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Em parecer, ministro Nunes Marques ‘alfineta’ CPI da Covid Ele criticou a apresentação do indiciamento do deputado Ricardo Barros por trazer “175 mil páginas sem indicação específica" de cada delito imputado

Ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal Foto: STF/Fellipe Sampaio

Relator de uma ação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Nunes Marques deu uma “alfinetada” nas conclusões apresentadas pelo colegiado. Em um pedido de manifestação enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro falou que a CPI usou 175 mil páginas sem “indicação específica da relação de cada um dos delitos imputados aos indiciados constantes destes autos”.

A ação em questão trata do indiciamento do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro na Câmara.

– Em princípio, não me afigura atender os requisitos para manutenção válida do indiciamento realizado pela CPI da Pandemia em relação aos ora requeridos o fornecimento de “175.000 (cento e setenta e cinco) mil páginas, equivalentes a 350 resmas de papel” de documentos, sem indicação específica da relação de cada um com os delitos imputados aos indiciados constantes destes autos – apontou.

Para Nunes Marques, é preciso apontar os elementos concretos dos crimes listados contra Barros e também contra empresários.

– Assim, para sua validade é necessário que tais elementos sejam apontados claramente, não podendo ser aceito, pois, um indiciamento genérico com base em mera opinião da autoridade responsável, devendo ela apontar especificamente ao fazer um indiciamento quais os delitos, em tese, praticados e quais as provas que tem para atribuí-lo(s) ao(s) indiciado(s) – destacou.

A decisão do ministro pode ser vista aqui.

FONTE:https://pleno.news/

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Bolsonaro reúne principais líderes evangélicos do país no Palácio da Alvorada

 



O presidente Jair Bolsonaro reuniu na tarde desta terça-feira (8) os principais líderes evangélicos do país, além de deputados, senadores e ministros do governo na residência oficial do Palácio da Alvorada.

Durante o encontro, transmitido por rede social, 24 pastores foram chamados a discursar ao microfone. Fizeram elogios a Bolsonaro e ao governo e manifestaram apoio ao presidente. Enquanto o pastor César Augusto, da Igreja Apostólica Fonte da Vida, falava sobre o atentado a faca do qual Bolsonaro foi vítima na campanha eleitoral de 2018, o presidente e a primeira-dama Michelle Bolsonaro choraram.

Dentre os pastores, estavam deputados da Frente Parlamentar Evangélica, entre os quais Sóstenes Cavalcante (União Brasil-RJ), presidente da frente, e Marcos Pereira (SP), presidente do Republicanos, partido da base de apoio do governo. Segundo Sóstenes Cavalcante, 86 parlamentares registraram presença no evento. “Ter um governo alinhado aos nossos valores, fica mais fácil”, disse.

Para o pastor Estevam Hernandes, é necessário evitar um “espinheiro” no governo. “Não vamos permitir que o espinheiro governe o Brasil. Esse é o nosso desafio”, afirmou, sem especificar a que ou a quem se referia..

Abner Ferreira, da Igreja Assembleia de Deus, disse que os pastores têm um “chamamento” a atender. “Temos um chamamento em 2022. Não podemos perder isso de vista”, declarou.

Depois de criticar a “roubalheira que se instalou neste país”, o pastor Silas Malafaia questionou: “É essa gente que quer governar o país? Deus nos livre disso”.

Bolsonaro foi o último a discursar. Ele disse que governa o país de acordo com o desejo dos evangélicos.

“Eu dirijo a nação para o lado que os senhores assim o desejarem. É fácil? Não é. Mas nós sabemos e temos força para buscar fazer o melhor para a nossa pátria”, declarou.

“Não vejo a hora de um dia entregar o bastão da Presidência para poder ir para a praia, tomar um caldo de cana na rua, voltar a pescar na Baía de Angra, ter paz. Mas eu creio que uma coisa fala por tudo isso aqui. Quem estaria no meu lugar se a facada fosse fatal? Como estaria o Brasil nessa pandemia?”

Com informações G1
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Rússia reforçará presença nas fronteiras com países da Otan Medida acontecerá com base em um pedido do presidente do país, Vladimir Putin, ao ministro da Defesa, Sergey Shoigu

 

Presidente da Rússia, Vladimir Putin Foto: EFE/EPA/MIKHAIL KLIMENTYEV / KREMLIN / SPUTNIK / POOL

A Rússia reforçará a presença militar nas fronteiras do oeste, as que têm com países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A decisão acontecerá com base em um pedido do presidente do país, Vladimir Putin, ao ministro da Defesa, Sergey Shoigu. Segundo informações desta sexta-feira (11), da agência local de notícias TASS.

O veículo de comunicação indicou que o chefe de Estado explicou, durante uma reunião do Conselho de Segurança russo, que o fortalecimento das fronteiras ocidentais do país tem relação “com as ações que os países da Otan adotaram na mesma direção”.

– Em um futuro próximo, adotaremos as correspondentes decisões – declarou Putin, ainda segundo a TASS.

O ministro da Defesa garantiu na reunião que o comando das Forças Armadas russas está trabalhando em um plano “que está perto de ser finalizado” e que incluiria um “sistema avançado de mísseis”. Também está previsto o envio de “unidades de combate para proteger as fronteiras do oeste”, indicou a agência de notícias.

Shoigu informou, na reunião do Conselho de Segurança, que as forças armadas da Rússia estão analisando todas as medidas que foram adotadas pelas tropas do ocidente perto da fronteira com o país.

– A cada dia chegam e são enviadas mais unidades. Desejam aproveitar a situação para aumentar ao máximo suas forças do outro lado da fronteira e perpetuar a presença – afirmou o ministro da Defesa, de acordo om a TASS.

A crescente presença da Otan nas proximidades com as regiões limítrofes do território russo é considerada por Moscou como uma ameaça. Essa foi umas das justificativas utilizadas para o início da invasão da Ucrânia.

Desde o primeiro momento, a Rússia vem defendendo que o país vizinho não passe a fazer parte da aliança.

No último gesto para fortalecer as forças ocidentais perto da fronteira com o território russo, a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, que está em visita ao Leste Europeu, confirmou na quinta-feira (10) o envio para a Polônia de duas baterias de sistema antimísseis Patriot.

*EFE

FONTE:https://pleno.news/

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Rússia diz que EUA financiaram pesquisa sobre armas biológicas na Ucrânia Acusações foram feitas nesta quinta-feira

Porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov Foto: EFE/Maxim Shipenkov

Nesta quinta-feira (10), o Ministério da Defesa da Rússia acusou os Estados Unidos de terem financiado um programa de armas biológicas na Ucrânia. O governo da Rússia disse ter encontrado evidências em laboratórios ucranianos. As informações são da AFP.

Durante uma coletiva de imprensa, o porta-voz da pasta, Igor Konashenkov, falou sobre o objetivo das pesquisas biológicas.

– O objetivo dessas pesquisas biológicas financiadas pelo Pentágono na Ucrânia era criar um mecanismo para a disseminação secreta de patógenos mortais – declarou.

O porta-voz afirmou ainda que Moscou recuperou “documentos enviados por funcionários de laboratórios ucranianos”.

Ele citou um “projeto americano para a transferência de patógenos por pássaros selvagens migratórios entre Ucrânia e Rússia e outros países vizinhos”.

Segundo Konashenkov, os Estados Unidos pretendiam “realizar trabalhos sobre patógenos de pássaros, morcegos e répteis na Ucrânia em 2022”. Assim como a “possibilidade de propagação da peste suína africana e do antraz”.

– Nos laboratórios estabelecidos e financiados na Ucrânia, esses documentos mostram que foram feitos experimentos com amostras de coronavírus de morcego – disse o porta-voz.

Além dele, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, falou de “f.

atos absolutamente escandalosos sobre o que o Pentágono faz nos laboratórios biológicos criados com seu dinheiro”. Ele acusou Washington de usar “o território ucraniano para realizar experimentos com agentes patógenos que podem ser usados para criar armas biológicas”.

As declarações de Lavrov foram dadas nesta quinta, na Turquia, onde ele se reuniu com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba.

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Pastora resgatada pela FAB: ‘Estão metralhando nossas casas’ Em entrevista ao UOL, família relatou situação em Kharkiv

 

Chegada da família brasileira e ucraniana Coutinho Foto: Reprodução/Print de vídeo Facebook Jair Messias Bolsonaro

Chegaram ao Brasil, nesta quinta-feira (10), os dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), que foram enviados para resgatar brasileiros que estavam na Ucrânia. Segundo informações do jornal O Globo, foram transportados 43 brasileiros, 19 ucranianos, 5 argentinos e 1 colombiano. Também foram trazidos dez animais de estimação.

O grupo trazido da Europa foi recebido pelo presidente Jair Bolsonaro e pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

O conflito entre a Rússia e a Ucrânia teve início em 24 de janeiro, após a invasão dos russos. A pastora ucraniana Olena Coutinho chegou nesta quinta ao Brasil junto com o marido dela, Rodrigo Coutinho, que é um pastor brasileiro, e a filha, a assistente social Anastacia. Os três concederam uma entrevista ao portal UOL.

Olena e Anastacia relataram que os aviões russos deram rasantes na cidade de Kharkiv, onde viviam. Elas afirmaram que crianças e civis estavam sendo mortos.

– Os caças rasantes bombardeiam áreas residenciais. Eles estão matando crianças na rua e pessoas, cidadãos de bem – disseram.

– Eles estão bombardeando e metralhando nossas casas – acrescentou a pastora.

Anastacia trouxe dois filhos, Michael, de 5 anos de idade, e Milena, de 7 anos. O marido dela, que é policial, ficou em Kharkiv.

De acordo com o UOL, a família ainda não tem um plano de como tocar a vida, mas irá para São Paulo..

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Médica chinesa que denunciou criação da Covid aceita a Jesus "Minha vida mudou", disse a virologista Li-Meng Yan após viver experiência espiritual

Li-Meng Yan fez denúncias contra o governo chinês em 2020 Foto: Reprodução/Fox News

A médica virologista chinesa Li-Meng Yan recebeu Jesus Cristo como seu Salvador após uma experiência no Hawai. Ela ficou conhecida por chocar o mundo ao denunciar que o vírus da Covid-19 foi produzido em um laboratório mantido pelo governo chinês na província de Wuhan.

As denúncias foram feitas em 2020, no auge do surto do novo Coronavírus. Li-Meng Yan trabalhava na linha de frente dos estudos sobre o vírus e afirmou que as autoridades do país sabiam muito antes dos primeiros casos que a doença tinha grande potencial de propagação e ainda assim escondeu informações da comunidade internacional.

– Vim para os Estados Unidos não apenas para minha própria proteção pessoal, mas para contar a verdade do vírus ao mundo sozinha – disse na época.

O encontro de Yan com Jesus se deu após ela dar uma palestra em uma igreja no Havaí. A igreja entoou um cântico com a passagem de Números 6:24-26, que diz: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz”.

A virologista conta que começou a chorar, pois sentiu ser uma resposta às orações de sua avó, que começaram antes mesmo de ela nascer. Yan nasceu na cidade cristã de Tsingtao, uma ex-colônia alemã conhecida como um grande centro missionário antes da ascensão do comunismo.

– Fiquei tão emocionada. Senti tanto o poder de Deus e o amor de Jesus que minha avó me mostrou desde que eu era uma garotinha que, no dia seguinte, confessei o Senhor Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador e fui batizada. Minha vida mudou – relatou ao Charisma News.

– Minha fé em Cristo me deu uma nova visão enquanto trabalho para espalhar a verdade do que a China fez e continua a fazer para espalhar seu mal ao mundo, mas também para compartilhar meu amor pelo Senhor Jesus Cristo e como Seu amor e poder são os únicos inimigos que o Partido Comunista Chinês não pode derrotar – completou..

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Biden: Haverá 3ª guerra se a Rússia invadir território da Otan Democrata deu declarações nesta sexta-feira, na Casa Branca

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden Foto: EFE/EPA/Alex Edelman

Durante pronunciamento na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reforçou o compromisso em proteger os países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Ele deu declarações nesta sexta-feira (11).

O democrata afirmou que se as tropas do presidente da Rússia, Vladimir Putin, invadirem “qualquer centímetro do território da Otan“, haverá uma Terceira Guerra Mundial.

– Eu quero ser claro: nós vamos nos certificar de que a Ucrânia tenha armas para se defender contra a invasão das tropas russas. Nós vamos enviar dinheiro, comida e ajuda para salvar o povo ucraniano. Vamos continuar juntos com nossos aliados na Europa para enviar uma mensagem certeira: vamos defender cada polegada do território da Otan, com todo o poder. Não vamos lutar uma guerra contra a Rússia na Ucrânia. Um confronto entre a Otan e a Rússia seria uma Terceira Guerra Mundial – declarou.

Já a respeito da Ucrânia, Biden frisou que seu país não irá “travar uma guerra contra a Rússia na Ucrânia”. Segundo ele, a Rússia “pagará um alto preço se usar armas químicas” no território ucraniano, conforme informações da AFP..

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Presidente Bolsonaro alerta para um “sério problema pela frente” Chefe do Executivo conversou com apoiadores nesta segunda-feira

 

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Anderson Riedel/PR

Em conversa com apoiadores, no Palácio da Alvorada na manhã desta segunda-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro alertou para um sério problema que o Brasil pode enfrentar nos próximos dias.

– Temos um problema sério pela frente – declarou o presidente, sem acrescentar mais detalhes.

A última fala em tom mais “profético” dada pelo chefe do Executivo foi no mês passado, também a apoiadores, mas com conotação positiva. Na ocasião, Bolsonaro disse que em breve aconteceria algo que salvaria a população do país.

Nesta segunda-feira, o presidente também falou rapidamente sobre a autorização dada à Força Aérea Brasileira (FAB) para realizar o resgate e transporte de animais domésticos da Ucrânia.

– Estamos trazendo os cachorrinhos da Ucrânia – disse, com bom humor.

A medida foi em atendimento a um pedido da ativista da causa animal Luisa Mell.

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Arthur do Val infringiu direito internacional ao fazer coquetéis molotov na Ucrânia Especialistas veem infração de dispositivos legais, diplomáticos e de convenção de guerra

 

Deputado estadual Arthur do Val na Ucrânia Foto: Arquivo Pessoal

O deputado estadual Arthur do Val, também conhecido como Mamãe Falei, infringiu leis internacionais ao ajudar na fabricação de coquetéis molotov durante sua viagem à Ucrânia. Segundo especialistas em Direito Internacional e Defesa ouvidos pelo jornal Valor, o caso representa infração de dispositivos legais, diplomáticos e de convenção internacional de guerra.

Segundo o advogado Tarciso Dal Maso, consultor legislativo do Senado para Relações Internacionais e Defesa, o parlamentar agiu contra o Protocolo 3 da Convenção de 1980 sobre Armas Convencionais.

– Como parlamentar, Arthur do Val é um agente do Estado brasileiro no exterior. Então ele deve respeitar e seguir as normas de forma condizente com esse status. Coquetel molotov é uma arma incendiária. Em 1980, o Brasil ratificou a convenção internacional que estabelece a proibição de armas incendiárias. Entram nessa convenção armas químicas, mina terrestre, lança-chamas e outras – explicou Tarciso Dal Maso.

O advogado aponta ainda que o parlamentar também violou o Artigo 4º da Constituição Federal, que trata das relações internacionais do Brasil.

– Ao contribuir para a produção de explosivo, ele também viola o item IV ao Artigo 4º, que prima pela não-intervenção. Pela descrição, o que ele fez, efetivamente, configura uma intervenção no conflito – ponderou.

O advogado Leonardo Magalhaes Avelar, por sua vez, vê ainda um outro problema jurídico na atitude do parlamentar. Em sua avaliação, o deputado estadual é um representante do Estado brasileiro e tomou uma posição contrária à postura oficial do seu país em relação ao conflito.

– Trata-se da situação de um parlamentar brasileiro, um representante do Estado brasileiro, portanto, tomando posição ativa numa guerra contra a posição nacional já manifestada pelo país na Organização das Nações Unidas e eventuais outras instâncias diplomáticas – avaliou.

COQUETÉIS MOLOTOV
A informação de que Arthur do Val ajudou a fabricar mais de 75 mil coquetéis molotov foi dada pelo próprio parlamentar em suas redes sociais.

– Nunca imaginei que um dia nessa vida ainda faria Coquetéis Molotov para o exército Ucraniano – declarou ele, no Instagram, na legenda da foto em que posa ao lado de inúmeras garrafas de vidro.

Procurado pelo jornal Valor, o MBL (Movimento Brasil Livre) admitiu a participação de Arthur na fabricação das bombas, mas afirmou que o parlamentar se encontrava licenciado de seu cargo na ocasião.

– Primeiramente, no período em que estava em viagem, o deputado Arthur do Val estava licenciado temporariamente do cargo. Além disso, o Arthur não representa o Estado brasileiro, pois ele não é chefe de governo, chefe das forças armadas ou embaixador; durante a viagem ele era apenas um cidadão comum. Ainda que não tivesse licenciado, é apenas deputado de uma assembleia estadual.

Segundo a assessoria da Secretaria Geral Parlamentar da Assembleia Legislativa de São Paulo, embora Arthur estivesse de licença durante a viagem, a condição não tirava dele o título de parlamentar brasileiro, servindo apenas como informação de sua ausência na Casa e de desconto remuneratório.

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Mourão se reúne com Gabriel Boric, presidente eleito do Chile Vice-presidente representará o Brasil na posse do novo líder chileno

Mourão se reúne com presidente eleito do Chile, Gabriel Boric
Mourão se reúne com Gabriel Boric, presidente eleito do Chile Foto: Divulgação / Vice Presidência da República

O vice-presidente Hamilton Mourão reuniu-se com o presidente eleito do Chile, Gabriel Boric, nesta quinta-feira (10), em encontro realizado na capital, Santiago. O general brasileiro está em terras chilenas para a posse de Boric, que ocorrerá nesta sexta-feira (11).

– Iniciando o dia na capital chilena, o vice-presidente reuniu-se com o presidente eleito, Gabriel Boric, e ressaltou a importância dos laços econômicos e comerciais entre o Brasil e Chile, reiterando nossa disposição em aprofundar a cooperação e o diálogo com nosso parceiro sul-americano – diz publicação no perfil oficial da vice-presidência da República, no Twitter.

Mourão se reúne com presidente eleito do Chile, Gabriel Boric
Mourão se reúne com Gabriel Boric, presidente eleito do Chile Foto: Divulgação / Vice Presidência da República
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