicado pela jornalista Miriam Leitão no jornal O Globo em que disse que o governo do presidente Jair Bolsonaro “neutralizou a PGR”.
Em um longo texto, o órgão afirmou que Miriam fez uma “acusação vazia” e que ela “desconsidera aspectos relacionados ao trabalho do Ministério Público Federal, que é de natureza jurídica e cujos limites técnicos estão previsto em leis e na própria Constituição Federal”.
Um dos pontos abordados pela coluna de Miriam Leitão foi as suspeitas de corrupção no Ministério da Educação (MEC). Para ela, a pasta ” foi ocupada por picaretas” e teve “pastores pedindo propina a prefeitos”; assim como o dinheiro do Fundo Nacional de Educação “sendo distribuído de forma fraudulenta”.
Ao falar sobre a situação, no entanto, a PGR disse que “os fatos são objeto de inquérito policial instaurado por requisição do procurador-geral da República. Requisição essa apresentada ao Supremo Tribunal Federal tão logo a PGR tomou conhecimento de representações enviadas ao órgão ministerial”.
Leia a nota da PGR:
A propósito do artigo Corrupção no Atual Governo, publicado pelo jornal O Globo nesta quinta-feira, a Secretaria de Comunicação do Ministério Público Federal esclarece:
Mais uma vez, o texto apresenta ilações e faz afirmações desconectadas da realidade e dos fatos. Ao afirmar que o governo “neutralizou a PGR”, a autora do texto faz acusação vazia, que desconsidera aspectos relacionados ao trabalho do Ministério Público Federal, que é de natureza jurídica e cujos limites técnicos estão previsto em leis e na própria Constituição Federal.
No caso de suspeitas de irregularidades do Ministério da Educação — um dos temas mencionados no artigo — cabe destacar que os fatos são objeto de inquérito policial instaurado por requisição do procurador-geral da República. Requisição essa apresentada ao Supremo Tribunal Federal tão logo o PGR tomou conhecimento de representações enviadas ao órgão ministerial.
Respeitar os prazos e regramentos que disciplinam o andamento de apurações, sejam elas de caráter penal ou cível, é obrigação de todos e condição para se assegurar os resultados pretendidos, quais sejam: a correta investigação e responsabilização de quem quer que tenha cometido atos ilícitos. É o que a atual gestão à frente da Procuradoria-Geral da República tem feito desde o início dos trabalhos.
Em relação a informações atribuídas à ONG Transparência Internacional (TI) sobre supostas preocupações com retrocesso no combate à corrupção no Brasil, o tema tem sido recorrente e já foi devidamente esclarecido pela PGR, inclusive, com dados da atuação. Além das respostas enviadas e já publicadas pela imprensa, o Relatório Transparência Internacional 2022 foi objeto de ofício enviado à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) pela Secretaria de Cooperação Internacional do MPF, em 30 de março.
O documento informa à entidade aspectos da atuação institucional do MPF, apresenta dados que rebatem as alegações da TI e deixa claro que o objetivo é “evitar a exposição indevida e midiática de instituições autônomas, independentes e essenciais para a democracia brasileira”, tal como ocorre no referido artigo jornalístico publicado nesta quinta-feira.
Finalmente, é de se estranhar que se continue dando crédito a documento elaborado por entidade que foi indevidamente indicada para participar do processo de destinação de R$ 2,3 bilhões a serem pagos pelo grupo econômico J&F como parte do acordo de leniência firmado com a unidade do MPF no Distrito Federal (PRDF). O fato, que é objeto de apuração na Corregedoria Nacional do Ministério Público vinculada ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), não se concretizou por causa das providências adotadas por Augusto Aras.
Nesta quinta-feira (28), o pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT-CE) discutiu com apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL). A confusão aconteceu durante uma visita à Agrishow, em Ribeirão Preto (SP).
Por meio de nota publicada nas redes sociais, Ciro afirma que os apoiadores do presidente agiram com violência e preconceito.
– Ciro Gomes visitava a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, a Agrishow, em Ribeirão Preto, quando foi insultado e sofreu tentativas de agressão física por militantes bolsonaristas – informou a assessoria do ex-ministro no Twitter.
O texto diz ainda que “os agressores agiram com violência e com profundo preconceito contra nordestinos, atacando com forte conotação racista a sua origem cearense”.
Como mostrou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, enquanto caminhava pelos estandes do evento agrícola, Ciro respondeu a ofensas e xingou seus interlocutores. Como reação aos gritos de “mito”, ele chamou repetidamente o presidente da República de “ladrão da rachadinha”.
Ciro foi o primeiro pré-candidato à presidência da esquerda a visitar a feira nesta edição.
O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta quinta-feira (28) a compra do Twitter pelo bilionário Elon Musk. Durante sua tradicional live, transmitida semanalmente nas redes sociais nas quintas-feiras, o chefe do Executivo disse que o negócio “mudou o humor do Brasil”.
Pleno.News - 29/04/2022 07h36 | atualizado em 29/04/2022 07h37
Presidente Jair Bolsonaro Foto: José Dias/PR
O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta quinta-feira (28) a compra do Twitter pelo bilionário Elon Musk. Durante sua tradicional live, transmitida semanalmente nas redes sociais nas quintas-feiras, o chefe do Executivo disse que o negócio “mudou o humor do Brasil”.
Ao comprar a plataforma por 44 bilhões de dólares (R$ 220 bilhões), Musk afirmou que sua prioridade seria “aumentar os limites da liberdade de expressão” da rede social. A iniciativa foi comemorada por apoiadores do presidente, que criticam os limites impostos no Twitter e em outras redes sociais.
De acordo com Bolsonaro, perfis de direita no Twitter ganharam maior número de seguidores após a compra por Elon Musk porque os algoritmos teriam respondido à aquisição. Logo que a venda da plataforma foi anunciada, nomes como o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, e o ex-secretário de Cultura, Mário Frias, perceberam um aumento incomum de seguidores.
Maíra Cardi e Arthur Aguiar após a final do BBB 22 Foto: Reprodução/TV Globo
Maíra Cardi, mulher de Arthur Aguiar, o vencedor do Big Brother Brasil 22, resolveu rebater as insinuações do ex-presidente Lula (PT) sobre a votação da final do reality show da Globo. Pouco antes da final do programa, na última terça-feira (26), o petista disse ter ouvido que um dos brothers teria usado sua condição financeira elevada para contratar fábrica de robôs para vencer o reality.
Em entrevista à coluna de Leo Dias, no Metrópoles, Maíra disse que Lula parecia não saber sobre o quê estava falando.
– Em relação ao Lula, por si só ele mesmo não sabe o que tá (sic) falando. Ele falou que não sabia o que tava (sic) falando porque ele não assistia BBB então ele escutou alguém dizer alguma coisa: “Ah, parece que tem um cara, com situação financeira, que fica botando robô”, ou seja, ele escutou uma história de bar de boteco vazio – comentou.
Por demonstrar não acompanhar o programa, Lula, na visão de Maíra, foi irresponsável ao “passar a informação pra frente”.
– Ele só passou a informação pra frente. Ficou muito nítido, pelo menos ali onde eu vi, que ele não sabia o que tava (sic) falando, estava passando uma informação que foi passada pra ele, obviamente, o que é uma irresponsabilidade. Mas ele é irresponsável mesmo, então não vai ser a primeira nem última vez que ele passa uma informação assim, aleatória ou comete um ato de irresponsabilidade. Eu acho muito ruim quando as pessoas tiram o mérito do ganhador. O mérito do Arthur é todinho do público, da padaria, dos pontos de luz, não existe robô – finalizou Cardi.
Arthur Aguiar também já respondeu às declarações do ex-presidente. O ator afirmou se sentir “perseguido” e destacou que “as pessoas” sempre tentam “desmerecer” a “trajetória” dos que chegam ao pódio do programa.
– Não é o primeiro ano que dizem que quem ganha teve ajuda de robôs, as pessoas entram numas teorias de desmerecer nossa trajetória. Creio que a Globo como uma empresa gigante pode falar melhor do que ninguém sobre seu sistema de defesa – declarou Arthur.
Polícia Federal realizou operação contra quadrilha que produzia materiais de pornografia infantil Foto: Divulgação/PF
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28), uma operação batizada como “Abusou” contra suposta organização criminosa que produz e vende fotos e vídeos de pornografia infantil a sites da chamada deepweb. De acordo com os investigadores, mais de 120 crianças e adolescentes brasileiras, com idades que variam entre 4 e 18 anos, foram identificadas nas imagens.
O Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantil analisa cerca de 200 mil arquivos de imagens e vídeos ligados ao grupo suspeito. Durante as diligências, os agentes prenderam preventivamente um homem apontado como principal fotógrafo do grupo. Ele também é acusado da prática de crimes sexuais..
Segundo os investigadores, o fotógrafo induzia garotas a trocarem de roupa em seu carro e em seu estúdio fotográfico, onde haveria espelhos e câmeras estrategicamente posicionadas para registrá-las nuas. A PF ainda vasculha dez endereços ligados aos investigados em Balneário Camboriú (SC), Santana do Parnaíba (SP), São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
As ordens para as diligências foram emitidas pela 1ª Vara Federal de Itajaí (SC), que ainda determinou o sequestro e bloqueio de bens dos suspeitos. Segundo a corporação, dez pessoas foram indiciadas, no âmbito da investigação, pelos crimes de organização criminosa, violação sexual mediante fraude, importunação sexual, assédio sexual, registro não autorizado da intimidade sexual, disponibilização de material pornográfico e estupro de vulnerável.
As investigações identificaram que o grupo atua desde 2001, “convencendo meninas a serem filmadas e fotografadas com roupas de banho e sem peças íntimas, sob a promessa de que o material seria utilizado para agenciamento de modelos em trabalhos de moda e publicidade”.
Durante as apurações que culminaram na Operação Abusos, a PF contou com o apoio do Secretariado Geral da Interpol, baseado em Lyon, na França. Segundo a corporação, as imagens das menores eram reportadas por estarem associadas a pornografia infantil e serem catalogadas no banco de imagens de exploração sexual infantil da polícia internacional.
As investigações também foram abastecidas com informações fornecidas pela Agência de Investigações de Segurança Interna dos Estados Unidos (Homeland Security Investigations – HSI). Segundo a PF, diversos integrantes da organização criminosa são cidadãos norte-americanos condenados por crimes sexuais contra crianças.
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utilidade pública
IMPRIMA E COLOQUE NO PORTA-LUVAS DO CARRO !!! Você sabia que se enguiçar em determinadas vias da Cidade do Rio de Janeiro, você não pode chamar o seu reboque particular?
Na hora da emergência, nem adianta ligar para o seu reboque de seguradora, pois em locais como Linha Vermelha, Linha Amarela, Auto-Estrada Lagoa-Barra e outros, eles não são autorizados a te socorrer.
Para evitar que você fique à mercê dos bandidos, anote e deixe em seu veículo os números dos telefones de emergência das vias especiais do Rio de Janeiro.
- Linha Amarela .............................. 0800 024-2355 - Linha Vermelha ............................ 0800- 282-8664 - Avenida Brasil............................... 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Rebouças............................ 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Santa Bárbara..................... 0800 282-8664 3852-0382 - Mergulhão da Praça XV................ 0800 282-8664 3852-0382 - Auto-Estrada Lagoa-Barra........... 0800 282-8664 (inclui túneis e Elevado do Joá) 3852-0382
- Via Lagos.......................................... 0800 7020 124 (22) 2665-6565 (22) 2665-6868
- Via Dutra........................................... 2557-2829 2557- 2801
Se estiver em outro local, em situação de perigo peça ajuda à Polícia Militar pelo tel.:190
Para registrar oGuacorrência em acidentes de trânsito (colisão de veículos, atropelamentos, etc...) ligue para190 ou, em caso de vítimas no acidente, chame a