Jair Bolsonaro na praia com jovens Foto: Reprodução/Instagram Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniu com um grupo de jovens da Assembleia de Deus Vitoria em Cristo (Advec) na praia da Barra da Tijuca, na manhã deste sábado (20). O ex-chefe do Executivo gravou um vídeo para reforçar a convocação para o ato que será realizado neste domingo (21), em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em defesa da democracia e da liberdade.
Durante a gravação, ocorreu uma cena inusitada. Enquanto Bolsonaro falava que estava no meio da “garotada”, uma onda forte onda pegou o grupo de surpresa. O ex-presidente se assustou, quase perdeu o equilíbrio, mas continuou com a descontração.
– Amanhã todo mundo em Copacabana. Valeu! – encerrou.
A gravação foi feita por volta das 6h20 da manhã. Bolsonaro compartilhou o vídeo em suas redes sociais.
Jair Bolsonaro em mensagem a apoiadores com vídeo de baleia ao fundo Foto: Reprodução/Print da Rede social X
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi multado em R$ 2,5 mil pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sob a acusação de ter importunado uma baleia durante um passeio de moto aquática em São Sebastião (SP), em junho do ano passado. A punição ocorre mesmo após a Polícia Federal (PF) ter decidido não indiciar o ex-chefe do Executivo pelo ocorrido.
A divulgação da punição foi feita pelo próprio ex-presidente, que compartilhou em suas redes sociais uma imagem do auto de infração que recebeu do órgão federal. Junto da imagem, Bolsonaro escreveu uma breve legenda no qual disse a punição representava uma “perseguição sem fim”.
Consta, no documento divulgado pelo ex-presidente, que a punição aplicada é fundamentada em quatro artigos da legislação brasileira: os artigos 70 (no parágrafo 1°) e 72, da Lei 9.605/1998; e os artigos 3° (no inciso II) e 30, do Decreto 6.514/2008.
Auto de infração compartilhado por Bolsonaro Foto: Reprodução/Instagram Jair Bolsonaro
O artigo 30 do Decreto 6.514, que narra de forma mais específica a conduta que levou à punição, diz que: “molestar de forma intencional qualquer espécie de cetáceo, pinípede ou sirênio em águas jurisdicionais brasileiras” leva a uma multa de R$ 2,5 mil.
A redação dessa norma, por sinal, é similar a do crime de importunação de baleia, que está previsto no artigo 1° da Lei 7.643/1987, cujo texto diz: “fica proibida a pesca, ou qualquer forma de molestamento intencional, de toda espécie de cetáceo nas águas jurisdicionais brasileiras”.
No entanto, no fim de março deste ano, a Polícia Federal (PF) já havia decidido não indiciar Bolsonaro pela acusação de supostamente ter importunado a baleia no ano passado. Na ocasião, o delegado Breno Adami Zandonadi, responsável pelo caso, concluiu que as provas do caso “não chegaram a efetivamente representar os intencionais molestamentos previstos no tipo penal”.
Nesta sexta-feira (1º) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, se encontraram durante a Celac (Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) que acontece em São Vicente e Granadinas, no Caribe.
Durante o encontro, os políticos de esquerda conversaram sobre assuntos relacionados à cooperação técnica em agricultura e pecuária. As informações são da imprensa venezuelana.
Outro assunto que os líderes teriam conversado foi a expansão da colaboração, os investimentos e a organização de um encontro entre empresários dos dois países.
Maduro publicou em suas redes sociais a imagem do encontro e comentou sobre como foi se reunir com seu amigo brasileiro.
– A reunião que tive com o presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi frutífera, com o propósito de continuar a consolidar as relações diplomáticas em diferentes setores para o desenvolvimento compartilhado. Compromisso e cooperação! – escreveu o ditador.
Rogério Marinho Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube Roda Viva
Durante participação no programa Roda Viva, da TV Cultura, na última segunda-feira (5), o senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou a gestão do governo Lula (PT) em relação à economia. Ele afirmou que o atual governo está “acelerando o processo de quebrar o Brasil”.
O líder da oposição no Senado deu declarações após o jornalista Felipe Moura Brasil, do site O Antagonista e da revista Crusoé, questionar qual a visão e a expectativa dele em relação às medidas de aumento de arrecadação neste semestre.
– Acho que o governo Lula, a exemplo do que fez durante 14 anos, tá acelerando o processo de quebrar o Brasil. O que eles fizeram em 14 anos, aperfeiçoaram e estão fazendo num tempo muito menor. até porque, dessa vez, há uma certa boa vontade em relação ao que está acontecendo no governo. Vejam que o déficit deste ano foi de R$ 230 bilhões contra uma expectativa de pouco menos de R$ 100 bilhões, é 1% do PIB, deu 2.1% – comentou.
Marinho também citou desafios que o governo de Jair Bolsonaro (PL) enfrentou e criticou o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).
– Nós vemos agora o aumento do déficit de 230 bilhões com o Haddad indo a público dizer uma inverdade, dizer que isso é culpa do governo anterior. (…) As pessoas parecem que não fazem conta. E o ministro parece que não tem responsabilidade quando fala.
O Exército e a Marinha do Reino Unido realizaram o primeiro disparo de alta potência de um laser contra alvos aéreos. A arma ultratecnológica, batizada de DragonFire — ou Fogo de Dragão, em português — usa um “feixe de luz intenso” para atingir drones e aeronaves. Segundo o Ministério da Defesa britânico, a precisão necessária é equivalente a de acertar uma moeda a um quilômetro de distância.
Importância do laser nos campos de batalha
Embora os mísseis modernos possam eliminar ameaças aéreas com grande eficácia, o alto custo dessas armas e a capacidade de produção delas é um desafios para os exércitos.
Por isso, o Reino Unido aposta nos lasers.
Cada disparo dessa nova tecnologia viaja à velocidade da luz por distâncias muito longas, podendo atingir vários alvos simultaneamente.
A elevada precisão e o custo menor transformam o Dragonfire em um grande diferencial dos britânicos no campo de batalha.
As informações são do próprio governo, que emitiu um comunicado.
Apesar da divulgação da existência da arma laser e da realização de testes, o governo britânico mantém o Dragonfire sob sigilo quase que total. O que sabemos é que essa é uma arma de estado sólido na faixa de 50 kW baseada em feixes de fibra de vidro que correm em um sistema de combinação de feixe projetado pela inteligência do Reino Unido e que seguem em estado de sigilo.
Montada em uma torre, há também uma câmera eletro-óptica e um laser secundário para aquisição de alvos e foco de feixe.
O alcance do Dragonfire também é sigiloso, embora o governo diga que demonstrou sua capacidade de rastrear e combater ameaças aéreas. A arma tem a precisão de acertar uma moeda a um quilômetro.
Uma das principais vantagens do sistema é seu custo baixo, de cerca de R$ 60 por tiro. Assim, um disparo de 10 segundos custa o equivalente a usar um aquecedor comum por cerca de uma hora. Com isso, esse sistema laser pode vir a ser uma alternativa de baixo custo aos mísseis.
O desenvolvimento da tecnologia, no entanto, custou caro aos britânicos. O sistema DragonFire é resultado de investimentos conjuntos do Ministério da Defesa e Ministério do Desenvolvimento do Reino Unido. Cerca de R$ 630 milhões foram gastos na tecnologia.
Esse tipo de armamento de ponta tem o potencial de revolucionar o espaço de batalha, reduzindo a dependência de munições caras, ao mesmo tempo em que reduz o risco de danos colaterais. Investimentos com parceiros da indústria em tecnologias avançadas como o DragonFire são cruciais em um mundo altamente contestado, ajudando-nos a manter a vantagem vencedora da batalha e manter a nação segura.
Grant Shapp, secretário de Defesa do Reino Unido
Lembrando que o teste da nova arma acontece em meio ao aumento das tensões mundiais, com a continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, bem como o crescimento dos confrontos no Oriente Médio. Especialistas apontam que o conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas pode se espalhar para outros países da região, o que já se percebe, por exemplo, no Mar Vermelho, onde os rebeldes iemenitas Houthis estão sendo combatidos por uma aliança militar comandada pelos Estados Unidos e que conta com grande participação do Reino Unido.
Padre Júlio Lancellotti Foto: Reprodução/YouTube Leide Jacob
Nesta segunda-feira (22), a Arquidiocese de São Paulo aceitou receber a denúncia contra Julio Lancellotti, filmado se masturbando para um menor de idade. O vídeo e a análise dos peritos deve ser analisada pela administração da Igreja.
O material deve ser enviado pelo presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (União Brasil), que há alguns dias havia afirmado que tinha conhecimentos de denúncias graves contra o padre que atua com moradores de rua no Centro da capital paulista.
O vereador chegou a pedir um encontro com o arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, que aceitou se reunir com o parlamentar. Mas a reunião não foi marcada até o momento.
Depois que o material for analisado pela Arquidiocese, ele deve ser exibido para integrantes do colégio de líderes da Câmara Municipal. A análise dos peritos Reginaldo Tirotti e Jacqueline Tirotti, que contém 81 páginas, também será distribuída.
Monark Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube Cortes do Flow [OFICIAL]
A Polícia Federal (PF) viu indícios de que o influenciador Bruno Aiub, o Monark, cometeu crime de desobediência ao criar perfis nas redes sociais após o Supremo Tribunal Federal (STF) mandar suspender suas contas por publicações sobre as eleições de 2022.
O delegado Fábio Fajngold enviou um relatório ao STF em que afirma que o influenciador teve a “intenção deliberada de violar a determinação judicial”. Os perfis atribuídos a Monark foram criados no Instagram, Rumble, TikTok e YouTube.
– A criação de novos perfis se revela como um artifício ilícito utilizado para produzir [e reproduzir] conteúdo que já foi objeto de bloqueio nestes autos, veiculando novos ataques, violando decisão judicial, o que pode caracterizar, inclusive, o crime de desobediência – diz um trecho do documento.
A PF chegou a analisar publicações veiculadas nos novos perfis e encontrou “indícios substanciais que apontam para a persistência na transgressão das ordens judiciais impostas”.
– A verificação da materialidade e a identificação de indícios de autoria do delito previsto no art. 359 do Código Penal, que trata da desobediência à ordem judicial, manifesta-se de maneira inequívoca. A infração em questão perdura, caracterizando-se pela reiterada recusa em acatar a determinação judicial – segue o delegado.
As contas do influenciador foram suspensas em junho do ano passado. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, argumentou que a medida é necessária para interromper a divulgação de “discursos com conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.
A decisão foi tomada depois que Monark levantou suspeitas sobre a transparência das urnas e questionou se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) teria interesse em “manipular” as eleições. O influenciador chegou a ser multado em R$ 300 mil depois de criar novas contas nas redes.
Em depoimento à PF, ele afirmou que “não recebeu nada oficial informando que não poderia mais criar canais ou falar algo na internet”.
– Mesmo que tivesse sido intimado da referida decisão, informa que não teria cumprido, pois consideraria uma decisão inconstitucional – afirma o termo de depoimento juntado ao inquérito.
O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski foi nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública. O decreto presidencial foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União desta segunda-feira (22). Segundo o ato, ele passará a exercer o cargo em 1º de fevereiro.A data em que Lewandowski assumirá de fato o posto já estava definida desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o confirmou para o ministério. Até lá, o ministro Flávio Dino segue no comando da Justiça. Dino assumirá uma cadeira no Supremo em 22 de fevereiro.Desde que Flávio Dino foi indicado para uma vaga no STF, em 27 de novembro do ano passado, Lewandowski era o favorito para comandar a Justiça. Ele pretendia começar uma temporada de trabalho mais tranquila e aproveitar mais a família, após deixar a Corte em abril do ano passado. No entanto, recebeu incentivo de amigos e da própria família para aceitar o convite de Lula.
Com a saída de Dino e a entrada de Lewandowski, o Ministério da Justiça poderá ganhar atuação mais discreta. Em conversas reservadas, aliados de Lula afirmam que o ex-presidente do STF não tem o mesmo perfil de enfrentamento de Dino, que protagonizou vários confrontos com apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A relação do presidente da República com o ministro aposentado da Suprema Corte é de confiança pessoal. Lewandowski chegou ao STF em 2006, indicado por Lula com apoio da então primeira-dama Marisa Letícia. Ele foi um dos principais interlocutores de Lula no Judiciário até 2023, quando completou 75 anos e precisou se aposentar. Em 2016, como presidente do STF, ele presidiu também o processo de impeachment contra Dilma Rousseff (PT). O processo depôs a petista, mas não a deixou inelegível.
MUDANÇAS NO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA Lewandowski já definiu os principais quadros da sua equipe no Ministério da Justiça. O atual secretário nacional de Segurança Pública, Tadeu Alencar, um ex-deputado do PSB de Pernambuco, dará lugar ao chefe do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Mário Sarrubbo. Egresso da militância política e partidária no PCdoB, o jornalista Ricardo Cappelli será substituído na Secretaria-Executiva pelo advogado Manoel Carlos de Almeida Neto.