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terça-feira, 12 de abril de 2022

Empresária critica Taís Araújo: “Além de hipócrita, é burra” Tatiana Mandelli ironizou Taís e fez críticas à TV Globo


Dona de rede de lojas chama Taís Araújo de burra e hipócrita Foto: Reprodução/Print de vídeo Brado Rádio

Nesta segunda-feira (11), a empresária e fundadora da Tidelli, Tatiana Mandelli, criticou as considerações que a atriz Taís Araújo fez, na semana passada, a respeito do presidente Bolsonaro. A artista referiu-se ao governo como “quatro anos infernais”.

Mandelli ironizou Taís e fez críticas à TV Globo. Ela deu declarações durante sua estreia como comentarista no programa Brado Jornal.

– Acho que o povo brasileiro iria gostar de quatro anos “infernais” em um iate. Além de hipócrita, ela é burra. Dizer que o povo brasileira está mais miserável depois do Bolsonaro é mentira. Dizer que o país está pior e que foram quatro anos horríveis também é mentira. Pode ter sido muito ruim pra ela que trabalha na Globo, porque a gente acabou descobrindo era uma empresa “estatal”, porque só conseguia fazer dinheiro se recebesse uma quantidade gigante de anúncios do governo, esses anúncios pararam e a Globo hoje dá prejuízo. Foi terrível pra ela ter o salário cortado – disse a empresária.

Confira o vídeo, abaixo:

fonte:pleno news

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Contra Tebet, Renan Calheiros defende apoio do MDB a Lula Senador afirmou que Lula seria o único nome para "fazer o enfrentamento" contra o presidente Jair Bolsonaro


Senador Renan Calheiros
Senador Renan Calheiros Foto: Agência Senado/Jonas Pereira

No xadrez político para a eleição presidencial de 2022, o MDB parece ainda não ter certeza sobre quem apoiar, se uma candidatura própria ou algum dos pré-candidatos que dominam o cenário das pesquisas. Entretanto, um dos caciques da legenda, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) já parece convencido de que a melhor escolha seria apoiar o ex-presidente Lula (PT).

Em uma entrevista concedida por Renan para a edição desta semana da revista Veja, o emedebista afirmou que Lula é o único nome “para fazer o enfrentamento” contra o presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar ainda disse que ao menos 14 diretórios da sigla devem preferir apoiar a candidatura do petista.

– Para fazer o enfrentamento do Bolsonaro, tem que ser com a candidatura do Lula. Não tem nada em segredo. Temos 14 diretórios cujas lideranças preferirão Lula, lideranças que têm projeto de poder estadual, têm governo, têm prefeituras de capitais e têm uma grande quantidade de prefeituras nos municípios – declarou.

Questionado sobre a candidatura de Tebet, Calheiros demonstrou relativo pessimismo com o nome. De acordo com ele, caso a parlamentar não consiga avançar nas pesquisas nos próximos meses, o melhor para a sigla seria apoiar Lula para não “ter um Meirelles 2”.

– A Simone indiscutivelmente é uma grande senadora, um quadro respeitável, mas, se ela não mexer na fotografia das pesquisas, é melhor apoiar o Lula. Essa eleição tem um significado único: apoiar o Lula ou não ter candidato. Não podemos ter um Meirelles 2 – completou.

FONTE:pleno news

No DF, Kelly Bolsonaro denuncia marido por espancamento Os três enteados também teriam sofrido agressões do homem, que foi preso


 

Kelly Bolsonaro é suplente do deputado distrital Daniel Donizet Foto: Carlos Gandra/CLDF

O marido da ex-deputada distrital Kelly Bolsonaro foi preso na noite desta sexta-feira (8), sob acusação de ter agredido a mulher e os três enteados. O caso de violência doméstica ocorreu no Gama, região administrativa do Distrito Federal.

A ex-deputada afirma ter sido enforcada e agredida com um chute pelo homem cuja identidade não foi revelada. A ocorrência foi registrada na 20ª DP (Delegacia de Polícia) e enquadrada na Lei Maria da Penha. A Polícia Civil não divulgou detalhes do episódio justamente por se tratar de um episódio de violência doméstica.

De acordo com Kelly, as agressões continuaram mesmo enquanto ela já falava com a Polícia.

– Enquanto eu pedia socorro no 190, ele continuou me agredindo. A polícia demorou cerca de 10 minutos, no máximo, para chegar – relatou.

Kelly publicou uma carta aberta nas redes sociais sobre as agressões que sofreu. Segundo ela, a publicação é para acalmar a todos que a têm procurado e demonstrado preocupação.

– Ainda estou sem acreditar que isto aconteceu, debaixo do meu próprio teto e por uma pessoa que sempre amei e confiei. Neste momento, a dor não é somente física. Me sinto impotente, desolada, exposta, com medo, sem forças… Tudo é incerto – disse Kelly.

Kelly Bolsonaro é suplente do deputado distrital Daniel Donizet (PL) e chegou a assumir o cargo por alguns meses no período em que o político se licenciou para ser administrador de Santa Maria. Ela não possui parentesco com o presidente Jair Bolsonaro, tampouco possui o sobrenome em seu registro civil.

A alcunha de Bolsonaro foi adotada durante as eleições de 2018 devido à sua afinidade com as pautas do presidente.

Folha de S.Paulo “mata” rainha Elizabeth II por engano Gafe não passou despercebida e já virou meme nas redes sociais


Rainha Elizabeth II irá completar 96 anos Foto: EFE/EPA/ANDY RAIN

O jornal Folha de S. Paulo cometeu uma gafe de proporções “monárquicas” na manhã desta segunda-feira (11). O veículo publicou a morte da rainha Elizabeth II, sendo que a monarca está viva e prestes a completar 96 anos no próximo dia 21.

É comum na imprensa ter um obituário previamente pronto para grandes personalidades, faltando apenas detalhes como dados e idade. No caso da rainha Elizabeth, até no Reino Unido existe um forte esquema preparado para o anúncio da partida da monarca, com detalhes como a gravata que será usada pelo responsável pela notícia.

A Folha mostrou que também já está preparada para quando esse dia chegar, no entanto, precipitou-se. A matéria já foi retirada do ar, porém, fazendo valer que o print é eterno, os internautas não perdoaram o ato falho.

– Parece que a Folha quer matar a rainha Elizabeth! Panfletinho infame – disse uma internauta.

– Segundou na Folha – ironizou outro.

– Rainha Elizabeth acabou de superar Jesus. Morre e ressuscita 3 minutos depois…- zombou um usuário.

Com a repercussão, o veículo publicou uma errata:

Devido a um erro técnico, a Folha publicou por engano, na manhã desta segunda-feira (11), um obituário da rainha Elizabeth 2ª, do Reino Unido. É de praxe no jornalismo preparar com antecedência textos acerca de cenários possíveis e/ou prováveis, como a morte de líderes mundiais, celebridades e pessoas públicas.

A Folha lamenta o erro. O conteúdo foi retirado do ar..

FONTE:PLENO NEWS

No RS, professor de música é condenado por estupro de aluna Na época do crime, homem dava aulas em uma igreja


 

Professor de música é condenado por estupro de aluna Foto: Pixabay

Um professor de música, de 72 anos de idade, foi condenado a 12 anos de prisão por estuprar uma aluna, em Santo Augusto (RS). A decisão é do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

O crime ocorreu em 2015, no centro de catequese da Igreja Matriz de Santo Augusto. Na época, o professor dava aulas na igreja e a adolescente tinha 13 anos. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (11) portal G1.

O condenado não poderá recorrer da decisão porque o processo contra ele já transitou em julgado. O homem foi preso no final de março. Ele cumpre pena no Presídio de Santa Rosa (RS).

O nome do professor não foi divulgado para que a identidade da vítima não seja exposta..

FONTE:PLENO NEWS

Alvaro Dias: “CPI do MEC seria encenação e acabaria em pizza” Senador explicou o motivo de não ter assinado a lista pedindo a criação da comissão


 

Senador Alvaro Dias Foto: Agência Senado./Geraldo Magela

Nesta segunda-feira (11), o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) explicou o motivo de não ter assinado a lista do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ministério da Educação (MEC). Em entrevista ao colunista Igor Gadelha, do site Metrópoles, Alvaro Dias afirmou que a CPI seria uma “encenação” da oposição e acabaria em uma “grande pizza”.

O pedido de criação de CPI tem por base notícias reveladas pela imprensa sobre uma suposta influência de pastores no MEC. Um áudio divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo na noite de 21 de março mostrou o que seriam dois pastores, Gilmar Santos e Arilton Moura, influenciando o repasse de verbas do MEC. Além disso, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro ainda disse, no áudio, que a medida era um pedido do presidente Jair Bolsonaro.

Para instalar a CPI, é necessário o apoio de 27 senadores. Para Alvaro Dias, no entanto, a comissão seria apenas um “palanque eleitoral”.

– Não assinei pela primeira vez uma CPI em vários mandatos, porque não vendo ilusões. Armar palanque eleitoral e entregar uma grande pizza é tudo que a população não merece nesse ano de eleição – destacou.

A fala ocorreu após dois senadores do Podemos, Oriovisto Guimarães (PR) e Styvenson Valentim (RN), decidirem retirar seus nomes da lista de Randolfe.

FONTE:PLENO NEWS

Bolsonaro: “O STF interfere em tudo que se possa imaginar” Em entrevista à Rádio Liberal, do Pará, presidente fez críticas a integrantes do Supremo


 

Presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/Marcelo Chello

Nesta segunda-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro voltou a fazer críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante uma entrevista à Rádio Liberal, do Pará. De acordo com Bolsonaro, o STF interfere em “tudo, sem exceção”.

O presidente deu como exemplo as vezes em que tentou nomear alguém para algum “cargo comissionado”. Ele ainda lembrou quando a Corte deu autonomia para governadores e prefeitos adotarem medidas de combate à Covid-19.

– O Supremo Tribunal Federal, sempre eles, que interferem em tudo, tudo que se possa imaginar, não tem exceção, tudo, até quando quero nomear uma pessoa para um cargo comissionado eles interferem – apontou.

Durante a entrevista, Bolsonaro ainda disparou críticas a alguns integrantes da Corte, considerados por ele como um “grande problema”.

– Aqui no Brasil um grande problema que temos é uma parte dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Eles estavam julgando semana passada seis ações que mexem com as questões ambientais. Ou seja, eles queriam amarrar o governo federal, nos proibir completamente de investir e buscar melhorias para a região [do Amazonas] – destacou.

Ele também falou sobre o julgamento, no STF, da chamada pauta verde, que são sete ações que acusam o governo federal de descumprir regras de proteção da Amazônia e ainda de combater ilícitos ambientais.

– Queriam responsabilizar o governo federal por questões que acontecem na Amazônia. Nós sabemos que acontece, tem muita ilegalidade por aí, mas isso não é uma regra. O André Mendonça falou o seguinte; que nesse processo da nobre ministra Carmén Lúcia não fala em nada sobre ações que compete aos governadores dos estados tomarem providências também – ressaltou..

FONTE:PLENONEWS

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