Hope Notícias

segunda-feira, 31 de julho de 2023

Marcha para Jesus: Vereadora critica verba, e Malafaia reage Parlamentar questionou doação da Prefeitura do Rio de Janeiro


 

Pr. Silas Malafaia Foto: Reprodução/YouTube Silas Malafaia Oficial

O pastor Silas Malafaia reagiu a uma manifestação da vereadora Teresa Bergher (Cidadania-RJ) acerca do evento Marcha para Jesus, no Rio de Janeiro. A parlamentar afirmou – em tom de protesto – que o patrocínio do evento evangélico está 25% maior que do ano passado, “embora o Estado seja laico”.

– Desde o último ano da sua primeira gestão, Eduardo Paes vem patrocinando um evento religioso, embora o Estado seja laico – disse a vereadora.

A doação do governo municipal no ano passado foi de R$ 800 mil, e este ano será cerca de R$ 1 milhão repassado ao Conselho de Ministros do Estado do Rio.

Por meio das redes sociais, neste domingo (30), Silas Malafaia disse que Teresa, que é judia, age com preconceito.

– A vereadora Teresa Bergher é preconceituosa! Fico admirado de ver uma judia com preconceito em relação a nós evangélicos . Somos defensores intransigentes do povo judeu. A marcha para Jesus não pertence a igreja evangélica nenhuma. É reconhecida por lei federal, estadual e municipal – disparou o religioso.

Malafaia ainda lembrou que o evento “é patrimônio cultural e imaterial do Estado do Rio” e citou eventos progressistas.

– Nunca vi a vereadora reclamar de verbas da prefeitura para a parada gay e outros semelhantes. Preconceituosa! Envergonha o povo judeu – acrescentou.

PATRIMÔNIO CULTURAL
O tradicional evento cristão tornou-se patrimônio cultural imaterial do Estado do Rio de Janeiro. A Lei 10.072/2023 foi sancionada e publicada em edição extra do Diário Oficial no dia 24 de julho.

MARCHA 2023
A 16ª edição da Marcha para Jesus no Rio de Janeiro foi marcada para o sábado, 19 de agosto. Mantendo a tradição, a concentração terá início às 14h na Avenida Presidente Vargas e seguirá até a Praça da Apoteose, onde grandes nomes da música gospel se revezarão no palco principal para uma grande festa de louvor e adoração a Deus.

Promovida pelo Conselho de Ministros Evangélicos do Rio de Janeiro (Comerj), a Marcha para Jesus no Rio de Janeiro 2023 vai defender a liberdade de expressão da Igreja, que tem sido alvo de vários ataques por defender o Evangelho e os princípios e os valores da fé cristã.

FONTE:PLENO NEWS

Tiro que matou PM da Rota foi disparado por “sniper do tráfico” Patrick Bastos Reis foi atingido com um tiro no tórax durante patrulhamento


 

PM Patrick Bastos Reis e o suspeito Erickson David da Silva Fotos: Divulgação/Polícia Militar de SP // Divulgação/Polícia Civil

O tiro que atingiu e matou o policial militar Patrick Bastos Reis, da Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), partiu de uma distância de entre 50 e 70 metros, do alto de uma comunidade em Guarujá, no litoral de São Paulo. É o que confirma o secretário de Segurança Pública do Estado, Guilherme Derrite.

– Importante dizer que foi um projétil disparado por 50 e até 70 metros de distância. Disparado por um projétil calibre 9 mm. Provavelmente o mesmo disparo que acertou um policial. Entrou no ombro do soldado Reis e levou a óbito – afirmou.

O suspeito de atirar no PM estava em uma posição privilegiada, tendo a intenção de matar, conforme observação do secretário.

– Temos a plena convicção de que ninguém aperta o gatilho se não estiver com a intenção de matar – disse.

O atirador já foi identificado como Erickson David da Silva. Segundo Derrite, ele será indiciado por homicídio doloso e associação ao tráfico de drogas.

– Tenho certeza certeza que tanto o Ministério Público quanto o Poder Judiciário vão corroborar com essa linha de investigação – declarou.

Até o momento, mediante a Operação Escudo, foram presos cinco suspeitos e um foi morto. Entre os presos são quatro homens com idades entre 22 e 33 anos, e uma mulher de 27 anos.

FONTE:PLENO NEWS

Polícia devolve arma e distintivo ao delegado Da Cunha Policial teve itens recolhidos em 2021 devido ao menos a dois processos


 

Delegado Da Cunha agradece em vídeo Foto: Reprodução/ Instagram Delegado Da Cunha

O delegado e deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP-SP) conseguiu reaver a arma e o distintivo após ter os objetos apreendidos em meio a sindicância interna. Mais conhecido como Da Cunha e com forte presença nas redes sociais, ele é investigado em ao menos dois processos demissionários da Polícia Civil de São Paulo e é suspeito de simular operações policiais, como a prisão de um suposto líder do PCC.

A decisão de devolver os objetos foi tomada pelo delegado-geral de Polícia, Artur José Dian. Em vídeo publicado na internet na quinta-feira (27), o deputado mostra a carteira funcional de delegado e a pistola recuperados. Ele agradece o gesto ao secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além dizer que é vítima de uma perseguição do governo anterior.

Embora os itens tenham sido devolvidos, os processos que apuram a conduta do deputado seguem em tramitação na Polícia Civil. Em junho de 2022, o Conselho da Polícia Civil de São Paulo aprovou a demissão do então delegado. O caso foi encaminhado à Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

Em nota, a SSP-SP destacou que a “competência para recolher ou restituir a arma, funcional e distintivo de policiais civis é exclusiva do Delegado Geral de Polícia”, conforme lei complementar.

– Nenhuma autorização ou manifestação adicional é necessária – completou.

A secretaria também salientou que “a revogação da medida cautelar não afeta o andamento do processo disciplinar em curso contra o referido policial”.

Da Cunha se tornou conhecido na internet nos últimos anos, acumulando mais de 3,6 milhões de seguidores no YouTube e 2 milhões no Instagram. Os registros em vídeos feitos no exercício da função de delegado não tinham a autorização dos superiores, segundo a polícia.

Ele chegou a admitir no ano passado ter cometido “erros”, mas não entrou em detalhes.

– As más criações que eu fiz… erraram comigo e eu também errei. Então, elas ficaram para trás. Se eu errei assim lá atrás, não vou errar mais – afirmou nas redes sociais à época.

Da Cunha foi afastado da Polícia em 2021. Naquele mesmo ano, confessou ter encenado em vídeo o flagrante de um sequestro na capital paulista.

Em agosto do ano passado, Da Cunha também virou alvo de um segundo processo demissionário aprovado pelo Conselho da Polícia Civil. A razão do novo pedido são declarações contra integrantes da cúpula da instituição, entre eles, o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes. Como o processo anterior, esse também foi encaminhado para definição do governo.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Bolsonaro sobre atos do 8/1: Irmãos estão presos de forma arbitrária Ex-presidente da República deu declarações neste sábado


 

Jair Bolsonaro Foto: EFE/ Andre Borges

Neste sábado (29), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que 300 “irmãos” estão presos em Brasília “de forma arbitrária”. A declaração foi dada durante um evento do PL Mulher em Santa Catarina. As informações são do Metrópoles.Bolsonaro não citou os atos do 8 de janeiro e se limitou a falar sobre as pessoas detidas.

– Hoje temos aproximadamente 300 irmãos presos em Brasília de forma covarde, de forma arbitrária. Que esse seu sofrimento, se Deus quiser, chegará ao fim – comentou.

Ele também fez críticas ao atual governo.

– Eles não querem, realmente, que nós venhamos a saber a verdade do que acontece em nosso país, eles querem esconder a verdade.

FONTE:PLENO NEWS

sábado, 29 de julho de 2023

Bloqueados nas redes, Monark e Allan ganham espaço no Spotify Ambos se consideram perseguidos pelo Judiciário brasileiro


 

Monark e Allan dos Santos Foto: Reprodução/YouTube Flow Podcast; Foto: Reprodução/YouTube Terça Livre

Banidos das redes sociais sob acusação de disseminar notícias falsas, o blogueiro Allan dos Santos e o podcaster Bruno Aiub, conhecido como Monark, conseguiram espaço no Spotify, plataforma de streaming (reprodução pela demanda o usuário) de músicas e podcasts.

Monark abriu um canal que leva seu nome na plataforma. No dia 11 de julho, ele recebeu Allan dos Santos no MonarkTalk, para um episódio que durou três horas e 38 minutos. A empresa disse que o conteúdo não viola as suas diretrizes e, por isso, foi mantido no ar.

Entrevistado e entrevistador entendem que são vítimas de uma “ditadura do Judiciário”. O blogueiro é apresentado por Monark como quem “conseguiu ser mais perseguido do que eu”. Esse é o fio dos primeiros minutos do programa.

O vídeo que ilustra a entrevista está hospedado no site canadense Rumble, que levanta a bandeira de ser uma plataforma “imune à cultura do cancelamento”.

De costas para uma bandeira dos Estados Unidos e uma do Brasil, Allan dos Santos fala que nos EUA tem uma vida “livre” no exterior.

– Posso andar pelos Estados Unidos, posso viajar, andar de avião, tenho minha carteira de motorista, minha permissão de trabalho, posso trabalhar aqui, como faço com minha empresa. Aqui, ninguém pode fazer nada comigo. E ele [Alexandre de Moraes] tentou de tudo.

Monark comparou o seu próprio caso para concordar com o entrevistado.

– De todas as pessoas que o “Xandão” perseguiu, Daniel Silveira e você são as pessoas em quem ele foi com mais raiva e mais força. Eu já xinguei o Alexandre de Moraes.

O restante do episódio passou por temas como ditaduras na América Latina, União Soviética, governo Lula e Jair Bolsonaro.

Nas redes sociais, há um movimento crescente que levanta a hashtag “Spotify apoia fake news”, em repúdio à presença de Allan dos Santos na rede.

BANIDOS NAS REDES
Tanto Monark quanto Allan foram banidos das redes sociais por determinação do ministro do Supremo Alexandre de Moraes.

No bojo das investigações sobre o 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes em Brasília foram depredadas por radicais, Alexandre de Moraes determinou o banimento de Monark das redes sociais no dia 14 de junho deste ano.

Ele teria criticado o sistema eleitoral ao dizer, durante uma entrevista: “A gente vê o TSE censurando gente, a gente vê o Alexandre de Moraes prendendo pessoas, você vê um monte de coisa acontecendo, e ao mesmo tempo eles impedindo a transparência das urnas? Qual é o interesse? Manipular as urnas? Manipular as eleições?”.

A decisão abarca Instagram, Rumble, Telegram, Twitter e YouTube e prevê multas por hora para ambos os lados: R$ 100 mil para as plataformas, caso mantivessem os perfis de Monark, e R$ 10 mil para o podcaster, caso disseminasse conteúdos falsos por outra vias.

Já Allan dos Santos é investigado no inquérito das milícias digitais, também de relatoria de Moraes, e é suspeito de participar de uma rede organizada de ataques a adversários políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro, algo nunca provado.

O blogueiro comandava o canal Terça Livre, derrubado por ordem judicial. Hoje ele vive nos Estados Unidos, foragido da Justiça brasileira, que expediu uma ordem de prisão contra ele. O governo atual prometeu extraditá-lo.

*Com informações AE

FONTE:PLENO NEWS

Defesa de Bolsonaro: Origem de R$ 17 milhões via Pix é lícita Advogados se manifestaram por meio de nota enviada à imprensa


 

Jair Bolsonaro Foto: EFE/ Andre Borges

Após a publicação de informações bancárias de Jair Bolsonaro (PL), que revelaram o recebimento de R$ 17,1 milhões por meio de transferências realizadas por Pix, a defesa do ex-presidente da República informou que a origem do dinheiro é “absolutamente lícita”. Os advogados dele também condenaram a divulgação das informações, que chamaram de “vazamento” e alegaram que configura uma “criminosa violação de sigilo bancário”.

– Para que não se levantem suspeitas levianas e infundadas sobre a origem dos valores divulgados, a defesa informa que estes são provenientes de milhares de doações efetuadas via Pix por seus apoiadores, tendo, portanto, origem absolutamente lícita – a defesa em comunicado para a imprensa.

A nota ainda informou que, nos próximos dias, adotará medidas legais cabíveis para investigar a autoria da divulgação dessas informações.

O ex-secretário de Comunicação Social (Secom) e advogado de Bolsonaro, Fabio Wajngarten, classificou como inadmissível o “vazamento” das informações bancárias do ex-presidente. No Twitter, ele afirmou que o responsável pela divulgação dos dados será “criminalizado”. Wajngarten é um dos autores da nota emitida pela defesa de Bolsonaro.

De acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o ex-presidente recebeu a quantia milionária em suas contas por meio de transferências realizadas por Pix entre os dias entre os dias 1º de janeiro e 4 de julho deste ano O documento aponta também que esse valor foi movimentado através de 769 mil transações feitas para a conta de Bolsonaro.

A quantia arrecadada via Pix corresponde quase à totalidade dos R$ 18,5 milhões que circularam nas contas de Bolsonaro neste ano A cifra milionária recebida pelo ex-presidente seria resultado de uma vaquinha feita por apoiadores para ajudá-lo a pagar multas. Porém, o montante arrecadado é 17 vezes maior do que o valor das infrações e equivale a oito vezes ao patrimônio de R$ 2,3 milhões declarado por Bolsonaro à Justiça Eleitoral na última eleição.

Os registros bancários feitos pelo Coaf apontam que parte dos recursos arrecadados teriam sido convertidos em aplicações financeiras. O ex-presidente tem evitado falar publicamente sobre o valor arrecadado na campanha. No dia 26 de junho, ele disse apenas que já havia levantado o suficiente para pagar suas condenações processuais.

A divulgação do relatório do Coaf tem movimentado a base de apoio do ex-presidente nas redes sociais. Entre os críticos do “vazamento”, estão o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL). Os filhos do ex-chefe do Executivo classificaram a publicação dos dados do documento como “assassinato de reputação” e afirmaram que o país está no rumo para “virar uma Venezuela”.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Cinco investigados na morte de Marielle foram assassinados As mortes prejudicam os andamentos dos trabalhos da Polícia Federal


 

Marielle Franco Foto: Renan Olaz/CMRJ

Desde 2018 as autoridades tentam encontrar o mandate do assassinato da morte da vereadora Marielle Franco e, ao longo desse período, pelo menos cinco investigados foram assassinados.

Um deles foi o policial militar aposentado Edmilson da Silva Oliveira, conhecido como Macalé, que foi executado em 6 de novembro de 2021 em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele é apontado como uma pessoa que teria intermediado a relação entre o mandante e os executores do crime.

Três meses após o crime que vitimou a vereadora do PSOL e seu motorista, Anderson Gomes, foi Lucas do Prado Nascimento da Silva, o Todynho, que foi morto.

Lucas é apontado como o responsável pela confecção dos documentos falsos do veículo utilizado para assassinar Marielle. A morte do suspeito aconteceu próximo da comunidade Vila Kennedy, também na região de Bangu.

Embora tenha negado participação no crime, o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega também foi morto. As investigações apontavam para o fato de que ele teria recebido a oferta para executar a vereadora, mas não aceitou.

Foragido da Justiça por fazer parte de um grupo que cometia homicídios no Rio de Janeiro, Adriano foi encontrado na Bahia e foi morto durante abordagem policial.

O sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro Luiz Carlos Felipe Martins foi assassinado em Realengo, também na Zona Oeste do Rio, em 20 de março de 2021. Conhecido como Orelha, ele é acusado de ocultar o carro usado no crime.

A morte do militar aconteceu dois dias antes da Operação Gárgula e ele seria preso sob suspeita de se desfazer de bens deixados por Adriano.

O quinto suspeito que foi assassinado foi Hélio de Paulo Ferreira, conhecido como Senhor das Armas. Ele foi investigado pela morte de Marielle, mas não foi preso. Ele foi executado em fevereiro deste ano no bairro Anil, durante um ataque.

FONTE:PLENO NEWS

←  Anterior Proxima  → Página inicial