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sexta-feira, 26 de maio de 2023

PowerPoint: PGR quer anulação de indenização de Deltan a Lula Caso é relatado pela ministra Cármen Lúcia


 

Deltan Dallagnol Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou, nesta sexta-feira (26), um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação do ex-procurador Deltan Dallagnol ao pagamento de indenização ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do PowerPoint.

Em março de 2022, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou Dallagnol ao pagamento de R$ 75 mil em danos morais a Lula. Em seguida, o ex-procurador recorreu ao STF para anular a decisão.

No parecer enviado à Corte, o subprocurador Wagner Natal Batista entendeu que a condenação deve ser anulada por violar a jurisprudência sobre a responsabilização de agentes públicos. Segundo ele, a responsabilização por irregularidades não é aplicada diretamente ao servidor, que responde pelos fatos somente após a condenação do Poder Público.

– O acórdão recorrido concluiu pela legitimidade passiva do agente público, condenando-o ao pagamento de indenização por dano moral, fazendo-o em sentido diametralmente oposto ao que restou fixado em sede de repercussão geral pelo Supremo Tribunal Federal – escreveu.

O caso é relatado pela ministra Cármen Lúcia. Não há prazo para julgamento.

Em 2016, então chefe da força-tarefa da Lava Jato, Dallagnol fez uma apresentação de PowerPoint para acusar Lula, que era investigado pela operação, de chefiar uma organização criminosa. Posteriormente, os processos foram anulados após o STF considerar o ex-juiz Sergio Moro parcial na condução da investigação.

Na ocasião, Cristiano Zanin, advogado de Lula, questionou a conduta funcional de Dallagnol. Segundo ele, o ex-procurador e outros integrantes da Lava Jato usaram a apresentação de PowerPoint para acusar o ex-presidente de atuar como “comandante e maestro de uma organização criminosa”.

DELTAN COMEMORA PARECER DA PGR
Na noite desta sexta-feira (26), o deputado cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) comentou o posicionamento da PGR em seu favor.

*Com informações da Agência Brasil

FONTE:PLENO NEWS

Moro comenta pente-fino contra ação de Michelle: “Vingança” Senador disse que a vingança é o "único projeto" do governo Lula


 

Senador Sergio Moro Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) comentou a decisão do governo federal de criar um grupo para realizar um pente-fino no extinto programa Pátria Voluntária, que era liderado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ao falar sobre o assunto, Moro disse que o “governo Lula tem por único projeto a vingança”.

– Revanchismo, vindita, perseguição a adversários políticos usando a estrutura do governo. Ações intoleráveis de um governo velho, bolorento, sem ideias e totalitário. Padrão PT – resumiu Marinho.

Publicação feita por Moro Foto: Reprodução/Twitter

SOBRE O PENTE-FINO NO PÁTRIA VOLUNTÁRIA
O programa Pátria Voluntária, que era liderado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, vai ser alvo de um pente-fino promovido pelo governo Lula. Nesta quinta-feira (25), foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) uma portaria que cria um grupo de trabalho para “identificar as informações produzidas” no âmbito do projeto.

Assinado pela secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, o ato determina que o grupo deverá atuar por um prazo de 90 dias, período que poderá ser prorrogado uma única vez. A portaria ainda ressalta que a decisão em relação ao programa atende a um acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU).

Em março deste ano, a Corte de Contas informou que havia ausência de previsão constitucional e legal para o modelo adotado pelo programa para usar dinheiro privado na gestão pública. Além disso, o TCU também falou em “ausência de critérios objetivos e isonômicos para a seleção de instituições beneficiárias dos recursos financeiros privados”.

Entre as recomendações emitidas pelo TCU estavam a de que a Casa Civil, justamente a pasta que lidera o grupo criado pelo governo, colocasse em transparência ativas os atos “administrativos de seleção, gestão e controle de prestações de contas das entidades beneficiárias dos recursos” do programa.

O programa liderado por Michelle tinha como objetivo, segundo o governo, “fomentar a prática do voluntariado como um ato de humanidade, cidadania e amor ao próximo, entre o governo, as organizações da sociedade civil e o setor privado, além de incentivar o engajamento social”. Criado em 2019, o Pátria Voluntária foi extinto em janeiro deste ano, dias depois da posse de Lula.

FONTE:PLENO NEWS

Michelle Bolsonaro recebe alta e suspeita de labirintite é negada A ex-primeira dama já está se "recuperando em casa", afirmou assessoria


 

Michelle Bolsonaro Foto: Reprodução/YouTube Partido Liberal

Nesta quinta-feira (25), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro precisou ficar hospitalizada, em Brasília, em razão de um mal-estar. Com suspeita de labirintite, o Pleno.News apurou, e de acordo com a assessoria de imprensa do PL, Michelle foi diagnosticada com “uma forte enxaqueca”.

Em razão disso, a ex-primeira-dama precisou cancelar sua presença no encontro do PL que ocorreu na manhã desta quinta.

Michelle “recebeu a medicação adequada e já está se recuperando em casa”.

– A presidente nacional do PL Mulher passa bem. A suspeita de labirintite não se confirmou. O diagnóstico foi de uma forte enxaqueca. Ela recebeu a medicação adequada e já está se recuperando em casa. Michelle Bolsonaro agradece pelos votos de boa recuperação – informou, em nota, a assessoria.

FONTE:PLENO NEWS

Juíza que criticou Moraes recebe aposentadoria compulsória Ludmila Lins Grilo usou as redes sociais para criticar o inquérito das fake news


 

Juíza Ludmila Lins Grilo Foto: Câmara dos Deputados/Pablo Valadares

Nesta quinta-feira (25), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) aposentou compulsoriamente a juíza Ludmila Lins Grilo, afastada do cargo após criticar o Supremo Tribunal Federal (STF).

Em fevereiro deste ano, a magistrada foi afastada das atividades pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Foi proposto, pelo corregedor Luís Felipe Salomão, um processo disciplinar que acusou a juíza de “total desleixo” com o trabalho e “imenso desprestígio” com a magistratura.

Ludmila diz que foi perseguida por usar as redes sociais para criticar o inquérito das fake news, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes do STF.

No CNJ, o caso foi relatado pelo corregedor ministro Luis Felipe Salomão. A juíza fez questão de divulgar, em suas redes, que ele foi indicado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2008, pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ludmila teve suas redes sociais bloqueadas e foi investigada por ser supostamente amiga do jornalista Alan dos Santos, do Terça Livre, canal retirado do ar por decisão do STF.

FONTE:PLENO NEWS

“O governo Lula sabotou a CPMI até onde pôde”, aponta Girão Senador afirmou que oposição não aceitará tentativas de blindar investigação


 

Senador Eduardo Girão (Novo-CE) Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) apontou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou sabotar e boicotar a criação da CPMI dos Atos de 8 de Janeiro, instalada nesta quinta-feira (25) no Congresso. Para o parlamentar, após a gestão do petista perceber que o colegiado havia se tornado inevitável, passou a tentar “blindar a investigação” ocupando as cadeiras da comissão.

– A população quer apenas que a verdade venha à tona e que sejam punidos os responsáveis pelos atos deploráveis que ocorreram no 8 de janeiro. Com relação à montagem da comissão, o governo Lula sabotou e boicotou até onde pôde essa CPMI – declarou o senador em entrevista à Jovem Pan News.

Na sequência, o parlamentar mencionou denúncias de colegas que teriam sido pressionados a retirar suas assinaturas do requerimento que previa a criação do colegiado.

– A própria mídia divulgou e parlamentares denunciaram que tiveram assédio com dezenas de milhões de reais em emendas e até cargos federais para retirar as assinaturas. Como alguém que se diz vítima desde o começo, como o governo Lula, não quer investigar? – questionou.

Girão defendeu que as comissões são instrumento da oposição.

– Quando vazaram as imagens, especialmente aquela onde o G. Dias, junto com sua equipe, entregando água e recebendo os invasores como se estivesse fazendo uma reunião em casa, o governo quis imediatamente ocupar essa CPMI, com a presidência e relatoria. Ou seja, dando uma ideia muito clara de que quer blindar a investigação, e nós não vamos aceitar. A CPI e a CPMI são instrumentos da minoria, da oposição – garantiu.

Por fim, o senador afirmou esperar que a CPMI não “fique naquela lacração que não leva a lugar nenhum”, mas que seja técnica a fim de “jogar luz sobre essa sombra que o Brasil está envolvido”.

FONTE:PLENO NEWS

Nikolas Ferreira rebate petistas na CPMI e é aplaudido O deputado recebeu apoio de seus pares no final do discurso


 

Nikolas Ferreira Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Nesta quinta-feira (25), o Congresso Nacional iniciou os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos de 8 de janeiro. Ao notar o discurso dos parlamentares da base do governo federal, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) resolveu responder algumas falas de seus pares.

Ferreira listou cinco informações incongruentes, entre elas a fala de um parlamentar que disse que os deputados aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro não poderiam participar da CPMI, porque entre os presos pelos atos de 8 de janeiro estavam eleitores dos mesmos.

Outro ponto rebatido foi sobre a participação do deputado André Fernandes (PL-CE), que é o autor do pedido de abertura da CPMI. Para muitos parlamentares presentes, ele não poderia estar na Comissão por ser investigado pelos atos de 8 de janeiro.

No final da fala, Nikolas foi aplaudido por seu posicionamento.

ASSISTA:

FONTE:PLENO NEWS

terça-feira, 23 de maio de 2023

Janja provoca Bolsonaro em mensagem contra abuso infantil Caso ocorreu durante vídeo da primeira-dama publicado nas redes sociais


 

Janja da Silva Foto: Reprodução / Instagram

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, aproveitou uma mensagem de conscientização contra o abuso sexual infantil para alfinetar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), adotando tom político. O caso ocorreu durante um vídeo publicado por ela nas redes sociais, na última quinta-feira (18), Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.

– Eu venho aqui falar um pouco do quanto é essencial conscientizar toda a população sobre esse assunto. Afinal, não existe “pintar um clima” entre um adulto e uma criança, né? O que existe são vários tipos de violência que podem atingir nossos pequenos, entre eles, o abuso e a exploração sexual – declarou a esposa do presidente Lula (PT), vestida com uma blusa da campanha Faça Bonito.

Ao utilizar a frase “pintar um clima”, Janja fez referência a uma declaração de Bolsonaro proferida em outubro do ano passado. Na época, o até então chefe do Executivo usou a expressão ao narrar uma visita à casa de venezuelanas, na comunidade São Sebastião, no Distrito Federal.

– Eu parei a moto numa esquina, tirei o capacete e olhei umas três, quatro menininhas, bonitas, de 14 ou 15 anos, arrumadinhas num sábado, numa comunidade. Eu vi que eram meio parecidas, pintou um clima e voltei. Entrei lá e tinham umas 15, 20 meninas sábado de manhã se arrumando. Todas venezuelanas. E eu pergunto: meninas bonitinhas de 14, 15 anos se arrumando no sábado para quê? Ganhar a vida. Você quer isso para a sua filha que está nos ouvindo agora? – questionou ele em entrevista ao Canal do YouTube Paparazzo Rubro-Negro.

Posteriormente, Bolsonaro justificou que a expressão queria dizer que havia uma oportunidade favorável para conversar e negou qualquer conotação controversa. Ele ainda destacou que utiliza a frase em diversos contextos quotidianos.

– Eu fui para dentro da casa das senhoras com uns dez seguranças. Fiz uma live, a TV CNN emitiu sinal. Se você pegar esse pintar um clima, na mesma entrevista daquele blogueiro, eu falo que não pintou um clima com o Parlamento para revogar um decreto ambiental sobre a Baía de Angra. Essa história de pintar um clima é muito comum em mim, uso muito isso aí, e naquele momento foi exatamente para mostrar que pintou oportunidade, um clima, para entrar na casa das venezuelanas, e como eu fiz, a live, mostrar o que nós não queremos para o Brasil – frisou.

FONTE:PLENO NEWS

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