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Polícia devolve arma e distintivo ao delegado Da Cunha Policial teve itens recolhidos em 2021 devido ao menos a dois processos

 

Delegado Da Cunha agradece em vídeo Foto: Reprodução/ Instagram Delegado Da Cunha

O delegado e deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP-SP) conseguiu reaver a arma e o distintivo após ter os objetos apreendidos em meio a sindicância interna. Mais conhecido como Da Cunha e com forte presença nas redes sociais, ele é investigado em ao menos dois processos demissionários da Polícia Civil de São Paulo e é suspeito de simular operações policiais, como a prisão de um suposto líder do PCC.

A decisão de devolver os objetos foi tomada pelo delegado-geral de Polícia, Artur José Dian. Em vídeo publicado na internet na quinta-feira (27), o deputado mostra a carteira funcional de delegado e a pistola recuperados. Ele agradece o gesto ao secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além dizer que é vítima de uma perseguição do governo anterior.

Embora os itens tenham sido devolvidos, os processos que apuram a conduta do deputado seguem em tramitação na Polícia Civil. Em junho de 2022, o Conselho da Polícia Civil de São Paulo aprovou a demissão do então delegado. O caso foi encaminhado à Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

Em nota, a SSP-SP destacou que a “competência para recolher ou restituir a arma, funcional e distintivo de policiais civis é exclusiva do Delegado Geral de Polícia”, conforme lei complementar.

– Nenhuma autorização ou manifestação adicional é necessária – completou.

A secretaria também salientou que “a revogação da medida cautelar não afeta o andamento do processo disciplinar em curso contra o referido policial”.

Da Cunha se tornou conhecido na internet nos últimos anos, acumulando mais de 3,6 milhões de seguidores no YouTube e 2 milhões no Instagram. Os registros em vídeos feitos no exercício da função de delegado não tinham a autorização dos superiores, segundo a polícia.

Ele chegou a admitir no ano passado ter cometido “erros”, mas não entrou em detalhes.

– As más criações que eu fiz… erraram comigo e eu também errei. Então, elas ficaram para trás. Se eu errei assim lá atrás, não vou errar mais – afirmou nas redes sociais à época.

Da Cunha foi afastado da Polícia em 2021. Naquele mesmo ano, confessou ter encenado em vídeo o flagrante de um sequestro na capital paulista.

Em agosto do ano passado, Da Cunha também virou alvo de um segundo processo demissionário aprovado pelo Conselho da Polícia Civil. A razão do novo pedido são declarações contra integrantes da cúpula da instituição, entre eles, o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes. Como o processo anterior, esse também foi encaminhado para definição do governo.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Bolsonaro sobre atos do 8/1: Irmãos estão presos de forma arbitrária Ex-presidente da República deu declarações neste sábado

 

Jair Bolsonaro Foto: EFE/ Andre Borges

Neste sábado (29), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que 300 “irmãos” estão presos em Brasília “de forma arbitrária”. A declaração foi dada durante um evento do PL Mulher em Santa Catarina. As informações são do Metrópoles.Bolsonaro não citou os atos do 8 de janeiro e se limitou a falar sobre as pessoas detidas.

– Hoje temos aproximadamente 300 irmãos presos em Brasília de forma covarde, de forma arbitrária. Que esse seu sofrimento, se Deus quiser, chegará ao fim – comentou.

Ele também fez críticas ao atual governo.

– Eles não querem, realmente, que nós venhamos a saber a verdade do que acontece em nosso país, eles querem esconder a verdade.

FONTE:PLENO NEWS

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Bloqueados nas redes, Monark e Allan ganham espaço no Spotify Ambos se consideram perseguidos pelo Judiciário brasileiro

 

Monark e Allan dos Santos Foto: Reprodução/YouTube Flow Podcast; Foto: Reprodução/YouTube Terça Livre

Banidos das redes sociais sob acusação de disseminar notícias falsas, o blogueiro Allan dos Santos e o podcaster Bruno Aiub, conhecido como Monark, conseguiram espaço no Spotify, plataforma de streaming (reprodução pela demanda o usuário) de músicas e podcasts.

Monark abriu um canal que leva seu nome na plataforma. No dia 11 de julho, ele recebeu Allan dos Santos no MonarkTalk, para um episódio que durou três horas e 38 minutos. A empresa disse que o conteúdo não viola as suas diretrizes e, por isso, foi mantido no ar.

Entrevistado e entrevistador entendem que são vítimas de uma “ditadura do Judiciário”. O blogueiro é apresentado por Monark como quem “conseguiu ser mais perseguido do que eu”. Esse é o fio dos primeiros minutos do programa.

O vídeo que ilustra a entrevista está hospedado no site canadense Rumble, que levanta a bandeira de ser uma plataforma “imune à cultura do cancelamento”.

De costas para uma bandeira dos Estados Unidos e uma do Brasil, Allan dos Santos fala que nos EUA tem uma vida “livre” no exterior.

– Posso andar pelos Estados Unidos, posso viajar, andar de avião, tenho minha carteira de motorista, minha permissão de trabalho, posso trabalhar aqui, como faço com minha empresa. Aqui, ninguém pode fazer nada comigo. E ele [Alexandre de Moraes] tentou de tudo.

Monark comparou o seu próprio caso para concordar com o entrevistado.

– De todas as pessoas que o “Xandão” perseguiu, Daniel Silveira e você são as pessoas em quem ele foi com mais raiva e mais força. Eu já xinguei o Alexandre de Moraes.

O restante do episódio passou por temas como ditaduras na América Latina, União Soviética, governo Lula e Jair Bolsonaro.

Nas redes sociais, há um movimento crescente que levanta a hashtag “Spotify apoia fake news”, em repúdio à presença de Allan dos Santos na rede.

BANIDOS NAS REDES
Tanto Monark quanto Allan foram banidos das redes sociais por determinação do ministro do Supremo Alexandre de Moraes.

No bojo das investigações sobre o 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes em Brasília foram depredadas por radicais, Alexandre de Moraes determinou o banimento de Monark das redes sociais no dia 14 de junho deste ano.

Ele teria criticado o sistema eleitoral ao dizer, durante uma entrevista: “A gente vê o TSE censurando gente, a gente vê o Alexandre de Moraes prendendo pessoas, você vê um monte de coisa acontecendo, e ao mesmo tempo eles impedindo a transparência das urnas? Qual é o interesse? Manipular as urnas? Manipular as eleições?”.

A decisão abarca Instagram, Rumble, Telegram, Twitter e YouTube e prevê multas por hora para ambos os lados: R$ 100 mil para as plataformas, caso mantivessem os perfis de Monark, e R$ 10 mil para o podcaster, caso disseminasse conteúdos falsos por outra vias.

Já Allan dos Santos é investigado no inquérito das milícias digitais, também de relatoria de Moraes, e é suspeito de participar de uma rede organizada de ataques a adversários políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro, algo nunca provado.

O blogueiro comandava o canal Terça Livre, derrubado por ordem judicial. Hoje ele vive nos Estados Unidos, foragido da Justiça brasileira, que expediu uma ordem de prisão contra ele. O governo atual prometeu extraditá-lo.

*Com informações AE

FONTE:PLENO NEWS

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Defesa de Bolsonaro: Origem de R$ 17 milhões via Pix é lícita Advogados se manifestaram por meio de nota enviada à imprensa

 

Jair Bolsonaro Foto: EFE/ Andre Borges

Após a publicação de informações bancárias de Jair Bolsonaro (PL), que revelaram o recebimento de R$ 17,1 milhões por meio de transferências realizadas por Pix, a defesa do ex-presidente da República informou que a origem do dinheiro é “absolutamente lícita”. Os advogados dele também condenaram a divulgação das informações, que chamaram de “vazamento” e alegaram que configura uma “criminosa violação de sigilo bancário”.

– Para que não se levantem suspeitas levianas e infundadas sobre a origem dos valores divulgados, a defesa informa que estes são provenientes de milhares de doações efetuadas via Pix por seus apoiadores, tendo, portanto, origem absolutamente lícita – a defesa em comunicado para a imprensa.

A nota ainda informou que, nos próximos dias, adotará medidas legais cabíveis para investigar a autoria da divulgação dessas informações.

O ex-secretário de Comunicação Social (Secom) e advogado de Bolsonaro, Fabio Wajngarten, classificou como inadmissível o “vazamento” das informações bancárias do ex-presidente. No Twitter, ele afirmou que o responsável pela divulgação dos dados será “criminalizado”. Wajngarten é um dos autores da nota emitida pela defesa de Bolsonaro.

De acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o ex-presidente recebeu a quantia milionária em suas contas por meio de transferências realizadas por Pix entre os dias entre os dias 1º de janeiro e 4 de julho deste ano O documento aponta também que esse valor foi movimentado através de 769 mil transações feitas para a conta de Bolsonaro.

A quantia arrecadada via Pix corresponde quase à totalidade dos R$ 18,5 milhões que circularam nas contas de Bolsonaro neste ano A cifra milionária recebida pelo ex-presidente seria resultado de uma vaquinha feita por apoiadores para ajudá-lo a pagar multas. Porém, o montante arrecadado é 17 vezes maior do que o valor das infrações e equivale a oito vezes ao patrimônio de R$ 2,3 milhões declarado por Bolsonaro à Justiça Eleitoral na última eleição.

Os registros bancários feitos pelo Coaf apontam que parte dos recursos arrecadados teriam sido convertidos em aplicações financeiras. O ex-presidente tem evitado falar publicamente sobre o valor arrecadado na campanha. No dia 26 de junho, ele disse apenas que já havia levantado o suficiente para pagar suas condenações processuais.

A divulgação do relatório do Coaf tem movimentado a base de apoio do ex-presidente nas redes sociais. Entre os críticos do “vazamento”, estão o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL). Os filhos do ex-chefe do Executivo classificaram a publicação dos dados do documento como “assassinato de reputação” e afirmaram que o país está no rumo para “virar uma Venezuela”.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Cinco investigados na morte de Marielle foram assassinados As mortes prejudicam os andamentos dos trabalhos da Polícia Federal

 

Marielle Franco Foto: Renan Olaz/CMRJ

Desde 2018 as autoridades tentam encontrar o mandate do assassinato da morte da vereadora Marielle Franco e, ao longo desse período, pelo menos cinco investigados foram assassinados.

Um deles foi o policial militar aposentado Edmilson da Silva Oliveira, conhecido como Macalé, que foi executado em 6 de novembro de 2021 em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele é apontado como uma pessoa que teria intermediado a relação entre o mandante e os executores do crime.

Três meses após o crime que vitimou a vereadora do PSOL e seu motorista, Anderson Gomes, foi Lucas do Prado Nascimento da Silva, o Todynho, que foi morto.

Lucas é apontado como o responsável pela confecção dos documentos falsos do veículo utilizado para assassinar Marielle. A morte do suspeito aconteceu próximo da comunidade Vila Kennedy, também na região de Bangu.

Embora tenha negado participação no crime, o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega também foi morto. As investigações apontavam para o fato de que ele teria recebido a oferta para executar a vereadora, mas não aceitou.

Foragido da Justiça por fazer parte de um grupo que cometia homicídios no Rio de Janeiro, Adriano foi encontrado na Bahia e foi morto durante abordagem policial.

O sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro Luiz Carlos Felipe Martins foi assassinado em Realengo, também na Zona Oeste do Rio, em 20 de março de 2021. Conhecido como Orelha, ele é acusado de ocultar o carro usado no crime.

A morte do militar aconteceu dois dias antes da Operação Gárgula e ele seria preso sob suspeita de se desfazer de bens deixados por Adriano.

O quinto suspeito que foi assassinado foi Hélio de Paulo Ferreira, conhecido como Senhor das Armas. Ele foi investigado pela morte de Marielle, mas não foi preso. Ele foi executado em fevereiro deste ano no bairro Anil, durante um ataque.

FONTE:PLENO NEWS

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Atriz causa polêmica por fala sobre enfermeiras: “Elas vão lá para catar médico” Daniela Escobar se manifestou sobre o caso

 

Daniela Escobar Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Cortes Podcast Papagaio Falante [OFICIAL]

A atriz Daniela Escobar causou polêmica por causa de falas sobre enfermeiras. As declarações foram dadas no podcast Papagaio Falante, de Sergio Mallandro, no último dia 4.

– Sabe uma coisa que me chama muita atenção, tanto no hospital do Rio Grande do Sul, onde eu tive a cirurgia, quanto lá, em Beverly Hills, em Los Angeles, unhas compridas vermelhas, batom vermelho, maquiadézimas, cílios postiços, parecia que a mulher estava saindo da festa e indo trabalhar ou indo para festa daqui a pouco. Se bota isso numa novela não vão dizer que é ridículo? Que não existe, que o diretor de arte é um imbecil? É assim, a vida real tanto aqui no Brasil quanto lá. Eu ficava chocada. Eu ali, passando por aquela situação toda, gente! De onde que essa mulher saiu, toda maquiada? Elas vão lá para catar médico. Para casar – disse a artista.

O caso viralizou e foi alvo de críticas nas redes sociais. O Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul, estado onde a atriz nasceu, emitiu uma nota sobre o episódio.

– O Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren-RS) repudia veementemente a declaração da atriz Daniela Escobar durante episódio do podcast Papagaio Falante, em que se refere que mulheres profissionais de Enfermagem que usam maquiagem e cílios postiços, fazem isso para “catar médico”. A fala da atriz desrespeita as trabalhadoras da categoria, já que a forma como se maquiam e se cuidam esteticamente em nada tem a ver com a assistência prestada aos pacientes. O Coren-RS enfatiza que este tipo de declaração só corrobora com o desrespeito vivenciado pelas profissionais de Enfermagem, expostas diariamente à violência, à intolerância e ao machismo nos serviços de saúde – destacou.

Ao gshow, Daniela disse que ficou impressionada com a repercussão. Segundo ela, “programas de fofoca da TV aberta replicaram partes isoladas do que foi dito”.

A atriz explicou que comentou com uma grande amiga enfermeira o que havia visto [enfermeiras produzidas] e a amiga, rindo de sua surpresa, teria dito: “Elas se arrumam para caçar marido. É a realidade americana, isso se passou nos Estados Unidos e disse ainda que no Brasil elas se maquiam também”.

FONTE:PLENO NEWS

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Eleitores querem Nikolas como governador de Minas Gerais O parlamentar não terá idade para concorrer a presidente ou senador em 2026

 

Deputado federal Nikolas Ferreira Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

O deputado federal Nikolas Ferreira PL-MG) realizou uma enquete no Instagram sobre os três cargos políticos que ele pode se candidatar em 2026.

Nikolas tem 27 anos e não terá idade suficiente para disputar eleições para a Presidência da República ou para o Senado. Assim, as opções foram: deputado estadual, deputado federal e governador.

Em poucos minutos de enquete, 67% dos internautas escolheram que o deputado se candidate para ser governador de seu estado, Minas Gerais.

Outros 31% desejam que ele se reeleja e 2% que ele se candidate para ser deputado estadual.

Eleito a deputado em 2022, Nikolas Ferreira foi o mais votado para o cargo na história do Brasil, com mais de 1,5 milhão de votos.

A influência do político nas redes sociais também é surpreendente: ele tem mais de 8,1 milhão de seguidores no Instagram, 2,7 milhões no Twitter, 4,6 milhões no TikTok e 1,3 milhão no Facebook.

IDADES PARA CONCORRER A CARGOS POLÍTICOS:

CARGOIDADE MÍNIMA
Presidente35 anos
Vice-presidente35 anos
Senador35 anos
Governador30 anos
Vice-governador30 anos
Deputado federal21 anos
Deputado estadual21 anos
Deputado distrital21 anos
Prefeito21 anos
Vice-prefeito21 anos
Vereador18 anos

Enquete Nikolas Ferreira Foto: Reprodão Instagram @nikolasferreiradm
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Deputada recorre a Lira e manda recado para Flávio Dino; confira De acordo com Zanatta, acordo entre deputados e o Ministério da Justiça não foi cumprido

 Arthur Lira, Julia Zanatta e Flávio Dino

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, deputada Julia Zanatta e Flávio Dino, ministro da Justiça Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputado, Pablo Valadares/Câmara dos Deputados e Joédson Alves/Agência Brasil/Canal Gov

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) decidiu recorrer ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para que o inquérito que investiga os discursos proferidos durante ato armamentista realizado no dia 9 de julho, na Esplanada dos Ministérios, seja “trancado”.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Zanatta afirmou que “existiu uma conversa de deputados com o Ministério da Justiça para que não mudasse a questão de restrição de calibre, mas esse acordo não foi cumprido”.

A fim de ter a sua solicitação atendida, a deputada pede que Lira tome “providências nas esferas judiciais e extrajudiciais”. No requerimento, a parlamentar, que também defende o funcionamento dos clubes de tiro, aproveitou para enviar uma breve mensagem ao autor das investigações do 9 de julho, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

De acordo com o jornal O Globo, a catarinense ressaltou que os deputados “são dotados da imunidade parlamentar”. Zanatta acusa Dino de “mordaça” e afirma que “apenas em ditaduras ou regimes de exceção, um parlamentar sofre cerceamento na sua liberdade de expressão”.

– Seria desnecessário mencionar, não fosse o hodierno e esdrúxulo contexto de “mordaças” a ameaçar o livre exercício de mandatos parlamentares, que o congressista, na condição de mandatário popular, necessita de ampla liberdade de expressão para defender os direitos e interesses dos cidadãos que representa – afirmou.

INÍCIO DAS INVESTIGAÇÕES
No dia 10 de julho, um dia após o ato armamentista, o ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal (PF) fizesse uma análise dos discursos proferidos nas manifestações. Na época, Dino afirmou que as investigações tinham como objetivo “identificar indícios de eventuais crimes, notadamente incitações ou apologias a atos criminosos”.

Durante as manifestações organizadas pelo grupo Proarmas; que defende a flexibilização do porte e da posse de armas para cidadãos comuns; o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que os “professores doutrinadores” são piores do que traficantes de drogas, pois, de acordo com o parlamentar, causam discórdia nas famílias.

GOVERNO MIRA NOS CLUBES DE TIRO
No dia 25 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não considera como empresários os donos de clubes de tiro. O petista também disse que é preciso fechar a maioria desses estabelecimentos.

– Eu, sinceramente, não acho que o empresário que tem um lugar de praticar tiro é empresário. Eu já disse para o Flávio Dino: “Nós temos que fechar quase todos [clubes de tiro] e só deixar aberto os que são da Polícia Militar, Exército ou Polícia Civil. É a organização policial que tem que ter lugar para treinar tiro. Não a sociedade brasileira – disse Lula no programa Conversa com o Presidente, live semanal promovida pela comunicação institucional do governo.

 

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Irmão de Eduardo Campos vê possível assassinato; saiba mais A morte do ex-governador mudou o rumo político das eleições de 2014

 

Eduardo Campos Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

O advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, afirmou que o político pode ter sido assassinado e informou que pedirá a reabertura do inquérito do caso. Eduardo Campos, então candidato do PSB à Presidência da República, morreu aos 49 anos em um acidente de avião na manhã de 13 de agosto de 2014, em Santos, no litoral de São Paulo.

– O Brasil precisa saber a causa do acidente, se teve conotação política e se existe a real possibilidade de Eduardo Campos ter sido assassinado – disse o advogado, em entrevista ao jornal Folha de Pernambuco.

Antônio Campos ainda divulgou uma nota nesta terça-feira (25) ressaltando que o relatório do inquérito policial sobre a morte do irmão foi “inconclusivo” e afirmando que entrará com um pedido de reabertura da investigação no próximo dia 13, data do falecimento do ex-governador.

– Estaremos, no próximo dia 13 de agosto, quando completa 9 anos do falecimento do ex-governador Eduardo Campos, meu único irmão, solicitando a reabertura do inquérito policial que investigou a morte do ex-governador e outros companheiros, cujo relatório do inquérito policial foi inconclusivo, trazendo provas novas, como também mostrando as deficiências do inquérito policial anterior e o do Cenipa, conforme permite a legislação penal – disse.

A morte do ex-governador mudou o rumo político das eleições de 2014. O avião com Campos, que cumpriria agenda de campanha em Santos, saiu do aeroporto Santos Dumont, no Rio de janeiro, em direção ao Guarujá. De acordo com a Aeronáutica, a aeronave arremeteu quando se preparava para o pouso devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com o jato Cessna 560XL. Sete pessoas morreram no acidente.

ENTENDA A INVESTIGAÇÃO
Em agosto de 2018, a Polícia Federal (PF) finalizou o relatório sobre as causas da queda do avião que matou o ex-governador e listou um conjunto de hipóteses, sem fornecer uma conclusão: colisão com pássaros, desorientação espacial por parte dos pilotos, possibilidade de disparo de compensador de profundor (peça responsável pelas subidas e descidas da aeronave) ou pane/travamento de profundor em posições extremas.

Anteriormente, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) havia apresentado um relatório técnico que indicava falhas humanas como o motivo da queda. Na época, o irmão de Campos pediu que o laudo fosse retirado do inquérito que apurava as causas do desastre. Segundo a PF, em relação ao relatório apresentado pelo Cenipa, as investigações eram “independentes e voltadas a objetivos distintos, cada uma com princípios e características peculiares”.

O caso passou a ser investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) e, posteriormente, arquivado pelo órgão, em 2019, após ser constatado que não era possível determinar a causa exata da queda da aeronave e definir os responsáveis por eventuais crimes cometidos. Segundo o MPF, a inoperância e a ausência de equipamentos na cabine de comando foram os principais motivos para impossibilitar a resolução do caso.

CONFIRA ÍNTEGRA DA NOTA
Estaremos, no próximo dia 13 de agosto, quando completa 9 anos do falecimento do ex-governador Eduardo Campos, meu único irmão, solicitando a reabertura do inquérito policial que investigou a morte do ex-governador e outros companheiros, cujo relatório do inquérito policial foi inconclusivo, trazendo provas novas, como também mostrando as deficiências do inquérito policial anterior e o do CENIPA, conforme permite a legislação penal, especialmente o Art. 18 do Código de Processo Penal, cujo arquivamento não faz coisa julgada material.

Tramita perante a 4ª Vara Federal de Santos também ação cível de produção de provas, sob o número 5001663-02.2017.4.03.6104 movida por mim e Ana Arraes, que se encontra na fase de citação da fabricante do avião, através de carta rogatória, nos Estados Unidos, que estamos diligenciando a agilização, tendo saído hoje da Vara Judicial um ofício ao Ministério da Justiça pedindo informações sobre o cumprimento e andamento da citação.

Tal ação interrompeu a prescrição cível, entre outras questões relevantes. O intuito nuclear da ação é a realização de perícia técnica judicial no sentido de verificar a causa do acidente, ante inconsistências do laudo do Cenipa e da conclusão do inquérito da Polícia Federal.

O TRF da 3ª Região, através da 4ª Turma, negou provimento a recurso da União julgando admissível produção de provas em acidente aéreo e que o pedido de perícia se justifica, nesse caso, nos autos do agravo nº 5015438-29.2018.4.03.0000 que teve publicação do acórdão em 07.04.21. Foi uma importante vitória no caso, cuja ação de produção de provas está em curso, tendo sido expedido oficio hoje ao Ministério da Justiça sobre o cumprimento da carta precatória para citar a Cesna, fabricante do avião.

Entre outros aspectos, mereceu zero interesse por parte da autoridade policial e do CENIPA, aspecto relevante de Recomendação de Segurança A 09 113 – 128 “O BANCO DE DADOS DE ACIDENTES/INCIDENTES DO N.T.S.B. CONTÉM, PELO MENOS, OITO (8) ACIDENTES ENVOLVENDO O COMPENSADOR DE PROFUNDOR DO CESSNA CITATION OU ‘FALHAS CORRELATAS’”.

Estou, juntamente com o perito assistente do caso Carlos Camacho, fazendo um livro documentário sobre o acidente que vitimou Eduardo Campos e outros companheiros, em seus múltiplos aspectos, em formato e-book, ante a existência também de imagens, vídeos e links sobre o acidente.

O Brasil precisa saber a causa do acidente, inclusive a real possibilidade de tal sinistro ter sido intencionalmente provocado, podendo ter conotação política, para vitimar o então candidato a Presidente, com campanha em ascensão, ante indícios existentes e que precisam ter uma investigação mais aprofundada pelas autoridades policiais e judiciais. Estamos estudando a possibilidade de pedir que tal caso seja avocado pelo Procurador-Geral da República, ante peculiaridades do caso.

Além de protocolar a petição de desarquivamento perante o Juiz que presidiu o caso, estaremos dando conhecimento ao Ministro da Justiça e ao Procurador-Geral da República do teor do requerimento.

Olinda/Recife, 25 de julho de 2023.

Antônio Campos – OAB/PE 12.31

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Em apenas 7 meses, Janja viajou mais que Michelle em 4 anos Primeira-dama acompanhou Lula em todas as viagens internacionais do atual mandato

 

Janja da Silva e Michelle Bolsonaro Fotos: EFE/ Antonio Lacerda // Reprodução/Print de vídeo

Rosângela da Silva, a Janja, vem se mostrando tão viajante como seu marido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Isto porque a atual primeira-dama do Brasil acompanhou Lula em todas as dez viagens internacionais que o petista fez este ano, o que já a faz superar sua antecessora, Michelle Bolsonaro.

A comparação dos números impressionam. Em sete meses, Janja viajou mais que Michelle em quatro anos.

Até o momento, a primeira-dama visitou Argentina, Uruguai, Estados Unidos, China, Emirados Árabes, Portugal, Espanha, Reino Unido, Japão, Itália, Vaticano, França, Colômbia, Bélgica e Cabo Verde. O total são dez viagens e 15 países.

Já Michelle acompanhou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em viagens oficiais a apenas sete países: Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Emirados Árabes, Bahrain, Catar e Inglaterra.

A justificativa do governo federal para tantas viagens de Lula e Janja é a necessidade de “priorizar a política externa e reinserir o Brasil no cenário internacional”.

De acordo com dados do Ministério das Relações Exteriores, os gastos estão estimados em R$ 7,3 milhões. O valor se refere aos custos com hotéis de Lula Janja, e de toda a comitiva que viaja junto com o presidente. Neste montante, porém, não estão inclusos os gastos com contratação de intérpretes, nem com locação de veículos.

FONTE:PLENO NEWS

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