A atriz Daniela Escobar causou polêmica por causa de falas sobre enfermeiras. As declarações foram dadas no podcast Papagaio Falante, de Sergio Mallandro, no último dia 4.
– Sabe uma coisa que me chama muita atenção, tanto no hospital do Rio Grande do Sul, onde eu tive a cirurgia, quanto lá, em Beverly Hills, em Los Angeles, unhas compridas vermelhas, batom vermelho, maquiadézimas, cílios postiços, parecia que a mulher estava saindo da festa e indo trabalhar ou indo para festa daqui a pouco. Se bota isso numa novela não vão dizer que é ridículo? Que não existe, que o diretor de arte é um imbecil? É assim, a vida real tanto aqui no Brasil quanto lá. Eu ficava chocada. Eu ali, passando por aquela situação toda, gente! De onde que essa mulher saiu, toda maquiada? Elas vão lá para catar médico. Para casar – disse a artista.
O caso viralizou e foi alvo de críticas nas redes sociais. O Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul, estado onde a atriz nasceu, emitiu uma nota sobre o episódio.
– O Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren-RS) repudia veementemente a declaração da atriz Daniela Escobar durante episódio do podcast Papagaio Falante, em que se refere que mulheres profissionais de Enfermagem que usam maquiagem e cílios postiços, fazem isso para “catar médico”. A fala da atriz desrespeita as trabalhadoras da categoria, já que a forma como se maquiam e se cuidam esteticamente em nada tem a ver com a assistência prestada aos pacientes. O Coren-RS enfatiza que este tipo de declaração só corrobora com o desrespeito vivenciado pelas profissionais de Enfermagem, expostas diariamente à violência, à intolerância e ao machismo nos serviços de saúde – destacou.
Ao gshow, Daniela disse que ficou impressionada com a repercussão. Segundo ela, “programas de fofoca da TV aberta replicaram partes isoladas do que foi dito”.
A atriz explicou que comentou com uma grande amiga enfermeira o que havia visto [enfermeiras produzidas] e a amiga, rindo de sua surpresa, teria dito: “Elas se arrumam para caçar marido. É a realidade americana, isso se passou nos Estados Unidos e disse ainda que no Brasil elas se maquiam também”.
Deputado federal Nikolas Ferreira Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira PL-MG) realizou uma enquete no Instagram sobre os três cargos políticos que ele pode se candidatar em 2026.
Nikolas tem 27 anos e não terá idade suficiente para disputar eleições para a Presidência da República ou para o Senado. Assim, as opções foram: deputado estadual, deputado federal e governador.
Em poucos minutos de enquete, 67% dos internautas escolheram que o deputado se candidate para ser governador de seu estado, Minas Gerais.
Outros 31% desejam que ele se reeleja e 2% que ele se candidate para ser deputado estadual.
Eleito a deputado em 2022, Nikolas Ferreira foi o mais votado para o cargo na história do Brasil, com mais de 1,5 milhão de votos.
A influência do político nas redes sociais também é surpreendente: ele tem mais de 8,1 milhão de seguidores no Instagram, 2,7 milhões no Twitter, 4,6 milhões no TikTok e 1,3 milhão no Facebook.
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, deputada Julia Zanatta e Flávio Dino, ministro da Justiça Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputado, Pablo Valadares/Câmara dos Deputados e Joédson Alves/Agência Brasil/Canal Gov
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) decidiu recorrer ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para que o inquérito que investiga os discursos proferidos durante ato armamentista realizado no dia 9 de julho, na Esplanada dos Ministérios, seja “trancado”.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, Zanatta afirmou que “existiu uma conversa de deputados com o Ministério da Justiça para que não mudasse a questão de restrição de calibre, mas esse acordo não foi cumprido”.
A fim de ter a sua solicitação atendida, a deputada pede que Lira tome “providências nas esferas judiciais e extrajudiciais”. No requerimento, a parlamentar, que também defende o funcionamento dos clubes de tiro, aproveitou para enviar uma breve mensagem ao autor das investigações do 9 de julho, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
De acordo com o jornal O Globo, a catarinense ressaltou que os deputados “são dotados da imunidade parlamentar”. Zanatta acusa Dino de “mordaça” e afirma que “apenas em ditaduras ou regimes de exceção, um parlamentar sofre cerceamento na sua liberdade de expressão”.
– Seria desnecessário mencionar, não fosse o hodierno e esdrúxulo contexto de “mordaças” a ameaçar o livre exercício de mandatos parlamentares, que o congressista, na condição de mandatário popular, necessita de ampla liberdade de expressão para defender os direitos e interesses dos cidadãos que representa – afirmou.
INÍCIO DAS INVESTIGAÇÕES No dia 10 de julho, um dia após o ato armamentista, o ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal (PF) fizesse uma análise dos discursos proferidos nas manifestações. Na época, Dino afirmou que as investigações tinham como objetivo “identificar indícios de eventuais crimes, notadamente incitações ou apologias a atos criminosos”.
Durante as manifestações organizadas pelo grupo Proarmas; que defende a flexibilização do porte e da posse de armas para cidadãos comuns; o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que os “professores doutrinadores” são piores do que traficantes de drogas, pois, de acordo com o parlamentar, causam discórdia nas famílias.
GOVERNO MIRA NOS CLUBES DE TIRO No dia 25 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não considera como empresários os donos de clubes de tiro. O petista também disse que é preciso fechar a maioria desses estabelecimentos.
– Eu, sinceramente, não acho que o empresário que tem um lugar de praticar tiro é empresário. Eu já disse para o Flávio Dino: “Nós temos que fechar quase todos [clubes de tiro] e só deixar aberto os que são da Polícia Militar, Exército ou Polícia Civil. É a organização policial que tem que ter lugar para treinar tiro. Não a sociedade brasileira – disse Lula no programa Conversa com o Presidente, live semanal promovida pela comunicação institucional do governo.
O advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, afirmou que o político pode ter sido assassinado e informou que pedirá a reabertura do inquérito do caso. Eduardo Campos, então candidato do PSB à Presidência da República, morreu aos 49 anos em um acidente de avião na manhã de 13 de agosto de 2014, em Santos, no litoral de São Paulo.
– O Brasil precisa saber a causa do acidente, se teve conotação política e se existe a real possibilidade de Eduardo Campos ter sido assassinado – disse o advogado, em entrevista ao jornal Folha de Pernambuco.
Antônio Campos ainda divulgou uma nota nesta terça-feira (25) ressaltando que o relatório do inquérito policial sobre a morte do irmão foi “inconclusivo” e afirmando que entrará com um pedido de reabertura da investigação no próximo dia 13, data do falecimento do ex-governador.
– Estaremos, no próximo dia 13 de agosto, quando completa 9 anos do falecimento do ex-governador Eduardo Campos, meu único irmão, solicitando a reabertura do inquérito policial que investigou a morte do ex-governador e outros companheiros, cujo relatório do inquérito policial foi inconclusivo, trazendo provas novas, como também mostrando as deficiências do inquérito policial anterior e o do Cenipa, conforme permite a legislação penal – disse.
A morte do ex-governador mudou o rumo político das eleições de 2014. O avião com Campos, que cumpriria agenda de campanha em Santos, saiu do aeroporto Santos Dumont, no Rio de janeiro, em direção ao Guarujá. De acordo com a Aeronáutica, a aeronave arremeteu quando se preparava para o pouso devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com o jato Cessna 560XL. Sete pessoas morreram no acidente.
ENTENDA A INVESTIGAÇÃO Em agosto de 2018, a Polícia Federal (PF) finalizou o relatório sobre as causas da queda do avião que matou o ex-governador e listou um conjunto de hipóteses, sem fornecer uma conclusão: colisão com pássaros, desorientação espacial por parte dos pilotos, possibilidade de disparo de compensador de profundor (peça responsável pelas subidas e descidas da aeronave) ou pane/travamento de profundor em posições extremas.
Anteriormente, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) havia apresentado um relatório técnico que indicava falhas humanas como o motivo da queda. Na época, o irmão de Campos pediu que o laudo fosse retirado do inquérito que apurava as causas do desastre. Segundo a PF, em relação ao relatório apresentado pelo Cenipa, as investigações eram “independentes e voltadas a objetivos distintos, cada uma com princípios e características peculiares”.
O caso passou a ser investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) e, posteriormente, arquivado pelo órgão, em 2019, após ser constatado que não era possível determinar a causa exata da queda da aeronave e definir os responsáveis por eventuais crimes cometidos. Segundo o MPF, a inoperância e a ausência de equipamentos na cabine de comando foram os principais motivos para impossibilitar a resolução do caso.
CONFIRA ÍNTEGRA DA NOTA Estaremos, no próximo dia 13 de agosto, quando completa 9 anos do falecimento do ex-governador Eduardo Campos, meu único irmão, solicitando a reabertura do inquérito policial que investigou a morte do ex-governador e outros companheiros, cujo relatório do inquérito policial foi inconclusivo, trazendo provas novas, como também mostrando as deficiências do inquérito policial anterior e o do CENIPA, conforme permite a legislação penal, especialmente o Art. 18 do Código de Processo Penal, cujo arquivamento não faz coisa julgada material.
Tramita perante a 4ª Vara Federal de Santos também ação cível de produção de provas, sob o número 5001663-02.2017.4.03.6104 movida por mim e Ana Arraes, que se encontra na fase de citação da fabricante do avião, através de carta rogatória, nos Estados Unidos, que estamos diligenciando a agilização, tendo saído hoje da Vara Judicial um ofício ao Ministério da Justiça pedindo informações sobre o cumprimento e andamento da citação.
Tal ação interrompeu a prescrição cível, entre outras questões relevantes. O intuito nuclear da ação é a realização de perícia técnica judicial no sentido de verificar a causa do acidente, ante inconsistências do laudo do Cenipa e da conclusão do inquérito da Polícia Federal.
O TRF da 3ª Região, através da 4ª Turma, negou provimento a recurso da União julgando admissível produção de provas em acidente aéreo e que o pedido de perícia se justifica, nesse caso, nos autos do agravo nº 5015438-29.2018.4.03.0000 que teve publicação do acórdão em 07.04.21. Foi uma importante vitória no caso, cuja ação de produção de provas está em curso, tendo sido expedido oficio hoje ao Ministério da Justiça sobre o cumprimento da carta precatória para citar a Cesna, fabricante do avião.
Entre outros aspectos, mereceu zero interesse por parte da autoridade policial e do CENIPA, aspecto relevante de Recomendação de Segurança A 09 113 – 128 “O BANCO DE DADOS DE ACIDENTES/INCIDENTES DO N.T.S.B. CONTÉM, PELO MENOS, OITO (8) ACIDENTES ENVOLVENDO O COMPENSADOR DE PROFUNDOR DO CESSNA CITATION OU ‘FALHAS CORRELATAS’”.
Estou, juntamente com o perito assistente do caso Carlos Camacho, fazendo um livro documentário sobre o acidente que vitimou Eduardo Campos e outros companheiros, em seus múltiplos aspectos, em formato e-book, ante a existência também de imagens, vídeos e links sobre o acidente.
O Brasil precisa saber a causa do acidente, inclusive a real possibilidade de tal sinistro ter sido intencionalmente provocado, podendo ter conotação política, para vitimar o então candidato a Presidente, com campanha em ascensão, ante indícios existentes e que precisam ter uma investigação mais aprofundada pelas autoridades policiais e judiciais. Estamos estudando a possibilidade de pedir que tal caso seja avocado pelo Procurador-Geral da República, ante peculiaridades do caso.
Além de protocolar a petição de desarquivamento perante o Juiz que presidiu o caso, estaremos dando conhecimento ao Ministro da Justiça e ao Procurador-Geral da República do teor do requerimento.
Janja da Silva e Michelle Bolsonaro Fotos: EFE/ Antonio Lacerda // Reprodução/Print de vídeo
Rosângela da Silva, a Janja, vem se mostrando tão viajante como seu marido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Isto porque a atual primeira-dama do Brasil acompanhou Lula em todas as dez viagens internacionais que o petista fez este ano, o que já a faz superar sua antecessora, Michelle Bolsonaro.
A comparação dos números impressionam. Em sete meses, Janja viajou mais que Michelle em quatro anos.
Até o momento, a primeira-dama visitou Argentina, Uruguai, Estados Unidos, China, Emirados Árabes, Portugal, Espanha, Reino Unido, Japão, Itália, Vaticano, França, Colômbia, Bélgica e Cabo Verde. O total são dez viagens e 15 países.
Já Michelle acompanhou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em viagens oficiais a apenas sete países: Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Emirados Árabes, Bahrain, Catar e Inglaterra.
A justificativa do governo federal para tantas viagens de Lula e Janja é a necessidade de “priorizar a política externa e reinserir o Brasil no cenário internacional”.
De acordo com dados do Ministério das Relações Exteriores, os gastos estão estimados em R$ 7,3 milhões. O valor se refere aos custos com hotéis de Lula Janja, e de toda a comitiva que viaja junto com o presidente. Neste montante, porém, não estão inclusos os gastos com contratação de intérpretes, nem com locação de veículos.
Deputado Aécio Neves Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, confirmou nesta quinta-feira (27), decisão que absolveu o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) da acusação de recebimento de propina de R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista, da J&F. Os desembargadores José Marcos Lunardelli, Fausto Martin de Sanctis e Nino Toldo, da 11ª Turma da Corte, negaram recurso impetrado pelo Ministério Público Federal em 2022.
A Procuradoria contestava decisão do juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo, que, em março de 2022, avaliou que estava “provada a inexistência do crime de corrupção passiva” imputado a Aécio pela Procuradoria-Geral da República. O deputado chegou a ser acusado de obstrução de Justiça no mesmo caso.No centro do processo está uma denúncia apresentada em junho de 2017, pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. A acusação foi feita na esteira da gravação em que Aécio pede R$ 2 milhões a Joesley, para pagar despesas com sua defesa na Lava Jato.
Menos de um ano depois, em abril de 2018, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) colocou o então senador no banco dos réus. A ação acabou remetida à Justiça Federal de São Paulo após Aécio perder o foro por prerrogativa de função ao deixar o cargo no Senado.
Em março de 2022, veio a absolvição em primeiro grau, que beneficiou ainda a irmã de Aécio, Andrea Neves, o primo deles, Frederico Pacheco de Medeiros, e o ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima.
O juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo, acolheu a alegação de que o pano de fundo da conversa gravada por Joesley teria sido a proposta de venda de um apartamento da família do político no Rio de Janeiro. Para o magistrado, a negociação foi regular.
A Procuradoria da República em São Paulo recorreu da decisão, contestando o fato de a venda do apartamento ter ocorrido sem contrato e ainda o pagamento em dinheiro em vivo pelo imóvel. As alegações, no entanto, não foram acolhidas pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região.
COM A PALAVRA, O ADVOGADO ALBERTO ZACHARIAS TORON, QUE DEFENDE AÉCIO – Nós consideramos a absolvição do então senador Aécio Neves, agora reafirmada por unanimidade de votos pelo TRF-3 uma vitória não apenas da defesa, mas da própria cidadania. E a Justiça recolocando os fatos e a verdade em seu lugar. Desfez-se uma farsa segundo a qual ele teria, então senador, recebido dinheiro para corrupção. O que ficou muito claro é que se engendrou uma forma de entregar dinheiro em espécie para se criar um fato e com esse fato se obter o prêmio a partir de uma delação. Isso tudo se desfez e se descortinou um horizonte no qual na verdade o hoje deputado desponta como vítima de uma farsa, de uma trama. Outra coisa importante é que é preciso reconhecer que o STF se precipitou quando impôs o afastamento do então senador do cargo e depois essa medida foi revista pelo Senado. É preciso ter cautela com medidas que impliquem em afastamento de mandatários. A absolvição agora não vai reparar o tempo que ele ficou afastado do exercício da legislatura. Como quer que seja o nosso aplauso à Justiça brasileira – disse em nota.
Atriz Fernanda Montenegro Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
A atriz Fernanda Montenegro, que nunca escondeu ser crítica de Jair Bolsonaro (PL), voltou a se referir ao ex-presidente de forma hostil, ainda que sem citá-lo nominalmente. A artista de 93 anos chamou o político de “monstro”.
A declaração foi dada à TV 247, quando Fernanda foi questionada sobre sua visão acerca do cenário político dos últimos quatro anos.
– Nós tivemos um [presidente que por] quatro anos nos destruiu. É impossível não ser radical, porque eu posso até dizer o seguinte: “Se o Brasil tivesse sido cuidado com mais cuidado, não se chegaria a esse monstro a que chegamos por quatro anos” – disse.
– Houve sempre algo que foi pendurando, pendurando. Estou analisando a personagem. Por que chegou a esse ganho? Por que um país aguentou isso dessa forma? Você começa a analisar, e não quero entrar em detalhes, mas esse caráter, e essa paciência de aturar esse caráter, ele veio pelo tempo sempre transformando e transferindo o ganho real da sobrevivência social. Sempre chega até um tempo e para – completou.
A atriz compartilhou que tem ido muito ao teatro “em um ato de fé”. Entretanto, a atriz destacou também que a sociedade já esteve mais esperançosa.
– Acho que já tivemos mais esperança. Não sei. Também estamos mudando, vamos dizer, de caminho civilizatório – declarou.
Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano (Imagem ilustrativa) Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo A previsão do ...
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