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domingo, 13 de março de 2022

Bolsonaro recusa encontro com Aziz: ‘Há 1 ano estava batendo no governo’ Senador solicitou audiência para tratar da redução do IPI


 

Presidente Jair Bolsonaro e o senador Omar Aziz Foto: PR/Isac Nóbrega/Agência Senado/Edilson Rodrigues

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (11) que recusou o convite para se reunir com o senador e ex-presidente da CPI da Covid-19, Omar Aziz (PSD-AM). O parlamentar havia enviado uma solicitação de audiência com o presidente para tratar do decreto federal que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Em declaração à CNN Brasil, Bolsonaro ironizou o pedido do senador: “Ele [Aziz] pode divulgar o dia [da audiência], que eu divulgo o ano”, disse o chefe do Planalto.– Há um ano Aziz estava batendo no governo e agora fala em ‘diálogo harmonioso’? Se ele estivesse preocupado com o estado dele, ele poderia ter se antecipado de outra forma. O povo já paga muito imposto. Ele deveria ser a favor da redução de imposto – afirmou.

No último dia 2, o senador Aziz encaminhou um requerimento de audiência em nome de sua bancada do Amazonas, do governador do estado e do prefeito de Manaus.

– Solicito reunião para dialogarmos a respeito da redução da alíquota de IPI promovida pelo decreto n° 10.979 de 25 de fevereiro de 2022. É fundamental que encontremos, em diálogo harmonioso e polido, uma solução tempestiva que não afete, sobretudo, os empregos da Zona Franca de Manaus. Aproveito o ensejo para estender os votos de estima e elevada consideração – finaliza o pedido.

O decreto editado pelo governo federal em fevereiro deste ano estabeleceu uma redução de até 25% para automóveis e eletrodomésticos classificados como “linhas branca”, que incluem geladeiras, secadoras, freezers e máquinas de lavar.

FONTE:https://pleno.news/

Menina de 14 anos morre após sofrer parada cardíaca na escola "Não conseguimos entender direito, ela era uma menina saudável", disse o pai


 

Ana Gabriela Minks Guazina passou mal na esola Foto: Arquivo Pessoal

Ana Gabriela Minks Guazina, de 14 anos, morreu nesta segunda-feira (7) após passar mal na Escola de Ensino Fundamental Idalino Pedro da Silva, na cidade de Parobé, no Vale do Paranhana (RS). A causa da morte foi atestada como causa cardiovascular inespecífica.

Marcuse de Jesus da Cunha Guazina, pai da adolescente, diz que todos estão em choque e intrigados, pois se tratava de uma jovem saudável.

– Não conseguimos entender direito, ela era uma menina saudável. Fazíamos um check-up anual e nunca apareceu nada – disse ao Jornal NH, na quarta-feira (9).

Em contrapartida, na domingo (6), véspera do óbito, Ana Gabriela teria feito perguntas sobre infarto a seu pai. Embora não tenha relatado sentir nenhum sintoma, o pai lembra que sugeriu para a filha que poderiam procurar um cardiologista para fazer exames.

No dia seguinte, Ana Gabriela começou a sentir-se mal durante a aula de Matemática, queixando-se de uma forte dor no peito.

– Ela não chegou a cair no chão, o professor José Rogério Prates deitou ela e tentou ajudá-la. Logo avisou a direção [da escola] – relatou o pai.

– Imediatamente fui pegar o carro para ir buscá-la e levá-la para o hospital. Mas enquanto estava em casa, me ligaram novamente e avisaram que ela estava sendo levada de ambulância com a diretora. Fui direto para o hospital e quando cheguei ela estava sendo atendida. Instantes depois, me deram a notícia – continuou.

VACINA CONTRA A COVID-19
Todos da casa de Ana Gabriela se vacinaram contra a Covid -19, inclusive, a própria jovem. No entanto, a família descarta que a morte tenha alguma relação com o imunizante. O pai ainda ressalta que a hipótese nem mesmo foi sugerida pelos médicos.

– Nunca passou pela nossa cabeça de relacionar com a vacina. A gente sabe que, na medida que foi aumentando a vacinação, a queda de mortes por Covid foi muito grande. Meu pai teve Covid, só que vacinado, não teve problema. Minha mãe perdi em fevereiro do ano passado, só que ela não teve nenhuma dose. A gente não fez nenhuma relação – finaliza o pai de Ana.

FONTE:https://pleno.news/

Estupro em sex shop: Mãe de agressor diz que ‘mataram ele’ Criminoso sexual era usuário de cocaína e estava sob efeito de drogas


 

Agressor foi imobilizado por populares Foto: Reprodução

A mãe do homem que tentou estuprar uma funcionária de um sex shop no Distrito Federal, nesta sexta-feira (11), e acabou morto após ser imobilizado por populares, afirmou que seu filho foi assassinado. A mulher, de 62 anos, presenciou o momento em que o filho, Jefferson Ribeiro Dias, de 34 anos, foi a óbito.

Em declaração ao site Metrópoles, a mulher contou ter “suplicado” para que o filho parasse de ser agredido. Ela ainda alertou: “Vocês estão matando ele”, lembrou.

Segundo a família, Jefferson era vigilante, mas estava afastado de suas funções por causa da dependência em cocaína.

– Ele era usuário havia seis anos, mas era pessoa tranquila, nunca havia agredido ninguém, nem a família. […] Tanto que ele não reagiu – afirmou a irmã de Jefferson, Amanda Ribeiro Dias Silva, de 26 anos.

Ela também contou que ele sempre apresentava alucinações e sintomas de síndrome do pânico quando consumia cocaína.

– Não respeitaram o momento da nossa dor. Ele já estava desacordado e um rapaz ficou com o joelho em cima do pescoço dele. Mandou sairmos e falou que ele estava muito bem – lamentou a jovem.

Jefferson morreu após ser agredido e imobilizado. Ele sofreu uma parada cardiopulmonar. Policiais militares foram até o local e o Corpo de Bombeiros também foi acionado. No entanto, o homem morreu após 53 minutos de manobras de ressuscitação.

O caso é investigado pela 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo I).

FONTE:https://pleno.news/

Jair Bolsonaro recebe refugiados afegãos para almoço no Alvorada Presidente tinha visitado o grupo neste sábado, em Luziânia, em Goiás


Presidente Jair Bolsonaro recebe afegãos para almoço no Palácio da Alvorada Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro recebe na tarde deste domingo (13), um grupo de refugiados afegãos para um almoço no Palácio da Alvorada. Os convidados do presidente chegaram à residência oficial em dois ônibus, por volta das 11h. Ao todo, mais de 70 pessoas foram recebidas pela presidente, em sua maioria mulheres, crianças e idosos.

O presidente fez um discurso de boas-vindas aos expatriados.

– Sei que é difícil abandonar a terra natal e ir para outro continente, mas as circunstâncias até mesmo de sobrevivência os obrigaram a tomar esse destino. Sejam bem-vindos e sintam-se em casa. Hoje é um dia muito especial para mim, estou muito feliz de vê-los aqui sãos e salvos – disse o presidente.

Uma das convidadas para o encontro foi a afegã Mina Mirzad, de 24 anos. Em entrevista ao site Metrópoles, ela contou que trabalhava no governo do Afeganistão quando os radicais islâmicos assumiram o poder. Ela e a família fugiram para o Paquistão, onde ficaram por 6 meses, e de lá vieram para o Brasil.

– O presidente do Brasil nos convidou para o almoço, e estamos animados para conversar com ele e comer comida brasileira – disse Mina, que agora se empenha em aprender português e conseguir um emprego.

Jair Bolsonaro havia visitado o grupo neste sábado (12), na cidade de Luziânia, em Goiás. Na conversa com os refugiados, Bolsonaro afirmou que se tratava de uma visita de solidariedade. O presidente destacou que os afegãos já estão se adaptando ao Brasil e migrando para outras regiões.

– Já estão de adaptando e começam a ir para outros locais do Brasil. Foi uma vista de solidariedade, estavam felizes, dançaram. Dirigimos algumas palavras, demos as boas-vindas, e vão ficar em definitivo no Brasil – afirmou.

fonte:https://pleno.news/

sexta-feira, 11 de março de 2022

Google diz que PL das Fake News pode facilitar notícias falsas Em carta aberta, plataforma afirmou que medidas podem facilitar atuação de usuários mal-intencionados


 

Google diz que PL das Fake News será prejudicial Foto: Pixabay

Em uma carta aberta publicada nesta sexta-feira (11), o Google Brasil se disse preocupado com os rumos do projeto de lei 2.630/2020, o chamado PL das Fake News. Assinada pelo presidente da companhia no Brasil, Fabio Coelho, a publicação elenca uma série de situações que podem ser prejudicadas com a aprovação do texto atual da medida.

De autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a proposta de lei foi aprovada pelo Senado Federal em junho de 2020, mas segue em debate na Câmara. Por causa das diversas alterações promovidas pelos deputados, o projeto precisará voltar ao Senado após ser deferido pelos deputados.

De acordo com o Google, a obrigatoriedade da divulgação de informações estratégicas das plataformas e redes sociais poderá fornecer “a agentes mal-intencionados um guia sobre como contornar as proteções dos nossos sistemas, trazendo prejuízos para a qualidade e segurança dos nossos resultados de busca”.

Diante disso, a plataforma ressalta que usuários poderiam, por exemplo, manipular os algoritmos que o Google utiliza para exibir conteúdos aos usuários. E, consequentemente, facilitar a circulação de conteúdos de baixa qualidade.

– Em vez de promover a transparência, o PL 2.630 poderia dar aos agentes mal-intencionados um mapa completo de quais critérios usamos para reduzir a circulação de conteúdo de baixa qualidade – afirma a empresa.

No texto, a companhia também faz indagações sobre uma determinação presente no projeto de lei que prevê a remuneração, por parte das plataformas digitais, pela utilização de conteúdos jornalísticos. De acordo com o Google, tal proposta sofre com a falta de clareza e poderia resultar em pagamentos indiscriminados.

– As ferramentas de busca poderiam acabar sendo forçadas a remunerar qualquer site que alegue produzir conteúdo jornalístico, apenas por exibir pequenos trechos de conteúdo, com os respectivos links para suas páginas indexadas da web – pontua o Google.

Por fim, o Google também questiona o fato de o projeto de lei impedir que plataformas usem informações coletadas com consentimento dos usuários para conectar empresas com potenciais consumidores. Na opinião da empresa, essa medida poderia prejudicar ainda mais empresas menores que estão buscando se recuperar dos prejuízos causados pela pandemia de Covid-19.

– Dessa maneira, os anúncios digitais podem gerar menos vendas e as empresas pequenas terão de investir mais para alcançar o mesmo número de clientes, ou seja, ficará mais difícil para elas prosperarem – completa..

Fonte:https://pleno.news/

Conteúdo do áudio que provocou infarto em jogador é revelado Dérek Jovane Silva Xavier tinha apenas 20 anos


 

Dérek Jovane Silva Xavier Foto: Reprodução/ Facebook Dérek Jovane Silva Xavier

A mensagem de áudio via WhatsApp que provocou um infarto no jogador de futebol Dérek Jovane Silva Xavier, levando-o a óbito, era de uma pessoa que falava mal da mãe dele. O jovem de apenas 20 anos, do Guaraujá (SP), tinha um problema cardíaco que, até então, era desconhecido. O conteúdo da mensagem o deixou muito nervoso.

– A pessoa questionou, falou de mim. Falou que a minha opinião talvez não fosse a certa. Aí, ele escutou e ficou nervoso – conta Tatiane dos Santos Silva Xavier, mãe do Jogador, ao G1.

Tatiane conta também que o filho era muito apegado a ela e que morreu “defendendo-a”.

– Ele era muito apegado a mim. Tínhamos uma ligação muito forte. Desde a gravidez, que foi de risco. Quase morri no parto. Ele escutou uma pessoa falando de mim no WhatsApp e ficou nervoso. Ele dizia que eu era a pessoa mais importante para ele. A qualquer momento, isso poderia acontecer. Ele não gostava que ninguém falasse de mim, nem minha filha, nem meu marido, nem ninguém. Ele morreu me defendendo, da mesma maneira que eu faria por ele – desabafou.

Dérek seria pai este ano. Sua namorada, Josiane de Souza Portela, de 17 anos, está grávida e terá o bebê em julho. Para ela, que sempre teve o sonho de ser mãe, a vida sem o companheiro “será difícil”.

– Queria viver esse sonho com o amor da minha vida. Eu garanto que será bem difícil. Ele era engraçado, extrovertido, amoroso. Eu não tenho dúvidas do meu amor por ele e do amor dele por mim – diz Josiane.

O autor do áudio enviado ao jogador não foi revelado.

FONTE:https://pleno.news/

Em parecer, ministro Nunes Marques ‘alfineta’ CPI da Covid Ele criticou a apresentação do indiciamento do deputado Ricardo Barros por trazer “175 mil páginas sem indicação específica" de cada delito imputado


Ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal Foto: STF/Fellipe Sampaio

Relator de uma ação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Nunes Marques deu uma “alfinetada” nas conclusões apresentadas pelo colegiado. Em um pedido de manifestação enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro falou que a CPI usou 175 mil páginas sem “indicação específica da relação de cada um dos delitos imputados aos indiciados constantes destes autos”.

A ação em questão trata do indiciamento do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro na Câmara.

– Em princípio, não me afigura atender os requisitos para manutenção válida do indiciamento realizado pela CPI da Pandemia em relação aos ora requeridos o fornecimento de “175.000 (cento e setenta e cinco) mil páginas, equivalentes a 350 resmas de papel” de documentos, sem indicação específica da relação de cada um com os delitos imputados aos indiciados constantes destes autos – apontou.

Para Nunes Marques, é preciso apontar os elementos concretos dos crimes listados contra Barros e também contra empresários.

– Assim, para sua validade é necessário que tais elementos sejam apontados claramente, não podendo ser aceito, pois, um indiciamento genérico com base em mera opinião da autoridade responsável, devendo ela apontar especificamente ao fazer um indiciamento quais os delitos, em tese, praticados e quais as provas que tem para atribuí-lo(s) ao(s) indiciado(s) – destacou.

A decisão do ministro pode ser vista aqui.

FONTE:https://pleno.news/

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