Dupla sertaneja apresenta música sobre Bolsonaro: Capitão do Povo Foto: Reprodução/Print de vídeo Facebook Jair Messias Bolsonaro
Uma transmissão ao vivo, no perfil do presidente Jair Bolsonaro no Facebook, mostrou a dupla Mateus & Cristiano apresentando uma música em homenagem ao chefe do Executivo. Intitulada Capitão do Povo, a canção foi revelada nesta sexta-feira (20).
No vídeo, Bolsonaro aparece ao lado do empresário Luciano Hang e do ex-ministro da Defesa, Walter Braga Netto.
Os sertanejos destacaram que foi uma honra apresentar a canção para Bolsonaro. A letra diz que o capitão do povo irá vencer de novo.
– É o capitão do povo, que vai vencer de novo. Ele é de Deus, você pode confiar. Defende a família e não vai te enganar. É o capitão do povo, que vai vencer de novo. Igual a ele nunca existiu. É a salvação do nosso Brasil. Ei, no Mito eu boto fé. É ele quem defende a nação, que tem nossa bandeira no seu coração. Ei, está em nossas mãos. Temos a chance de novo, de cuidar do nosso povo e gritar ‘Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos’ – diz trecho da música.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que existem três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que infernizam não somente a ele, como o Brasil. As declarações foram dadas em entrevista ao Correio de Manhã gravada na quarta-feira (18), mas divulgada nesta sexta (20)..
Ao citar os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, Bolsonaro enfatizou que o último se comporta como o “líder de partido de esquerda”.
– Temos três ministros que infernizam não só o presidente, mas o Brasil: Fachin, Barroso e Alexandre de Moraes. Esse último é o mais ativo e se comporta como o líder de partido de esquerda e de oposição – disse o presidente.
No dia seguinte, na quinta (19), Bolsonaro e Moraes encontraram-se em cerimônia de posse e de ratificação de novos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Na ocasião, Bolsonaro chegou a “mandar” que Moraes se levantasse para cumprimentá-lo. A cena chamou a atenção, e um vídeo do momento viralizou nas redes sociais.
Ministro André Mendonça, do STF, e o presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Carolina Antunes
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), minimizou nesta sexta-feira (20), a crise recente entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e a Corte. Ele disse que Executivo e Judiciário tem “maturidade para, à luz dos conflitos, buscar o melhor caminho”.
– Todo debate político traz tensões. É natural que isso aconteça. O que é importante, e eu tenho certeza que há, é de todos os lados maturidade para, à luz dos conflitos, buscarmos o melhor caminho. Eu tenho certeza que é nesse direção que nós vamos caminhar – afirmou.
A declaração vem após um novo capítulo da tensão entre Planalto e STF, aberto com críticas de Bolsonaro ao ministro Alexandre de Moraes. Primeiro, o presidente entrou com uma notícia-crime cobrando uma investigação de Moraes por abuso de autoridade em certas investigações.
Em menos de 24 horas, o ministro Dias Toffoli, definido como relator, rejeitou o pedido e disse que um juiz não pode se tornar réu “pelo simples fato de ser juiz”. Com o freio do STF, Bolsonaro decidiu acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR). Ainda não houve manifestação do órgão sobre a representação do presidente.
Questionado sobre o papel das Forças Armadas no processo eleitoral, bandeira que tem sido levantada pelo presidente ao questionar a segurança das urnas eletrônicas e defender uma contagem paralela de votos pelos militares, Mendonça afirmou que o trabalho deve ser em nome do “bom andamento das eleições”.
– As Forças Armadas têm, historicamente, ajudado nas eleições. Eu me recordo, como Ministro da Justiça e Segurança Pública, da própria participação do Exército, das Forças Armadas em geral, na garantia da segurança das urnas para o bom andamento das eleições. Eu tenho certeza que é nesse sentido que nós vamos caminhar, de construção e de pacificação – apontou.
Mendonça também defendeu a atuação do Judiciário como “agente pacificador das relações sociais”.
– A prioridade [em ano de eleição] é ter uma Justiça consolidada, cada vez mais segura, e que tenha consciência do seu papel de aplicação do Direito e da Constituição, de respeito às garantias e direitos individuais, e numa segunda perspectiva de compreendermos do papel da Justiça na consolidação da democracia e ser um agente pacificador das relações sociais como um todo – afirmou.
Mendonça esteve em São Paulo para ministrar uma aula magna sobre governança pública e Estado de Direito na sede da Associação Paulista de Magistrados (Apagamagis), na região central da capital paulista.
O ministro ainda defendeu a “autocontenção” do Poder Judiciário. Ele disse que os magistrados devem “evitar ficar buscando tanto holofote, tanta entrevista”.
– Eu até outro dia fiz um tweet, mas foi algo bem excepcional – disse ao comentar o dia em que foi ao Twitter explicar o voto para condenar o deputado bolsonarista Daniel Silveira (PTB-RJ) por ataques antidemocráticos.
O posicionamento do ministro foi duramente criticado por apoiadores do governo, que o acusaram de deslealdade.
– As críticas vão ocorrer, queiramos ou não. Podemos estar certo, elas vão ocorrer, como podemos estar errados e elas vão haver. Eu acho que o grande diferencial que podemos ter é, à luz das críticas, justas ou injustas, fazermos a nossa autocrítica – disse ao comentar as reações a decisões do STF.
O ministro ainda classificou como um “problema” o volume de decisões individuais no STF, no lugar dos julgamentos colegiados, e disse acreditar que o tribunal caminha para uma revisão do regimento interno.
– A realidade acaba impondo a análise monocrática e essa análise monocrática se alonga no tempo. Nós precisamos dar uma resposta a isso – analisou.
E continuou:
– Tem havido um decréscimo no número de processos. O passivo judicial tem se reduzido. Eu acho que, quando chegarmos em um número possível para o exercício colegiado em um tempo razoável, isso vai demandar até uma análise de revisão do próprio regimento – acrescentou.
Durante sua estadia no Brasil, o bilionário Elon Musk anunciou, nesta sexta-feira (20), que lançará a rede Starlink para monitoramento ambiental da Amazônia e fornecimento de internet para 19 mil escolas rurais brasileiras, onde há dificuldades de conexão. A notícia foi dada pelo CEO da Tesla por meio de publicação no Twitter.
– Super animado por estar no Brasil para o lançamento do Starlink para 19 mil escolas desconectadas em áreas rurais e monitoramento ambiental da Amazônia! – declarou Musk.
A rede Starlink é um sistema de satélites da empresa de transporte espacial SpaceX, cujo Musk é fundador. Em janeiro, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) concedeu direito de exploração até 2027, para que o magnata possa operar seu serviço de satélite em todo o Brasil.
Conforme explica a empresa, a conexão oferecida pela Starlink envia suas informações através do vácuo espacial e, por isso, chega com mais rapidez que no caso de companhias que utilizam o sistema de fibra ótica. Essa tecnologia permite que a internet alcance locais menos acessíveis.
Elon Musk desembarcou no estado de São Paulo nesta sexta, onde participa de uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL), outros políticos e também empresários. O encontro ocorre no Hotel Fasano Boa Vista, em Porto Feliz. O pouso da aeronave que trouxe Musk aconteceu em um aeroporto privado de São Roque, cidade que fica a 70 quilômetros da capital paulista.
Na lista de empresários e executivos que participam do almoço estão principalmente membros da área de telecomunicações, como integrantes das operadoras Claro, Tim e Oi. A razão para isso é o projeto do bilionário de operar a Starlink no país.
Além de se reunir com o presidente Jair Bolsonaro na manhã desta sexta-feira (20), o CEO da Tesla, Elon Musk, deve almoçar com um grupo de 13 empresários brasileiros no hotel Fasano Boa Vista, em Porto Feliz, São Paulo. A informação foi revelada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Na lista de empresários e executivos que vão participar do almoço estão principalmente membros da área de telecomunicações, como integrantes das operadoras Claro, Tim e Oi. A razão para isso é provavelmente o projeto do bilionário de operar a Starlink, uma de suas empresas ligadas ao setor de tecnologia, no Brasil.
Confira abaixo quais são os empresários convidados:
1. André Esteves – BTG Pactual 2. Alberto Leite – FS 3. Ricardo Faria – Granja Faria 4. Zeco Auriemo – Grupo JHSF 5. Flávio Rocha – Riachuelo 6. Carlos Sanchez – EMS 7. Rubens Ometto – Cosan 8. Rubens Menin – MRV e banco Inter 9. Carlos Fonseca – Galápagos 10. Rodrigo Abreu – Oi 11. José Félix – Claro 12. Pietro Labriola – TIM 13. Alberto Griselli – TIM Brasil
Uma das empresas de Elon Musk é a Starlink ARQUIVO EFE/ Adam S Davis
A reunião do bilionário Elon Musk com o presidente da República, Jair Bolsonaro, agendada para esta sexta-feira (20), no interior paulista, envolve um projeto da Starlink, empresa de Musk, para operar satélites de órbita baixa no Brasil.
O ministro da Comunicações, Fábio Faria, teve um encontro com Elon Musk em dezembro do ano passado para tratar do projeto.
Segundo o ministro, o governo federal quer utilizar satélites de órbita baixa para levar internet para áreas rurais e lugares remotos, além de ajudar no controle de incêndios e desmatamentos ilegais na floresta amazônica.
A internet da Starlink, de acordo com informações da empresa, funciona enviando informações através do vácuo do espaço, onde se desloca mais rapidamente do que em cabos de fibra óptica, o que a torna mais acessível a mais pessoas e locais.
CONSTELAÇÃO DE SATÉLITES Segundo a Starlink, enquanto a maioria dos serviços de internet por satélite, atuais, são possibilitados por satélites geoestacionários simples que orbitam o planeta a cerca de 35 mil quilômteros de altitude, a Starlink é uma constelação de vários satélites que orbitam o planeta a uma distância mais próxima da Terra, a cerca de 550 quilômetros.
Uma vez que estão em baixa órbita, o tempo de envio e recepção de dados entre o utilizador e o satélite – a latência – é muito menor do que com satélites em órbita geoestacionária, diz a empresa.
O direito de exploração pela Starlink no Brasil deve valer até 2027.
Adélio Bispo de Oliveira Foto: Folhapress/Guilherme Leite
A 5ª Vara Federal Criminal de Campo Grande informou o governo federal que a Justiça tem enfrentado dificuldades para encontrar psiquiatras que aceitem realizar o exame psiquiátrico de Adélio Bispo, responsável pelo atentado à faca contra o presidente Jair Bolsonaro em Juiz de Fora, no ano de 2018. O órgão enviou questionamentos ao governo sobre a disponibilidade de peritos para o trabalho.
Considerado como inimputável por razões de saúde mental, Adélio está internado no presídio federal de Campo Grande por medidas de segurança. A Justiça havia determinado que, ao fim do prazo de internação, ele deveria passar por uma avaliação para decidir se poderia voltar ao convívio social ou se o prazo de reclusão deveria ser estendido.
No entanto, segundo o juiz Luiz Augusto Iamassaki Fiorentini, psiquiatras têm rejeitado fazer a perícia médica judicial.
Contatado pela Folha de S.Paulo, o Departamento Nacional Penitenciário, que é ligado ao Ministério da Justiça, afirmou que os peritos devem ser designados pelo próprio Judiciário.
– Os profissionais de saúde do órgão são responsáveis por atendimentos básicos de rotina, a partir de requerimento do preso ou quando identificada a necessidade de atendimento – diz o DNP.
Cláudio Castro Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), uma operação no Rio de Janeiro...
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