A apresentadora Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos, declarou apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL), que é candidato à reeleição. Ela se manifestou por meio das redes sociai
– Deus, pátria e família – escreveu Silvia, em uma publicação do Instagram.
Já nos stories, ela apontou que o chefe do Executivo é o “capitão do povo”. Ela também escreveu que é “22 até 2026”.
Confiança dos consumidores avança 5,4 pontos em setembro (Foto ilustrativa) Foto: Pixabay
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 5,4 pontos em setembro, para 89 pontos, o maior nível desde janeiro de 2020, com 90,4 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 3,3 pontos, para 84 pontos. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (26), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
Segundo a coordenadora das Sondagens do Ibre/FGV, Viviane Seda Bittencourt, a confiança dos consumidores sobe pelo quarto mês consecutivo influenciada pelas perspectivas mais otimistas em relação aos próximos meses. De acordo com ela, tal resultado parece estar relacionado com a queda nas expectativas de inflação dos consumidores para os próximos 12 meses e a um aumento do otimismo em relação ao mercado de trabalho.
– Há um aumento na intenção de consumo, exceto para os consumidores de renda mais baixa, o que reflete ainda dificuldades dessa classe. Além disso, a proximidade das eleições tem um efeito potencializador dessas expectativas. É necessário ter cautela nesses resultados, considerando uma política monetária ainda restritiva e a possibilidade de desaceleração da atividade econômica, que reduziria a velocidade de recuperação do mercado de trabalho – explicou a pesquisadora, em nota.
Conforme o Ibre/FGV, a alta em setembro foi influenciada pela melhora dos indicadores sobre o momento e próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) avançou 7,6 pontos, para 100,2 pontos, maior desde dezembro de 2019, com 100,3 pontos, período pré-pandemia da Covid-19. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 1,6 ponto, para 73,3 pontos, maior resultado desde março de 2020, embora ainda baixo em termos históricos.
Em relação aos indicadores que medem a satisfação dos consumidores no momento, há uma percepção de melhora da situação econômica com aumento de 2,5 pontos no indicador para 82,3 pontos, maior nível desde fevereiro de 2020 (85,5 pontos). A avaliação sobre a situação financeira da família se alterou pouco, 0,8 ponto para 64,9 pontos, nível ainda baixo em termos históricos.
Nas expectativas, o item que mais contribuiu para a alta no mês foi o que mede o otimismo das famílias em relação à situação financeira nos próximos seis meses, cujo indicador subiu 10,4 pontos para 100,8 pontos, maior nível desde janeiro de 2020 (81,7 pontos).
O indicador que mede a situação econômica também avançou pelo quarto mês consecutivo. Em setembro subiu 6,1 pontos para 115,4 pontos, maior desde julho de 2021 (116,3 pontos). A intenção de compra de bens duráveis se eleva pelo segundo mês consecutivo, dessa vez 5,4 pontos, acumulando alta de 16,7 pontos nos dois últimos meses levando o índice para 84,4 pontos, melhor resultado desde fevereiro de 2019 (86,6 pontos).
A líder do partido Irmãos de Itália (FdI), Giorgia Meloni, disse que a coalizão de direita, que venceu as eleições gerais italianas deste domingo (26), vai governar para unir o país. Esta foi a primeira declaração pública de Meloni depois que sua legenda, uma das três que formam a coalizão direitista, foi a mais votada no pleito.
Com isso, ela deve se tornar a primeira mulher a governar a Itália.
Em discurso em um hotel nos arredores de Roma no início da madrugada de segunda-feira, Meloni evitou tons triunfalistas e garantiu que a coalizão também composta pela Liga, de Matteo Salvini, e o Força Itália, de Silvio Berlusconi, governará “para que os italianos possam se orgulhar de serem italianos”.
De acordo com os resultados parciais, o FdI foi o partido mais votado, com cerca de 26%, e a coalizão obteve 43%, contra 26% do bloco progressista liderado pelo Partido Democrata (PD).
– Os italianos deram uma indicação clara a partir das urnas, e a indicação é para um governo de centro-direita sob a orientação do Irmãos de Itália – disse Meloni.
Ela também afirmou que é “hora de os italianos terem novamente um governo que saia de uma indicação nas urnas”.
Meloni lamentou que a campanha eleitoral tenha sido “agressiva e violenta” e ressaltou que “a Itália e a União Europeia precisam da contribuição de todos para a complexa situação em que nos encontramos”.
Ela também se mostrou descontente com a taxa de abstenção no pleito (36%) e declarou como objetivo “reconstruir a relação entre o Estado e os cidadãos”.
Ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE Foto: LR Moreira/Secom/TSE
Um grupo formado por 131 delegados da Polícia Federal apresentou uma notícia-crime no Ministério Público Federal (MPF) contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Fábio Alvarez Shor, delegado da Diretoria de Inteligência da PF. Eles afirmam que há indícios de abuso de autoridade na operação contra empresários alinhados ao presidente Jair Bolsonaro (PL), acusados de defender um golpe de Estado em um grupo de whatsapp.
De acordo com informações dos colunistas Mirelle Pinheiro e Carlos Carone, do portal Metrópoles, o documento sustenta que os argumentos utilizados pelo ministro para deflagrar a ação são “inacreditáveis”.
O texto enfatiza que, para que haja atentado contra o Estado Democrático de Direito, deve se pressupor “violência ou grave ameaça (grifos), como prevê o artigo 359-M do Código Penal. Ora, inexistiu a violência! Quanto à grave ameaça, essa não saiu do campo da cogitação. Portanto, inexistente”.
O texto ainda pontua que há “nítido caráter político-partidário” e falta de imparcialidade nas decisões recentes do magistrado. Assim, é solicitado que a PGR “adote as providências cabíveis” e que a investigação contra os empresários seja anulada.
Deputado federal Eduardo Bolsonaro Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados
O deputado Eduardo Bolsonaro usou as redes sociais para parabenizar a nova primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que foi eleita neste domingo (25).
– Parabéns Giorgia Meloni, que será a primeira mulher a governar a Itália, mas você vai ouvir da mídia que o “fascismo da ultradireita” venceu. Assim como o Brasil, a Itália agora é “Deus, patria e família – escreveu Eduardo Bolsonaro.
O parlamentar fez outra publicação, na qual mostra uma foto de Meloni segurando uma faixa com a frase “Deus, pátria e família”.
– Nova primeira-ministra da Itália é Deus, pátria e família. Ela é a 1ª mulher nesta posição na Itália. Sucesso – destacou o deputado.
Imóveis do programa habitacional do governo Foto: Divulgação
Durante entrevista ao Programa do Ratinho nesta quinta-feira (24), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu a entender que acredita que o programa habitacional Casa Verde e Amarela, do governo federal, só permite que os imóveis entregues sejam nas duas cores em questão.
Na ocasião, o petista declarou que, em seu governo, as casas poderiam ser pintadas de qualquer cor.
– Eu quero construir casa para o povo pintar do jeito que ele quiser, verde, amarela, azul, branca. Até vermelha eu quero que o povo pinte. Você constrói a casa e deixa o cara pintar do jeito que quer. Quer inventar: carteira verde e amarela, casa verde e amarela. Deixa o povo escolher a cor, pelo menos o direito de escolher a cor – reclamou.
Apesar do nome do programa habitacional, o governo não institui que os imóveis sejam tingidos com as cores da bandeira. O projeto, que foi criado em 2019 como substituição do Minha Casa Minha Vida, produz moradias com subsídio e financiamento habitacional e não inclui imposições acerca das cores utilizadas.
Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro (PL) ironizou a declaração do seu adversário nas urnas e o chamou de “mula”.
– Mula acha que o programa Casa Verde e Amarela, que já entregou mais de 1,2 milhão de moradias às famílias humildes desde 2019, obriga as pessoas a pintarem suas casas de verde e amarelo. E ainda diz que é o povo do interior de São Paulo que é ignorante. É muita água batizada! – escreveu.
Deputada Carla Zambelli Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) usou as redes sociais para mostrar o momento em que um apoiador do Partido dos Trabalhadores (PT) cuspiu em direção à ela. A parlamentar publicou um vídeo do episódio, que aconteceu na Avenida Paulista, na tarde deste domingo (25).
– Essa é a esquerda: agressiva, violenta e raivosa. É ‘ódio do bem’ que fala? Eles estão desesperados – aponta o post de Zambelli.
Ela reagiu fazendo um gesto de coração para os militantes.
Por meio de sua assessoria, a deputada emitiu uma nota com detalhes do episódio.
– Deputada federal Carla Zambelli foi vítima de uma cusparada no rosto disparada por um militante de esquerda. O episódio aconteceu na Avenida Paulista na tarde deste domingo. A candidata a reeleição estava com sua equipe de campanha onde se encontraria com um grupo de gays de direita. (…) Após o cuspe, Carla ficou em silêncio, fez um sinal de coração com as mãos e ficou em silêncio enquanto ouvia ofensas dos militantes.
Ainda segundo a nota, a parlamentar não irá acionar a Justiça.
– Segundo o Código Penal, cuspir em alguém de forma acintosa é injúria, um dos crimes contra a honra previsto no artigo 140. Carla Zambelli acredita que no exato momento do país há problemas mais importantes para resolver e por isso não vai acionar a Justiça.
Ministra Cármen Lúcia, do STF Foto: STF/SCO/Rosinei Coutinho
A ministra do Supremos Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, ordenou que sejam removidos outdoors que fazem alusão à campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL). Os outdoors em questão estão espalhados pelo Distrito Federal. As informações são do site O Antagonista.
No entendimento da ministra, embora as peças não mencionem o nome do candidato, “apresentam conteúdo que permite relacioná-los à sua campanha eleitoral”.
A decisão atendeu a um pedido apresentado pela campanha do candidato do PDT, Ciro Gomes.
Cármen Lúcia também pediu que a empresa Visão Painéis apresente uma cópia das notas fiscais e a identificação dos responsáveis financeiros pela contratação dos serviços.
Ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal Foto: STF/SCO/Rosinei Coutinho
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, negou um pedido que visava investigar a compra de imóveis com dinheiro em espécie por familiares do presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são da CNN Brasil.
O pedido foi apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues. Na ação, ele queria ainda medidas como bloqueio de contas e busca e apreensão dos celulares e computadores utilizados pelos compradores.
Para Mendonça, as imputações apresentadas foram extraídas de reportagem de veículo de comunicação, “sem que tenham sido apresentados indícios ou meios de prova minimamente aceitáveis que corroborem as informações contidas na referida matéria jornalística”. Por isso, ele considera que não há elementos probatórios suficientes (justa causa) para autorizar a deflagração da persecução criminal.