A ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (Ponte JK), que ligava os estados do Maranhão e do Tocantins desabou neste domingo (22). O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) alertou para a interdição total da BR-226 no trecho, que passa sobre o rio Tocantins.
– O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) alerta para interdição total na BR-226/TO, na ponte sobre o Rio Tocantins, neste domingo (22). O vão central da ponte que liga as cidades de Estreito (MA) e de Aguiarnópolis (TO), com 533 metros de extensão, cedeu nesta tarde – informou o órgão em nota.
O DNIT não informou se há vítimas. O portal Diário Tocantinense informou, com base em relatos de moradores da região, que um caminhão carregado passava pelo local e teria caído no rio após a estrutura ceder.
Momentos depois, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que três caminhões caíram na água no desabamento e uma pessoa morreu.
A autarquia do governo federal disse que equipes se deslocaram até o local para avaliar a situação, apurar as possíveis causas da queda e tomar as medidas necessárias.
Boletim da Fiocruz indica alta de casos de Covid-19 no Brasil (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/ThisIsEngineering
A nova edição do boletim semanal Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela uma tendência alta de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas à Covid-19 em alguns estados do país. É o caso do Ceará, onde um cenário de crescimento dessas ocorrências já havia sido indicado na edição anterior da publicação.
Há indícios de que Minas Gerais, Sergipe e Rondônia também iniciam um movimento parecido. O mesmo ocorre no Distrito Federal. Os casos envolvem especialmente pacientes idosos, que são mais suscetíveis aos efeitos mais adversos da infecção pelo coronavírus causador da Covid-19.
O boletim registra aumento de ocorrências de SRAG entre crianças e adolescentes de até 14 anos, associados principalmente ao rinovírus, em quatro unidades federativas: Acre, Distrito Federal, Minas Gerais e Sergipe. Os dados do novo boletim são referentes à semana epidemiológica que vai de 8 a 14 de dezembro.
A SRAG é uma complicação respiratória que demanda hospitalização e está associada muitas vezes ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.
De acordo com a nova edição, considerando as últimas quatro semanas epidemiológicas analisadas, a Covid-19 esteve relacionada a 31,1% dos casos de SRAG com resultado positivo para alguma infecção viral. Já o rinovírus representou 38,6%. Além disso, 7,9% estiveram associados ao vírus sincicial respiratório (VSR), 7,6% à influenza A e 7,3% à influenza B.
Quando se observa apenas os quadros de SRAG que resultaram em mortes nessas quatro semanas, 63,6% estão associados à Covid-19. A maioria desses casos que tiveram a morte como desfecho envolveram idosos.
Ao todo, o Brasil já registrou em 2024 um total de 78.739 casos de SRAG com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Destes, 16,8% são referentes à influenza A; 2% à influenza B; 19,6% à Covid-19; 27,1% ao rinovírus e 33,8% ao VSR. Outras 8.280 ocorrências estão em fase de análise.
O boletim Infogripe sinaliza para uma tendência de aumento de SRAG em nível nacional. Em 11 unidades federativas, há sinal de crescimento dos casos no longo prazo: Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe. Além disso, há tendência de aumento das ocorrência no curto prazo no Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
CENÁRIO EM 2024 Fazendo um balanço do cenário epidemiológico de 2024, a pesquisadora da Fiocruz, Tatiana Portella, destacou que o país viveu duas ondas importantes de Covid-19. A primeira, que começou ainda no final de 2023 e avançou pelo início deste ano, afetou diversos estados. Já a segunda onda, iniciada em agosto de 2024, teve São Paulo como o estado mais atingido.
Apesar dessas duas ondas, a pesquisadora destaca que, em comparação com 2023, houve uma redução de aproximadamente 40% nos casos de SRAG associados à Covid-19. Ainda assim, Portella alerta para o crescimento dessas ocorrências no encerramento de 2024.
– Neste fim de ano, observamos uma menor atividade dos vírus respiratórios, com exceção apenas da covid-19, que já começa a apresentar sinais de aumento em algumas regiões do país. Para as festas de fim de ano, recomendamos o uso de máscaras caso surjam sintomas de gripe ou resfriado. Também sugerimos, sempre que possível, priorizar ambientes mais arejados, especialmente neste momento de início de aumento do número de casos de Covid-19.
Bolsonaro presenteia Emerson Sheik com medalha de imbrochável Foto: Reprodução/Print de vídeo
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entregou a medalha “3is: imorrível, imbrochável e incomível” para Emerson Sheik. Os dois se encontraram em Angra dos Reis (RJ).
Um vídeo foi gravado em um iate mostrando o momento.
– É só para quem pode – falou o líder da direita sobre a honraria.
Naim Qasem, Donad Trump e Basem Naim Fotos: EFE/EPA/WAEL HAMZEH | Erin Schaff | EFE | Frame de vídeo / YouTube / Al Jazeera English
Em comunicado nesta quarta-feira (6), o grupo terrorista Hamas se pronunciou sobre a vitória de Donald Trump nas eleições dos Estados Unidos, afirmando que, embora seja um assunto que compete aos cidadãos daquele país, os palestinos esperam que o republicano ponha um fim imediato ao conflito na Faixa de Gaza.
A organização xiita afirmou que sua postura em relação à nova administração dos EUA, cuja gestão terá início depois de 20 de janeiro de 2025, dependerá “das posições e comportamento” de Trump em relação à Palestina.
– A eleição de Trump como 47º presidente dos Estados Unidos é um assunto privado dos americanos, mas os palestinos esperam um fim imediato da agressão contra o nosso povo, especialmente em Gaza – disse Basem Naim, membro do gabinete político do grupo palestino.
A organização xiita afirmou que sua postura em relação à nova administração dos EUA, cuja gestão terá início depois de 20 de janeiro de 2025, dependerá “das posições e comportamento” de Trump em relação à Palestina.
– É preciso que o presidente eleito americano ouça as vozes que se levantaram na própria sociedade americana durante mais de um ano sobre a agressão sionista contra a Faixa de Gaza, rechaçando a ocupação e o genocídio, e opondo-se ao apoio e à parcialidade em relação à entidade sionista – acrescentou o grupo em um comunicado posterior.
No texto, o Hamas qualificou de negativa a posição de todas as administrações americanas desde a guerra árabe-israelense de 1948, incluindo a do atual presidente Joe Biden.
Vale lembrar que a última presidência de Trump (2017-2021) foi marcada pelo reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos e pela transferência da embaixada americana de Tel Aviv para aquela cidade, que os palestinos reivindicam como capital de um futuro Estado.
O Hamas, contudo, indicou esperar que a Palestina seja reconhecida como um Estado “independente e soberano”, tendo Jerusalém como capital, e alegou que o apoio total a Israel apenas desestabilizará a região.
Em 2018, Trump suspendeu a ajuda financeira à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), diminuiu o financiamento para projetos de desenvolvimento na Cisjordânia e em Gaza e fechou o escritório da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Washington.
HEZBOLLAH Já o novo líder do grupo terrorista libanês Hezbollah, Naim Qasem, afirmou, nesta quarta, que a vitória de Donald Trump ou de Kamala Harris é irrelevante para o desenvolvimento da guerra com Israel, uma vez que acusou os Estados Unidos de fornecerem “apoio ilimitado” ao Estado judeu tanto no Líbano como na Faixa de Gaza.
– Não nos importamos se Harris ou Trump vencem, porque não dependeremos dos movimentos na política, mas dependemos do que acontece no terreno – declarou Qasem em um discurso televisionado, no qual acusou os EUA de serem “o grande demônio”, mas não comentou explicitamente a vitória do republicano.
O Oriente Médio vem prendendo a respiração nas últimas semanas, aguardando os resultados das eleições nos EUA e o efeito que terão sobre a evolução das guerras no Líbano e na Faixa de Gaza.
Deputados e senadores querem impeachment de Moraes Foto: Reprodução/ Print de vídeo Instagram Nikolas Ferreira
Neste domingo (29), deputados e senadores participaram de uma manifestação em Belo Horizonte (MG). O ato foi feito contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
O deputado estadual Bruno Engler (PL), candidato à prefeitura de Belo Horizonte, marcou presença, bem como Nikolas Ferreira (PL), Bia Kicis (PL), Marcel Van Hatten (Novo), Cristiano Caporezzo (PL) e Evair de Melo (PP). Os senadores Cleitinho (Republicanos), Magno Malta (PL) e Eduardo Girão (Novo) também participaram.
Os manifestantes miraram ainda o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), com frases como “Se não pautar, vamos cassar”.
Nikolas Ferreira publicou um vídeo com imagens do ato. Em seu discurso, o parlamentar chamou Moraes de “ditador” e “psicopata”. As informações são do poder360.
– Hoje o que estamos vivendo no Brasil é uma democracia tão falha que quem fala contra ela é censurado. Olha o crime que cometi hoje: postei no Twitter. Tive a ousadia de postar no Twitter. Porque olha só, o STF agora não vai multar porque você usou, o requisito agora é ter feito posts de discurso de hoje – falou.
O cantor evangélico Marcos Freire relatou, em suas redes sociais, que viveu um grande livramento ao ficar invisível para um bruxo que caiu em cima do carro em que estava. O homem tentava matar os estrangeiros brancos.O caso acontece na República Democrática do Congo, onde o artista preside a ONG Baluarte, que cuida de crianças órfãs. Ao descrever o ocorrido, Marcos Freire disse que era “um bruxo voador” com uma machado na mão e olhos dilatados.
Em resposta ao ataque, Freire começou a orar em línguas, o que ele acredita ter ativado uma unção espiritual que não deixou o homem atacá-lo.
– O Senhor fala comigo e ora. E eu comecei a orar em outras línguas. Eu comecei a liberar aquela unção que já estava dentro de mim – contou.
Enquanto isso, o bruxo procurava por alguém dentro do carro, mas não o enxergou e foi embora.
Após o incidente, ao retornar à base missionária, Freire recebeu um aviso urgente para deixar aquele país, pois haveria um ataque de bruxos contra pessoas brancas.
A mensagem recebida da Embaixada dizia que os brasileiros precisavam deixar o Congo, pois “bruxos rebeldes invadem os principais pontos da capital para amedrontar o governo do país e a missão deles é matar brancos”.
Presidente Lula durante cerimônia de divulgação dos resultados do Novo PAC Foto: Ricardo Stuckert / PR
Durante evento no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descreveu a catástrofe climática no Rio Grande do Sul como “estarrecedora”; ele ainda afirmou não saber “o que Deus está pensando”.
– Quando eu fui lá, é uma coisa estarrecedora. Sinceramente, eu não sei o que Deus está pensando. Não sei [o que] aconteceu no planeta Terra. O que aconteceu no Rio Grande do Sul é um aviso para todos nós, seres humanos: nós precisamos ter em conta que a Terra está cobrando – assinalou.
A declaração ocorreu na cerimônia de anúncio de R$ 18 bilhões em investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Parte do valor será destinado a obras em encostas para impedir deslizamentos de terra.
– Eu acho que as pessoas não levam em conta que quando faz investimento numa encosta, a gente está garantindo que pessoas não mais vão morrer por conta do deslizamento de terra – acrescentou.
Na avaliação de Lula, “coisas estranhas” têm acontecido ao planeta, mas há tempo de mudar o rumo da situação.
O petista disse ainda que pretende visitar todos as cidades do Rio Grande do Sul afetadas pela chuva e que apoiará a reconstrução do estado.
Presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) sulistas, Paulo Ziulkoski, cobrou nesta quarta-feira (8) agilidade do governo federal na ajuda aos municípios afetados.
– É necessário liberar urgentemente recursos extraordinários aos municípios. O que temos até o momento são promessas, burocracias e uma população que resiste pelo seu próprio esforço e pela corrente de solidariedade – frisou.
AJUDE O RIO GRANDE DO SUL Com mais de 70% de seu território afetado pela calamidade climática, o estado sulista sofre com severos estragos, e sua ajuda é fundamental para que as vítimas possam recomeçar suas vidas. Uma das formas de fazer doações é o financiamento coletivo criado pelo influenciador Badin, o Colono. Acesse enchentes@vakinha.com.br e deixe sua contribuição!
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Chuva causa estrago no Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Renan Mattos
Santa Maria/ Foto: EFE/ Marcelo Oliveira/ Prefeitura de Santa Maria
Santa Maria/ Foto: EFE/ Joao Vilnei/ Prefeitura de Santa Maria
Santa Maria/ Foto: EFE/ Marcelo Oliveira/ Prefeitura de Santa Maria
Rio Pardinho/ Foto: EFE/ Lauro Alves/ Governo do Rio Grande do Sul
Rio Pardinho/ Foto: EFE/ Lauro Alves/ Governo do Rio Grande do Sul
Rio Pardinho/ EFE/ Lauro Alves/ Governo do Rio Grande do Sul
Rio Grande do Sul/ Foto: EFE/ Mauricio Tonetto/ Governo do Rio Grande do Sul
Lula durante sessão no STF Foto: PR/Ricardo Stuckert
O Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não concluiu o julgamento sobre as restrições a indicações políticas previstas na Lei das Estatais, mas tudo indica que a Corte deve decidir de forma favorável ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A maioria dos ministros sinalizou que, independentemente do resultado da votação, o governo não precisará rever indicações passadas.Se a decisão for sacramentada, dirigentes de empresas importantes serão poupados, como os do Banco do Brasil, dos Correios, da Caixa Econômica e da Petrobras. Até a conclusão do julgamento, vale a liminar do ministro aposentado Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Lula, que abriu caminho para o presidente fazer as indicações livremente.
A decisão atual vigora desde março de 2023. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, que teve a indicação questionada, tomou posse no cargo em fevereiro de 2023. O placar formado nesta quarta foi de cinco votos para considerar constitucionais as restrições para a indicação de políticos à direção de estatais e dois contrários.
“INSTABILIDADE” O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, afirmou que a substituição de dirigentes que já estão nos cargos poderia criar uma “instabilidade indesejável” e prejudicar a continuidade de políticas públicas vigentes. A proposta foi costurada pelo ministro Dias Toffoli, que antecipou o voto e declarou que todas as indicações formalizadas na vigência da liminar são válidas.
– Quem foi indicado e aprovado com base na liminar tem a continuidade garantida – disse.
A Lei das Estatais veda indicações de ministros de Estado, secretários estaduais e municipais, dirigentes de partidos políticos, servidores do alto escalão da administração pública e representantes de agências reguladoras. Também impõe uma quarentena de 36 meses para quem tiver participado de campanha política. Os ministros analisam uma ação movida pelo PCdoB contra as restrições.
DIVISÃO Já em relação ao mérito da ação, há até o momento duas correntes em disputa no STF. Uma parte considera que a legislação é um avanço na governança de empresas públicas e reduz interferências indevidas nessas instituições. É o caso, por exemplo, do ministro André Mendonça.
– A Lei das Estatais foi fundamental para a melhoria da qualidade da governança pública, para a prevenção de ilícitos neste âmbito – defendeu o ministro.
Outra parcela avalia que a lei penaliza cidadãos envolvidos em atividades políticas.
– Não existe canonização por concurso público nem demonização pela participação política. É falsa a ideia de que indicação “técnica” resultará em padrão mais alto de probidade do que indicação política – disse o ministro Flávio Dino.
O ex-presidente Jair Bolsonaro está internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, desde a noite de segunda-feira, 6.
Segundo o boletim médico divulgado nesta terça-feira, 7, Bolsonaro encontra-se “estável e sem febre” e “permanece com boa resposta clínica ao tratamento”.
Ele está sendo tratado pelo cirurgião Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo e pelo cardiologista Leandro Echenique.