Nesta quinta-feira (3), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a viralizar com um vídeo publicado em suas redes sociais que fala sobre a proposta de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O projeto tramita no Congresso Nacional.
No vídeo, Nikolas usa o caso da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, que escreveu a frase “perdeu, mané” em uma estátua do Supremo Tribunal Federal (STF) durante os protestos. O parlamentar contesta algumas informações sobre o caso da cabeleireira que pode ser condenada a 14 anos de prisão.
O deputado também convocou uma manifestação na Avenida Paulista para apoiar a proposta. O ato acontecerá em São Paulo no próximo domingo (6). Em poucos minutos, o vídeo alcançou mais de 5 milhões de visualizações no Instagram, além de ser republicado em outros perfis.
Angelina Jolie visitou o Brasil, de acordo com vídeos postados nas redes sociais nesta quarta-feira (2). Ela visitou a aldeia Piaraçu, na terra indígena Capoto-Jarina, no Mato Grosso, onde conversou com Raoni Metuktire, líder indígena caiapó e ambientalista brasileiro.
A atriz participou de conversas sobre causas humanitárias e realizou atividades como pinturas tradicionais, junto dos povos originários. Discreta, ela não publicou nada em suas redes sociais sobre o ocorrido, mas foi filmada por locais junto de lideranças indígenas.
Cacique Raoni (à esq.) e Angelina Jolie FotFONTE :PLENO NEWS
Conselho de Ética da Câmara dos Deputados Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados
O deputado Paulo Magalhães (PSD-BA) foi chamado de “desgraçado” por uma mulher que acompanhava a reunião do Conselho de Ética da Câmara nesta quarta-feira (2). O parlamentar apresentava seu parecer favorável à cassação de Glauber Braga (PSOL-RJ) quando foi alvo da ofensa.
Magalhães é o relator do processo movido pelo partido Novo contra Braga, acusado de expulsar um militante do Movimento Brasil Livre (MBL) da Câmara com chutes e xingamentos.
Ao ouvir o insulto, o presidente do Conselho de Ética, Leur Lomanto Júnior (União Brasil-BA), ordenou que a Polícia Legislativa retirasse a mulher da sala. A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), casada com Glauber, chegou a se levantar para defender a mulher.
Júnior colocou ordem na sessão e disse que não aceitaria ofensas a nenhum parlamentar, independentemente de posição política.
Com a ordem retomada, Magalhães conseguiu concluir seu parecer e então Glauber Braga foi chamado para dar seu depoimento, dizendo que apenas reagiu à provocação. O deputado já adiantou que recorrerá caso a cassação avance.
A votação foi interrompida após pedido de vista do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), aliado do psolista. O conselho ainda não definiu quando retomará a análise do caso.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se pronuncie sobre uma notícia-crime apresentada por uma vereadora do Recife (PE) na qual foi sugerida a possibilidade de decretação de prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Apresentada no dia 16 de março pela vereadora Liana Cirne (PT) e por um assessor dela, a petição acusa Bolsonaro de ter cometido os crimes de obstrução da justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas, e coação no curso do processo por ter convocado apoiadores a se manifestarem a favor da anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
Na notícia-crime, a vereadora pediu que a PGR se pronuncie sobre “o possível cometimento” dos delitos por Bolsonaro, além do “cabimento da prisão preventiva” e “aplicação de medidas cautelares” contra o ex-presidente. No dia 18 de março, o ministro Alexandre de Moraes, que foi designado relator do caso, solicitou que a PGR se pronunciasse sobre as questões.
No dia 19 de março, a Secretaria Judiciária do STF remeteu as determinações de Moraes ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, mas até esta quarta-feira (2) ele ainda não havia protocolado sua posição sobre os questionamentos.
Lula e Jair Bolsonaro Arte: Pleno.News // Fotos: André Coelho/EFE e Alan Santos/PR
Pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (2), sobre a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostra que 43% dos eleitores acham a gestão do petista pior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os que acham o atual mandato melhor que a do capitão reformado são 39%. Para 15%, os dois são iguais e 3% não souberam responder.
O cenário mudou em relação à última pesquisa feita pela Genial/Quaest em dezembro sobre o tema. Naquele levantamento, 42% achavam o governo de Lula melhor que o de Bolsonaro, enquanto 37% preferiam o do ex-presidente. Os que achavam as gestões iguais eram 20% e outros 3% não souberam responder.
A pesquisa da Genial/Quaest entrevistou presencialmente 2.004 eleitores de 120 municípios entre os dias 27 e 31 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.
O levantamento da Genial/Quaest mostrou que a aprovação do governo Lula voltou a cair e atingiu o pior patamar desde o início da gestão em janeiro de 2023. Os que desaprovam a gestão são 56%, enquanto 41% aprovam. Outros 3% não souberam responder.
Já em relação à avaliação do governo, 41% consideram negativa a gestão de Lula, 27% avaliam como positiva e outros 29% apontam o Executivo como regular. Outros 3% não souberam responder.
Para 53% dos brasileiros, a terceira gestão de Lula na Presidência é pior que as duas anteriores (2003-2010). Outros 23% acham que ela é igual às anteriores e 20% consideram ela como a melhor. Os eleitores que não souberam responder somam 4%.
A violência é foco de maior preocupação do brasileiro atualmente, de acordo com pesquisa Genial/Quaest revelada nesta terça-feira (1°). Os altos índices de criminalidade fizeram com que 29% dos entrevistados apontassem o problema como o maior no Brasil atual. Na pesquisa anterior, eram 26% os que citaram a violência como principal preocupação.
As citações à área têm se ampliado durante toda a série histórica do levantamento. Em dezembro de 2023, por exemplo, eram 10% os que citavam a violência. O índice saltou para 19% em julho do ano passado até atingir o índice de 29% agora.
Diante da ampliação da preocupação com o tema e das críticas à atuação na área, o governo federal passou a trabalhar na tentativa de criar de uma marca no combate à criminalidade, construindo a PEC da Segurança Pública. A proposta, porém, encontra resistência tanto de governadores que questionam a perda de autonomia de suas polícias e enfrentará muitos obstáculos para ser aprovada no Congresso.
Em segundo lugar na pesquisa Genial/Quaest sobre as preocupações dos brasileiros, as questões sociais foram citadas por 23%, índice idêntico ao do levantamento anterior. Na sequência aparece a economia, lembrada por 19%. Neste caso, o índice oscilou dois pontos para baixo, após pontuar com 21% nos levantamentos de dezembro do ano passado e janeiro deste ano.
Completam o levantamento as áreas de saúde, citada como preocupação por 12% dos brasileiros, a corrupção, lembrada por 10%, e a educação, apontada por 7% dos entrevistados na edição atual do levantamento.
O instituto Quaest ouviu 2.004 brasileiros entre os dias 27 e 31 de março. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiabilidade da pesquisa é de 95%.
A pesquisa também mostrou nova piora nos índices de avaliação do governo Lula, que agora é desaprovado por 56% dos brasileiros e aprovado por 41%.
Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano (Imagem ilustrativa) Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo A previsão do ...
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