Produtores não precisam mais carimbar data de validade em casca de ovos vendidos Foto: Freepik
O Ministério da Agricultura e Pecuária revogou a obrigatoriedade de identificação individual de ovos destinados ao consumo direto por meio de carimbo. A mudança foi oficializada com a publicação da Portaria SDA/MAPA nº 1.250 no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28).
A portaria foi assinada pelo secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e entrou em vigor na data de sua publicação.
A exigência constava no artigo 41 da Portaria SDA/MAPA nº 1.179, de setembro de 2024, e determinava que cada ovo comercializado trouxesse informações como a data de validade e o número de registro do estabelecimento produtor.
Com a revogação, essa identificação deixa de ser obrigatória.
– A decisão de revogar a medida referente à validade dos ovos tem como objetivo aprofundar o debate com a sociedade civil e o setor produtivo sobre a oportunidade e a conveniência de sua implementação – afirmou o Ministério da Agricultura em nota.
Vera Magalhães Foto: Frame de vídeo / YouTube / Roda Viva
Desafeto público do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a colunista do jornal carioca O Globo, Vera Magalhães, perdeu a paciência com o presidente Lula (PT) neste seu terceiro mandato no Palácio do Planalto.
Em seu artigo, intitulado Lula Precisa de Seu Próprio Desenrola, publicado nesta quarta-feira (26), a jornalista simpática à esquerda afirma que a “maneira tortuosa de conduzir o governo, que inclui demora em decisões e fritura desnecessária de auxiliares, só complica crise do governo”.– Num momento em que atira para vários lados em busca de uma bala de prata que lhe devolva a popularidade ainda em queda, o presidente Lula carece, neste terceiro mandato, de seu próprio Desenrola, pois vem se esmerando em dificultar ainda mais as coisas para si – observou.
Sobre a demissão de Nísia Trindade do Ministério da Saúde, Vera diz que Lula “expôs uma cientista respeitada no meio acadêmico a um desgaste desnecessário e imerecido”, e classificou o episódio como “humilhação pública”.
– Sim, porque uma coisa é reconhecer que Nísia padecia de problemas de gestão (…) Outra, completamente diferente, é submeter uma auxiliar a humilhação pública.
Sobre a demissão de Nísia Trindade do Ministério da Saúde, Vera diz que Lula “expôs uma cientista respeitada no meio acadêmico a um desgaste desnecessário e imerecido”, e classificou o episódio como “humilhação pública”.
– Sim, porque uma coisa é reconhecer que Nísia padecia de problemas de gestão (…) Outra, completamente diferente, é submeter uma auxiliar a humilhação pública.
A colunista condena a “forma atabalhoada como Lula vem conduzindo os processos nessa sua volta ao Planalto” e destaca que a maneira como o petista age “só dificultará que ele encontre a saída do labirinto de popularidade em que está metido”.
Vera Magalhães expõe, agora, sua discordância severa com o governo Lula de modo a imprimir sobre as orações o quão irritada está com o naufrágio de um governo indefensável. Ela desacredita que uma boa estratégia de comunicação seja capaz de contribuir positivamente para o governo em meio a tantas falhas.
– É inútil investir em vídeos simpáticos de Lula e Janja nas redes sociais para tentar aumentar a aprovação do petista quando os problemas de fundo seguem tratados na base da tentativa e erro, e mesmo a configuração do primeiro escalão atende a critérios tão pouco claros e a um cronograma tão atabalhoado.
Por fim, o artigo conclui sugerindo uma fórmula não para o êxito do governo – que parece não ser mais considerado -, mas apenas para que Lula não crie ainda mais dificuldades para sua própria recuperação.
– Se o presidente desenrolar seus processos decisórios, de preferência sem queimar aliados na fogueira da desorganização, passar a ouvir mais, retomar a ideia de frente ampla que o elegeu e deixar seu time saber o projeto para estes dois anos de mandato — não um slogan, mas um propósito —, deixará de criar mais dificuldades para a própria recuperação.
Macaé Evaristo ao lado de militante pró-Hamas Foto: Arquivo Pessoal
A ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, posou para fotos ao lado de Mohamad El Kadri, presidente do Fórum Latino-Palestino e militante pró-Hamas, em um evento realizado em São Paulo na última semana. O fórum presidido por El Kadri costuma usar as redes sociais para exaltar ações do Hamas e criticar atos de Israel.
O encontro entre Macaé e o militante aconteceu na semana passada, durante o Seminário de Direitos Humanos do Estado de São Paulo, realizado na sede do Sindicato dos Engenheiros, fruto de uma articulação da deputada federal Juliana Cardoso (PT-SP).
Durante o evento, Macaé recebeu de Mohamad El Kadri um keffiyeh, lenço que é usado por manifestantes pró-Palestina e, por vezes, também é vestido por integrantes dos grupos terroristas Hamas e Estado Islâmico para cobrir o rosto e esconder suas identidades.
Nas redes sociais, El Kadri faz questão de ressaltar seu posicionamento contrário a Israel e de defesa ao Hamas. Em uma foto publicada em junho de 2021, o militante posou para uma foto segurando uma bandeira das Brigadas Al-Qassam, o braço armado do Hamas.
A proximidade do militante com membros do governo Lula (PT), inclusive, não é recente. Em fevereiro de 2023, ele se reuniu com o assessor do presidente, Celso Amorim, e com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, em nome do Fórum Latino-Palestino. Na ocasião, o assunto foi o apoio da gestão de Lula à “causa palestina”.
De acordo com o site Gazeta do Povo, a presença de Macaé no evento não foi listada na agenda oficial da ministra. De acordo com um comunicado da pasta, Evaristo destacou no evento que a implementação de quaisquer ações governamentais precisa ter como foco os direitos fundamentais.
A proximidade da ministra com El Kadri ilustra a posição do governo Lula de não condenar com intensidade o Hamas. O encontro de Macaé e do militante, por sinal, ocorreu na mesma semana em que os corpos de Shiri Bibas e dos filhos, Kfir e Ariel, foram devolvidos pelo Hamas à família israelense. O governo brasileiro, no entanto, não teceu qualquer comentário oficial sobre o caso.
Fernanda Torres e Jair Bolsonaro Fotos: EFE/EPA/ANDY RAIN // Reprodução/Leo Dias
Questionado por Leo Dias acerca da possível vitória do filme Ainda Estou Aqui no Oscar, que acontece neste domingo (2), o ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que torce por brasileiro em qualquer lugar.
O líder conservador explicou que não assistiu ao longa de Waler Salles, mas que não tem mais tempo para assistir a nenhum filme.
– Eu não tenho mais tempo de ver um filme. Até ler um livro é quase impossível pra mim – disse.
Mas ponderou:
– Agora, a mensagem ali é política.
Bolsonaro também rebateu Fernanda Torres e Walter Salles sobre o filme poder ser filmado apenas com o final do governo do ex-presidente.
– Falou por exemplo que no meu governo não faria aquele filme. Não faria por quê? Eu proibi alguém de fazer alguma coisa? Eu cassei a concessão de alguém? Demos uma arrumada na Lei Rouanet. Se bem que não teve dinheiro da Lei Rouanet – declarou.
– Eu não sei porque ela fala isso aí. Ela fala isso aí pra me atingir. Eu não persegui ninguém – afirmou, categórico.
Nesta terça-feira (25), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse que a investigação do inquérito da suposta tentativa de golpe é diferente de outros escândalos já julgados pela Corte, como Mensalão e Lava Jato. Segundo ele, a tentativa de golpe é muito mais grave que o Mensalão.
O magistrado afirmou que a gravidade dos fatos narrados torna o caso singular e de difícil comparação.
O Mensalão foi um esquema de compras de votos de parlamentares no primeiro governo de Lula (PT). O julgamento no Supremo ocorreu em 2012 e culminou na condenação e prisão de políticos de diversos partidos. As informações são do G1.
– O fato em si também é muito diferente de tudo o mais. No Mensalão se falava: está se corrompendo a democracia, a compra de votos. Aqui é uma coisa muito mais grave, quando se fala de matar o presidente da República, matar o vice-presidente, matar o ministro do Supremo, prender outros, fazer uma intervenção… sabe, é algo [que] se formos buscar uma comparação, por exemplo, com o Mensalão, nós vamos dizer, poxa, é algo, ainda que tivesse a ver com democracia e a liberdade de voto, mas é algo totalmente diverso. A gravidade, portanto, dos fatos narrados é qualquer coisa de especial, e que se tem avançado tanto – falou o ministro.
Nísia Trindade e outras ministras, que ainda permanecem no governo Foto: Roberta Alline/MDS.
Pressionado pela queda de popularidade do governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu nesta terça-feira (25), a pesquisadora Nísia Trindade do Ministério da Saúde. Nísia é a terceira ministra a cair no governo Lula 3, que agora tem nove mulheres na Esplanada. Ela será sucedida pelo ministro Alexandre Padilha, que deixa o comando da Secretaria de Relações Institucionais.
A marca de nove ministras é inferior aos números dos dois primeiros mandatos de Lula e também do governo de Dilma Rousseff (PT). O terceiro mandato começou com 11 mulheres, batendo o recorde de Dilma na largada da gestão.
A primeira a ser substituída foi a então ministra do Turismo, a deputada Daniela Carneiro (União Brasil-RJ), em julho de 2023. A articulação política do Planalto queria realizar a troca para melhorar a votação de projetos na Câmara, fazendo o União Brasil entregar mais votos para pautas de interesse do Executivo – principalmente no campo econômico.
Apesar de integrar o partido, a ministra era considerada uma “escolha pessoal” de Lula. Daniela foi substituída por Celso Sabino (União Brasil-PA).
Lula ao lado de Daniela Carneiro Foto: Ricardo Stuckert/PR
A ex-atleta Ana Moser, que estava à frente do Esporte, deixou o cargo em setembro de 2023 para que o governo pudesse dar espaço a um parlamentar do Progressistas (PP), partido do então presidente da Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira (AL). O escolhido foi André Fufuca (PP-MA), que foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara.
Ana Moser e Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR
A troca gerou certo mal-estar entre grupos de sustentação do governo e, um dia após a demissão, durante desfile de 7 de Setembro, Lula se cercou das demais ministras do governo na tribuna de honra do evento.
Ana Moser deixou o cargo sem agradecer publicamente e disse ao Estadão que “as decisões, mesmo com a participação de mulheres, ainda são tomadas por homens”.
– Mesmo com número recorde que se colocou no início do governo, não é algo simplesmente posto, é construído – afirmou.
Pouco depois, em outubro, outra troca foi realizada entre cargos da cúpula do governo, dessa vez na presidência da Caixa Econômica Federal. Rita Serrano, servidora de carreira nomeada por Lula, foi substituída pelo economista Carlos Antonio Vieira Fernandes, indicado por Arthur Lira.
Deputados e senadores reclamavam de seu perfil técnico e diziam que ela não atendia aos pedidos feitos por parlamentares. Na época, Rita Serrano curtiu uma publicação no X com críticas à sua demissão.
Nesta terça-feira (25), Daniela Carneiro postou uma mensagem de apoio a Nísia Trindade.
– Sua atuação foi fundamental para fortalecer o SUS, ampliar o acesso à saúde e garantir avanços importantes para a população brasileira – escreveu a deputada.
Saiba quem são as nove atuais ministras do governo:
– Anielle Franco, Ministério da Igualdade Racial; – Cida Gonçalves, Ministério das Mulheres; – Esther Dweck, Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos; – Luciana Santos, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; – Macaé Evaristo, Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania; – Margareth Menezes, Ministério da Cultura; – Marina Silva, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima; – Simone Tebet, Ministério do Planejamento e Orçamento; – Sônia Guajajara, Ministério dos Povos Indígenas.
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