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Moraes concede entrevista a biógrafo de Che Guevara Jon Lee Anderson, responsável por artigo sobre Moraes, lançou biografia sobre Che em 1997

 

Alexandre de Moraes Foto: Fellipe Sampaio /STF

A entrevista à revista The New Yorker concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem gerado grande repercussão nos últimos dias em razão das fotos feitas pelo fotógrafo Fábio Setti – que, por sinal, foram publicadas nas redes sociais dele e depois excluídas. Porém, um outro detalhe também chama a atenção, o jornalista que elaborou o perfil do magistrado na publicação.

Jon Lee Anderson, jornalista e escritor de 68 anos, tem entre suas obras mais famosas a biografia de uma das figuras mais controversas da história: o argentino Che Guevara. O livro, lançado em 1997, recebeu no Brasil o nome de Che Guevara: Uma biografia, mas tem como título original Che Guevara: A Revolutionary Life (Che Guevara: Uma Vida Revolucionária, na tradução livre).

Para escrever o perfil de Moraes para a revista, o biógrafo de Che realizou duas entrevistas com o ministro do STF. No conteúdo publicado, há, em dado momento, uma mistura de ironia com vaidade por parte do ministro, como quando ele se coloca na posição de “herói” ao brincar sobre o suposto plano que visava matá-lo.

– Eu brinco com minha equipe de segurança que eu não poderia morrer. O herói do filme tem que continuar – diz Moraes.

Em outro ponto, o ministro chega a se posicionar sobre um processo em andamento, no que pode ser visto como uma violação à Lei Orgânica da Magistratura, ao dizer que não vê qualquer possibilidade de Bolsonaro disputar a eleição de 2026, já que, para ele, com as ações eleitorais tramitando no Supremo Tribunal Federal, uma reversão da inelegibilidade do líder conservador dificilmente acontecerá.

– Ele tem duas condenações por inelegibilidade no Tribunal Superior Eleitoral. Então, não há possibilidade de ele retornar, porque ambos os casos já foram apelados e agora estão no Supremo Tribunal Federal. Somente o Supremo poderia reverter essas decisões, e eu não vejo a menor possibilidade de isso acontecer – declara o ministro.

O perfil de Moraes publicado por Jon Lee Anderson também traz vários comentários do magistrados sobre política nacional e internacional, com críticas ao que o magistrado chama de “extrema-direita”. Nesse contexto, o ministro volta a se posicionar sobre ações em andamento, já que faz juízos de valor sobre os atos de 8 de janeiro, que ainda tem diversas ações penais em andamento na Suprema Corte.

– O verdadeiro objetivo deles [envolvidos nos atos] era invadir os prédios, se recusar a sair e criar uma crise tão grave que o Exército seria forçado a intervir. Uma vez que os militares chegassem, eles pediriam apoio para um golpe – relata Moraes.

O texto, em boa parte, traz um viés mais pró-Moraes e endossa teses polêmicas do ministro, como ao dizer que a lei brasileira proíbe “espalhar falsos rumores sobre o sistema eleitoral”, sendo que não existe qualquer menção a isso na legislação brasileira, mas apenas em regras criadas pelo Judiciário.

No entanto, também há críticas ao STF, como quando a reportagem afirma que a Corte, ao agir investigar ataques virtuais, age como “vítima, acusador e juiz”, o que vem sendo denunciado pela direita há alguns anos. Há, por sinal, até a referência ao fato de que Moraes foi indicado por Temer por “gratidão” após o então ministro da Justiça prender os responsáveis por hackear o telefone da primeira-dama Marcela Temer.

FONTE:PLENO NEWS

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Conselho de Ética decide pela cassação de Glauber Braga Relatório ainda precisa ser votado pelo plenário da Câmara antes que o parlamentar perca o mandato

 

Deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (9), o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados votou e aprovou um relatório que pede a perda de mandato do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) por quebra de decoro. Braga é acusado de chutar Gabriel Costenaro, militante do Movimento Brasil Livre (MBL), durante uma discussão dentro da Câmara, em abril do ano passado.

O placar final da votação ficou em 13 votos pela cassação e 5 votos contra. Durante a sessão do Conselho de Ética, Glauber Braga anunciou que iria fazer greve de fome.

– Vou permanecer nessa sala, no Congresso, até a finalização desse processo. Estou o dia inteiro de jejum e, a partir de agora, não vou me alimentar. Vou aguardar a decisão irrevogável. Vou permanecer aqui nesse plenário. Quem quiser chamar de greve de fome, chame como queira – apontou.

O parlamentar ainda pode recorrer à própria CCJ. Caso tenha o recurso negado, o relatório será julgado pelo plenário da Câmara. Para que ocorra a cassação são necessários os votos de 257 dos 513 parlamentares.

FONTE:PLENO NEWS

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Secretária de Anielle Franco pede demissão e detona governo Lula Márcia Lima reclamou da forma como o governo federal divulga ações dos ministérios

 

Márcia Lima deixa o ministério dirigido por Anielle Franco Foto: Divulgação/MIR

A comunicação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue sofrendo críticas, mesmo com a troca recente de comando promovida pelo chefe do Executivo. A reclamação mais recente ao setor partiu da agora ex-secretária de Políticas Afirmativas do Ministério da Igualdade Racial Márcia Lima, que anunciou nesta terça-feira (8) sua demissão do cargo.

Ao jornal Folha de S.Paulo, Márcia, que agora sai para assumir a Diretoria de Estudos e Políticas Sociais no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), não poupou críticas à forma como o governo divulga as ações de seus ministérios, especialmente as da pasta em que trabalhava, dirigida pela ministra Anielle Franco.

– O problema não é a comunicação do ministério, eu acho que é a comunicação do governo sobre o ministério. E também sobre alguns ministérios, não somente o MIR [Ministério da Igualdade Racial] – declarou.

A ex-secretária disse ainda que a postura atual do governo na área de comunicação vai na contramão do próprio slogan “União e Reconstrução”, e apontou que o amplo número de ministérios pode ser o culpado pela divulgação fraca de algumas ações das pastas federais.

– O nosso limite de negociação, de possibilidade, de construção com os outros ministérios tem um teto. Então eu acho que, por ser um governo com muitos ministérios, isso dificulta a construção dessas pautas transversais. Em algum momento, eu saí mapeando com quem eu devia dialogar – destacou.

Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) disse que tem trabalhado para promover a integração e o alinhamento da comunicação entre os diversos órgãos da gestão e que o princípio fundamental da atual administração é a prestação de contas à população.

– Nosso foco é mostrar, de forma transparente, as ações do governo, as políticas públicas em andamento e como elas impactam a vida dos cidadãos, além de informar como a população pode se beneficiar dessas políticas. Embora os ministros e ministras desempenhem naturalmente o papel de porta-vozes, o verdadeiro protagonismo reside nas entregas e nos resultados concretos – disse.

Há cerca de três meses, o governo trocou o comando de sua comunicação, com a chegada de Sidônio Palmeira para substituir Paulo Pimenta (PT-RS), em uma movimentação de Lula que visava justamente responder as inúmeras críticas que a área vinha sofrendo em sua gestão.

FONTE:PLENO NEWS

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PF tenta desbloquear celular mais de 10 milhões de vezes Corporação buscava extrair conteúdo em celular de suspeito de se envolver nos atos do 8 de janeiro

 

Renato Marchesini Figueiredo Foto: Arquivo Pessoal

A Polícia Federal (PF) tentou 10 milhões de senhas diferentes para desbloquear o celular de Renato Marchesini, um dos suspeitos de envolvimento nos atos do 8 de janeiro de 2023, mas não obteve sucesso. Dessa forma, a corporação não pôde colher os dados no aparelho que haviam sido solicitados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo informações do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles, Marchesini, de 42 anos, foi preso após os atos. Ele acabou obtendo liberdade provisória 10 dias depois, e aguarda julgamento sob medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, retenção e passaporte e proibição de usar as redes sociais.

Moraes solicitou à PF que buscasse no celular Samsung Galaxy A30 do suspeito 36 palavras-chave, incluindo os termos “morte ao Xandão”, “Forças Armadas”, “Artigo 142”, “Fora Lula”, “Bolsonaro”, “Intervenção Militar”, “Impedir a Posse”, “Invadir Prédios”, “Acampamento”, “Golpe”, “Ditadura”, “Código-Fonte”, entre outros.

Também pediu à PF que buscasse encontrar contatos na agenda, fotos, vídeos e localização que ajudassem a identificar qual o nível do envolvimento de Marchesini na depredação do 8 de janeiro.

Para isso, a PF utilizou um software chamado Cellebrite Premium, que com base nas informações do dono do celular, sugeriu milhões de combinações possíveis para desbloquear o aparelho. Contudo, nenhuma delas funcionou. Por fim, o smartphone foi devolvido para o setor da corporação que executa as ordens do STF, sem provas de que o dono do aparelho tenha invadido ou depredado o patrimônio público, nem praticado violência.

Marchesini mora em Franca, São Paulo, e trabalhava em uma empresa de consórcios automotivos e imobiliários, tendo ainda uma empresa de “atividades auxiliares dos transportes terrestres” registrada em seu nome como MEI (Microempreendedor Individual).

À época das eleições de 2022, ele fez postagens duvidando da confiabilidade das urnas eletrônicas, criticando o STF, seus ministros, e o até então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após as eleições, publicou vídeos em manifestações e acampamentos pedido uma intervenção militar.

Geral da República (PGR) por supostos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa armada, golpe de Estado e dano qualificado contra o patrimônio da União.

Sua audiência de instrução e julgamento estão marcados para a próxima terça-feira (15).

FONTE:PLENO NEWS

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Estadão sobre Pé-de-Meia: “PT se esforça para estragar boas ideias” Jornal criticou a canetada do governo que turbinou as despesas do benefício em R$ 5 bilhões

 

Lula e Camilo Santana Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A forma como o governo está conduzindo o programa Pé-de-Meia virou motivo de crítica por parte do jornal O Estado de S. Paulo. Em editorial publicado nesta segunda-feira (7), o periódico apontou que a gestão federal turbinou, com uma canetada, as despesas com o programa “sem dimensionar seu público-alvo de forma correta, nem se importar com gastos”. Para o veículo de imprensa, o Partido dos Trabalhadores (PT) “se esforça para estragar boas ideias”.

No texto, o Estadão contextualiza que a verba do benefício social, criado para frear a evasão no Ensino Médio, saltou de R$ 7,1 bilhões para R$ 12,5 bilhões de agosto de 2024 para este ano. A ampliação teve com objetivo passar a atender alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e famílias com renda mensal per capita inferior a meio salário mínimo, além dos estudantes regulares da rede pública e de famílias assistidas pelo Bolsa Família, que já eram beneficiados.

– O programa é daquelas boas ideias que o PT se esforça para estragar. Essa decisão do governo Lula de ampliá-lo suscita questionamentos. É de perguntar quais os critérios que justificaram o seu inchaço, se já houve uma avaliação da sua efetividade e se há recursos no Orçamento de modo que sua expansão não afete outras políticas pública – observou o jornal.

O editorial cita o diretor de Políticas Públicas do Todos Pela Educação, Gabriel Corrêa, para quem o programa “ficou muito amplo e muito caro”, haja vista que a evasão no Ensino Médio é de 4% a 5%.

– Corrêa pergunta se o Pé-de-Meia está chegando mesmo ao jovem que precisa. Não à toa, reportagem do Estadão apontou incongruências em seus dados, ao localizar três cidades onde o total de beneficiados supera o número de matriculados. Além disso, em 15 cidades 90% dos alunos do ensino médio estão no programa – ressaltou o jornal.

O Pé-de-Meia é um programa social de autoria da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) que concede R$ 200 mensais ao estudante beneficiário e mais R$ 1 mil a cada ano concluído. Ele foi criado fora do Orçamento, e após entrar na mira do Tribunal de Contas da União (TCU), passou a ser considerado na peça orçamentária de 2025 no valor de somente R$ 1 bilhão.

– Como o custo total ainda não está assegurado, a gestão Lula poderá ter de pedir crédito suplementar ao longo deste ano. Como se vê, o governo optou por turbinar uma de suas principais vitrines eleitorais neste terceiro mandato presidencial, talvez a única, sem dimensionar seu público-alvo de forma correta nem se importar com gastos. Por já estar em campanha pela reeleição e com a popularidade em queda, Lula faz do Pé-de-Meia um trunfo eleitoreiro. O custo das irresponsabilidades de uma gestão do PT é sempre alto – finalizou o jornal.

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Eduardo estima que 1 milhão de pessoas foram ao ato na Paulista Deputado licenciado citou cálculo de "jornalistas independentes dos EUA"

 

Eduardo Bolsonaro Foto: Frame de vídeo / X

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que jornalistas independentes dos Estados Unidos estimaram que havia mais de 700 mil pessoas no ato pela anistia dos presos do 8 de janeiro, neste domingo (6), na Avenida Paulista, em São Paulo. Por meio do X, o parlamentar escreveu que “não seria exagero dizer que cerca de 1 milhão de brasileiros” estiveram na manifestação, promovida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados.

O parlamentar se encontra, atualmente, em solo norte-americano, a fim de se dedicar a “buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos”, em referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator de inquéritos que têm como alvo Bolsonaro e seus apoiadores.

– Estamos juntos com nossos corações, lutando por liberdade. Aqui, mais do que nunca, o meu foco é apenas uma pauta: libertar os reféns do 8 de janeiro que foram presos apenas por razões políticas. Não queremos mais Clezões, não queremos mais Déboras presas. A gente sabe que se esse pessoal estivesse traficando, roubando ou assassinando já estariam nas ruas. Então, o nosso grito é por justiça. E podem ter certeza que o mundo inteiro está assistindo – disse ele.

Na Paulista, o nome do deputado foi lembrado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que ao lado do esposo e dos demais filhos dele, desejou “força” para o parlamentar.

– Os três meninos do meu marido, faltando um. Faltando o Eduardo, faltando o nosso Duda, que está longe, que está renunciando a sua vida, a vida dos seus filhos pequenos que estavam na escola. Ele está nos EUA, separado, porque está lá sendo nosso porta-voz, mandando a mensagem para o mundo da injustiça que estamos passando no Brasil. Vamos mandar uma mensagem para o Eduardo: Força, Eduardo! – exclamou Michelle.

Enquanto Eduardo e jornalistas independentes dos EUA estimaram mais de 700 mil pessoas na Avenida Paulista neste domingo, a Universidade de São Paulo (USP) apresentou números muito menores. Segundo a instituição, o ato reuniu 44,9 mil pessoas, número refutado pelos líderes conservadores.

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Nikolas durante ato: “Moraes se lascou, olha a gente aqui” Deputado fez discurso com críticas a ministros do STF

 

Nikolas durante manifestação: “Moraes se lascou, olha a gente aqui” Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Silas Malafaia Oficial

Neste domingo (6), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) mandou um recado para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O parlamentar discursou durante o ato realizado na Avenida Paulista que pede anistia pelos presos do 8 de janeiro.

Nikolas falou ainda em “ditadores de toga”, em referência aos magistrados da Corte.– A que ponto nós chegamos! Ter que ir para a rua para poder dizer o óbvio: que altas penas são para criminosos e não para baderneiros. Ditadores de toga, principalmente, como Alexandre de Moraes, se utilizaram do dia 8 [de janeiro de 2023] para nos amedrontar. Se lascou, olha a gente aqui! Essa é a resposta para você, seu covarde – falou.

Confira:

 

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Michelle Bolsonaro defende irmão após ataque de Pavinatto Ex-primeira-dama comentou reportagem que acusava irmão de irritar membros do PL

 

Michelle Bolsonaro e Pavinatto Fotos: Divulgação/PL // Mario Agra/Câmara dos Deputados

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se pronunciou, no fim da noite desta sexta-feira (4), sobre uma notícia publicada pelo jornal O Globo e repercutida pelo jurista e jornalista Tiago Pavinatto sobre o irmão dela, Eduardo Torres. Na publicação, o veículo disse que Eduardo teria despertado a irritação de membros do PL ao fazer uma visita à casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.

Na reportagem, o jornal afirmou que “interlocutores de Anderson relataram que Eduardo avisou ao ex-ministro que Michelle Bolsonaro deve apoiar à candidatura de Celina Leão ao governo do Distrito Federal e que ele não teria essa vaga, caso pensasse em entrar na disputa”.

Pavinatto, então, falou do caso no programa Faroeste à Brasileira, no canal da Revista Oeste no YouTube, e chegou a chamar Eduardo de “malandro”.

Michelle, ao falar sobre a abordagem de Pavinatto em relação ao caso, disse ter sentido tristeza “por vê-lo endossar uma matéria mentirosa, falaciosa e difamatória” sobre o irmão. A ex-primeira-dama defendeu Eduardo e disse que ele “é um homem trabalhador, pai de família, e tem o respeito e a admiração da nossa família”.

– Com todo o respeito que tenho por você, Pavinatto, venho manifestar a minha tristeza por vê-lo endossar uma matéria mentirosa, falaciosa e difamatória – por trás da qual estão alcoviteiros travestidos de políticos, que jamais perderam sua verdadeira essência de atuação. Eu conheço os bastidores e sei muito bem quem planta essas notas com o único objetivo de atrapalhar o nosso trabalho e gerar divisão – disse.

Em um trecho da mensagem direcionada ao irmão, a ex-primeira-dama escreveu que ele é “muito superior a tudo isso” e que “não é uma fala injusta ou uma matéria mal-intencionada que vai apagar” o que Eduardo representa para a família.

– Você tem a nossa admiração, o nosso respeito e, acima de tudo, o nosso amor. Seguimos juntos, com a cabeça erguida, certos de que a verdade sempre prevalece. Te amamos! Continuaremos firmes, trabalhando com dedicação e pedindo a Deus que nos livre de pessoas desse tipo – declarou.

PAVINATTO SE DESCULPA
Após a fala de Michelle, Pavinatto publicou, em seus stories no Instagram, um breve texto no qual se desculpou com a ex-primeira-dama pelo ocorrido e disse se compremeter “em voltar às fontes e, através do mesmo programa, com o mesmo destaque”, retificar o que foi dito.

– Puxe-me a orelha sempre que entender necessário. Tenha certeza que farei o mesmo com as fontes – finalizou o jurista.

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Desembargador Sebastião Coelho: “Se não anistiar, vamos parar” Ele esteve no ato realizado na Avenida Paulista

 

Sebastião Coelho e Thiago Manzoni Fotos: Pleno.News

O ex-desembargador Sebastião Coelho afirmou, neste domingo (6), em entrevista ao Pleno.News na Avenida Paulista, que continuará defendendo os presos do 8 de janeiro e cobrando anistia. Ele foi entrevistado pelo deputado distrital Thiago Manzoni (PL-DF) durante ato com pautas políticas e críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Coelho disse que a manifestação simboliza a busca por liberdade.

– Estamos tratando aqui de liberdade. Quando falamos de justiça, ela está incluída na liberdade – declarou.

Para o ex-desembargador, o país vive um momento de cerceamento de direitos.

– Se nós tivéssemos liberdade verdadeira em nosso país, uma justiça isenta e justa, nós não precisaríamos de atos como esse.

Coelho afirmou ainda que a mobilização continuará até que haja mudanças e que o povo voltará à Paulista para comemorar a liberdade.

Ao falar sobre a anistia dos presos, o ex-desembargador foi direto:

– Tenho certeza de que vamos conseguir anistia. Se não anistiar, vamos parar.

E completou:

– Tenho essa disposição total de fazer essa luta em prol do nosso país.

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Tarcísio: “Quero anistia e prisão para ladrões e corruptos” Governador participou de ato na Avenida Paulista

 

Tarcísio de Freitas Foto: YouTube Silas Malafaia Oficial

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu, neste domingo (6), em manifestação na Avenida Paulista, a anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro. O evento contou com a presença de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além de políticos da direita.

Durante o discurso, Tarcísio afirmou que “pedir anistia não é uma heresia”, mas “algo justo, real e importante” para o momento político no país.

Tarcísio também atacou o governo Lula (PT) ao citar o aumento no preço dos alimentos e pediu a volta do líder da direita.

– Porque vocês estão pagando caro no ovo, porque vocês estão pagando caro no feijão, porque vocês estão pagando caro no arroz. E, se está tudo caro, volta Bolsonaro! – disse.

O governador por São Paulo ainda afirmou que manifestante não é bandido. Segundo ele, a cadeia deve ser para criminosos e corruptos.

– Eu quero prisão sim! Eu quero prisão para assaltante, para quem invade propriedade, para o corrupto – declarou.

E completou:

– A anistia, para essas pessoas [presos do 8 de janeiro], é o reencontro com a liberdade, é o reencontro com a justiça, é o reencontro com a esperança.

FONTE:PLENO NEWS

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