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Bolsonaro prevê desabastecimento alimentar global se STF alterar marco temporal "Muitos outros países dependem do que nós produzimos", declarou o chefe do Executivo

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos

Na manhã desta quarta-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro expressou preocupação com a possível alteração do Supremo Tribunal Federal (STF) ao marco temporal na demarcação de terras indígenas. De acordo com o chefe do Executivo, a mudança poderia aumentar a inflação e causar até mesmo um desabastecimento global.

– A gente pede a Deus que logo mais o nosso Supremo Tribunal Federal não altere o marco temporal. Se isso vier a acontecer, porque é uma pressão externa muito grande, mas o pessoal lá de fora não sabe as consequências disso aí. Hoje, o Brasil tem a sua segurança alimentar. Mas muitos outros países dependem do que nós produzimos para que eles lá fora tenham a sua segurança alimentar também – disse o presidente durante cerimônia no Palácio do Planalto.

O artigo 231 da Constituição Federal brasileira estabelece que é de competência da União demarcar terras indígenas e proteger seus bens, mas não determina nenhuma data acerca da posse dessas regiões. Ruralistas e trabalhadores do agronegócio defendem que só sejam demarcadas as terras que já estavam ocupadas no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição.

Em seu pronunciamento sobre o assunto, o presidente Jair Bolsonaro repercutiu avaliação do Ministério da Agricultura de que 14% do território nacional seria destinado a reservas indígenas caso o marco temporal seja alterado, o que, segundo ele, seria um “duro golpe no nosso agronegócio”.

– Nós estamos experimentando uma inflação alta nos gêneros alimentícios no mundo todo, fruto da pandemia e fruto também do ‘fique em casa, a economia a gente vê depois’. Se o Brasil tiver que demarcar nossas reservas indígenas, conforme a previsão do Ministério da Agricultura, o equivalente a mais 14% do território nacional, que seria equivalente aos estados Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais, isso equivale a uma Alemanha e Espanha juntas. O preço de alimentos vai disparar e não só isso: podemos ter no mundo desabastecimento – argumentou.

O Supremo Tribunal Federal está discutindo o tema, que divide opiniões. O caso será retomado nesta semana. Enquanto a Corte avalia, lideranças de tribos indígenas seguem acampados em protesto.

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ONYX JANTA A PETISTA E ELA FICA TODA FASCEIRA ESCUTANDO!

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Janaina sobre vídeo: “Parece campanha para o Bolsonaro” Deputada analisou vídeo de jantar em que Bolsonaro foi "piada"

 

Janaina Paschoal opina sobre vídeo no qual riem de Bolsonaro Foto: Montagem/Reprodução

Na noite da última terça-feira (14), a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) também resolveu repercutir o vídeo no qual Michel Temer aparece rindo de uma imitação feita de Jair Bolsonaro pelo youtuber André Marinho. Para a parlamentar, o autor da gravação seria um bolsonarista, pois o episódio possuiu teor de campanha pró-Bolsonaro.

– Somente agora, eu consegui assistir ao tal vídeo do jantar em que Bolsonaro foi a piada. Fico com a sensação de que quem gravou e divulgou o vídeo é bolsonarista, pois parece campanha para ele. A nobreza rindo da plebe… – escreveu.

A autoria da gravação acabou sendo assumida pelo marqueteiro do ex-presidente Michel Temer, Elsinho Mouco, em entrevista à Folha de S.Paulo. Na avaliação do publicitário, o Brasil “está muito sério”.

– Um pouco de humor, depois de uma semana tão dura, não faz mal a ninguém. Pelo contrário, faz bem – declarou Mouco.

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Covardia! Menino de 14 anos com microcefalia é estuprado Criminoso foi preso em flagrante

 

Polícia Civil do DF prendeu criminoso em flagrante Foto: Agência Brasília/Acácia Pinheiro

Um homem de 57 anos foi preso em flagrante, na última terça-feira (14), por estuprar um adolescente de 14 anos portador de microcefalia secundária – quando há mal formação congênita da cabeça. O crime aconteceu em uma cachoeira na localidade do Sol Nascente, em Ceilândia, no Distrito Federal.

O criminoso foi preso enquanto o ato sexual acontecia. Ele estava cometendo os abusos em um local escuro, por volta das 21h, quando os policiais chegaram. De acordo com agentes da Policia Civil, ele estava com a calça abaixada e com o pênis ereto.

Por meio de gestos, a vítima relatou aos policiais que ele havia sido masturbado pelo homem.

Testemunhas relataram à polícia que o criminoso é conhecido na região pela prática de zoofilia – quando um humano pratica sexo com animais.

Ele está detido por estupro de vulnerável em uma carceragem da PCDF, aguardando audiência de custódia.

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'Eu podia estar milionário como o Didi', desabafa Dedé Santana Humorista, de 85 anos, ainda detalhou brigas com Renato Aragão


Renato Aragão e Dedé Santana passaram a tarde juntosReprodução InternetRio - Dedé Santana fez um desabafo ao falar que não ficou milionário com o sucesso do humorístico "Os Trapalhões". Em entrevista ao podcast "No Flow" desta semana, ele disse que poderia "estar milionário como o Didi" e falou sobre brigas com o parceiro de cena.
Rio - Dedé Santana fez um desabafo ao falar que não ficou milionário com o sucesso do humorístico "Os Trapalhões". Em entrevista ao podcast "No Flow" desta semana, ele disse que poderia "estar milionário como o Didi" e falou sobre brigas com o parceiro de cena.
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Dedé SantanaReprodução/YouTube
"Eu sou esse tipo de artista. Você me convida para um trabalho e eu não quero saber quanto eu vou ganhar. Eu podia estar milionário como o Didi. Ele é arquimilionário, na verdade", contou ele.
"Para mim, arquimilionário é quem tem no mínimo 30 milhões no banco. Não é o meu caso. Primeiro, eu perguntava o que eu ia fazer, se eu ia gostar ou não. Depois, eu queria saber quanto eu ia ganhar", continuou Dedé.

O humorista ainda falou sobre as brigas com Renato Aragão ao longo da carreira, mas garantiu que os motivos nunca foram pessoais. "A gente brigava muito, mas muito mesmo, mas sempre por causa de trabalho. E, na maioria das vezes, ele estava certo. Renato é muito inteligente", finalizou o humorista.
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Anvisa autoriza uso de mais um medicamento contra a Covid-19 Indicação é para casos leves e moderados da doença

 

Fachada do edifício sede da Anvisa Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Nesta quarta-feira (8), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial do medicamento Sotrovimabe para tratar a Covid-19. Com este, o número de medicamentos aprovados pelo órgão brasileiro já chega a cinco.

O Sotrovimabe atua contra a proteína spike do novo coronavírus, a fim de impedir a ligação e a entrada do vírus nas células humanas. A medicação, porém, é indicada apenas para pessoas acima de 12 anos que estiverem com a Covid-19 de forma leve a moderada. Isto significa que pessoas hospitalizadas pela doença não devem receber o medicamento.

Segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, grávidas e lactantes com Covid-19 devem ter “cautela” quanto à medicação. O grupo deverá submeter-se à indicação médica para fazer o uso do Sotrovimabe.

A diretora da Agência, Meiruze Freitas, disse que a função do medicamento é evitar que a doença evolua para um estado grave e, com isso, reduzir o número de hospitalizações e de mortes.

O Sotrovimabe deve ser aplicado somente em hospitais, de forma intravenosa, em dose única de 500 mg e em pacientes com mais de 40 kg.

O paciente só deve receber a medicação após ter a infecção pelo coronavírus comprovada mediante exame laboratorial e, de preferência, com até cinco dias da apresentação dos sintomas.

De acordo com a Anvisa, a tecnologia do medicamento é capaz de criar uma barreira para a seleção de variantes resistentes do coronavírus e permite que sua atividade seja mantida in vitro contra cepas mutantes do vírus.

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Flórida cria multa para quem exigir comprovante de vacina A decisão passará a valer a partir do dia 16 de setembro

 governador da flórida Ron DeSantis

Governador da Flórida, Ron DeSantis Foto: Reprodução

Na contramão de cidades brasileiras como Rio de Janeiro e São Paulo, que estão trabalhando para implementar o chamado “passaporte Covid”, o estado da Flórida (EUA) decidiu multar em 5 mil dólares (R$ 25 mil) quem exigir comprovante de vacinação contra o coronavírus. A decisão passará a valer para escolas, empresas e órgãos públicos a partir do dia 16 de setembro.

– Na Flórida, sua escolha pessoal em relação às vacinas será protegida, e nenhuma empresa ou entidade governamental poderá negar seus serviços com base em sua decisão – declarou o governador republicano Ron DeSantis.

DeSantis, que também se posicionou contrário ao lockdown durante surtos da Covid-19, promulgou a lei no início deste ano.

Em seu perfil nas redes sociais, a secretária de comunicação do governo, Christina Pushaw, ironizou a oposição dos democratas com relação à nova medida:

– Por alguma razão, a proibição de passaportes de vacinas na Flórida realmente é um gatilho para os democratas. Eu não entendo. Se eles quiserem levar seu histórico médico a todos os lugares e mostrar seus documentos no McDonald’s, ninguém os impedirá – disse Pushaw.

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Casa Branca: ‘Não esperávamos tanta oposição às vacinas’ Porta-voz, Jen Psaki, deu declarações nesta sexta-feira

 

Porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki Foto: EFE/EPA/Stefani Reynolds

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta sexta-feira (10) que a administração não esperava tanta oposição às vacinas quando estivessem aprovadas e amplamente disponíveis nos Estados Unidos.

Em coletiva de imprensa, a porta-voz defendeu os requerimentos de imunização anunciados na quinta-feira (9) pelo presidente Joe Biden e disse que a obrigatoriedade foi efetiva em empresas que a aplicaram anteriormente.

Questionada sobre a possibilidade de a obrigatoriedade da vacinação afetar ainda mais o mercado de trabalho do país, que já enfrenta uma escassez de mão de obra, a representante do governo não deu uma resposta direta, mas reforçou a intenção de salvar vidas e lembrou o apoio que o plano oferecerá a pequenas empresas.

– Com os requerimentos, Biden expressou a frustração de milhões de vacinados – afirmou Psaki.

Ela indicou que isso não deveria ser uma questão política nos EUA, uma vez que ainda há 80 milhões de não vacinados, e a intenção é “salvar quantas vidas for humanamente possível”.

Sobre possíveis alternativas à imunização, a porta-voz indicou a possibilidade da realização de testes semanais, que foi aberta às empresas. Questionada se os movimentos recentes podem representar uma obrigatoriedade geral de vacinação no país, Psaki afirmou que não é o caso e que o governo não tem autoridade para tal.

Sobre um possível aumento da divisão bipartidária no país, por conta da obrigatoriedade dificultar a tramitação de acordos, em especial os planos de infraestrutura no Congresso, Psaki respondeu que isso não é um grande problema, uma vez que os investimentos contam com grande apoio popular. Ainda sobre o Legislativo, a porta-voz afirmou que a Casa Branca espera que congressistas de ambos os partidos aumentem o teto da dívida, o que já foi feito outras vezes.

Em relação à ligação telefônica de Biden com o líder da China, Xi Jinping, na última noite, Psaki disse que a conversa durou 90 minutos e serviu para “manter o canal de comunicação aberto”. Segundo a porta-voz, foi um diálogo “respeitoso, sem ser condescendente”.

– Tópicos econômicos não foram prioridade, nem questões definitivas foram atingidas – descreveu.

Questionada sobre as investigações sobre a origem da Covid-19, ela sugeriu que isso segue como prioridade para o governo.

*AE

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Michelle Bolsonaro ironiza Frota e sugere “CPI do Oportunismo” Deputado propôs a criação de uma 'CPI da Facada' e disse que Jair Bolsonaro "aproveitou a situação"

 

Michelle Bolsonaro ironizou o deputado Alexandre Frota Foto: Arte/Pleno.News

Nesta segunda-feira (13), a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ironizou o deputado federal Alexandre Frota (PSDB) por propor a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da facada em Jair Bolsonaro ocorrida nas eleições de 2018. O comentário foi feito por Michelle em uma publicação do ator Thiago Gagliasso, que também criticou a ideia da CPI.

Thiago repostou uma reportagem do Pleno.News falando sobre a iniciativa de Frota. Para o parlamentar, “tudo leva a crer que Bolsonaro tinha um problema sério no intestino e aproveitou-se dessa situação, criou esse fato” para vencer as eleições. O ator considerou o comentário feito pelo deputado como uma “falta de respeito”.

Michelle então comentou a publicação de Thiago Gagliasso e disse que Bolsonaro poderia propor a criação de uma CPI também.

– Bem. Sendo assim, o Jair poderia propor a “CPI do Oportunismo”. Lembro-me perfeitamente dele [Frota] na porta da minha casa – escreveu.

Na época candidato à presidência, Bolsonaro foi alvo de atentado no dia 6 de setembro de 2018, durante campanha em Juiz de Fora (MG). O criminoso, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso em flagrante e posteriormente absolvido por ser considerado “inimputável”. A pena foi convertida em internação psiquiátrica por tempo indeterminado, e Adélio cumpre sentença na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) desde 2018.

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Partidos de oposição tentam acordo para encher protestos Há resistência de grupos de direita e petistas de manifestaram em conjunto

 

Protesto da oposição no dia 7 de setembro Foto: EFE/André Coelho

Dez partidos de oposição, do Novo ao PT, vão se reunir amanhã para tentar organizar manifestações conjuntas e amplas pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Um dos desafios será encher a rua, objetivo não atingido pelo ato de domingo (12), liderado majoritariamente por ativistas que defendem uma “terceira via”, com apoio de parte da esquerda. O outro é vencer resistências de grupos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua. Eles resistem a participar de eventos que também recebam o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A reunião de quarta-feira (15) deve ter representantes de PT, PDT, PSB, PSOL, Solidariedade, PCdoB, PV, Rede, Novo, Cidadania. Deve tratar da organização de dois atos já marcados contra Bolsonaro, em 2 de outubro e 15 de novembro, pelos partidos de esquerda. Na véspera do ato de domingo, o PT havia divulgado uma resolução de sua Executiva Nacional. O texto saudava “todas as manifestações Fora Bolsonaro”, mas informava que o partido não participaria do ato do dia seguinte.

O PSDB, que se declarou de oposição ao presidente após as falas de Bolsonaro no 7 de Setembro, não deve participar do encontro. O presidente do Diretório Estadual de São Paulo do partido, Marcos Vinholi, próximo do governador paulista João Doria, disse que vê a vontade de defesa da democracia “em gente que tem um pensamento mais a esquerda, de centro ou de direita”. Sem citar o PT, ele disse que o ambiente não é de formação de alianças eleitorais.

– Não vejo aliança política eleitoral dentro do cenário, mas respeito as divergências, compreendendo a importância da democracia para o país.

RESISTÊNCIA
MBL e Vem Pra Rua não têm uma decisão tomada sobre a presença nos atos do dia 2. Mas a tendência é que não participem do evento. A resistência maior é contra o PT.

– O movimento Vem Pra Rua tem uma oposição histórica ao PT, não necessariamente à esquerda brasileira. O PT não tem interesse no impeachment de Bolsonaro, porque são duas faces da mesma moeda – disse a advogada Luciana Alberto, do Vem Pra Rua. Ela afirmou que não houve nenhum gesto de aproximação de seu movimento com os grupos que articulam os dois protestos.

O deputado estadual de São Paulo Arthur do Val (Patriota), um dos líderes do MBL, também ataca o partido de Lula.

– Trabalhar com o PT em conjunto é algo fora de cogitação. Porque consideramos o PT tão antidemocrático quanto o governo Bolsonaro A gente tem que lembrar que o PT comprou o Congresso. E está claro que o PT não quer derrubar o Bolsonaro, porque derrubar o Bolsonaro é derrubar o Lula.

Do Val afirma que seu grupo foi criticado por abrir espaço, no protesto de anteontem, para outras vertentes ideológicas, mas defende a aproximação com outros partidos.

– A narrativa simplória é sempre difícil de ser quebrada. É mais fácil criticar: “Olha, vai se juntar com a esquerda”. Explicar que vamos estar em um caminhão com Ciro Gomes, Mandetta, Amoedo, Isa Penna do PSOL, José Daniel do Novo, vários senadores, porque vamos defender ali até nosso direito de discordar, é muito mais difícil.

A união dos diferentes campos a favor do impeachment do presidente foi defendida, na Paulista, por Doria, Orlando Silva (PCdoB), Ciro Gomes (PDT) e João Amoedo (Novo). Eles compararam a manifestação com o movimento Diretas Já, de 1984, pela volta da democracia. Luiz Henrique Mandetta (DEM), outro presidenciável que também discursou, por outro lado, disse que a população não queria “nenhum dos dois extremos.” O ex-ministro da Saúde disse que Bolsonaro poderia sair pelo voto, não só por impeachment.

Para que parte desses políticos fosse ao ato, o MBL desistira do mote “Nem Lula, Nem Bolsonaro” por um protesto só pelo impeachment. Apesar do público menor do que na manifestação com Bolsonaro, os grupos que foram à rua no domingo fazem avaliações positivas e dizem esperar que novos atos devem maiores, mesmo sem o PT.

– A manifestação de ontem teve um aspecto político muito relevante sob o aspecto da defesa democracia – disse Marco Vinholi, presidente do PSDB de São Paulo.

FONTE:https://pleno.news/b

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