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Estupro em sex shop: Mãe de agressor diz que ‘mataram ele’ Criminoso sexual era usuário de cocaína e estava sob efeito de drogas

 

Agressor foi imobilizado por populares Foto: Reprodução

A mãe do homem que tentou estuprar uma funcionária de um sex shop no Distrito Federal, nesta sexta-feira (11), e acabou morto após ser imobilizado por populares, afirmou que seu filho foi assassinado. A mulher, de 62 anos, presenciou o momento em que o filho, Jefferson Ribeiro Dias, de 34 anos, foi a óbito.

Em declaração ao site Metrópoles, a mulher contou ter “suplicado” para que o filho parasse de ser agredido. Ela ainda alertou: “Vocês estão matando ele”, lembrou.

Segundo a família, Jefferson era vigilante, mas estava afastado de suas funções por causa da dependência em cocaína.

– Ele era usuário havia seis anos, mas era pessoa tranquila, nunca havia agredido ninguém, nem a família. […] Tanto que ele não reagiu – afirmou a irmã de Jefferson, Amanda Ribeiro Dias Silva, de 26 anos.

Ela também contou que ele sempre apresentava alucinações e sintomas de síndrome do pânico quando consumia cocaína.

– Não respeitaram o momento da nossa dor. Ele já estava desacordado e um rapaz ficou com o joelho em cima do pescoço dele. Mandou sairmos e falou que ele estava muito bem – lamentou a jovem.

Jefferson morreu após ser agredido e imobilizado. Ele sofreu uma parada cardiopulmonar. Policiais militares foram até o local e o Corpo de Bombeiros também foi acionado. No entanto, o homem morreu após 53 minutos de manobras de ressuscitação.

O caso é investigado pela 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo I).

FONTE:https://pleno.news/

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Jair Bolsonaro recebe refugiados afegãos para almoço no Alvorada Presidente tinha visitado o grupo neste sábado, em Luziânia, em Goiás

Presidente Jair Bolsonaro recebe afegãos para almoço no Palácio da Alvorada Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro recebe na tarde deste domingo (13), um grupo de refugiados afegãos para um almoço no Palácio da Alvorada. Os convidados do presidente chegaram à residência oficial em dois ônibus, por volta das 11h. Ao todo, mais de 70 pessoas foram recebidas pela presidente, em sua maioria mulheres, crianças e idosos.

O presidente fez um discurso de boas-vindas aos expatriados.

– Sei que é difícil abandonar a terra natal e ir para outro continente, mas as circunstâncias até mesmo de sobrevivência os obrigaram a tomar esse destino. Sejam bem-vindos e sintam-se em casa. Hoje é um dia muito especial para mim, estou muito feliz de vê-los aqui sãos e salvos – disse o presidente.

Uma das convidadas para o encontro foi a afegã Mina Mirzad, de 24 anos. Em entrevista ao site Metrópoles, ela contou que trabalhava no governo do Afeganistão quando os radicais islâmicos assumiram o poder. Ela e a família fugiram para o Paquistão, onde ficaram por 6 meses, e de lá vieram para o Brasil.

– O presidente do Brasil nos convidou para o almoço, e estamos animados para conversar com ele e comer comida brasileira – disse Mina, que agora se empenha em aprender português e conseguir um emprego.

Jair Bolsonaro havia visitado o grupo neste sábado (12), na cidade de Luziânia, em Goiás. Na conversa com os refugiados, Bolsonaro afirmou que se tratava de uma visita de solidariedade. O presidente destacou que os afegãos já estão se adaptando ao Brasil e migrando para outras regiões.

– Já estão de adaptando e começam a ir para outros locais do Brasil. Foi uma vista de solidariedade, estavam felizes, dançaram. Dirigimos algumas palavras, demos as boas-vindas, e vão ficar em definitivo no Brasil – afirmou.

fonte:https://pleno.news/

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Google diz que PL das Fake News pode facilitar notícias falsas Em carta aberta, plataforma afirmou que medidas podem facilitar atuação de usuários mal-intencionados

 

Google diz que PL das Fake News será prejudicial Foto: Pixabay

Em uma carta aberta publicada nesta sexta-feira (11), o Google Brasil se disse preocupado com os rumos do projeto de lei 2.630/2020, o chamado PL das Fake News. Assinada pelo presidente da companhia no Brasil, Fabio Coelho, a publicação elenca uma série de situações que podem ser prejudicadas com a aprovação do texto atual da medida.

De autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a proposta de lei foi aprovada pelo Senado Federal em junho de 2020, mas segue em debate na Câmara. Por causa das diversas alterações promovidas pelos deputados, o projeto precisará voltar ao Senado após ser deferido pelos deputados.

De acordo com o Google, a obrigatoriedade da divulgação de informações estratégicas das plataformas e redes sociais poderá fornecer “a agentes mal-intencionados um guia sobre como contornar as proteções dos nossos sistemas, trazendo prejuízos para a qualidade e segurança dos nossos resultados de busca”.

Diante disso, a plataforma ressalta que usuários poderiam, por exemplo, manipular os algoritmos que o Google utiliza para exibir conteúdos aos usuários. E, consequentemente, facilitar a circulação de conteúdos de baixa qualidade.

– Em vez de promover a transparência, o PL 2.630 poderia dar aos agentes mal-intencionados um mapa completo de quais critérios usamos para reduzir a circulação de conteúdo de baixa qualidade – afirma a empresa.

No texto, a companhia também faz indagações sobre uma determinação presente no projeto de lei que prevê a remuneração, por parte das plataformas digitais, pela utilização de conteúdos jornalísticos. De acordo com o Google, tal proposta sofre com a falta de clareza e poderia resultar em pagamentos indiscriminados.

– As ferramentas de busca poderiam acabar sendo forçadas a remunerar qualquer site que alegue produzir conteúdo jornalístico, apenas por exibir pequenos trechos de conteúdo, com os respectivos links para suas páginas indexadas da web – pontua o Google.

Por fim, o Google também questiona o fato de o projeto de lei impedir que plataformas usem informações coletadas com consentimento dos usuários para conectar empresas com potenciais consumidores. Na opinião da empresa, essa medida poderia prejudicar ainda mais empresas menores que estão buscando se recuperar dos prejuízos causados pela pandemia de Covid-19.

– Dessa maneira, os anúncios digitais podem gerar menos vendas e as empresas pequenas terão de investir mais para alcançar o mesmo número de clientes, ou seja, ficará mais difícil para elas prosperarem – completa..

Fonte:https://pleno.news/

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Conteúdo do áudio que provocou infarto em jogador é revelado Dérek Jovane Silva Xavier tinha apenas 20 anos

 

Dérek Jovane Silva Xavier Foto: Reprodução/ Facebook Dérek Jovane Silva Xavier

A mensagem de áudio via WhatsApp que provocou um infarto no jogador de futebol Dérek Jovane Silva Xavier, levando-o a óbito, era de uma pessoa que falava mal da mãe dele. O jovem de apenas 20 anos, do Guaraujá (SP), tinha um problema cardíaco que, até então, era desconhecido. O conteúdo da mensagem o deixou muito nervoso.

– A pessoa questionou, falou de mim. Falou que a minha opinião talvez não fosse a certa. Aí, ele escutou e ficou nervoso – conta Tatiane dos Santos Silva Xavier, mãe do Jogador, ao G1.

Tatiane conta também que o filho era muito apegado a ela e que morreu “defendendo-a”.

– Ele era muito apegado a mim. Tínhamos uma ligação muito forte. Desde a gravidez, que foi de risco. Quase morri no parto. Ele escutou uma pessoa falando de mim no WhatsApp e ficou nervoso. Ele dizia que eu era a pessoa mais importante para ele. A qualquer momento, isso poderia acontecer. Ele não gostava que ninguém falasse de mim, nem minha filha, nem meu marido, nem ninguém. Ele morreu me defendendo, da mesma maneira que eu faria por ele – desabafou.

Dérek seria pai este ano. Sua namorada, Josiane de Souza Portela, de 17 anos, está grávida e terá o bebê em julho. Para ela, que sempre teve o sonho de ser mãe, a vida sem o companheiro “será difícil”.

– Queria viver esse sonho com o amor da minha vida. Eu garanto que será bem difícil. Ele era engraçado, extrovertido, amoroso. Eu não tenho dúvidas do meu amor por ele e do amor dele por mim – diz Josiane.

O autor do áudio enviado ao jogador não foi revelado.

FONTE:https://pleno.news/

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Em parecer, ministro Nunes Marques ‘alfineta’ CPI da Covid Ele criticou a apresentação do indiciamento do deputado Ricardo Barros por trazer “175 mil páginas sem indicação específica" de cada delito imputado

Ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal Foto: STF/Fellipe Sampaio

Relator de uma ação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Nunes Marques deu uma “alfinetada” nas conclusões apresentadas pelo colegiado. Em um pedido de manifestação enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro falou que a CPI usou 175 mil páginas sem “indicação específica da relação de cada um dos delitos imputados aos indiciados constantes destes autos”.

A ação em questão trata do indiciamento do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro na Câmara.

– Em princípio, não me afigura atender os requisitos para manutenção válida do indiciamento realizado pela CPI da Pandemia em relação aos ora requeridos o fornecimento de “175.000 (cento e setenta e cinco) mil páginas, equivalentes a 350 resmas de papel” de documentos, sem indicação específica da relação de cada um com os delitos imputados aos indiciados constantes destes autos – apontou.

Para Nunes Marques, é preciso apontar os elementos concretos dos crimes listados contra Barros e também contra empresários.

– Assim, para sua validade é necessário que tais elementos sejam apontados claramente, não podendo ser aceito, pois, um indiciamento genérico com base em mera opinião da autoridade responsável, devendo ela apontar especificamente ao fazer um indiciamento quais os delitos, em tese, praticados e quais as provas que tem para atribuí-lo(s) ao(s) indiciado(s) – destacou.

A decisão do ministro pode ser vista aqui.

FONTE:https://pleno.news/

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Bolsonaro reúne principais líderes evangélicos do país no Palácio da Alvorada

 



O presidente Jair Bolsonaro reuniu na tarde desta terça-feira (8) os principais líderes evangélicos do país, além de deputados, senadores e ministros do governo na residência oficial do Palácio da Alvorada.

Durante o encontro, transmitido por rede social, 24 pastores foram chamados a discursar ao microfone. Fizeram elogios a Bolsonaro e ao governo e manifestaram apoio ao presidente. Enquanto o pastor César Augusto, da Igreja Apostólica Fonte da Vida, falava sobre o atentado a faca do qual Bolsonaro foi vítima na campanha eleitoral de 2018, o presidente e a primeira-dama Michelle Bolsonaro choraram.

Dentre os pastores, estavam deputados da Frente Parlamentar Evangélica, entre os quais Sóstenes Cavalcante (União Brasil-RJ), presidente da frente, e Marcos Pereira (SP), presidente do Republicanos, partido da base de apoio do governo. Segundo Sóstenes Cavalcante, 86 parlamentares registraram presença no evento. “Ter um governo alinhado aos nossos valores, fica mais fácil”, disse.

Para o pastor Estevam Hernandes, é necessário evitar um “espinheiro” no governo. “Não vamos permitir que o espinheiro governe o Brasil. Esse é o nosso desafio”, afirmou, sem especificar a que ou a quem se referia..

Abner Ferreira, da Igreja Assembleia de Deus, disse que os pastores têm um “chamamento” a atender. “Temos um chamamento em 2022. Não podemos perder isso de vista”, declarou.

Depois de criticar a “roubalheira que se instalou neste país”, o pastor Silas Malafaia questionou: “É essa gente que quer governar o país? Deus nos livre disso”.

Bolsonaro foi o último a discursar. Ele disse que governa o país de acordo com o desejo dos evangélicos.

“Eu dirijo a nação para o lado que os senhores assim o desejarem. É fácil? Não é. Mas nós sabemos e temos força para buscar fazer o melhor para a nossa pátria”, declarou.

“Não vejo a hora de um dia entregar o bastão da Presidência para poder ir para a praia, tomar um caldo de cana na rua, voltar a pescar na Baía de Angra, ter paz. Mas eu creio que uma coisa fala por tudo isso aqui. Quem estaria no meu lugar se a facada fosse fatal? Como estaria o Brasil nessa pandemia?”

Com informações G1
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Rússia reforçará presença nas fronteiras com países da Otan Medida acontecerá com base em um pedido do presidente do país, Vladimir Putin, ao ministro da Defesa, Sergey Shoigu

 

Presidente da Rússia, Vladimir Putin Foto: EFE/EPA/MIKHAIL KLIMENTYEV / KREMLIN / SPUTNIK / POOL

A Rússia reforçará a presença militar nas fronteiras do oeste, as que têm com países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A decisão acontecerá com base em um pedido do presidente do país, Vladimir Putin, ao ministro da Defesa, Sergey Shoigu. Segundo informações desta sexta-feira (11), da agência local de notícias TASS.

O veículo de comunicação indicou que o chefe de Estado explicou, durante uma reunião do Conselho de Segurança russo, que o fortalecimento das fronteiras ocidentais do país tem relação “com as ações que os países da Otan adotaram na mesma direção”.

– Em um futuro próximo, adotaremos as correspondentes decisões – declarou Putin, ainda segundo a TASS.

O ministro da Defesa garantiu na reunião que o comando das Forças Armadas russas está trabalhando em um plano “que está perto de ser finalizado” e que incluiria um “sistema avançado de mísseis”. Também está previsto o envio de “unidades de combate para proteger as fronteiras do oeste”, indicou a agência de notícias.

Shoigu informou, na reunião do Conselho de Segurança, que as forças armadas da Rússia estão analisando todas as medidas que foram adotadas pelas tropas do ocidente perto da fronteira com o país.

– A cada dia chegam e são enviadas mais unidades. Desejam aproveitar a situação para aumentar ao máximo suas forças do outro lado da fronteira e perpetuar a presença – afirmou o ministro da Defesa, de acordo om a TASS.

A crescente presença da Otan nas proximidades com as regiões limítrofes do território russo é considerada por Moscou como uma ameaça. Essa foi umas das justificativas utilizadas para o início da invasão da Ucrânia.

Desde o primeiro momento, a Rússia vem defendendo que o país vizinho não passe a fazer parte da aliança.

No último gesto para fortalecer as forças ocidentais perto da fronteira com o território russo, a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, que está em visita ao Leste Europeu, confirmou na quinta-feira (10) o envio para a Polônia de duas baterias de sistema antimísseis Patriot.

*EFE

FONTE:https://pleno.news/

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Rússia diz que EUA financiaram pesquisa sobre armas biológicas na Ucrânia Acusações foram feitas nesta quinta-feira

Porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov Foto: EFE/Maxim Shipenkov

Nesta quinta-feira (10), o Ministério da Defesa da Rússia acusou os Estados Unidos de terem financiado um programa de armas biológicas na Ucrânia. O governo da Rússia disse ter encontrado evidências em laboratórios ucranianos. As informações são da AFP.

Durante uma coletiva de imprensa, o porta-voz da pasta, Igor Konashenkov, falou sobre o objetivo das pesquisas biológicas.

– O objetivo dessas pesquisas biológicas financiadas pelo Pentágono na Ucrânia era criar um mecanismo para a disseminação secreta de patógenos mortais – declarou.

O porta-voz afirmou ainda que Moscou recuperou “documentos enviados por funcionários de laboratórios ucranianos”.

Ele citou um “projeto americano para a transferência de patógenos por pássaros selvagens migratórios entre Ucrânia e Rússia e outros países vizinhos”.

Segundo Konashenkov, os Estados Unidos pretendiam “realizar trabalhos sobre patógenos de pássaros, morcegos e répteis na Ucrânia em 2022”. Assim como a “possibilidade de propagação da peste suína africana e do antraz”.

– Nos laboratórios estabelecidos e financiados na Ucrânia, esses documentos mostram que foram feitos experimentos com amostras de coronavírus de morcego – disse o porta-voz.

Além dele, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, falou de “f.

atos absolutamente escandalosos sobre o que o Pentágono faz nos laboratórios biológicos criados com seu dinheiro”. Ele acusou Washington de usar “o território ucraniano para realizar experimentos com agentes patógenos que podem ser usados para criar armas biológicas”.

As declarações de Lavrov foram dadas nesta quinta, na Turquia, onde ele se reuniu com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba.

FONTE:https://pleno.news/

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Pastora resgatada pela FAB: ‘Estão metralhando nossas casas’ Em entrevista ao UOL, família relatou situação em Kharkiv

 

Chegada da família brasileira e ucraniana Coutinho Foto: Reprodução/Print de vídeo Facebook Jair Messias Bolsonaro

Chegaram ao Brasil, nesta quinta-feira (10), os dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), que foram enviados para resgatar brasileiros que estavam na Ucrânia. Segundo informações do jornal O Globo, foram transportados 43 brasileiros, 19 ucranianos, 5 argentinos e 1 colombiano. Também foram trazidos dez animais de estimação.

O grupo trazido da Europa foi recebido pelo presidente Jair Bolsonaro e pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

O conflito entre a Rússia e a Ucrânia teve início em 24 de janeiro, após a invasão dos russos. A pastora ucraniana Olena Coutinho chegou nesta quinta ao Brasil junto com o marido dela, Rodrigo Coutinho, que é um pastor brasileiro, e a filha, a assistente social Anastacia. Os três concederam uma entrevista ao portal UOL.

Olena e Anastacia relataram que os aviões russos deram rasantes na cidade de Kharkiv, onde viviam. Elas afirmaram que crianças e civis estavam sendo mortos.

– Os caças rasantes bombardeiam áreas residenciais. Eles estão matando crianças na rua e pessoas, cidadãos de bem – disseram.

– Eles estão bombardeando e metralhando nossas casas – acrescentou a pastora.

Anastacia trouxe dois filhos, Michael, de 5 anos de idade, e Milena, de 7 anos. O marido dela, que é policial, ficou em Kharkiv.

De acordo com o UOL, a família ainda não tem um plano de como tocar a vida, mas irá para São Paulo..

FONTE:https://pleno.news/fe

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Médica chinesa que denunciou criação da Covid aceita a Jesus "Minha vida mudou", disse a virologista Li-Meng Yan após viver experiência espiritual

Li-Meng Yan fez denúncias contra o governo chinês em 2020 Foto: Reprodução/Fox News

A médica virologista chinesa Li-Meng Yan recebeu Jesus Cristo como seu Salvador após uma experiência no Hawai. Ela ficou conhecida por chocar o mundo ao denunciar que o vírus da Covid-19 foi produzido em um laboratório mantido pelo governo chinês na província de Wuhan.

As denúncias foram feitas em 2020, no auge do surto do novo Coronavírus. Li-Meng Yan trabalhava na linha de frente dos estudos sobre o vírus e afirmou que as autoridades do país sabiam muito antes dos primeiros casos que a doença tinha grande potencial de propagação e ainda assim escondeu informações da comunidade internacional.

– Vim para os Estados Unidos não apenas para minha própria proteção pessoal, mas para contar a verdade do vírus ao mundo sozinha – disse na época.

O encontro de Yan com Jesus se deu após ela dar uma palestra em uma igreja no Havaí. A igreja entoou um cântico com a passagem de Números 6:24-26, que diz: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz”.

A virologista conta que começou a chorar, pois sentiu ser uma resposta às orações de sua avó, que começaram antes mesmo de ela nascer. Yan nasceu na cidade cristã de Tsingtao, uma ex-colônia alemã conhecida como um grande centro missionário antes da ascensão do comunismo.

– Fiquei tão emocionada. Senti tanto o poder de Deus e o amor de Jesus que minha avó me mostrou desde que eu era uma garotinha que, no dia seguinte, confessei o Senhor Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador e fui batizada. Minha vida mudou – relatou ao Charisma News.

– Minha fé em Cristo me deu uma nova visão enquanto trabalho para espalhar a verdade do que a China fez e continua a fazer para espalhar seu mal ao mundo, mas também para compartilhar meu amor pelo Senhor Jesus Cristo e como Seu amor e poder são os únicos inimigos que o Partido Comunista Chinês não pode derrotar – completou..

fonte:https://pleno.news/

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