Presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula Foto: PR/Anderson Riedel // Divulgação Lula/Ricardo Stuckert
A pesquisa CNN/Real Time Big Data sobre a disputa presidencial, divulgada nesta quarta-feira (25), apontou uma leve vantagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o ex-presidente Lula (PT) na análise espontânea, quando os entrevistados não são informados sobre os nomes dos candidatos.
Nesse cenário, o atual presidente aparece com 28%, enquanto o petista surge com 26%, seguido por Ciro Gomes, com 4%. Já na análise estimulada, quando os nomes são apresentados aos entrevistados, Lula ainda aparece em primeiro, com 40%, contra 32% do atual chefe do Executivo. O ex-governador Ciro Gomes é o terceiro, com 9%.
De acordo com a CNN, a pesquisa tem 95% de confiança. Foram ouvidas por telefone 3 mil pessoas entre segunda-feira (23) e terça (24). A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07451/2022.
Senador Luis Carlos Heinze Foto: Agência Senado/Jane de Araújo
Nesta terça-feira (24), o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) apresentou um pedido de impeachment do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), por declarações sobre as Forças Armadas. O parlamentar protocolou o requerimento ao Senado pedindo uma investigação por um “crime de responsabilidade” por parte do ministro.
A fala de Barroso ocorreu no dia 24 de abril, durante um evento evento virtual promovido pela universidade alemã Hertie School, de Berlim. Na ocasião, o ministro disse que havia um movimento político com intenção de usar as Forças Armadas para atacar o processo eleitoral no país.
– É preciso ter atenção a esse retrocesso cucaracha de voltar à tradição latino-americana de colocar o Exército envolvido com política. É uma péssima mistura para a democracia e uma péssima mistura para as Forças Armadas – apontou.
Para Heinze, no entanto, a fala de Barroso “sem apresentar provas, caracteriza comportamento incompatível com a honra, dignidade e decoro do cargo que ocupa”. O senador apontou ainda que a “conduta do magistrado pode ser considerada atividade político-partidária, caracterizada como crime de responsabilidade previsto no art. 39 da lei 1079/50”.
Ministro Luís Roberto BarrosoFoto: STF/Nelson JrFONTE:PLENO NEWS
Deputado Lincoln Portela Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Após a destituição de Marcelo Ramos (PSD-AM) da 1ª vice-presidência da Câmara dos Deputados, o Partido Liberal (PL) já definiu qual o nome do partido para disputar o cargo. Trata-se do deputado Lincoln Portela (PL-MG), que foi apoiado pela Bancada Evangélica.
Lincoln Portela disputou e levou a vaga com os votos de 21 deputados do PL. Já Major Vitor Hugo (PL-GO), candidato do governo, conquistou os votos de 19 parlamentares da sigla.
Marcelo Ramos foi destituído do posto nesta segunda-feira (23), após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele derrubou uma liminar que havia concedido ao deputado garantindo que ele continuaria no cargo.
Marcelo Ramos foi eleito para a vice-presidência da Câmara em fevereiro de 2021, quando integrava o PL. No entanto, o deputado deixou o partido no fim do ano passado e ingressou no PSD. Com a mudança de partido, ele acabou sendo destituído.
As eleições estão previstas para esta quarta (25). Além da vice-presidência, também serão escolhidos o novo 2º secretário, do PT, e o novo 3º secretário, do PSDB.
O presidente Jair Bolsonaro comentou, na noite desta terça-feira (24), a operação policial realizada na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, que deixou ao menos 24 mortos, sendo 15 deles criminosos, de acordo com a Polícia Militar. Em seu perfil no Twitter, o chefe do Executivo ressaltou a atuação das polícias Militar, Federal e Rodoviária Federal.
– Parabéns aos guerreiros do BOPE e da PMERJ [Polícia Militar do Rio de Janeiro] que neutralizaram pelo menos 20 marginais ligados ao narcotráfico em confronto, após serem atacados a tiros durante operação contra líderes de facção criminosa. A ação contou com apoio da DRE (Polícia Federal) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) – escreveu.
Operação na Vila Cruzeiro deixou mais de 20 mortos Foto: Reprodução/TV Globo
A operação policial realizada nesta terça-feira (24) na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, deixou mais de 20 mortos, sendo 15 deles criminosos, de acordo com a Polícia Militar fluminense. Durante a ação, uma mulher morreu vítima de bala perdida que, segundo o porta-voz da PM, o tenente-coronel Ivan Blaz, teria sido disparada por uma arma de longo alcance.
A PM informou que agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram atacados a tiros quando iniciavam uma “operação emergencial” que tinha como objetivo prender chefes da facção criminosa Comando Vermelho, que estariam escondidos no local.
De acordo com a polícia, lideranças da facção em outras favelas do Rio — como Jacarezinho, Mangueira, Providência e Salgueiro (São Gonçalo) e até de estados do Norte e do Nordeste também estariam abrigados na Penha. Um helicóptero blindado da PM deu apoio aos agentes em terra.
Confira abaixo a lista dos mortos identificados até o momento:
– Gabrielle Ferreira da Cunha, moradora da comunidade da Chatuba, vizinha à Vila Cruzeiro, foi vítima de bala perdida;
– Patrick Andrade da Silva, o PT. A Polícia Civil informou que ele tinha uma passagem pela delegacia, em 2021, por suspeita de tráfico de drogas e associação ao tráfico;
– Eraldo de Noves Ribeiro, apontado como chefe do tráfico em Moju, no Pará. Teve a prisão preventiva decretada em março de 2016 pelo crime de roubo a banco, na cidade de Moju;
– Geovane Ribeiro dos Anjos (“Pinguim” ou “Do Gelo”), teve três passagens pela polícia. Em 2014, foi preso suspeito de tráfico de drogas e associação criminosa;
– Maycon Douglas Alves Ferreira da Silva (“Maiquim”), teve quatro passagens pela polícia. Em uma delas, em 2019, ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas e associação criminosa;
– Marcelo da Costa Vieira, acumulou três passagens pela polícia, sendo a primeira delas em 2008, por suspeita de violência contra mulher. O processo foi arquivado. Também foi preso em 2014, por suspeita de tráfico de drogas. Contudo, a Justiça absolveu Marcelo dessas acusações;
– Sebastião Teixeira dos Santos, morto em confronto, segundo a PM;
– Carlos Henrique Pacheco da Silva, morto em confronto, segundo a PM;
– Leonardo dos Santos Mendonça, morto em confronto, segundo a PM;
– André Luiz Filho (“Sdq”), morto em confronto, segundo a PM;
– Roque De Castro Pinto Junior, nascido no Amazonas, morto em confronto, segundo a PM;
– Adriano Henrique Rodrigues Xavier. Segundo a polícia integrava grupos de assaltantes, era conhecido como Playboy e morreu em confronto. Era natural do Pará;
– Marlon da Silva Costa, conhecido como Déo. Segundo a polícia atuava no tráfico local, era natural do Pará e morreu em confronto;
– Homem não identificado que, segundo a polícia, era criminoso;
Augusto Aras perde a paciência com colega de PGR Foto: Reprodução/Vídeo redes sociais
Durante sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal nesta terça-feira (24), os ânimos se exaltaram. O procurador-geral da República, Augusto Aras, chegou a ser contido por seguranças ao partir para cima de um colega.
Quando anunciou que abriria uma votação, Aras foi interrompido pelo subprocurador Nívio de Freitas, que pediu para sustentar seu ponto de vista.
– Pode [sustentar]. Eu só não posso admitir aqui essa bagunça que o colega… – disse Aras, sendo interrompido novamente.
– Não, bagunça não. Vossa Excelência também interferiu quando o colega estava falando. Então se vossa excelência quer respeito, me respeite também – retrucou Nívio.
O chefe da PGR fiou impaciente e apontou o dedo para o subprocurador.
– Vossa Excelência não é digno de respeito. Vossa Excelência não é digno de respeito – disparou Aras.
A discussão foi transmitida ao vivo, mostrando, inclusive, o momento em que Aras bateu na mesa e se levantou em direção a Nívio. As imagens também mostram um segurança correndo antes de a transmissão ser interrompida.
Nesta segunda-feira (22), a ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, usou as redes sociais para se manifestar a respeito da decisão do ex-governador de São Paulo, João Doria, que anunciou oficialmente sua desistência da corrida ao Planalto.
Damares ironizou o tucano e disse ter ficado triste com o anúncio de Doria porque queria vê-lo derrotado nas eleições.
– Eu estou aqui muito triste, lamentando a desistência daquele que governou São Paulo. (…) A minha cara de tristeza. (…) Sabe por que eu estou triste? Por que eu queria que ele fosse esmagado na urna, nos votos. Tô muito triste – declarou a ex-ministra.
Doria comunicou sua decisão nesta segunda. O pronunciamento dele aconteceu após uma reunião com a cúpula do PSDB. No palanque, ao lado do tucano, também estavam sua esposa, Bia Doria, e o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo; além de aliados. Doria disputava a vaga de candidato único do grupo que reúne MDB, PSDB e Cidadania, mas a cúpula das três legendas já indicou que quer a senadora Simone Tebet (MDB) nas urnas em outubro.
Na última quarta-feira, os presidentes dos partidos “rifaram” Doria e endossaram o nome da emedebista após uma pesquisa interna indicar que a rejeição menor a Tebet dava mais condições a ela, que ao ex-governador de São Paulo, de tentar quebrar a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL).
Cláudio Castro Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), uma operação no Rio de Janeiro...
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IMPRIMA E COLOQUE NO PORTA-LUVAS DO CARRO !!! Você sabia que se enguiçar em determinadas vias da Cidade do Rio de Janeiro, você não pode chamar o seu reboque particular?
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Para evitar que você fique à mercê dos bandidos, anote e deixe em seu veículo os números dos telefones de emergência das vias especiais do Rio de Janeiro.
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