Câmeras de segurança registraram o ator trocando carícias com um garoto de 12 anos
O ator José Dumont, de 72 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Rio de Janeiro na tarde desta quinta-feira (15) sob acusações de armazenar material com pornografia infanto-juvenil.
Informações iniciais apontam também que Dumont presenteava um fã de 12 anos e oferecia ajuda financeira para que eles tivessem um relacionamento.
Um inquérito da DCAV (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítimas) investigava o ator pelo crime de estupro de vulnerável, pois imagens capturadas por câmeras de vigilância mostram o ator da Globo e o garoto trocando carícias íntimas.
As investigações avançaram e os agentes encontraram imagens e vídeos de sexo que envolviam menores no computador pessoal e no telefone celular do artista. Esse material fez com que Dumont fosse preso em flagrante.
José Dumont foi preso em flagrante por ter armazenado imagens de pornografia infanto-juvenil Foto: Divulgação/TV Globo
A Rede Globo emitiu uma nota sobre o ator José Dumont, de 72 anos, preso em flagrante por posse de pornografia infantil e sob suspeita de pedofilia.
Segundo a emissora, o artista for cortado da novela Todas as Flores, produção do Globoplay com previsão de estreia para 17 de outubro.
– O ator José Dumont estava contratado como obra certa especificamente para a novela Todas as Flores, a ser exibida no Globoplay. Diante dos fatos noticiados, a Globo tomou a decisão de retirá-lo da novela. A suspeição de pedofilia é grave. Nenhum comportamento abusivo e criminoso é tolerado pela empresa, ainda que ocorra na vida pessoal dos contratados e de terceiros que com ela tenham qualquer relação – diz nota da emissora.
Na novela, Dumont seria Gala, o vilão que explora crianças pobres. Ele faria parceria com a malvada Zoé, personagem de Regina Casé. A trama é escrita por João Emanuel Carneiro.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro disse que a mulher é a ajudadora do esposo. Ela também afirmou que por ser “espiritual” e o presidente Jair Bolsonaro (PL) “técnico”, eles se completam. As declarações foram dadas nesta quarta-feira (14), durante agenda de campanha do candidato à reeleição, em Natal (RN).
– Aqui tem um homem talvez um pouco mais técnico, mas aqui tem uma mulher espiritual. Então, eu acho que se completa, né? Tem que ser assim, minhas amadas. A mulher é ajudadora do esposo, não é isso? É a gente que aguenta, né? Mas graças a Deus, Deus tem falado muito ao coração do meu marido – disse.
Com cada vez mais popularidade nas redes socais, Michelle tem ganhado espaço na campanha de Bolsonaro, chegando a gerar contestações e imbróglios com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta quarta (14), o plenário do TSE confirmou a decisão que restringia o tempo de participação da primeira-dama nas propagandas do presidente. A decisão foi por unanimidade.
Na capital do Reino Unido, Londres, uma manifestação de Brasileiros em alusão ao bicentenário da independência do Brasil percorreu as principais ruas da capital. Acompanhados de perto pela polícia local os brasileiros formaram um grande grupo que marchava e gritava fora Lula ao mesmo tempo em que exaltavam o nome de Jair Bolsonaro.
FONTE:https://www.sociedademilitar.com.br/
Uma das faixas transportadas dizia Obrigado Bolsonaro em inglês e outra tinha a frase “Pela Liberdade do Brasil’
Lula foi julgado por nove juízes, em três instâncias, mas em 2021 teve as sentenças anuladas pelo ministro do STF Edson Fachin | Foto: Tomzé Fonzeca/Futura Press/Estadão Conteúdo
Durante o desfile de 7 de Setembro, manifestantes gritaram “prende o Lula” para Polícia Federal (PF). O ato ocorreu nesta quarta-feira, 7, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Lula (PT) ficou preso por quase dois anos, na sede da PF, em Curitiba, por crimes investigados pela Operação Lava Jato. Entre 2017 e 2019, o ex-presidente foi condenado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Ele foi julgado por nove juízes, em três instâncias, mas em 2021 teve as sentenças anuladas por Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em razão de entendimento de erro processual por incompetência de foro. Em janeiro deste ano, a 12ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal arquivou ação contra Lula, em razão da extinção da punibilidade pela prescrição da pretensão punitiva estatal.
Em junho de 2021, o STF considerou o ex-juiz Sergio Moro parcial no caso do triplex do Guarujá e anulou também aquela condenação. O entendimento sobre a parcialidade se estendeu a outros processos, e todas as ações voltaram à estaca zero. Os procedimentos não significam que o petista foi absolvido, visto que as decisões foram por anulação e arquivamento das sentenças, sem análise do mérito.
Das 11 acusações mais conhecidas de que Lula foi alvo, o petista só conseguiu ser absolvido em três, isso por falta de provas.
Desfile de 7 de Setembro
Em carro aberto e com a faixa presidencial, o presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), desfilou pela Esplanada dos Ministérios antes de chegar à tribuna presidencial montada na região central de Brasília, onde acompanhou o desfile militar pelo 7 de Setembro.
Ao seu lado no carro, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, usando um vestido em tons de azul, pegou algumas crianças que estavam nas proximidades e as colocou no carro presidencial, onde puderam desfilar ao lado do casal pela Esplanada dos Ministérios.
Antes de chegar à tribuna presidencial, Bolsonaro foi até parte do público que estava na Esplanada e cumprimentou alguns apoiadores, vestidos de verde e amarelo e com bandeiras do Brasil. Um forte esquema de segurança policial cercava o presidente da República. Bolsonaro foi recebido aos gritos de “mito” pelo público presente na Esplanada.
Casa de Sergio Moro foi alvo de busca e apreensão depois de pedido de advogados do PT | Foto: Reprodução
O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (União Brasil-PR) nesta terça-feira, 6, em menção ao episódio de busca e apreensão na casa do candidato ao Senado. As declarações foram dadas em entrevista ao vivo ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) cumpriu, no sábado 3, mandados de busca e apreensão na casa de Moro, por determinação da Justiça Eleitoral. A intenção era encontrar supostos materiais de campanhas irregulares na casa do candidato ao Senado. A decisão acatou o argumento de advogados do PT, que informaram que diversos artigos impressos do candidato do União Brasil violam padrões de tamanho de fonte para o nome do suplente.
“Não tenho nada para defender Moro, tenho péssimas recordações enquanto ministro meu, que poderia ter feito muita coisa, não fez. Mas esse fato de ir na casa do Moro, até que fosse outro local, até comitê, escritório político dele, é uma agressão. Por causa de tamanho de letra? Faz por escrito. Uma covardia que fizeram com ex-ministro Moro”, comentou Bolsonaro.
No entanto, ao longo da entrevista, Bolsonaro voltou a contestar a lealdade política de Moro, em menção à época em que o ex-juiz foi integrante do seu governo. O presidente reclamou especificamente da ligação do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública com João Doria, ex-governador de São Paulo.
“Sergio Moro tinha tudo para ser um excelente político, trazia uma bagagem muito grande lá atrás da Lava Jato, tinha tudo, talvez, para ser meu vice, e depois em 2026 candidato a presidente”, declarou Bolsonaro.
“Algo subiu à cabeça dele, as amizades que ele cultivou ao longo desse tempo dele de ministro levaram a isso. Muito chegado ao Doria em São Paulo. Fiquei sabendo que era comum ele visitar o Doria em São Paulo, nunca reportou nada para mim. Podem dizer que não deve satisfação a mim, mas deve”, acrescentou o presidente.
Vice-presidente Hamilton Mourão Foto: VPR/Adnilton Farias
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu nesta segunda-feira (5) três liminares que restringem decretos editados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) a respeito da compra de armas de fogo e munições, além da posse de armamento. As normas já estavam em análise no STF, mas tiveram o julgamento suspenso após o ministro Nunes Marques pedir vista.
As ações que questionam os decretos, editados em 2019, foram apresentadas à Suprema Corte pelo PSB e pelo PT. Na prática, as normas aumentavam a possibilidade de aquisição de armas de fogo no país. Em março de 2021, Fachin, que é o relator dos processos, votou por declarar inconstitucionais as regras editadas pelo presidente da República.
Além do relator, também votaram contra os decretos os ministros Alexandre de Moraes e Rosa Weber. No entanto, o ministro Nunes Marques decidiu pedir vista nas ações em setembro do ano passado e, com isso, suspendeu o julgamento dos processos.
O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) usou as redes sociais para criticar a decisão de Fachin. Segundo ele, “novamente, o Judiciário extrapola suas atribuições”.
– Novamente o judiciário extrapola suas atribuições, fazendo ingerência indevida. As liminares de hoje interferem em decisões já aprovadas pelos outros poderes, nos direitos de autodefesa e dos CACs. Liberdade não se negocia e absurdos como estes não podem continuar – escreveu Mourão, no Twitter.
DECISÕES Nas decisões desta segunda, Fachin alegou urgência provocada pelas eleições como fundamento para limitar os decretos e afirmou que “o risco de violência política torna de extrema e excepcional urgência a necessidade de se conceder o provimento cautelar”.
– Conquanto seja recomendável aguardar as contribuições, sempre cuidadosas, decorrentes pedidos de vista, passado mais de um ano e à luz dos recentes e lamentáveis episódios de violência política, cumpre conceder a cautelar a fim de resguardar o próprio objeto de deliberação desta Corte – declarou.
Na prática, as decisões de Fachin determinam que “a posse de armas de fogo só pode ser autorizada às pessoas que demonstrem concretamente, por razões profissionais ou pessoais, possuírem efetiva necessidade” e que “a aquisição de armas de fogo de uso restrito só pode ser autorizada no interesse da própria segurança pública ou da defesa nacional, não em razão do interesse pessoal”.
Além disso, o ministro destaca que “os quantitativos de munições adquiríveis se limitam àquilo que, de forma diligente e proporcional, garanta apenas o necessário à segurança dos cidadãos”. As decisões de Fachin devem ser levadas para referendo do plenário virtual, mas ainda não há data marcada para que os casos sejam analisados.
Exército Brasileiro Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva
Após ser questionado pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ) sobre quais medidas vai adotar para que as celebrações oficiais da Independência do Brasil, em 7 de Setembro, não se confundam com “manifestações político-partidárias”, o Comando Militar do Leste (CML) respondeu, de forma sucinta, que a cerimônia não deve ser vista como ato político. O ofício foi encaminhado à Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) na tarde desta segunda-feira (5).
No documento, o general Sergio Borges Medeiros, chefe do Estado Maior do Comando militar do Leste, afirmou que a instituição “prima pela isenção político-partidária” e seus integrantes trabalham “diuturnamente balizados pela irrestrita observância aos preceitos estabelecidos pelo ordenamento jurídico vigente”. Sobre a pergunta em si, atribuiu ao Ministério da Defesa a responsabilidade pelas atividades planejadas.
O MPF questionou Exército brasileiro, Marinha do Brasil e Aeronáutica sobre quais medidas pretendem adotar ou já adotaram para que os atos oficiais do 7 de setembro não se confundam com manifestações político-partidárias. Também perguntou como os comandos pretendem prevenir que os subordinados se engajem nesses protestos.
No ofício enviado à procuradoria, o Comando Militar do Leste declarou que as atividades oficiais, como apresentações musicais, exposições, seminários, desfiles e acesso a museus, traduzem o “amor pelo Brasil e contribuem para o fortalecimento de valores e para a manutenção da Unidade Nacional”.
O Brasil é um dos países emergentes mais bem posicionados para atravessar o período de desaceleração da economia global, segundo avaliou o economista norte-americano, Paul Krugman, vencedor do prêmio Nobel de Economia em 2008. Em entrevista para a Folha de S.Paulo, o especialista afirmou que o nosso país se encontra em uma posição superior em relação a outras nações em desenvolvimento e deve passar pela crise global com mais resiliência.
– O Brasil é um dos emergentes menos vulneráveis em um cenário de crise global, apesar dos problemas domésticos que ele atravessa – analisou Krugman.
Entre as razões para tal, estão o fato de que o país é relativamente autossustentável no que diz respeito ao fornecimento de energia. Krugman também menciona a força brasileira na exportação de commodities agrícolas, área que, segundo ele, tem sido beneficiada pela alta do dólar e dos preços das matérias-primas no mercado internacional.
O especialista ainda vê uma oportunidade para nosso país nos impactos da guerra na Ucrânia e na pauta exportadora ser similar com a brasileira.
Em relação aos Estados Unidos, Krugman afirma que a nação norte-americana ainda não se encontra em uma recessão, pois o mercado de trabalho ainda está pujante, embora haja dois trimestres consecutivos de queda do PIB (Produto Interno Bruto). Contudo, ele avalia que os EUA podem entrar em uma recessão nos próximos meses.
Nesse sentido, ele prevê um ambiente de crise financeira mundial adiante, em razão da recessão europeia decorrente da invasão russa na Ucrânia e da desaceleração do ritmo da economia dos EUA. No entanto, Krugman acredita que o Brasil será um dos países em desenvolvimento mais bem preparados para enfrentar o duro período.
O apresentador esportivo Milton Neves fez comentários sobre as eleições durante uma entrevista à Revista Oeste publicada na semana passada. Na edição, ele disse não ter nada contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o petista está “vociferando tanto ódio e tanta raiva”.
O comentário ocorreu ao falar sobre uma representação do PT ao Supremo Tribunal Federal (STF) referente a publicação do narrador.
– Não tenho nada contra ele. Que seja feliz e tenha saúde. Tenho falado também que ele tem vociferado ódio e raiva. Quando pega o microfone, nesses encontros com a turma do lado dele, fica saracoteando pra lá e pra cá, e fala com um ódio – apontou.
Milton Neves também revelou que deu um conselho ao petista.
– Lula, cuida da sua saúde. Desejo saúde para você, mas vociferando tanto ódio e tanta raiva, isso vai fazer mal. E desejo tanta saúde para você como desejo para mim – apontou.