Deputado federal Nikolas Ferreira Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou as redes sociais, nesta quarta-feira (19), para reagir após Lula ter dito que nutre “profunda gratidão” à África “por tudo que foi produzido durante os 350 anos de escravidão” no Brasil. A fala do petista foi proferida na presença do presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, país onde o petista esteve após deixar Bruxelas, na Bélgica, em participação na reunião da cúpula da União Europeia e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
Nikolas Ferreira apontou um “silêncio ensurdecedor da esquerda, movimento negro e mimizentos” a respeito do episódio.
– Que silêncio ensurdecedor da esquerda, movimento negro e mimizentos sobre o Lula agradecendo à África por “tudo que foi produzido em 350 anos de escravidão”, hein? Só pensa se isso sai da boca do Bolsonaro… pensa – escreveu o parlamentar.
Oswaldo Eustáquio Foto: Reprodução/ Print de vídeo redes sociais
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou o bloqueio das contas bancárias da filha de 15 anos do jornalista Oswaldo Eustáquio, que fixou residência no Paraguai. A decisão está assinada desde março, após Eustáquio pedir doações na internet divulgando a conta da adolescente.Inicialmente, duas contas foram bloqueadas: uma conta corrente com R$ 6,3 mil, e um investimento em previdência privada de R$ 374,7 mil. As informações foram passadas ao STF por um banco.
No entanto, em junho, a conta com R$ 6,3 mil foi desbloqueada mediante autorização da Procuradoria-Geral da República (PGR), atendendo a um recurso da defesa da jovem. O argumento era de que o dinheiro da conta era usado pela adolescente para ir à escola e comprar lanche para seus irmãos menores e ração para seus cachorros. O investimento na previdência continuou bloqueado, pois a a vice-PGR, Lindôra Araújo, pediu detalhamento da origem desses recursos.
Moraes disse que Eustáquio usou estratégia “sorrateira” para arrecadar dinheiro.
– O investigado, de maneira sorrateira, está utilizando o perfil de sua própria filha para arrecadação de dinheiro, mediante propagação de mentiras – afirmou Moraes, completando que esse dinheiro seria usado para evitar a prisão e cometer mais crimes.
Oswaldo Eustáquio teve prisão decretada por Alexandre de Moraes em dezembro de 2022 por praticar o que o ministro chama de atos antidemocráticos. Ele é acusado de crimes de ameaça e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. De acordo com a investigação, o jornalista teria instigado a “animosidade entre as Forças Armadas e os Poderes”.
Roberto Mantovani Filho Foto: Reprodução/YouTube TV SBNotícias
O empresário Roberto Mantovani Filho e a esposa dele, Andréa Munarão, suspeitos de hostilizar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no Aeroporto de Roma, negaram em depoimento à Polícia Federal (PF) qualquer agressão contra o filho do magistrado. Roberto e Andréa estiveram na sede da PF em Piracicaba, no interior de São Paulo, na manhã desta terça-feira (18).
De acordo com a defesa dos dois, Roberto admitiu na oitiva ter dado um “empurrão” no filho do ministro para defender a esposa, mas negou que tenha ocorrido agressão. Segundo o advogado do casal, a discussão começou depois de uma confusão por falta de vagas em uma sala vip do aeroporto da capital italiana.
Ainda segundo a defesa, Andréa teria achado de maneira equivocada que o ministro tivesse privilégios ao entrar em uma sala vip do terminal italiano, mas depois soube que era necessário uma reserva prévia. A mulher teria protestado após sua família, que estava com duas crianças de colo, não ter sido liberada para acessar o local.
O advogado disse que o filho do ministro, que estava na recepção, teria discutido com Andréa e a ofendido. Roberto então teria o afastado com o braço e, segundo a defesa, “pode ter esbarrado” no óculos do rapaz. O intuito, porém, segundo ele, era defender a esposa. Em razão do fato, foi instaurado um inquérito policial para apurar acusações de agressão, ameaça, injúria e difamação.
O genro de Roberto, Alex Zanatta, já havia prestado depoimento à PF no último domingo (16). Na ocasião, ele negou ter hostilizado o magistrado.
Luís Roberto Barroso, do STF, e Flávio Dino Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Nesta segunda-feira (17), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, minimizou a declaração do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso sobre a “derrota do bolsonarismo”. Para o titular da pasta, não houve “partidarização”, e a interpretação da fala do magistrado foi “rigorosa demais”.
– A interpretação em relação ao pronunciamento do ministro Barroso, e eu estava lá, foi um pouco rigorosa demais, não houve uma partidarização. Ele mencionou o nome de uma corrente política como em outros momentos, inclusive, em julgamentos já houve essa menção. Ele próprio fez uma espécie de embargo de declaração político, ele esclareceu o conteúdo da sua manifestação que foi no sentido de reprovar os extremistas violentos – argumentou em entrevista ao portal UOL.
Flávio Dino ainda depreciou as críticas daqueles que desaprovam a ida de um ministro da Suprema Corte a um evento como Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes), marcado por forte posicionamento político.
– Houve também uma crítica que o ministro do Supremo não deveria ir ao evento da UNE, mas não vai no evento da Fiesp? Não vai no evento da Confederação Nacional da Agricultura? Não vai no evento da Febraban? Não vai ao evento da Federação Brasileira dos Bancos? Vai. Então eu não vejo problema – analisou.
RELEMBRE A fala de Barroso ocorreu após o ministro ser vaiado no evento da UNE, por parte de estudantes ligados a profissionais da área de enfermagem. Na ocasião, ele respondeu:
– Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas – disparou Barroso na ocasião.
A declaração gerou repercussão negativa até mesmo entre os colegas de Barroso no STF devido ao teor político e falta de neutralidade. A oposição está, inclusive, se movimentando para pedir o impeachment do ministro em razão do caso. Até o momento, o documento conta com 87 assinaturas.
Washington Quaquá e esposa em viagem para Portugal Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Apesar de ter apenas cinco meses de mandato em 2023, o deputado federal Washington Quaquá (PT-RJ), vice-líder do PT na Câmara, já foi ao exterior em pelo menos quatro ocasiões neste ano. Mesmo sem estar oficialmente de férias do Legislativo, o petista já registrou momentos de lazer em países como Cuba, Colômbia, Curaçao e, mais recentemente, em Portugal e na França.
Sempre acompanhado da esposa Gabriela Lopes, Quaquá aparece nos roteiros em momentos descontraídos que não remetem sequer vagamente a possíveis compromissos oficiais. Não há no site da Câmara, inclusive, quaisquer registros de viagens do petista em missões oficiais.
De acordo com informações da Casa, Quaquá faltou em 12 de um total de 57 dias com sessões deliberativas realizadas até a última quarta-feira (12), o que representa um índice de 21% de ausência. Já nas comissões, o político esteve fora de 24 das 57 reuniões previstas.
Em uma de suas viagens internacionais, a realizada em abril para Cuba, o deputado inclusive desfalcou a bancada petista em uma derrota do partido na Casa: a derrubada de trechos de dois decretos presidenciais de Lula sobre a regulamentação do novo marco do saneamento básico.
Procurado pela coluna de Guilherme Amado, do site Metrópoles, para comentar as viagens, Quaquá disse que viaja com recursos próprios, mas que eventualmente aproveita os deslocamentos para fazer seu trabalho parlamentar.
– Como homem público e mesmo na vida pessoal, viajar é bom para conhecer experiências de políticas públicas e ampliar contatos internacionais. De resto, vou continuar viajando – declarou.
Saul Klein Foto: Reprodução / YouTube / Brasil Urgente
A Justiça do Trabalho condenou o empresário Saul Klein, filho do fundador das Casas Bahia, Samuel Klein, já falecido, ao pagamento de R$ 30 milhões, por explorar sexualmente adolescentes e mulheres e sujeitá-las a trabalhos análogos à escravidão.
A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (14), pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que anunciou a condenação como a maior por tráfico de pessoas de todo o país e a segunda maior por dano moral coletivo pela prática de trabalho análogo ao escravo.
A indenização será distribuída entre três instituições sem fins lucrativos. A Justiça também impôs uma multa de R$ 100 mil para cada vez que houver descumprimento, sendo o valor passível de aumento. O Conselho Regional de Medicina de São Paulo e o Ministério Público de São Paulo ficam obrigados a tomar providências para que se descubra se os médicos que realizaram atendimentos às vítimas no sítio de Klein, onde elas permaneciam, cometeram alguma infração ética ou legal.
Conforme destacou o órgão, Klein atraía as vítimas com falsas promessas de trabalho. No caso das jovens com idade entre 16 e 21 anos, Klein prometia ajudá-las a construir carreiras de modelo, fato que o MPT comprovou após investigações.
– Após o aliciamento, as mulheres e as adolescentes eram inseridas em um criminoso esquema de exploração no sítio do empresário, sendo obrigadas a manter relações sexuais com o réu durante dias, sob forte violência psicológica e vigilância armada – descreve MPT, em nota, o que coincide com as informações apuradas pela polícia. Além da restrição de liberdade, as vítimas sofreram contaminações por infecções sexualmente transmissíveis.
As estratégias chegaram a ser reveladas em reportagens da Agência Pública, em abril de 2021, e do programa Fantástico, da TV Globo. Como ressaltou o MPT, o que serviu de base para a abertura do processo contra Klein foram as denúncias feitas pela imprensa e a mobilização da organização não governamental Justiceiras.
Saul Klein chegou a disputar eleições em 2020, pelo PSD. Ele concorreu ao cargo de vice-prefeito de São Caetano do Sul e declarou patrimônio de mais de R$ 61 milhões.
A Agência Brasil procurou o escritório que representa Saul Klein e disponibilizou o contato, caso queira se pronunciar sobre a decisão. Até o fechamento desta matéria, a defesa do empresário não se manifestou.
De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o preço do ovo de galinha subiu 22,93% nos últimos 12 meses. Trata-se da maior alta de preços do alimento em uma década.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho de 2013, o aumento no valor do ovo foi de 24,54%.
O analista da pesquisa do IBGE, André Almeida, informou à Folha de São Paulo que a carestia do ovo pode ser associada a uma série de fatores, como o aumento dos custos de produção, a menor oferta e o crescimento do consumo.
Outro motivo seria o aumento de preços das proteínas concorrentes. Com a inflação elevada nas carnes, o ovo passa a ser visto como um substituto e isso aumenta seu valor.
As capitais com as maiores altas de preços do ovo até junho foram Belo Horizonte (31,92%), Aracaju (30,36%) e Goiânia (28,94%). Em São Paulo, o alimento subiu 24,51% no mesmo período..
Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano (Imagem ilustrativa) Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo A previsão do ...
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