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quarta-feira, 19 de julho de 2023

Nikolas após fala de Lula sobre África: “Silêncio ensurdecedor” Deputado se manifestou por meio das redes sociais, nesta quarta-feira


 

Deputado federal Nikolas Ferreira Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou as redes sociais, nesta quarta-feira (19), para reagir após Lula ter dito que nutre “profunda gratidão” à África “por tudo que foi produzido durante os 350 anos de escravidão” no Brasil. A fala do petista foi proferida na presença do presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, país onde o petista esteve após deixar Bruxelas, na Bélgica, em participação na reunião da cúpula da União Europeia e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Nikolas Ferreira apontou um “silêncio ensurdecedor da esquerda, movimento negro e mimizentos” a respeito do episódio.

– Que silêncio ensurdecedor da esquerda, movimento negro e mimizentos sobre o Lula agradecendo à África por “tudo que foi produzido em 350 anos de escravidão”, hein? Só pensa se isso sai da boca do Bolsonaro… pensa – escreveu o parlamentar.

FONTE:PLENO NEWS

Confira os nomes de quem pede pelo impeachment de Barroso Parlamentares da oposição apresentaram pedido contra o ministro do STF


 

Luís Roberto Barroso Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Nesta quarta-feira (19), parlamentares da oposição apresentaram um impeachment contra o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), por sua fala envolvendo a “derrota do bolsonarismo”.

Deputados e senadores se uniram para exigir uma investigação contra o magistrado, alegando que a declaração se trata de um “crime continuado”, por parte do ministro, que vem demonstrando “seu desprezo pelo equilíbrio e independência entre os Poderes”.

untos, os parlamentares resolveram reforçar o pedido para que o Senado Federal tome providências contra o representante da Suprema Corte.

SENADORES:

  1. Carlos Portinho (PL-RJ)
  2. Cleitinho (Republicanos-MG)
  3. Damares Alves (Republicanos-DF)
  4. Esperidião Amin (PP-SC)
  5. Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
  6. Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
  7. Jaime Bagattoli (PL-RO)
  8. Jorge Seif (PL-SC)
  9. Luis Carlos Heinze (PP-RS)
  10. Luís Eduardo Girão (Novo-CE)
  11. Magno Malta (PL-ES)
  12. Márcio Bittar (União Brasil-AC)
  13. Marcos Pontes (PL-SP)
  14. Rogério Marinho (PL-RN)
  15. Styvenson Valentim (Podemos-RN)

DEPUTADOS:

  1. Alexandre Ramagem (PL-RJ)
  2. Alberto Fraga (PL-DF)
  3. Alfredo Gaspar (União Brasil-AL)
  4. Amalia Barros (PL-MT)
  5. André Fernandes (PL-CE)
  6. Bia Kicis (PL-DF)
  7. Bibo Nunes (PL-RS)
  8. Carla Zambelli (PL-SP)
  9. Capitão Alden (PL-BA)
  10. Capitão Alberto Neto (PL-AM)
  11. Caroline De Toni (PL-SC)
  12. Chris Tonietto (PL-RJ)
  13. Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  14. Coronel Meira (PL-PE)
  15. Coronel Telhada (PP-SP)
  16. Coronel Ulysses (União Brasil-AC)
  17. Cristiane Lopes (União Brasil-RO)
  18. Daniela Reinehr (PL-SC)
  19. Daniel Freitas (PL-SC)
  20. Delegado Fábio Costa (PP-AL)
  21. Delegado Palumbo (MDB-SP)
  22. Diego Garcia (Republicanos-PR)
  23. Dr. Frederico (Patriota-MG)
  24. Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
  25. Eduardo Pazuello (PL-RJ)
  26. Eros Biondini (PL-MG)
  27. Esperidião Amin (PP-SC)
  28. Filipe Barros (PL-PR)
  29. General Girão (PL-RN)
  30. Gilberto Silva (PL-PB)
  31. Gilson Marques (Novo-SC)
  32. Gilvan da Federal (PL-ES)
  33. Gustavo Gayer (PL-GP)
  34. Junio Amaral (PL-MG)
  35. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  36. Marcel van Hattem (Novo-RS)
  37. Marcelo Moraes (PL-RS)
  38. Marco Feliciano (PL-SP)
  39. Marcos Pollon (PL-MS)
  40. Márcio Bittar (União Brasil-AC)
  41. Marcio Alvino (PL-SP)
  42. Mario Frias (PL-SP)
  43. Messias Donato (Republicanos-ES)
  44. Miguel Lombardi (PL-SP)
  45. Mauricio Marcon (Podemos-RS)
  46. Nicoletti (União Brasil-RR)
  47. Nikolas Ferreira (PL-MG)
  48. Paulo Bilynskyj (PL-SP)
  49. Paulo Fernando (Republicanos-DF)
  50. Pastor Eurico (PL-PE)
  51. Pezenti (MDB-SC)
  52. Rodolfo Nogueira (PL-MS)
  53. Sargento Fahur (PSD-PR)
  54. Sargento Gonçalves (PL-RN)
  55. Sanderson (PL-RS)
  56. Silvia WaiãpI (PL-AP)
  57. Styvenson Valentim (Podemos-RN)
  58. Thiago Flores (MDB-RO)
  59. Zé Trovão (PL-SC)
  60. Zucco (Republicanos-RS)
FONTE:PLENO NEWS

Flávio sobre “cerco” a Bolsonaro: “Puxando saco de Lula”; entenda Senador afirmou que atores jurídicos atacam o ex-presidente em aceno a Lula, visando "vaguinha"


 

Flávio Bolsonaro Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desabafou, nesta quarta-feira (19), sobre o processo em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou acesso a dados concernentes aos seguidores das redes sociais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A medida, segundo Flávio, “é um óbvio constrangimento” ao líder conservador.

O parlamentar enxerga todas essas energias concentradas em expor Bolsonaro como uma forma de mostrar-se útil a esse grupo político e, dessa forma, ser recompensado com algum cargo importante por estar, simplesmente, “puxando o saco” do presidente Lula (PT).

O parlamentar afirmou categoricamente que existem pessoas “fazendo gestos para serem vistas, serem lembradas, para assumir uma vaguinha na PGR, uma vaguinha no Supremo Tribunal Federal”. Ele advertiu ainda que tal prática fere a boa prática republicana e o compromisso em zelar pela Constituição, caracterizando abuso de autoridade.

– Parece que Lula colocou uma cenourinha pendurada na varinha na frente da pessoa, que fica indo atrás da cenourinha, achando que, em algum momento, vai ser recompensada por estar fazendo covardia com Bolsonaro. Essa é a verdade nua e crua do que está acontecendo hoje no Brasil – disparou.

FONTE:PLENO NEWS

Condenada por fake news pagou palestra de Moraes na Itália Relação do ministro com empresas foi denunciada pelo Jornal da Band


 

Ministro Alexandre de Moraes Foto: EFE/Joédson Alves

A palestra ministrada por Alexandre de Moraes na Itália, na última semana, foi promovida e bancada por uma faculdade de Goiás condenada por propagar fake news sobre o uso seguro de Ivermectina durante a pandemia de Covid-19, com finalidade lucrativa. A denúncia foi feita pelo Jornal da Band, em edição desta terça-feira (18).O Fórum Internacional de Direito que ocorreu na Universidade de Siena foi promovido pela Alfa Escola de Direito e pela Unialfa, empresas com suas sedes em Goiás e que compõem o Grupo José Alves, que é o proprietário da Vitamedic, empresa farmacêutica que fabrica a ivermectina no Brasil.

O Grupo José Alves e a Unialfa bancaram um informe publicitário difundido em diversos canais de comunicação, em fevereiro de 2021, a fim de defender o uso de substâncias como ivermectina e cloroquina no “tratamento precoce” contra o Coronavírus.

As empresas foram condenadas junto a entidade Médicos pela Vida e multadas em R$ 55 milhões por danos morais coletivos à saúde. A decisão ocorreu em maio deste ano pela Justiça Federal no Rio Grande do Sul.

FONTE:PLENO NEWS

Trabalhador morre esmagado por elevador em shopping Prestador de serviços estava fazendo manutenção no equipamento


 

Shopping Valinhos Foto: Reprodução / Google Street View

Um homem de 49 anos morreu esmagado por um elevador enquanto realizava a manutenção do equipamento, no Shopping Valinhos (SP). O caso ocorreu por volta das 9h50 desta terça-feira (18), e a vítima era o prestador de serviço Marcos André de Jesus Ildefonso.

Em nota, o centro comercial disse ter chamado o suporte de imediato. Também declara que a equipe fez o “possível” até que o atendimento especializado chegasse ao local do acidente.

– O Shopping Valinhos reafirma seu compromisso e zelo com o bem-estar e segurança de todos e solidariza-se com familiares e amigos – acrescenta a administração do shopping, segundo informações do portal G1.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) também se pronunciou dizendo que solicitou exames aos institutos de Criminalística e Médico Legal.

O caso está sob investigação do 1° Distrito Policial de Valinhos e foi registrado como morte suspeita/acidental.

FONTE:PLENO NEWS

CIA espionou conversas de Lula com ex-presidente, diz jornal Dilma Rousseff também aparece nas gravações que ocorreram em março de 2018


 Dilma Rousseff (PT), presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-presidente do Equador, Rafael Correa

Dilma Rousseff (PT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-presidente do Equador, Rafael Correa Foto: Juan Carlos Hidalgo, Andre Borges, Juan Ignacio/EFE

A agência de inteligência do governo dos Estados Unidos, CIA, teria supostamente espionado conversas que o ex-presidente do Equador Rafael Correa teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). As informações são do jornal espanhol El País.

Na ação, a CIA não atuou diretamente, mas optou por contratar a UC Global, SL, uma empresa de segurança da Espanha. A companhia é comandada pelo espanhol David Morales, empresário e ex-militar.

O caso só se tornou público após um juiz espanhol, Santiago Pedraz, que investiga Morales há três anos, solicitar uma análise em um dos computadores do empresário. Lá, foram encontrados um disco rígido com o nome CIA e uma pasta com as conversas entre o ex-presidente equatoriano e outros ex-presidentes da América Latina.

Também foram gravados encontros do ex-presidente do Equador com a vice-presidente da Argentina Cristina Kirchner e com o ex-presidente do Uruguai José Mujica.

Os conteúdos não foram divulgados. As gravações ocorreram entre os dias 18 e 24 de março de 2018.

Além disso, a empresa supostamente contratada pela CIA teria espionado reuniões que tinham a presença do australiano Julian Assenge, fundador da WikiLeaks. A empresa divulga informações confidenciais com fontes anônimas.

As descobertas, divulgadas pelo jornal espanhol, foram realizadas por especialistas indicados pela própria defesa de Assenge.

Em 2019, Morales deixou de realizar a segurança do ex-presidente do Equador. De acordo com informações do veículo, um colaborador expôs que Morales exigiu relatórios com informações sobre atividades pessoais, políticas e outras reuniões de Rafael Correa.

Os celulares dos filhos do ex-presidente do Equador, que governou de 2007 a 2017, também foram espionados.

FONTE:PLENO NEWS

“Infelizmente, não dá mais”, diz Flávio Bolsonaro sobre Barroso Para o senador, ministro passou dos limites ao declarar que participou da "derrota do bolsonarismo"


 

Flávio Bolsonaro em coletiva de imprensa sobre pedido de impeachment de Barroso Foto: Reprodução / TV Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se pronunciou, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19), sobre o pedido de impeachment protocolado pela oposição contra o ministro Luís Roberto Barroso. O parlamentar disse que a manifestação do magistrado envolvendo a “derrota do bolsonarismo” “passou dos limites” e que é preciso “traçar uma linha do que é republicano”.

– Não é com alegria que estamos protocolando esse pedido de impeachment do ministro Barroso, só que infelizmente não dá mais. É preciso traçar uma linha do que é republicano, do que é democrático, do que é correto. Todos, eu tenho certeza, entenderão, até o ministro Barroso, esse nosso pedido de impeachment aqui hoje – declarou.

Para o senador, a fala do ministro é apenas a verbalização de uma “arbitrariedade” judiciária contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

– O que ele [Barroso] fez foi só verbalizar aquilo que milhões de brasileiros observaram nos anos de governo Bolsonaro, durante o processo eleitoral e após o processo eleitoral com essa covardia ilegal e arbitrária que foi feita com Bolsonaro de deixá-lo inelegível, sem nenhum fundamento – acrescentou.

O senador ainda destacou que a democracia “pressupõe uma Justiça sem prediletos, que não se deixe contaminar por ideologias” e que na ausência de tais princípios no Brasil, faz-se necessário “medidas duras, que não trazem qualquer satisfação”.

– A foto que nós vemos hoje do que fez o ministro Barroso é horrorosa. Mas o filme de tudo o que ele já vinha fazendo nos últimos anos é de terror – declarou Flávio, citando em seguida episódios em que o ministro teria demonstrado atividade político-partidária.

Confira parte do pronunciamento do senador abaixo:

ENTENDA
Como prometido, a oposição protocolou, nesta quarta, um pedido de impeachment e também de investigação contra o ministro Barroso. O documento possui a assinatura de 70 deputados e 13 senadores.

A solicitação mira uma fala do magistrado feita na última semana, após ele receber vaias de um grupo ligado a profissionais da área de enfermagem, enquanto discursava em congresso da UNE. Durante o evento, o magistrado disse: “Nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas”.

Após a declaração repercutir mal, inclusive entre seus pares no STF, Barroso afirmou que se referia ao “extremismo golpista e violento que se manifestou no 8 de janeiro e que corresponde a uma minoria”.

– Jamais pretendi ofender os 58 milhões de eleitores do ex-presidente [Jair Bolsonaro] nem criticar uma visão de mundo conservadora e democrática, que é perfeitamente legítima – disse o ministro, que atualmente é vice-presidente do STF.

FONTE:PLENO NEWS

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