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Na Guiana, Bolsonaro elogia a Petrobras e fala em cooperação Presidente afirmou que o país "tem um grande futuro pela frente, em especial por seu potencial de petróleo e gás"

 

Presidente Jair Bolsonaro ao lado do presidente da Guiana, Mohamed Irfaan Ali Foto: Alan Santos/PR

Após criticar a Petrobras em transmissão ao vivo nas redes sociais, o presidente da República, Jair Bolsonaro, elogiou a empresa na declaração oficial após reunião fechada com o presidente da Guiana, Irfaan Ali, em Georgetown. O encontro aconteceu nesta sexta-feira (6).

– Na questão de óleo e gás temos uma gigante brasileira, chamada Petrobras, que cada vez se torna uma realidade para cooperar com a Guiana – explicou o presidente.

De acordo com Bolsonaro, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, debateu as possíveis cooperações “com muita profundidade”.

– A Guiana tem um grande futuro pela frente, em especial por seu potencial de petróleo e gás – ressaltou o presidente.

Na quinta-feira (5), Bolsonaro fez duras críticas à Petrobras ao apontar um lucro “criminoso” e inadmissível, que seria um “estupro” dos brasileiros afetados pela alta dos combustíveis. No mesmo momento, a companhia divulgava seu balanço com lucro líquido de R$ 44,5 bilhões no primeiro trimestre do ano.

Como mostrou reportagem do Estadão, o governo federal aposta nas reservas de petróleo e gás descobertas na Guiana para firmar parcerias com a Petrobras. O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, comentou à reportagem as apostas do Executivo nessa direção.

O presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, não integrou a comitiva. Um integrante do governo explicou a situação.

– Comitiva se altera a todo momento. O Ministério da Ciência e Tecnologia não estava previsto inicialmente e ontem decidiu-se incluir o ministro Alvim na comitiva – destacou.

No mesmo discurso após o encontro, Bolsonaro afirmou que a reunião foi “bastante produtiva” por seu estilo parecido ao do presidente local.

– Fiquei muito honrado de ser chamado de amigo, e a recíproca é verdadeira (…) Somos parceiros, brevemente frutos serão colhidos dessa nossa passagem – afirmou.

De acordo com Bolsonaro, os dois trataram de agricultura no encontro e a Guiana foi informada de que o Brasil quer se tornar um exportador de trigo nos próximos anos.

– Tecnologia desenvolvida pela Embrapa já é uma realidade em Roraima (…) Isso obviamente após a nossa visita será potencializado – disse o presidente, que aposta em mais investimentos brasileiros no país vizinho.

Ainda na declaração à imprensa, Bolsonaro reiterou também o interesse do país em obras de infraestrutura que possam ligar o país vizinho a Roraima, ainda isolada do sistema elétrico brasileiro.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Ex-mulher de Bolsonaro revela que está sofrendo chantagens "Tentam me atingir, mas o verdadeiro alvo é o presidente", declarou Ana Cristina Valle

 

Ana Cristina Valle foi casada com o presidente Jair Bolsonaro Foto: Reprodução/YouTube Partido Social Liberal

Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (PL) e mãe de Jair Renan, afirmou ser vítima de chantagem do antigo funcionário da família, Marcelo Nogueira dos Santos.

Segundo mensagens divulgadas pela revista Veja, Nogueira declarou possuir provas de um suposto esquema de rachadinha investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e pretende torná-las públicas caso não receba o valor solicitado. As ameaças, declarou Ana Cristina à revista, têm como objetivo prejudicar o ex-marido.

– Tentam me atingir, mas o verdadeiro alvo é o presidente – disse.

A mãe de Jair Renan afirmou temer por sua vida, já que ele conhece os hábitos da família.

– Estou com medo. Ele viveu nesta casa. Quem me garante que não pegou uma chave para poder entrar? Quem me garante que, se ele tentar me matar e o Renan entrar no meio, ele não mate o Renan também? – desabafou.

Em uma das mensagens, Nogueira pede a Ana o valor de R$ 200 mil para acabar com a disputa em torno da falta de pagamento de direitos trabalhistas pelo período em que prestou serviços na casa da advogada. Ana, entretanto, afirmou que tudo foi pago ao ex-funcionário.

– Esse caso não é uma briguinha, é uma relação de amor e ódio. Antes de sair, ele já tinha avisado que ia botar a boca no trombone. Ele quer me matar e quer dinheiro. Disse para começar com R$ 200mil reais. Em outras conversas, falou em 1 milhão, 2 milhões – afirmou.

Durante os 14 anos em que trabalhou para a família, Marcelo Nogueira chegou a atuar como assessor do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) entre 2003 e 2007 e como caseiro de Ana até 2021.

Em setembro de 2021, o ex-funcionário acusou a advogada de ser a comandante do suposto esquema de rachadinha no gabinete de Flávio na Assembleia do Rio e de replicar o mecanismo no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). Segundo ele, Ana ficava com pelo menos 80% dos salários dos funcionários. A declaração foi feita ao UOL.

Em outra mensagem trocada entre Marcelo Nogueira e amigos, diz a revista, o ex-funcionário expõe a possibilidade de atentar contra a vida de Ana e de Jair Renan.

– Estou seguindo todos os passos dela. Estou me organizando para ir atrás e acabar com a vida dela, nem que seja a última coisa que faço da vida. Vou morrer, mas entro para a história – escreveu ele.

Para Ana, o ex-funcionário “não tem mais nada a perder na vida” e seria capaz de cometer uma violência contra ela e o filho.

– Pelo que eu conheço ele é capaz de me matar, sim, matar o Renan e depois se suicidar. Ele até já deu um tiro proposital no pé do filho depois de uma briga – pontuou.

À Veja, Nogueira afirmou que tem em mãos as provas, mas que está aguardando o “momento estratégico” para apresen­tá-las. Segundo o ex-caseiro, o seu objetivo é inviabilizar a campanha eleitoral de Ana em 2022. A advogada pretende concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Nogueira também negou que esteja chantageando a ex-patroa.

– Se eu tivesse que chantagear, não seria por essa mixaria. Meus áudios, meus vídeos certamente valem muita grana. Mas eu não sou um desses – afirmou.

Sobre o valor de R$ 200mil solicitados, o ex-funcionário explicou que se refere a direitos trabalhistas que não foram pagos.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Marina Silva defende Lula após protesto em Campinas Ex-ministra classificou como "ato de covardia"

 

Ex-ministra Marina Silva Foto: EFE/José Jácome

A ex-ministra Marina Silva defendeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o petista ser alvo de um protesto em Campinas (SP) nesta quinta-feira (5). Nas redes sociais, nesta sexta (6), ela classificou o episódio como “ato de covardia”. Nas últimas semanas, Lula tem tentado, sem sucesso, se reaproximar da antiga aliada e conquistar o apoio dela à sua candidatura ao Palácio do Planalto.

O gesto de Marina vem após ela faltar a um ato político em que uma ala da Rede anunciou o embarque oficial na campanha de Lula. Na cerimônia organizada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) no dia 28 de abril, em Brasília, o petista fez um aceno à ex-ministra..

– Eu, na verdade, esperava que a Marina estivesse aqui. A minha relação com a Marina é muito antiga, é muito grande – declarou.

Lula também disse, contudo, que não entendia os “momentos de raiva” de Marina, que foi filiada ao PT por mais de três décadas, e deixou o partido em 2009. Numa entrevista ao UOL, em 2 de maio, a ex-ministra classificou a fala de Lula como machista.

– Se fosse com um homem o diálogo, será que seria nesses termos? – questionou.

Hoje, Marina se solidarizou com o petista por causa dos xingamentos direcionados a ele e disse que o episódio foi “inadmissível”.

– Isso não é política. É um ato de covardia. Me solidarizo com o pré-candidato @lulaoficial. Não se pode permitir que a violência política integre o processo eleitoral como tática para chegar ao poder – escreveu a ex-ministra, no Twitter.

– As autoridades responsáveis pela segurança pública no país precisam agir com prontidão para evitar que tais cenas se repitam daqui em diante. A integridade física e a vida dos pré-candidatos também estão sob suas responsabilidades – emendou Marina.

Marina se candidatou à Presidência em 2010, 2014 e 2018. Em 2014, declarou voto em Aécio Neves (PSDB) no segundo turno contra Dilma Rousseff (PT) e, dois anos depois, orientou a Rede a votar pelo impeachment da petista.

Em 2014, a estratégia usada pelo marqueteiro de Dilma, João Santana, para barrar o crescimento da ex-ministra nas pesquisas foi considerada bastante agressiva e piorou a relação dela com o PT. Hoje, Santana integra a campanha do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) à Presidência.

FONTE:PLENO NEWS

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Aula magna de Lula é repudiada por professores da Unicamp Ex-presidente ministrou em “ato político cultural em defesa da democracia” na Universidade

 

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE/Isaac Esquivel

Professores de Medicina da Universidade de Campinas (Unicamp) fizeram uma nota de repúdio à aula magna ministrada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na instituição. O evento, que ocorreu nesta quinta-feira (5), no Teatro de Arena da Universidade, não teve respaldo da reitoria da instituição. O ato foi organizado por entidades estudantis e de servidores.

Para o Conselho do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas, a aula possuiu claro caráter político. Os docentes em questão defendem que, diante do convite a Lula, outros presidenciáveis também devem ser chamados.

.– Cabe ainda alertar sobre o considerável risco de confronto entre seus apoiadores e militantes de outros espectros políticos, podendo ocasionar vítimas de traumatismos, sobrecarregando a já lotada unidade de emergência do HC/Unicamp – diz trecho da moção.

O evento foi intitulado Ato Político Cultural em Defesa da Democracia e se referiu a Lula como um “dos maiores sindicalistas da história deste país”.

A organização foi feita pela Associação de Docentes da Unicamp (Dunicamp), Diretório Central dos Estudantes (DCE), Associação de Pós-Graduandos da Unicamp (APG), e Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU).

FONTE:PLENO NEWS

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Pacheco assume a Presidência da República nesta sexta-feira Ida do presidente do Senado para o comando temporário do Executivo ocorre por causa de viagens de Bolsonaro, Mourão e Lira

 

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco Foto: Agência Senado/Roque de Sá

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), assume nesta sexta-feira (6) a Presidência da República pela primeira vez. A ida do parlamentar para o comando temporário do Executivo ocorre por causa de viagens do presidente Jair Bolsonaro, do vice-presidente Hamilton Mourão, e do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ao exterior.

Bolsonaro cumpre agenda nesta sexta em Georgetown, na Guiana, com previsão de retornar para Brasília no final do dia, por volta das 21h. Durante a ida ao país vizinho, o chefe do Executivo brasileiro terá um encontro com Mohamed Irfaan Ali, presidente da Guiana.

Mourão, por sua vez, está desde quinta-feira (5) em Montevidéu, no Uruguai, onde terá um encontro nesta sexta com Beatriz Argimón, vice-presidente uruguaia. A volta do vice brasileiro ao território nacional está prevista para este sábado (7). Já Lira, que viajou para Nova Iorque, nos Estados Unidos, não divulgou sua agenda.

As viagens de Mourão e Lira para o exterior decorrem do fato de que eles planejam concorrer nas eleições de outubro. Mourão é pré-candidato ao Senado, enquanto Lira deve concorrer à reeleição como deputado federal. Pela legislação eleitoral, se qualquer um dos dois assumir a Presidência neste momento, o único cargo para o qual poderão concorrer em outubro será o de presidente.

O quadro registrado nesta semana provavelmente se repetirá entre 6 e 10 de junho, quando Bolsonaro deve ir a Los Angeles, nos Estados Unidos, para participar da nona Cúpula das Américas, a convite do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

FONTE:PLENO NEWS

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Pacheco manda destruir HD da CPI com marreta e furadeira A prática é inédita no Congresso e atende a uma determinação do ministro do STF Gilmar Mendes

 

Cúpula da CPI da Covid formada pelos senadores Randolfe Rodrigues, Omar Aziz e Renan Calheiros Foto: Agência Senado/Jefferson Rudy

O presidente do Senado Rodrigo Pacheco ordenou que um HD externo que armazena documentos sigilosos da CPI da Covid seja destruído com marretas e furadeiras. A medida é em cumprimento de uma determinação do ministro Gilmar Mendes do STF (Supremo Tribunal Federal).

A CPI da Covid apurou ações do governo federal na pandemia de Covid-19 e durou entre abril e outubro do ano passado. A prática de destruição de acervo de investigações é inédita no Congresso.

– Estou aqui há 11 anos e [a destruição] é inédita – disse Leandro Cunha Bueno, coordenador de Comissões Especiais Temporárias e Parlamentares de Inquérito da Casa.

De acordo com Leandro, todo o ato de destruição será filmado para evitar questionamento futuro, e as imagens serão mantidas sob sigilo. O HD em questão contém todos os documentos sigilosos que só podem ser acessados por Omar Aziz, presidente da CPI da Covid. Os dados que não foram atingidos pela ordem de destruição de Gilmar serão retirados e colocados em outro HD.

Por ser uma prática que nunca ocorreu, ao menos na última década no Senado, os servidores precisaram “desenhar um método” para garantir a destruição do material, relatou Cunha Bueno. A Polícia Federal e a Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado (Prodasen) foram consultados.

A ordem do magistrados refere-se apenas a documentos sigilosos das empresas OPT Incorporadora Imobiliária e Administração de Bens Próprios Ltda e Brasil Paralelo, ouvidas na CPI da Covid. Inclusive, representantes das duas empresas poderão participar do ato.

Entrevista ao UOL, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, classificou a medida como “desnecessária”.

Acervos das CPIs instaladas no Congresso desde os anos 1950 permanecem intactas e guardadas pelo Senado e pela Câmara dos Deputados. Os documentos que serão destruídos estão guardados em um HD na sala cofre do Senado Federal.

De acordo com a Casa Legislativa, após o encerramento da CPI, a decisão sobre documentos passa a ser de competência do presidente do Senado.

– Oficie-se à Presidência do Senado Federal para que proceda à imediata destruição dos documentos, dados e informações – determinou Gilmar Mendes, no dia 17 de fevereiro.

A destruição do HD está prevista para a tarde desta sexta, em uma sala fechada do Senado.

FONTE:OLENO NEWS

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STF: Nunes Marques pede vista e ‘trava’ ação sobre prisão de Allan dos Santos Corte julga pedido de habeas corpus em favor do jornalista

 

Ministro Kassio Nunes Marques Foto: STF/Nelson Jr

Nesta quinta-feira (5), o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu um julgamento na Corte sobre o pedido de prisão contra o jornalista Allan dos Santos. O caso em questão trata de um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Allan para suspender o pedido de prisão.

Nunes Marques pediu mais tempo para analisar o caso, que era julgado no plenário virtual da Corte.

O pedido de prisão de Allan dos Santos, que mora nos Estados Unidos desde 2020, foi estipulado no final de 2021 pelo próprio Moraes. Além disso, o ministro também determinou a extradição do jornalista. Ele atendeu a uma solicitação da Polícia Federal (PF). De acordo com o ministro, o órgão “apresentou indícios fortes, plausíveis e razoáveis da vinculação do representado Allan Lopes dos Santos à prática de diversos crimes”.

O primeiro a votar foi o relator do caso, ministro Edson Fachin. Ele negou o pedido da defesa para derrubar a decisão de Moraes. Outros quatro ministros seguiram com o relator, o que levou o placar a 5 votos a 0 pela manutenção da prisão.

O julgamento deveria ser concluído nesta sexta-feira (6), mas o pedido de vista de Nunes Marques interrompeu o caso.

FONTE:PLENO NEWS

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Vídeo mostra Lula recebido com protestos em Campinas: ‘Ladrão’ Petista e seguranças foram cercados por manifestantes

 

Lula esteve em Campinas, São Paulo Foto: Ricardo Stuckert/ PT

Cumprindo agenda em Campinas (SP) nesta quinta-feira (5), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve uma recepção “calorosa”. Na entrada do Condomínio Alto das Palmeiras, situado na cidade paulista, um grupo de pessoas chamou o petista de “Lula ladrão” e “meliante”.

Um veículo estacionado no local estava com uma faixa escrito “Lula lixo”. Um dos seguranças de Lula o arrancou, agitando os manifestantes, que cercaram o carro do petista gritando “vagabundo”, “ladrão”, “lixo” e “fora PT”. Um dos seguranças empunhava uma submetralhadora.

Lula esteve no condomínio em visita ao físico Rogério Cerqueira Leite, presidente de honra do Conselho de Administração do Centro Nacional de Pesquisas em Energia e Materiais. Cerqueira Leite é crítico do governo Bolsonaro.

FONTE:PLENO NEWS

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Diretora é afastada por festa com músicas de contexto sexual Caso aconteceu no Paraná

 

Escola Municipal Parigot de Souza, em Rolândia (PR) Foto: Reprodução/Google Maps

Uma diretora de escola foi afastada temporariamente porque uma festa no colégio teve músicas com contexto sexual. O caso aconteceu na Escola Municipal Parigot de Souza, em Rolândia, Paraná. As informações são do jornal Extra.

Um vídeo da festa circulou nas redes sociais. Nas imagens crianças de 7 a 10 aparecem cantando e dançando.

Uma das músicas que incomodou pais de alunos foi Malvada, de Zé Felipe. A letra diz “ela só quer socadão”.

Outra canção que tocou na desta foi Esqueça-me se For Capaz, de Marília Mendonça, Maiara e Maraísa, que diz “fazer sexo por fazer, todo mundo faz”.

Uma artista, que estava se apresentando em um palco, estava cantando as músicas durante o evento escolar.

Alguns responsáveis procuraram a Secretaria Municipal da Educação.

A prefeitura da cidade emitiu um comunicado e informou que decidiu abrir sindicância para apurar os fatos. Enquanto isso, a diretora ficará afastada por 60 dias. Uma diretora interina será nomeada para o colégio.

FONTE:PLENO NEWS

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General cobra do TSE medidas contra irregularidade na eleição Forças Armadas enviaram 88 questionamentos ao TSE sobre supostas fragilidades

 

Ministro Luis Roberto Barroso, presidente do TSE Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Indicado pelas Forças Armadas para atuar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o general do Exército Heber Garcia Portella cobrou da Corte a adoção de medidas urgentes para prever e divulgar antecipadamente “as consequências para o processo eleitoral, caso seja identificada alguma irregularidade”. A pressão segue a linha das críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, que questiona a confiabilidade das urnas eletrônicas e a atuação do TSE durante as eleições.

As Forças Armadas enviaram 88 questionamentos ao TSE sobre supostas fragilidades que, na visão dos militares, podem expor a vulnerabilidade do processo eleitoral.

A manifestação do general foi apresentada durante as discussões da Comissão de Transparência das Eleições, criada pelo TSE para reforçar as medidas de segurança na disputa de outubro. A Corte respondeu ao general que já tem medidas legais e listou uma série de procedimentos que adota quando há falhas nas urnas.

Nos últimos dias, Bolsonaro repetiu que o TSE ignora as sugestões das Forças Armadas para reforçar a segurança do processo eleitoral. Emissário do ex-ministro da Defesa, Walter Braga Netto, na Comissão de Transparência criada pelo TSE, Portella disse, em manifestação na comissão, que não tinha identificado medidas do tribunal em casos de irregularidades na votação e na apuração. E sugeriu providências para assegurar “a validação e a contagem de cada voto”.

No ano passado, a Polícia Federal fez um pente-fino nos inquéritos abertos desde que as urnas eletrônicas passaram a ser usadas, na década de 90, e não foram encontradas provas de vulnerabilidade do equipamento.

RESPOSTAS
As sugestões de Portella constam da primeira versão do Plano de Ação Para Ampliação da Transparência Eleitoral. O general apresentou seis propostas ao TSE, todas respondidas pela Corte. Nos esclarecimentos formulados pelas equipes técnica e jurídica, o TSE disse que o atual sistema de votação “possui mecanismos para recuperação de votos”. O tribunal ainda listou os artigos de resoluções da Justiça Eleitoral que preveem respostas em casos de falhas. Foram também detalhados os procedimentos legais e aspectos técnicos que tornam possível a recuperação de votos em urnas que venham a apresentar algum problema.

– Em relação às medidas a serem adotadas diante de irregularidades nas eleições, esclarecemos que se encontram previstas na legislação eleitoral pátria. Em face da amplitude da expressão, destacamos alguns procedimentos previstos para atuação imediata, sem prejuízo do desdobramento judicial ou a incidência de situações não previstas na legislação – respondeu o TSE.

O documento do plano elaborado pela Comissão de Transparência do TSE tem 81 páginas. Ele contém sugestões de representantes de entidades de Estado, universidades e da sociedade civil, como PF, USP, Unicamp, FGV, Transparência Brasil e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Na versão final do Plano de Ação, apresentada no último dia 25, o TSE destaca dez medidas de melhoria da segurança e confiabilidade das eleições, mas não há menções aos questionamentos específicos das Forças Armadas sobre a ausência de medidas para lidar com eventuais irregularidades.

“ELEIÇÕES LIMPAS”
Durante transmissão semanal nas redes sociais, há uma semana, Bolsonaro cobrou que o TSE acolha as propostas das Forças Armadas. De acordo com o presidente, o TSE precisa convencer a equipe técnica das Forças Armadas de que “eles (militares) estão errados”.

– Para o TSE, está uma maravilha, vamos confiar nas eleições. E quem desconfiar? Continua desconfiando. O que posso garantir para vocês? Que teremos eleições limpas no corrente ano – afirmou o presidente, durante a live.

*Com informações da AE

FONTE:PLENO NEWS

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