Sede da Polícia Federal em Brasília Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Polícia Federal realiza, nesta terça-feira (23), mais uma fase da Operação Lesa Pátria, ação que tem como objetivo apurar as invasões aos prédios públicos em Brasília no dia 8 de janeiro. De acordo com a PF, os agentes cumprem dois mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão.
Segundo informações divulgadas pela TV Globo, os alvos da atual fase, que é a 12ª, são policiais militares que deram ordem de recuo em uma área próxima do Supremo Tribunal Federal (STF). Um deles é o major Flávio Silvestre de Alencar, que chegou a ser preso na quinta etapa da investigação.
A corporação informou que o objetivo dessa fase da investigação é identificar pessoas que participaram, financiaram, omitiram-se ou fomentaram os ataques na capital. De acordo com a PF, nas dez etapas anteriores da Operação Lesa Pátria foram cumpridos 65 mandados de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 174 de busca e apreensão e 17 instaurações de inquérito policial.
General Marcos Antônio Amaro dos Santos Foto: Carolina Antunes/PR
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), general Marcos Antônio Amaro dos Santos, foi convidado para falar sobre os atos de 8 de janeiro pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.
O requerimento que convocou o ministro de Lula foi assinado pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) que pediu uma audiência pública para esclarecer alguns assuntos.
Bilynskyj quer saber, por exemplo, se é verdade o que foi noticiado pela rede de TV CNN, que mostrou o ex-ministro do GSI, Gonçalves Dias, com bastante proximidade com os manifestantes que estavam dentro do Palácio do Planalto após a invasão.
Amaro é aguardado na Câmara na próxima quarta-feira (24), a partir das 14 horas, para conversar com os deputados que fazem parte da comissão.
Neste sábado (20), a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) gravou um vídeo para comunicar seus seguidores que está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília (DF), após um “mal-estar súbito”. Na publicação, vários amigos e apoiadores desejaram melhoras.
Entre os comentários da publicação, muitos famosos e políticos desejando melhoras.
O deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) foi um dos que fez questão de desejar uma boa recuperação para sua colega de Câmara.
– Melhoras minha amiga, estamos sentindo a sua falta, você é uma mulher guerreira, volta logo, precisamos de você para juntos combatermos a esquerda. Que o GLORIOSO DEUS continue abençoando a sua vida em todos os momentos! – escreveu.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também comentou:
– Fique bem amiga. Se precisar de alguma coisa liga. Amo você.
Quem também respondeu a publicação em apoio à Zambelli foi a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Entre os artistas há comentários de Soraya Moraes, Antonia Fontenelle, o humorista Marvio Lucio Carioca, Marcelinho Carioca, o youtuber Robson Calabianqui e muitos outros.
SOBRE A INTERNAÇÃO A parlamentar contou que passou mal na segunda-feira (15), após retornar da Coreia do Sul e que está em observação para encontrar a causa do problema.
– Eu cheguei de viagem, descansei dois dias e quando eu tive este mal-estar, o meu médico achou melhor eu me internar para fazer vários exames (…) Não se sabe muito bem qual é a causa, eles estão tentando diagnosticar – revelou.
Zambelli disse que desde pequena teve muitos problemas de saúde, inclusive, já sofreu uma infecção generalizada. Até mesmo um tumor no cérebro ela já sofreu e precisou operar e, depois da operação, ela passou a sofrer de fibromialgia.
Outro problema de saúde que a deputada revelou é o síndrome de Ehlers-Danlos, que causa dor e faz com que as articulações saiam do lugar. A doença não tem cura.
Polícia encontrou dez criminosos em bunker Foto: Reprodução/ Band News
Em uma operação em Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio de Janeiro, a Polícia Civil encontrou uma espécie de bunker, um abrigo subterrâneo, onde suspeitos de tráfico se escondiam. A ação, ocorrida nesta sexta-feira (19), foi contra a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP).
De acordo com os investigadores, o local foi construído no terreno de uma ONG, que seria de fachada. Foram apreendidos 17 fuzis e uma arma calibre ponto 50, munições, granadas e drogas. Ao menos 17 traficantes foram presos na operação, sendo que dez deles estavam escondidos no bunker.
– Dez foram presos dentro do bunker. Eles estavam nos fundos da construção. Você entrava na ONG, passava por um ginásio. Um local de atividades típicas de ONG, e ao final tinha um corredor. Seguindo o corredor, virava à direita e atrás havia sido feito uma obra. Uma parede falsa dava acesso a um cômodo, onde estavam dez traficantes, com todo armamento – disse o delegado Marcos Amim, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE).
De acordo com a polícia, o plano dos integrantes da facção era invadir comunidades dominadas por traficantes rivais.
– A ação teve como um dos objetivos verificar informações de inteligência, com base em investigações da DRE, e evitar que criminosos, liderados pelo narcotraficante conhecido como Peixão, invadissem a comunidade da Zona Norte com atuação de facções rivais – informou o delegado.
O Terceiro Comando Puro (TCP) é a segunda maior facção de tráfico de drogas do Rio. A área já dominada pelo grupo envolve as comunidades Cidade Alta, Vigário Geral, Parada de Lucas, Cinco Bocas e Pica-Pau.
Peixão é considerado foragido da Justiça, sendo alvo de 10 mandados de prisões por crimes como tráfico de drogas, homicídio e ocultação de cadáver.
O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) esteve neste sábado (20) em Curitiba, no Paraná, participando da Marcha para Jesus ao lado do ex-deputado federal Deltan Dallagnol, cassado na terça (16) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Para o ex-juiz, o Brasil vive uma “fase de ódio” e que seria este o sentimento por trás da cassação do mandato do deputado mais votado do estado do Paraná. Deltan foi eleito com 344,9 mil votos.
Ao falar sobre o ex-procurador da Lava Jato, Moro o elogiou e disse que reconhece as virtudes de Dallagnol mesmo não sendo amigos íntimos.
– Deltan Dallagnol é a pessoa mais honrada que eu conheci, uma das melhores pessoas que eu já conheci e eu digo isso mesmo sem ser um amigo próximo. Digo pela admiração profissional e pelo trabalho que ele fez nesse país, o quanto ele se dedicou e os riscos que ele assumiu – comentou.
E continuou:
– Este homem aqui sofreu, esta semana, uma gigantesca injustiça que eu atribuo a este sentimento de ressentimento e ódio.
Centenas de pessoas estiveram no centro da capital paranaense para demonstrar apoio ao agora ex-deputado. Outro ato de apoio está marcado para acontecer neste domingo (20), às 15h, na porta da sede do Ministério Público Federal (MPF), também no centro de Curitiba.
O site da Câmara dos Deputados mantém no ar uma enquete sobre o Projeto de Lei 2630/2020, o PL da Censura, que visa instituir a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.
A maioria dos cidadãos que responderam a enquete se mostra contrária ao projeto que teve seu caráter de urgência aprovado na Casa, mas não tem data para se votar no mérito do texto.
Mais de 23,3 mil pessoas responderam que discordam totalmente do texto (70%), outros 1,8 mil discordam na maior parte (5%), outros 1,3 mil (4%) concordam na maior parte e 6,5 mil (21%) concordam totalmente com o texto.
No canal de comunicação liberado pela Câmara é possível ler os recados deixados pelos cidadãos e são muitos os comentários contrários ao texto.
– Não há pontos positivos… É apenas mais uma tentativa de calar a sociedade … Já existem leis mais que suficientes para punir qualquer infrator … Este arremedo é apenas uma mordaça – escreveu um cidadão.
– O projeto de lei nasceu inconstitucional. Vide art. 5º, IX da Constituição Federal, em que é citado que : “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;” portanto, o projeto em epígrafe é censura! – escreveu outro.
– O que caracteriza uma fake news? A resposta desta questão não está clara no PL, e nem é possível. Exemplo: as inúmeras interpretações das leis que os advogados usam nas defesas. Isso tende a tornar imparcial a decisão sobre o que é, ou não, fake news. Basta ver aqui a divergência de opiniões para confirmar isso. A diversidade é o que move a humanidade, com debates e novas ideias. Se o governo decide o que é verdade, o mesmo vai em benefício próprio, independente se esquerda ou direita – comentou outro.
Poucos são os comentários em favor do projeto de lei.
– Acredito que a liberdade deve vir junto com a responsabilidade. Chega de discurso de ódio e de ataques sem punição – diz uma cidadã que apoia o PL 2630/2020.
– Finalmente saberemos como funciona os algoritmos utilizado pelas “big techs”, afinal, que elas pegam nossos dados para anúncios e melhorias não e surpresa, mas como brasileiros que utilizamos seus serviços, temos direitos a saber o que é pego e como é usado. Além de punir a rigor da lei aqueles que propagam informações falsas utilizando esses veículos de redes sociais com o intuito de distorcer o debate, propagar ódio ou “dog whistle” para neonazista – escreveu outro internauta.
Deputadas Silvia Waiãpi e Clarissa Tércio Fotos: Agência Senado/Edilson Rodrigues // Assembleia Legislativa de Pernambuco/Roberto Soares
A Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu que as deputadas Clarissa Tércio (PP-PE) e Silvia Waiãpi (PL-AP) não iniciaram os atos do dia 8 de janeiro em Brasília.
O parecer foi enviado nesta sexta-feira (19), ao Supremo Tribunal Federal (STF) e afirma que, embora tenham feito publicações com “viés ideológico” nas redes sociais, as deputadas só se manifestaram depois da invasão aos prédios na Praça dos Três Poderes.
– Analisando-se o material amealhado durante as investigações, constata-se que não se extrai, ainda que com esforço interpretativo, qualquer indício da prática de crime – diz um trecho do documento.
– Inexiste nexo causal entre as práticas delitivas ocorridas e a postagem.
O subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, que assina a manifestação em nome da PGR, defendeu o arquivamento da investigação, sem oferecer denúncia. Ele afirmou que cabe ao Conselho de Ética da Câmara analisar se houve quebra de decoro.
A deputada Clarissa Tércio divulgou no Instagram um vídeo da invasão ao Congresso Nacional.
– Acabamos de tomar o poder. Estamos dentro do Congresso. Todo povo está aqui em cima. Isso vai ficar para a história, a história dos meus netos, dos meus bisnetos – narra uma voz feminina enquanto filma os manifestantes.
Em depoimento, a deputada negou que a voz seja dela. Clarissa afirmou que não estava em Brasília no dia dos atos e que, quando soube da gravidade dos protestos, publicou uma nota repudiando os atos de violência.
Silvia Waiãpi também divulgou um vídeo das invasões e incluiu a legenda: “Povo toma a Esplanada dos Ministérios nesse domingo! Tomada de poder pelo povo brasileiro insatisfeito com o governo vermelho.”
A deputada disse em depoimento que não estava em Brasília no dia 8 de janeiro e que compartilhou o registro “a título jornalístico de informação”.
O deputado André Fernandes (PL-CE) também é investigado. Em relação a ele, a PGR pediu mais 60 dias para concluir o inquérito. O parlamentar divulgou, no dia 6 de janeiro, um ato na Praça dos Três Poderes.
– Neste final de semana acontecerá, na Praça dos Três Poderes, o primeiro ato contra o governo Lula. Estaremos Lá – disse.
Ele também compartilhou uma foto do porta do armário de togas do ministro Alexandre de Moraes, arrancada pelos invasores com a legenda: “Quem rir vai preso”.
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