Agustin revela que stylist de Michelle recusou assessorar Janja Fotos: Reprodução/Print de vídeo Instagram e Ricardo Stuckert/PR
As roupas usadas pela primeira-dama Janja têm rendido críticas nas redes sociais. Desde o traje usado na posse do presidente Lula, até as escolhas dela para outras agendas oficiais, como a viagem aos Estados Unidos e à China, provocaram até mesmo memes. O look de Janja em Portugal, neste sábado (22), também não agradou a várias pessoas, que compararam a combinação com a de uma “bruxa”.
O Pleno.News procurou o maquiador e empresário Agustin Fernandez, amigo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Questionado sobre as escolhas de moda de Janja, Agustin revelou que uma stylist de Michelle se recusou a assessorar a mulher do petista.
Ele disse ainda que o gosto pessoal de Janja “não está valorizando”.
– Soube que a assessoria dela entrou em contato com uma das stylists que vestiu a Michelle enquanto primeira dama, mas ela se negou a atendê-la. Então acredito que ela ainda não tenha achado alguém para ajudá-la a se vestir. E, pelo jeito, o gosto pessoal dela não a esta valorizando – falou.
E acrescentou:
– Como profissional de beleza, que trabalha na área há quase 15 anos, posso lhe garantir que não é sobre parecer, é sobre SER. Quando a pessoa não tem brilho, ela se veste de grife dos pés a cabeça mas parece que está vestindo algo de baixa qualidade… enquanto quando a pessoa tem brilho, carisma e leveza na sua essência, um sapato de R$180,00 do Brás e um batom de R$20,00, como Michelle estava usando no enterro da Rainha Elizabeth, parecem ser peças preciosas, caras e de grife. Quem faz a moda, a marca, o estilo pessoal e a elegância não é o custo da peça, é a pessoa – comentou.
Ministro do STF, André Mendonça Foto: Nelson Jr./SCO/STF
A poucas horas da conclusão do julgamento sobre a recepção das 100 primeiras denúncias pelos atos do dia 8 de janeiro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF) levantou “dilemas” envolvendo o processo, argumentando que é necessária uma “reflexão não apaixonada” sobre aspectos do caso.
O placar do julgamento está em 8 a 0 para tornar réus os acusados por participação na invasão. Mendonça ainda não depositou seu voto no plenário virtual, assim como o ministro Kassio Nunes Marques. Eles têm até às 23h59 desta segunda-feira (24) para fazê-lo.
Segundo Mendonça, é “muito mais simples definir a situação fática” dos investigados que foram presos em flagrante durante os atos que deixaram um rastro de destruição na Praça dos Três Poderes, não sendo “necessariamente possível” fazer o mesmo com relação aos outros 50 denunciados, apontados como incitadores dos atos e detidos no acampamento montado em frente ao QG do Exército em Brasília.
Nessa linha, o ministro ressaltou que há questões “para ele fundamentais”, a começar pelo fato de o STF ter um histórico de defesa das garantias com relação ao processo (direito de defesa, o princípio do juiz natural).
– Não necessariamente agora no ambiente da denúncia, mas em algum momento do julgamento dos casos, se eu aplico essa corrente mais garantista ou se eu entro em uma vertente que se concebe, teoricamente como direito penal do inimigo. É um dilema porque eu serei cobrado a aplicar a Justiça. Quais os contornos vão definir – disse o ministro.
PRERROGATIVA DE FUNÇÃO Mendonça destacou ainda um segundo ponto: a interpretação restritiva de foro por prerrogativa de função no STF. Ele lembrou que só é julgado na Corte máxima quem comete crime como parlamentar federal, em casos em que a conduta está ligada ao exercício do mandato.
– E nenhuma dessas 100 pessoas está nessas circunstâncias. Esse para mim é um ponto que merece reflexão não apaixonada – anotou.
As ponderações se deram durante palestra durante reunião-almoço promovida pelo Instituto dos Advogados de São Paulo. A fala de Mendonça teve como tema os desafios do Supremo Tribunal Federal em 2023. Ele disse não defender nem uma “aplicação literal da lei”, nem “uma interpretação independente da lei”, mas uma interpretação seguindo os valores que estão expressos na Constituição.
– Por isso que eu digo, não são os meus valores. Porque penso que, no Estado de Direito, o que permanece é verdade que está expressa no texto que está na Constituição. Vejam os panoramas. E se eu abro a exceção hoje, como é que eu faço no futuro, para outros casos? Então tenho aqui dois grandes dilemas: a do juiz natural e quais os contornos que eu vou dar na interpretação das condutas diante do marco positivados dos crimes, a questão do dolo da culpabilidade, dos limites da liberdade de expressão – seguiu sobre o julgamento ligado aos atos do 8 de janeiro.
Ao início de sua exposição, Mendonça ponderou que, em sua avaliação, um dos grandes desafios da Corte é “ter noção das limitações que o texto legal dá, mas ter uma atitude autocontida, diversa de uma ativista”.
– É preciso aplicar a justiça, mas a justiça a partir da lei. O prisma de interpretação são os princípios e os valores, mas o objeto de interpretação tem que ser a lei. Porque a lei, bem ou mal, foi a resposta que a sociedade conseguiu dar, nesse momento histórico, de consenso – anotou.
Para ele, o papel que desempenha demanda limites.
– Quais o limites? O primeiro é o texto da Constituição. Eu tenho que privilegiar a norma posta, mas não sou escravo da injustiça ou das convenções que estão na norma. Além disso, quando eu, como aplicador de direito, quero fazer prevalecer a minha compreensão do mundo, eu tendo a gerar tensões no ambiente social. Precisamos dar as respostas muitas vezes duras e complexas, mas também existe uma divisão de poderes, instituições e papeis distintos a serem exercidos na sociedade. A democracia pressupõe isso – ressaltou.
Chico Buarque recebeu Prêmio Camões em Portugal Foto: Reprodução/TV Brasil
O cantor e compositor Chico Buarque de Holanda recebeu, nesta segunda-feira (24), o Prêmio Camões que lhe foi conferido em 2019. A entrega aconteceu no Palácio Nacional de Queluz, em Sintra, Portugal, em cerimônia da qual participaram o presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do primeiro-ministro luso, António Costa. O músico aproveitou para criticar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
– Recebo esse prêmio mais como desagravo a tantos artistas brasileiros humilhados nesses quatro anos de estupidez e obscurantismo – disse Chico.
A referência foi o período da presidência de Jair Bolsonaro que, em 2019, se recusou a cumprir o rito de assinar o diploma.
– O ex-presidente teve a rara fineza de não sujar meu prêmio Camões, deixando o espaço em branco para o nosso presidente Lula assinar – disparou em seu discurso.
– Foram quatro anos de um governo funesto, que duraram uma eternidade – o tempo parecia andar para trás – continuou.
À época da polêmica, o ex-chefe do Executivo afirmou, em tom irônico, que entregaria o prêmio ao cantor “até 31 de dezembro de 2026”, referindo-se a um possível segundo mandato.
Em sua oportunidade, Lula também citou o governo Bolsonaro.
– É uma satisfação corrigir um dos maiores absurdos cometidos contra a cultura. O prêmio Camões deveria ter sido entregue a Chico Buarque em 2019 e não foi – declarou.
– O ataque à cultura foi dimensão importante do projeto que a extrema direita tentou implementar no Brasil – disse o petista.
Michelle e Jair Bolsonaro Foto: Reprodução Instagram
Neste domingo (23), o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua esposa, Michelle Bolsonaro, ganharam um café da manhã de seus vizinhos de condomínio. O casal continua morando em Brasília (DF).
Vestidos de amarelo, os vizinhos fizeram uma recepção especial para o político, com flores e alimentos diversos. Michelle compartilhou em suas redes que eles receberam até mesmo um leite condensado personalizado.
Algumas publicações feitas nas redes sociais contam que o café da manhã foi uma forma de parte dos vizinhos mostrar apoio ao ex-presidente.
Café da manhã com vizinhos em Brasília Foto Reprodução
A vereadora Jessicão (PP-PR), de Londrina, no Paraná, explicou que assim que o casal começou a morar neste condomínio, vizinhos ligados à esquerda fizeram um cartaz contra Bolsonaro.
– Assim que Michelle e Jair mudaram-se, um pequeno grupo de moradores portadores de distúrbio de caráter colocou um outdoor no condomínio falando que eles não eram bem-vindos. Hoje a vizinhança organizou um café da manhã para dar as boas-vindas a eles e retificar que aquele outdoor não condiz com a realidade – explicou Jessicão.
Nesta sexta-feira (21), o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) criticou o presidente Lula (PT). Ele comparou o petista à Coroa Portuguesa, que matou Tiradentes após ele protestar contra a Derrama, em 1792. As informações são do portal O Tempo.
Segundo Moro, o símbolo da Inconfidência Mineira “deu o exemplo que não podemos aceitar pacificamente o aumento de imposto para gastos desnecessários”. Ele deu declarações em Ouro Preto (MG), após receber a Medalha da Inconfidência.
– Temos um governo que também quer fazer seu ajuste de contas com carga tributária, aumento de impostos, embora não saiba dizer muito como pretende fazê-lo, mas vemos o arcabouço fiscal. O próprio governo fala que só funciona se arrecadar mais R$ 150 bilhões para preencher o orçamento – falou.
Nas redes sociais, Moro disse que Lula “planeja ajuste fiscal baseado em aumento de impostos, uma nova derrama contra os brasileiros”.
– Enquanto Lula, em Portugal, planeja ajuste fiscal baseado em aumento de impostos, uma nova derrama contra os brasileiros, fui a Ouro Preto/MG, honrar a memória de Tiradentes e a sua luta pela liberdade. Na foto com o governador Romeu Zema – escreveu, no Twitter.
Nesta sexta-feira (21), o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Gonçalves Dias, disse que não foi informado sobre ações radicais que ocorreriam em Brasília no fim de semana do dia 8 de janeiro. Ainda segundo ele, houve um apagão geral do sistema de inteligência. As declarações foram dadas durante depoimento dele à Polícia Federal (PF).
O ex-ministro negou omissão. Ele disse à PF que estava retirando extremistas de um setor do Palácio do Planalto e não efetuou prisões, porque estava fazendo “gerenciamento de crise”. As informações são do jornal O Globo.
A PF registrou que “indagado porque, no 3° e 4° pisos, [Gonçalves Dias] conduziu as pessoas e não efetuou pessoalmente a prisão, respondeu que estava fazendo um gerenciamento de crise e essas pessoas seriam presas pelos agentes de segurança no 2° piso tão logo descessem, pois esse era o protocolo”.
Ele disse ainda que, sozinho, não teria conseguido prender os extremistas.
O depoimento durou cerca de cinco horas. Gonçalves Dias pediu demissão do cargo, na última quarta-feira (19), após imagens dele no Planalto no dia da invasão serem divulgadas pela CNN Brasil. Na gravação, ele pode ser visto indicando uma porta aos manifestantes.
O início do governo Lula foi classificado como “bastante decepcionante” pelo empresário Pedro Passos, fundador e conselheiro da Natura. As informações são do colunista Guilherme Amado, do Metrópoles.
Passos votou no petista, no segundo turno das eleições, em 2022. No entanto, ele, agora, se manifesta contra o que Lula disse a respeito da guerra na Ucrânia. O empresário também estaria descontente com a lentidão do governo na área ambiental.
O fundador da Natura fez comentários na última terça-feira (18), durante um evento organizado pelo movimento Livres, em São Paulo.
– O capital político do Brasil pode ser erodido se o governo não adotar postura mais pragmática, mais neutra, nas relações comerciais entre Estados Unidos e China e no conflito entre Rússia e Ucrânia – comentou Pedro Passos.
E acrescentou:
– Tinha a expectativa de que esse governo sinalizaria mais na área ambiental. Está demorando muito. Como vamos direcionar os esforços da economia brasileira para a descarbonização, por exemplo? Tenho a impressão que o acordo [de livre comércio] com a União Europeia também está demorando por questões ambientais. Hoje, a parte ambiental tem um papel muito relevante, e o Brasil tem condições de se apropriar dessa agenda.
Xuxa em seu mais novo programa, um reality de drag queens Foto: Webert Belicio/AgNews
A apresentadora Xuxa Meneghel publicou um comentário polêmico em um post do ex-pastor Caio Fábio, no Instagram, nesta quarta-feira (20). Ele publicou um vídeo do pastor Silas Malafaia dizendo, à luz da Bíblia, quem vai para o inferno, e criticou o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Na gravação, Malafaia exibiu e leu passagens que evidenciam diversos comportamentos abomináveis para Deus, citados no Livro Sagrado, tais como: idólatras, efeminados, ladrões, avarentos, bêbados, fornicários, dentre outros.
Xuxa não apenas divergiu do pastor, como também descordou da Bíblia.
– Hipocrisia isso se chama… Ninguém pode julgar ninguém… E se seguirmos a Bíblia, vamos apedrejar, matar, tanta gente… Sei lá… Está na hora de reescrever a Bíblia. Velho Testamento, Bíblia e a palavra final, cheia de amor e tirar todo ódio que está claro nessas palavras na Bíblia. (Deus é amor) ame o próximo e não importa o sexo, é óbvio que atos doentios é e sempre será (sic) crime (crianças, bichos, etc) – disparou a ex-Rainha dos Baixinhos, se colocando contra as Sagradas Escrituras e propondo a anulação da mesma, a fim de reescrevê-la.
A apresentadora vem ganhando notoriedade não mais com os altos índices de audiência na TV, como outrora, mas engajada em sua militância política em prol da agenda esquerdista.
Senadores e deputados da oposição Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Senadores e deputados federais da oposição se uniram, nesta terça-feira (18), para criticar a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que adiou a leitura do pedido de instauração da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os atos de 8 de janeiro.
Para o senador Rogério Marinho (PL-RN), a decisão atende a um pedido do governo Lula que é contra a investigação. Segundo o líder da oposição no Senado, “essa é uma manobra do governo para convencer os parlamentares a retirarem assinaturas” e assim evitar que a CPMI aconteça.
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) disse que tem documentos que podem basear um pedido de impeachment contra Lula e ainda a saída do ministro da Justiça, Flávio Dino. De acordo com do Val, o documento prova que eles estavam avisados de que haveria invasões nas sedes dos Três Poderes.
O senador Magno Malta e o deputado federal Marcel van Hattem também se pronunciaram sobre o adiamento e questionaram os motivos por trás da tentativa de impedir os trabalhos da CPMI do 8 de janeiro.
Chegada de Cláudio Castro ao shopping da Zona Oeste do Rio, onde se encontrou com o empresário Foto: Reprodução/TV Globo
O ministro Raul Araújo, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizou a Polícia Federal (PF) a abrir um inquérito para investigar o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), pela suposta participação em um esquema de corrupção que teria vigorado entre 2017 e 2020, época em que ele era vereador e vice-governador. Castro foi reeleito no primeiro turno em 2022.
A denúncia envolve supostos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e peculato que teriam sido cometidos por Castro na administração da capital fluminense, quando era vereador, e depois no governo do Rio. O mandatário nega ter cometido crime e afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que está processando quem o acusou em delação.
A investigação contra Castro decorre da Operação Catarata. A ação foi deflagrada em julho de 2019 e apurou um suposto esquema de corrupção na Fundação Leão XIII, órgão do governo do Estado do Rio responsável por políticas de assistência social. Os desvios teriam causado prejuízo de pelo menos R$ 32 milhões aos cofres públicos. Em agosto de 2020, o Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) denunciou 25 pessoas pelos supostos crimes. O processo tramitava na 26ª Vara Criminal do Rio, mas foi encaminhado ao STJ em julho, depois que um dos réus firmou acordo de delação premiada com o MP-RJ e fez acusações contra o governador – que só pode ser julgado pelo STJ
O delator é o empresário Marcus Vinícius Azevedo da Silva. Segundo contou ao MP-RJ, ele ajudou a financiar a campanha de Castro a vereador no município do Rio, em 2016, e após sua eleição tornou-se assessor dele na Câmara Municipal. Silva diz que Castro recebeu propina em contratos da prefeitura do Rio quando era vereador, em 2017. Segundo ele, o dinheiro foi desviado da então Subsecretaria da Pessoa com Deficiência (SubPD).
– (…) Dois contratos na SubPD passaram a dar capital político e propina para o então vereador Cláudio Castro lá na SubPD, em 2017 pra 2018 – afirmou o delator ao MP-RJ.
Ao se eleger vice-governador na chapa de Wilson Witzel e assumir o cargo, em janeiro de 2019, Castro passou a gerir a Fundação Leão XIII. A partir de então, segundo Silva, o governador passou a integrar um esquema de corrupção em projetos de assistência social.
– (Castro) foi fazer uma viagem com a família pra Orlando. Ele, a atual primeira-dama, os filhos, cunhado, foi uma galera junto. Parte dos recursos que pagaram a viagem do Cláudio e da família lá em Orlando saiu dos cofres, da contabilidade do (programa da Leão XIII) “Novo Olhar” e foi direto pra Orlando. Quando ele chegou lá, o dólar tava lá. Não precisou sacar aqui. A pessoa só chegou e entregou pra ele. Na época foi o equivalente a 20 mil dólares, se eu não me engano”, afirmou o delator.
Uma das acusações contra Castro é ter recebido R$ 100 mil em dinheiro, quando era vice-governador, de uma empresa fornecedora da Fundação Leão XIII. O pagamento teria sido feito em 29 de julho de 2019, em um shopping center na Barra da Tijuca, na zona oeste carioca. Imagens de Castro chegando e saindo do local com uma mochila, onde estaria o dinheiro, constam do inquérito.
Cláudio Castro e o empresário Flávio Chadud, em um shopping da Zona Oeste do Rio Foto: Reprodução/TV Globo
A decisão do ministro do STJ é do último dia 15.
DEFESA Em nota, a assessoria do governador afirmou que, “como indicado no despacho do inquérito, Cláudio Castro não está sendo denunciado nem indiciado, já que o Ministério Público não encontrou nenhum elemento capaz de vincular a ele qualquer irregularidade.
O governador lamenta que fatos antigos sejam requentados e reitera que confia na Justiça, para que a situação seja esclarecida o mais rápido possível. Ainda segundo a nota, o delator foi interpelado judicialmente por calúnia e denunciação caluniosa e a defesa do governador entrou com um pedido de nulidade da delação devido a irregularidades na denúncia.