
Durante a reunião com os pastores, Lula declarou que se recusa a falar de política em igrejas e que o tema deve ser tratado apenas nas ruas em comícios. O presidente afirmou que a religião é “sagrada” e que ele respeita as crenças de todos os brasileiros.
– Eu respeito muito o compromisso individual que cada pessoa tem com Deus. Então, não me convide para ir a uma [igreja] Assembleia fazer um comício que eu não vou. Não vou nem da católica, nem da evangélica. Eu respeito a fé das pessoas. Se eu quiser fazer política e comício, eu faço na rua, mas na igreja eu não faço – disse.
O petista voltou a dizer que ele é o ser humano ao qual Deus talvez tenha sido o mais generoso, citando a infância dele em Pernambuco, a ida para São Paulo e as vitórias dele para a Presidência da República.
Os gestos de aproximação de Lula aos evangélicos ocorrem enquanto as pesquisas de intenção de voto mostram um crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entre os evangélicos. Em um eventual segundo turno entre o grupo, 51% preferem Flávio enquanto 28% dizem que vão votar no petista.
A pesquisa Quaest fez 2.004 entrevistas a domicílio com brasileiros de 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de setembro A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança, de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03607/2026.
*AE
FONTE:PLENO NEWS







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