Ex-ministro Sergio Moro e a deputada Carla Zambelli Foto: Arquivo Pessoal
Nesta terça-feira (3), a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) utilizou as redes sociais para rebater uma provocação feita pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro. A parlamentar afirmou que o ex-juiz “se apequenou” e o chamou de traíra.
Moro, que foi padrinho de casamento de Zambelli, compartilhou um vídeo feito durante as manifestações de 1º de Maio. Na gravação, um jovem aparece perguntando a Zambelli e a um grupo de apoiadores sobre trocas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal (PF). Ao comentar o vídeo, Moro chamou o garoto de “corajoso”.
– Rapaz corajoso. Dizer a verdade é um ato de coragem hoje em dia – destacou.
Zambelli então decidiu questionar Moro sobre as provas de uma interferência do presidente na PF.
– Eu vim aqui para responder. Para dizer o quanto você se apequenou. Daí comecei a ler os comentários, vou só repetir o que muitos já escreveram: CADÊ AS PROVAS da tal interferência? Quebraram todos os meus sigilos por sua causa: não encontraram NADA. Traíra lhe define – apontou.
Um comentário feito pelo ex-deputado federal Jean Wyllys, na última sexta-feira (27), causou revolta em parlamentares de Santa Catarina e em moradores de uma cidade do estado. O ex-parlamentar usou as redes sociais para comparar o cartaz da tradicional Schützenfest, de Jaraguá do Sul, ao nazismo.
– A estética da propaganda nazista alemã para promover uma “festa de atiradores” em região do Brasil para onde fugiram muitos dos nazistas alemães para não pagarem por seus crimes – escreveu Jean, no Twitter.
Em resposta, a Câmara Municipal de Jaraguá do Sul emitiu nota de repudio.
– A Câmara Municipal de Jaraguá do Sul vem a público manifestar sua indignação e repúdio às declarações ofensivas, inverídicas e discriminatórias publicadas no perfil do Twitter do ex-deputado Jean Wyllys, que fazem referência à Schützenfest, a maior festa de atiradores do Brasil, tradicionalmente realizada na nossa cidade.
A deputada federal Carol de Toni chamou de absurdo o post de Jean. Ela gravou um vídeo e
– Que porcaria, que mentira que você está falando aqui! Os colonizadores alemães vieram para Santa Catarina desde 1828 e ali na região a cultura do tiro está presente desde 1906, muito antes das duas guerras mundiais, muito antes de existir nazismo. (…) O que falar dessa ofensa ao povo de Santa Catarina? (…) Você tem que lavar a tua boca para falar dos catarinenses. Nós temos muito orgulho da nossa cultura, das nossas tradições. (…) Mas o que esperar de Jean Wyllys? Um baita de um covarde, que não aceitou a vitória do presidente [Jair] Bolsonaro, renunciou ao seu mandato e fugiu do Brasil. E para onde ele foi? Ele foi para a Alemanha. Seu ingrato – declarou Carol.
Quem também se manifestou foi o deputado estadual Dr. Vicente Caropreso (PSDB). Segundo ele, Jean perdeu a chance de ficar calado.
– Jean Wyllis, perdeste a chance de ficar calado. Represento essa comunidade com orgulho, onde tenho minha família, e não há nada de cultura nazista. Tradição do tiro veio com nossos antepassados da Hungria/Alemanha/Áustria/Itália, meados do século 19. Aproveite para pedir desculpas – rebateu.
O deputado federal Rodrigo Coelho chamou a crítica de Wyllys de repugnante.
– Repugnante e inaceitável essa crítica infundada do Sr. Jean Wyllys sobre a Schützenfest de Jaraguá do Sul. Falar sobre o que não se conhece é pura ignorância! Os catarinenses merecem respeito e nossa história é marcada por muito trabalho, honra e conquistas. A Festa de Atiradores é um orgulho para toda Santa Catarina e continuará preservando com dignidade a cultura germânica de milhares de famílias catarinenses – respondeu.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, recebeu o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Nesta terça-feira (3), os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, se reuniram. O encontro durou cerca de 45 minutos na Corte, segundo a Agência Brasil.
Após a reunião, Pacheco defendeu o diálogo entre os Poderes e afirmou que o Congresso pode discutir o aprimoramento das condições em que a graça pode ser decretada, mas não pode derrubar o decreto de Bolsonaro.
– Diante de uma situação inusitada que foi a decretação da graça, o Congresso se viu diante de uma situação que não pode deixar de validar o decreto de graça, porque é uma prerrogativa do presidente da República, mas há uma preocupação de conter um sentimento de impunidade. O que nós não podemos permitir é que o acirramento eleitoral, que é natural do processo eleitoral, possa descambar para anomalias graves, como se permitir falar sobre intervenção militar, atos institucionais, frustração de eleições e fechamento do STF. São anomalias graves que precisam ser contidas – disse ele.
O STF emitiu nota e disse que os presidentes reforçaram compromisso com a harmonia entre os Poderes.
– Eles conversaram sobre o compromisso de ambos para a harmonia entre os Poderes, com o devido respeito às regras constitucionais. E ressaltaram que as instituições seguirão atuando em prol da inegociável democracia e da higidez do processo eleitoral – declarou a Corte.
Confira, abaixo, a nota na íntegra:
Os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Ministro Luiz Fux, e do Senado, Senador Rodrigo Pacheco, se reuniram nesta terça-feira (3) por cerca de 45 minutos na Presidência do STF.
Eles conversaram sobre o compromisso de ambos para a harmonia entre os poderes, com o devido respeito às regras constitucionais. E ressaltaram que as instituições seguirão atuando em prol da inegociável democracia e da higidez do processo eleitoral.
Silveira e Romário poderão se enfrentar nas eleições Fotos: Câmara dos Deputados/Reila Maria // Agência Senado/Pedro França
O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) comentou sobre a tentativa de reeleição do senador Romário (PL-RJ), bem como o apoio sinalizado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao ex-jogador. Na última semana, Romário se se autoproclamou o “candidato de Bolsonaro” ao Senado pelo Rio de Janeiro.
O cargo de senador pelo Rio também está nos planos de Silveira, que é apoiador de Bolsonaro. De acordo com Guilherme Amado, do Metrópoles, o parlamentar disse a interlocutores que “gestos valem mais que palavras”, referindo-se ao apoio popular que ele detém da ala bolsonarista.
ilveira ainda afirmou que é compreensível a posição de Bolsonaro em relação a Romário, visto que eles são colegas de partido. Para ele, trata-se de um aceno do presidente ao próprio partido.
Em uma entrevista na semana passada, o chefe do Executivo disse que a prioridade de Romário para o Senado pelo Rio de Janeiro é algo óbvio.
Nesta segunda-feira (2), Daniel Silveira declarou que está “absolutamente” elegível e que o indulto individual concedido a ele pelo presidente tem abrangência “total e plena”. As declarações foram dadas durante um evento do PTB que aconteceu em um clube da Zona Oeste de São Paulo.
Ministro Luiz Fux em audiência com General Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira Foto: Nelson Jr./SCO/STF
O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Oliveira, se reuniu com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, e disse que as Forças Armadas estão “comprometidas com a democracia brasileira”. A informação foi divulgada pela Corte em nota publicada nesta noite.
Ainda segundo o STF, o ministro garantiu que os militares atuarão “no âmbito das suas competências, para que o processo eleitoral transcorra normalmente e sem incidentes”. Fux ressaltou, por outro lado, que o STF preza pela harmonia entre os Poderes e pelo respeito entre as instituições.
A reunião ocorreu em meio a novos questionamentos do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas e após ele sugerir em declarações no domingo, 1º, que a apuração dos votos fosse feita também pelas Forças Armadas.
Fux também se reuniu, nesta terça-feira (3), com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Após o encontro, Pacheco criticou os ataques ao Judiciário e afirmou que o aviltamento e a “redução de prerrogativas” de ministros do Supremo “é algo muito ruim para a democracia”.
“O que nós não podemos permitir é que o acirramento do processo eleitoral, que é eleitoral, possa desbancar para aquilo que eu reputo como anomalias graves, que possa falar em intervenção militar, atos institucionais, frustração de eleições. Essas anomalias graves precisam ser contidas”, declarou o presidente do Senado.
Ex-ministro do STF, Celso de Mello Foto: SCO/STF/Carlos Moura
Nesta terça-feira (3), o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, disse que o o indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira é “juridicamente imprestável”. Ele deu declarações à coluna de Malu Gaspar, do jornal O Globo.
Segundo Celso, a medida viola a Constituição e expõe um “desvio de finalidade” do presidente. Em sua avaliação, o objetivo do decreto está “completamente desvinculado do interesse público” e não obedece ao requisito da impessoalidade dos atos administrativos.
Ainda de acordo com o ex-ministro, o perdão de Bolsonaro a Silveira tem “múltiplos vícios de inconstitucionalidade, como ofensas patentes aos princípios da impessoalidade, da separação de Poderes, da moralidade, tudo a pôr em evidência o claro (e censurável) desvio de finalidade que contamina e transgride o coeficiente de validade desse decreto juridicamente imprestável”.
Coronel Ronaldo Miguel Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube Coronel Ronaldo Miguel
O coronel Ronaldo Miguel Vieira assumiu, nesta terça-feira (3), o comando-geral da Polícia Militar de São Paulo. Ele disse que serão feitas abordagens aos motoqueiros, em resposta aos assaltos praticados por criminosos disfarçados de entregadores na capital do estado. As informações são do UOL.
– A gente não pode criminalizar essa profissão. Eles estão tentando ganhar a vida. E, infelizmente, criminosos estão usando essa atividade como disfarce para cometer roubos. Estamos dando continuidade em operações com motociclistas. Só que a gente vai parando todos – falou Vieira.
Durante uma entrevista coletiva, após sua posse, ele pediu compreensão por parte dos motociclistas.
– A gente conversa com os profissionais que estão trabalhando para que eles entendam. Mas uma moto pode ter sido furtada ou roubada para ser usada em outro crime. Então, a Polícia Militar utiliza bastante [as abordagens] para dar uma resposta a esse crime. A gente tem que mostrar para a população que a Polícia Militar está presente – declarou.
No entanto, ele não explicou como as abordagens da polícia serão feitas.
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