O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) evitou criticar o sucessor Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela indicação de Cristiano Zanin Martins para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
– Competência privativa do presidente – respondeu à imprensa.
À convite do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o ex-chefe do Executivo está na capital paulista, nesta sexta-feira (3), para acompanhar a formatura de oficiais da Polícia Militar de São Paulo.
Durante o evento, Bolsonaro foi cercado de aliados. O senador Marcos Pontes (Republicanos-SP), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB) acompanham também a cerimônia que acontece na Zona Norte da cidade.
Outros parlamentares, especialmente representantes da bancada da bala na Alesp, também estão presentes. Apesar da familiaridade com a pauta militar, Bolsonaro foi um dos poucos a não cantar o hino da Academia Barro Branco.
O ex-presidente está em São Paulo desde quinta (1°), quando se submeteu a exames de rotina. Durante a noite, Bolsonaro assistiu de camarote a uma partida entre São Paulo Futebol Clube e Sport Recife, no estádio do Morumbi.
Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Na esteira de derrotas na Câmara, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reconheceu nesta sexta-feira (2), a dificuldade do governo no Legislativo. Durante discurso na Universidade Federal do ABC (UFABC), em São Bernardo do Campo, na Grande SP, o petista disse que a esquerda não tem votos suficientes até mesmo para aprovar projetos de lei ordinários.
– É importante vocês saberem a correlação de forças no Congresso Nacional. A esquerda toda tem, no máximo, 136 votos, isso se ninguém faltar. Para votar uma coisa simples, precisa de 257 – afirmou, acrescentando que para aprovar emendas constitucionais a necessidade de votos na Câmara é ainda maior.
A uma plateia formada, em grande parte por apoiadores, Lula disse que governar demanda esforço e negociações com quem não apoia o governo.
– Você ganha a eleição e depois precisa passar o tempo inteiro conversando para ver se você consegue aprovar uma coisa.
Em relação à reestruturação dos ministérios, Lula frisou que foi necessário conversar com “quem a gente não gosta” porque o governo corria o risco de a organização da Esplanada, estabelecida em medida provisória, não ser aprovada. Apesar das dificuldades, ele assegurou que, aos 77 anos, está “muito mais otimista”.
Presidente da Câmara, Arthur Lira Foto: Câmara dos Deputados/Paulo Sérgio
Após a operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (1º), cujos alvos são aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o parlamentar teria passado o dia “espumando de raiva”. É o que diz Lauro Jardim, em sua coluna do jornal O Globo.
De acordo com o colunista, um aliado de Lira lhe confidenciou que, embora em público tenha se mostrado impassível, nos bastidores o deputado federal falou até mesmo em “dar o troco”. Para a suposta vingança, Lira usaria seu poder na Câmara.
– Fora a reforma tributária, que interessa ao governo e ao Arthur, nenhum projeto do governo vai ter vida fácil na Câmara – disse o aliado.
A operação deflagra pela PF foi a Hefesto, que visa aprofundar a investigação sobre um esquema de fraudes em licitações de 43 municípios de Alagoas. O prejuízo estimado até o momento é de R$ 8,1 milhões, mas os investigadores apontam que o rombo nos cofres públicos pode ser maior.
Os policiais fazem buscas em 27 endereços ligados aos investigados – 16 em Maceió (AL), oito em Brasília (DF), um em Gravatá (PE), um em São Carlos (SP) e um em Goiânia (GO). Duas pessoas também são alvo de mandados de prisão temporária em Brasília. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Federal de Alagoas.
Jeff Machado Foto: Reprodução / Instagram @jeffmachado
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) afirma que o crime cometido contra Jeff Machado foi premeditado, sendo realizado em um momento em que o produtor de TV Bruno de Souza Rodrigues, de 37 anos, e Jeander Vinícius da Silva Braga, de 29, se aproveitaram de relação sexual com o ator para matá-lo, conforme consta no pedido de prisão temporária do MP-RJ desta quinta-feira (1°).
Na noite do mesmo dia, a Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão temporária dos dois acusados, segundo informaram os advogados da família da vítima, Jairo de Magalhães Pereira e Rodrigo Feital Freire. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) aceitou os pedidos solicitados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio.
Na última segunda (29), a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) representou pela prisão dois homens. O corpo do ator foi localizado no dia 22 de maio, enterrado em um baú coberto por concreto a dois metros de profundidade, em Campo Grande, na Zona Oeste da capital fluminense.
Rodrigues e Braga foram indiciados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Eles estavam em liberdade e negam o crime – segundo eles, uma terceira pessoa teria matado Machado. A polícia diz que essa outra pessoa não existe.
De acordo com o pedido de prisão assinado pelo promotor de justiça Sauvei Lai, o crime foi premeditado por Bruno, com auxílio de Jeander.
– Os ora indiciados são suspeitos de praticarem os crimes de homicídio e de ocultação de cadáver contra Jefferson, aproveitando-se do momento em que mantinham relação sexual com a vítima para pôr em prática plano criminoso, estrangulando-a e colocando o seu cadáver em um baú, para, posteriormente, ocultá-lo no terreno do imóvel alugado por Bruno, onde o enterraram e concretaram a cerca de dois metros de profundidade – disse o pedido de prisão.
O produtor de TV era considerado pela vítima um de seus melhores amigos e foi quem registrou na polícia, junto com familiares de Machado, o desaparecimento do ator. Mas, estava com os cartões bancários e as chaves do carro e da casa do artista – e era em nome dele que estava alugada a casa onde Machado foi enterrado. Braga, que segundo a polícia é garoto de programa, era amigo de Rodrigues há muito tempo e há cerca de um ano conheceu Machado. Também conforme a polícia, ele confessou a ocultação de cadáver.
Conforme matéria veiculada no último domingo (28) pelo programa Fantástico, da Rede Globo, Rodrigues trabalhou na emissora até 2018, quando foi demitido pela empresa. Uma das linhas de investigação aponta que Machado teria sido enganado e dado dinheiro a Rodrigues com a promessa de entrar em uma novela da emissora.
A reportagem não localizou a defesa dos suspeitos para comentários sobre o caso. O espaço permanece aberto para manifestações.
Senador Marcos do Val (Podemos-ES) Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) apresentou, nesta quinta-feira (1º), um requerimento para que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja convocado para Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura os atos do 8 de janeiro.
Na justificativa do pedido, do Val afirma que todos os atores envolvidos devem ser ouvidos. O requerimento será votado pelos demais parlamentares e, se aprovado, Moraes será convocado
No Twitter, o senador publicou um longo texto para acusar Moraes, o presidente Lula e o ministro da Justiça, Flávio Dino, de terem culpa no que aconteceu na Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro.
– Após o ato antidemocrático o ministro seguiu como vem fazendo nos últimos quatro anos: investigando, julgando e condenando. O ministro Alexandre de Moraes, atropelando a Constituição, teve a audácia de reter o meu celular que, por sinal, é do Senado Federal e ainda me incluiu na sua investigação como suspeito!
LEIA NA ÍNTEGRA: Traidor da Constituição é traidor da Pátria!
Desde o dia seguinte do atentado antidemocrático nos três poderes, já tinha levantado e comprovado o envolvimento do presidente Lula, do G.Dias, do Flávio Dino e do ministro do STF e presidente do STE, Alexandre de Moraes, conforme compartilhado com vocês o que enviei no dia 16 de janeiro para o G.Dias, questionando o ministro sobre as prevaricações. Mesmo na tentativa dele de subtrair a informação sobre o GSI, e por trabalhar no setor de segurança ao redor do mundo por anos, não conseguiu me tirar do foco (documento em anexo). Ao longo destes cinco meses, vinha denunciando os verdadeiros culpados, mas ninguém acreditava. Eu e a minha família estávamos e ainda estamos sendo perseguidos, na clara tentativa de intimidar. Mesmo sozinho, segui em frente na defesa da democracia e dos patriotas que na sua grande maioria, não faziam ideia de que extremistas estariam organizando os ataques se aproveitando da multidão para não serem identificados. O ministro Alexandre de Moraes violando claramente a nossa constituição e tendo sido alertado com antecedência pela SISBIN, como também pelo grupo de WhatsApp (criado exclusivamente para a manifestação do dia 08) recebia em tempo real, as informações para que cada integrante do grupo, tomassem as medidas necessárias para evitar a destruição dos três poderes. Após o ato antidemocrático o ministro seguiu como vem fazendo nos últimos quatro anos: investigando, julgando e condenando. O ministro Alexandre de Moraes, atropelando a constituição, teve a audácia reter o meu celular que por sinal é do senado federal e ainda me incluiu na sua investigação como suspeito! Mas absolutamente nada me fará recuar. Focado na missão, conseguimos as assinaturas, conseguimos que o presidente do congresso lesse o pedido da abertura da CPMI, conseguimos fazer os partidos indicarem os membros e finalmente demos início.
Encerro com a fala do Ulisses Guimarães, no dia da promulgação da Constituição.
“A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo. A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa, ao admitir a reforma. Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca. Traidor da Constituição é traidor da Pátria. Conhecemos o caminho maldito: rasgar a Constituição, trancar as portas do Parlamento, garrotear a liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio, o cemitério. A persistência da Constituição é a sobrevivência da Democracia.” Ulisses Guimarães Que Deus nos proteja deste período sombrio… Assinado, senador Marcos do Val.
Suspeito de matar o ator Jeff Machado é preso Foto: Reprodução/TV Globo
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na manhã desta sexta-feira (2), um dos suspeitos de matar o ator Jeff Machado. O detido foi o garoto de programa Jeander Vinícius da Silva Braga, que foi capturado em Santíssimo, na Zona Oeste da capital fluminense. Os policiais buscam ainda Bruno de Souza Rodrigues, amigo de Jeff, que já é considerado foragido.
Tanto Bruno quanto Jeander tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio de Janeiro nesta quinta (1°) após pedido da polícia que foi endossado pelo Ministério Público. O corpo do ator foi encontrado no último dia 24 de maio enterrado a dois metros de profundidade e dentro de um baú em uma casa na Zona Oeste do Rio.
O pedido de prisão dos dois foi fundamentado em versões contraditórias apresentadas por eles à polícia sobre o momento do crime. Ao longo da apuração sobre o caso, Jeander prestou um depoimento à polícia, enquanto Bruno falou três vezes com a corporação.
Uma das linhas da investigação cogitadas pela Polícia Civil aponta que o ator teria sido enganado com a promessa de entrar em uma novela. O foragido Bruno de Souza Rodrigues trabalhou na Globo até 2018, quando foi demitido da emissora.
A jornalista Delis Ortiz, da GloboNews, foi agredida com um soco na região do tórax por seguranças do ditador Nicolás Maduro, na noite desta terça-feira (30), dentro do Palácio do Itamaraty.
Ao comentar sobre o caso, Delis revelou a dor da violência e do que esse ataque representa não só para ela, como para todos os jornalistas.
– A imprensa não pode aceitar isso em nenhum lugar do mundo (…). Eu levei um susto, uma dor, este tipo de soco prende a sua respiração. A impressão que deu é que explodiu tudo dentro de mim – revelou.
O ataque dos seguranças de Maduro contra jornalistas aconteceu após uma reunião de presidentes da América do Sul, por causa de um empurra-empurra dos profissionais de imprensa para se aproximarem do ditador.
Além dos seguranças de Maduro, agentes a serviço do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência brasileira também se envolveram na confusão.
– Sensação de impotência e de violência. Um soco no peito de toda imprensa. Agrediu todo mundo, de uma só vez – declarou Delis Ortiz.
Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano (Imagem ilustrativa) Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo A previsão do ...
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