Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
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Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou o fim dos acampamentos instalados ao redor do Brasil que protestam contra o resultado das eleições presidenciais. A decisão foi tomada na madrugada desta segunda-feira (9) junto com a determinação de afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).
Moraes ordena que ocorra a “desocupação e dissolução total”, em até 24 horas, de acampamentos montados em áreas militares de todo o país. Na decisão, o ministro ainda ressalta que os participantes sejam presos em flagrante por diversos crimes, como atos terroristas, inclusive preparatórios; associação criminosa; e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
O ministro ressaltou que as operações para desmobilização dos acampamentos serão realizadas pelas Polícias Militares dos estados e DF, com apoio da Força Nacional e Polícia Federal, se necessário, “devendo o Governador do Estado e DF ser intimado para efetivar a decisão, sob pena de responsabilidade pessoal”.
Além disso, as autoridades municipais deverão prestar “todo o apoio necessário para a retirada dos materiais existentes no local” e o comandante militar do QG “deverá, igualmente, prestar todo o auxílio necessário para o efetivo cumprimento da medida”.
A decisão tomada por Moraes atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e ocorreu após os prédios do Supremo Tribunal Federal, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto serem invadidos e vandalizados durante a tarde deste domingo (8). Ao todo, de acordo com a Polícia Civil do DF, 300 pessoas já foram presas.
Waguinho, Daniela e Márcio Pagniez Foto: Reprodução / Facebook
A ministra do Turismo, Daniela Carneiro (União Brasil-RJ), tem estreitas relações políticas com milicianos. Antes se pensava que era só um, o ex-policial militar Juracy Alves Prudêncio, conhecido como Jura.
Agora outros nomes surgiram no rol de relacionamentos da ministra: o terceiro-sargento bombeiro Márcio Pagniez e Fábio Augusto de Oliveira Brasil, o Fabinho Varandão.
MÁRCIO PAGNIEZ Pagniez, que foi preso em 2019, tem dois parentes nomeados na prefeitura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na gestão de Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (União Brasil-RJ), esposo de Daniela. Uma é irmã de Pagniez e o outro é o pai do bombeiro. Eles tiveram suas nomeações nos anos de 2021 e 2022, após a prisão do terceiro-sargento.
Márcio foi vereador em Belford Roxo e denunciado pelo Ministério Público, acusado da autoria de um homicídio e de ser o líder de uma milícia que atuava na região. Uma foto onde aparece Daniela, seu esposo Waguinho e Pagniez com data de 2019 foi publicada nas mídias sociais do criminoso.
FÁBIO AUGUSTO DE OLIVEIRA BRASIL, O FABINHO VARANDÃO
Daniela Carneiro e Fabinho Varandão Foto: Reprodução / Facebook
Já Fabinho Varandão é réu na justiça acusado de comandar milícia de TV e internet e a comercialização de gás de cozinha em dez bairros do município de Belford Roxo. Ele apoiou a candidatura de Daniela quando ela concorreu ao cargo de deputada federal, em setembro de 2022.
O miliciano participou de caminhadas, eventos em clubes e de comício. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, todas essas atividades se deram em áreas dominadas pelo seu grupo paramilitar.
– Orgulho em dizer que a nossa querida deputada federal Daniela do Waguinho foi anunciada como a nova ministra do Turismo pelo nosso presidente Lula – comemorou Fabinho em uma rede social.
A juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis, da 1ª Vara Criminal de Belford Roxo, diz que Varandão exerce amplo domínio na região.
– Imagens de câmera de segurança revelam que Fabinho Varandão impõe o terror no município, pois circula armado na região e conta com proteção de seguranças – destacou a magistrada.
Fabinho foi preso em dezembro de 2018 numa operação de Polícia Civil e do MP-RJ. No momento da prisão, policiais apreenderam três armas, um colete à prova de balas e R$ 70 mil em espécie. Ele foi autuado por extorsão e porte ilegal de arma de fogo.
Solto em julho de 2019, Fabinho concorreu às eleições no município e foi reeleito o vereador mais votado de Belford Roxo, em 2020, fazendo campanha junto ao esposo de Daniela, Wagner Carneiro, o Waguinho. Mesmo debaixo de muitas acusações, Varandão ganhou vários cargos na prefeitura após a reeleição.
Desde o ano de 2021 foi nomeado pelo prefeito: secretário de Defesa Civil, da Pessoa com Deficiência e, por último, Ciência e Tecnologia.
JURACY ALVES PRUDÊNCIO, O JURA A ministra também foi acusada de ter feito campanha ao lado do miliciano e ex-policial militar Juracy Alves Prudêncio, conhecido como Jura. Ele, que seria cabo eleitoral de Daniela, já foi condenado por homicídio.
Daniela Carneiro e Juracy PrudêncioFoto: Arquivo Pessoal FONTE:PLENO NEWS
Lula e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Por meio de suas redes sociais, nesta quinta-feira (5), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que a manutenção ou não do saque-aniversário do FGTS será “objeto de amplo debate junto ao Conselho Curador do FGTS e com as centrais sindicais”.
– A manutenção ou não do saque-aniversário do FGTS será objeto de amplo debate junto ao Conselho Curador do FGTS e com as centrais sindicais. A nossa preocupação é com a proteção dos trabalhadores e trabalhadoras em caso de demissão e com a preservação da sua poupança – escreveu.
Na última quarta-feira (4), em entrevista ao jornal O Globo, Marinho havia dito que pretendia acabar com a modalidade de saque-aniversário.
De acordo com o portal G1, a mudança de postura do ministro representa um recuo causado pela repercussão negativa da declaração anterior dele.
Rose Nascimento e o seu filho Lucas Foto: Reprodução Instagram
A equipe jurídica da cantora Rose Nascimento emitiu uma nota sobre o pedido de prisão do filho da cantora, Lucas Nascimento Azeredo, acusado de abuso sexual contra sua enteada por seis anos seguidos.
A denúncia diz que Lucas abusou sexualmente de Manuella de Oliveira Rosa, hoje com 24 anos, dos 13 aos 19 anos, pelo período em que ele esteve casado com a mãe da vítima.
A jovem diz que a relação aconteceu por chantagem, pois Lucas ameaçava contar para a mãe de Manuella que ela era bissexual.
Nesta quarta-feira (4), a 35ª Delegacia de Polícia, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, emitiu o pedido de prisão contra Lucas e o nome de Rose Nascimento aparece na denúncia, pois a vítima disse que a cantora gospel chegou a ligar para a sua tia a fim de responsabilizá-la pelo crime.
Os advogados da cantora dizem que se trata de declarações infundadas que visam prejudicar a imagem de Rose Nascimento e de seus familiares.
– Expressamos nossa profunda indignação e repúdio à matéria veiculada, de forma desonesta, apelativa e de baixo nível. Ocorre que tais declarações não se coadunam com a verdade. Outrossim, tais fatos já foram reportados às autoridades competentes e serão devidamente apurados – diz a nota.
Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino e Paulo Figueiredo Filho Fotos: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão das redes sociais dos jornalistas Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino e Paulo Figueiredo Filho. Os três são investigados por divulgação de discursos antidemocráticos e de ódio.
De acordo com o Estadão, a medida tem como escopo apurar se há algum financiamento dos três jornalistas e quem seria essa fonte.
Nos perfis dos três no Twitter aparece a mensagem “retido no Brasil por ordem da Justiça”. Figueiredo Filho e Constantino são comentaristas de programas do canal Jovem Pan News. Fiuza deixou a emissora no final de 2022. Os três jornalistas são alinhados ideologicamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE
O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) está buscando assinaturas para conseguir a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis abusos de autoridade por parte do Poder Judiciário.
O principal alvo dessa comissão é o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, a quem são dirigidas inúmeras críticas por atuação transgressora nos tribunais.
A CPI do Abuso de Autoridade, se instalada, pretende ouvir pessoas que se sentiram prejudicadas pela atuação judicante dos magistrados, como o ex-presidente Jair Bolsonaro e o empresário Luciano Hang, que ainda está com suas redes sociais suspensas por decisão de Moraes.
Em novembro, Van Hattem conseguiu colher mais de 171 assinaturas, número superior ao necessário para protocolar a CPI. Mas, agora, ele terá de buscar novos apoiamentos, já que a nova legislatura terá início em fevereiro.
Neste ano, o parlamentar espera receber do Senado mais assinaturas a fim de viabilizar protocolar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que inclui senadores e deputados.
Noemi da Silva Araújo e Adalberto Neto Foto: Reprodução/Twitter
O jornalista e dramaturgo, Adalberto Neto, viralizou nas redes sociais após publicar um vídeo de um minuto e 23 segundos realizando uma denúncia contra Noemi da Silva Araújo. Ele expõe o método de ingresso escolhido pela jovem para obter um cargo público.
Adalberto afirma que a jovem é branca e burlou o sistema de cotas para ser aprovada no concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Noemi, que já era técnica judiciária no tribunal, foi aprovada em novembro de 2022 para o cargo de analista judiciária como uma candidata negra.
– Denúncia! Negra de pele branca é aprovada como analista judiciário do TJ do Distrito Federal e Territórios. A posse foi no mês passado e ela já começou o ano ganhando R$ 12.455,30. Parabéns, negona! – publicou Neto.
Após ter a sua declaração recusada no procedimento de autodeclaração de pertencimento étnico-racial, Noemi entrou com um recurso administrativo e foi aceita de forma definitiva. Os processos são realizados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em tom de ironia, o jornalista parabenizou a jovem pela determinação e recomendou que ela aproveite a vida com o salário.
– E para você, pessoa preta, de verdade, que perdeu essa vaga pela fraude dela, pedras no caminho e brancos que não respeitam a nossa existência vão existir sempre. Mas cabe a nós, a resistência, a insistência, a luta. Uma hora a palhaçada vai acabar e seremos nós a rir por último – afirmou Adalberto.
O QUE DIZ NOEMI? Noemi que está muito abalada, optou em não dar entrevistas. Ela informou por meio de nota oficial o seu posicionamento quanto às acusações recebidas na terça-feira (3). A jovem afirmou que é uma pessoa parda e passou por todos os processos de heteroidentificação para a aprovação no concurso.
– Em nenhum momento fui procurada pelo autor das postagens sobre o conteúdo que seria veiculado, sobre a utilização da minha imagem, a de meus familiares e a do meu namorado – pontuou a analista.
NOTA OFICIAL DE NOEMI Foi com grande consternação que recebi a notícia de que minha imagem estava sendo exposta de maneira vexatória e irresponsável pelo autor das publicações que viralizaram na internet na data de ontem (03.01.23)
Aparentemente, o autor da publicação desconhece a Lei de Cotas, e todo o procedimento adotado pelo TJDFT para garantir que a lei seja cumprida.
A referida Lei nº 12.990/2014 dispõe que cotas raciais em certames públicos serão concedidas a pessoas de classificação negra-pretas e negro-pardas, na última, me incluo, com base na classificação do IBGE.
Sou servidora pública federal de carreira do referido órgão público desde 2017, e fui aprovada no concurso para analista judiciário em 2022, e tomei posse em dezembro deste mesmo ano. Passei por todo o processo de verificação de enquadramento na política de cotas de forma legal e idônea, dentro dos processos previstos em Lei e na Constituição Federal.
Não fosse suficiente, o autor, que desconhece minha história e minha vivência, ainda me acusou de cometer o crime de fraude, questionando, inclusive, a idoneidade da banca avaliadora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.
Em nenhum momento fui procurada pelo autor das postagens sobre o conteúdo que seria veiculado, sobre a utilização da minha imagem, a de meus familiares e a do meu namorado.
Após a publicação eu fui xingada, atacada, tive minhas fotos e redes sociais expostas, sofri ameaças à minha integridade física e estou tendo que lidar com a exposição dos meus pais e do meu namorado. Tudo isso me abalou profundamente.
A política de cotas é fundamental no contexto socioeconômico atual, tanto para fins de reparação histórica, como também para garantir que pessoas pardas e negras assumam o seu lugar de direito na sociedade. Todos devemos lutar por um mundo onde não haja nenhum tipo de preconceito.
Desde sempre eu me vejo como mulher parda, e me declaro como tal muito antes do advento da Lei de Cotas.
A minha autodeclaracão, firmada nas minhas origens de ancestralidade e características físicas, pode ser confirmada pelos assentamentos do Instituto de Identificação da Policia Civil (II) do Distrito Federal (2007).
Não pode o “tribunal” da Internet invalidar a identificação de uma mulher como foi verificado no vídeo veiculado. Desde a publicação do vídeo, foi desencadeado um verdadeiro linchamento em praça pública contra mim. Importante ressaltar, inclusive, que já há decisão judicial em caráter liminar ordenando a retirada do conteúdo pelo autor e de suas respostagens (processo nº 0700133-66.2023.8.07.0020).
Por fim, comunico que todas as medidas legais cabíveis estão sendo tomadas contra o autor, e contra todos aqueles que divulgaram o referido vídeo. Todos aqueles que, de forma irresponsável, divulgaram tais informações, estarão sujeitas ao crivo da lei.
Carmen Martines Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube SEAF Comunicação
A prefeita de Carlinda, no Mato Grosso, Carmen Martines (União Brasil), renunciou ao cargo, na terça-feira (3), porque Lula (PT) foi eleito presidente da República. Em entrevista ao jornal O Globo, Carmen explicou que cumpriu uma promessa feita durante as eleições de 2022.
Martines disse ainda que não disputará nenhuma eleição até 2026.
— Eu não sabia quem iria vencer, mas sabia que se fosse ele [Lula], não iria compactuar. Enquanto Lula for presidente, não disputarei nenhum cargo, não pretendo colocar meu nome à disposição. Vou ajudar meu esposo nas tarefas de nossa propriedade — afirmou.
Ela diz “não ser partidária” e que prefere “confiar em pessoas”. Lula não teria conquistado seu respeito.
Carmen ficará no cargo apenas até o dia 31 de janeiro. Ela tinha sido reeleita, em 2020, com mais de 90% dos votos válidos. O vice-prefeito Fernando de Oliveira Ribeiro (PSC) assumirá a prefeitura.
Em sua carta de renúncia, Martines apontou a mudança de governo como o único motivo para que deixe o Executivo municipal.
– Minhas convicções politicas me colocaram na contramão da Administração que se inicia no dia 01/01/2023 pelo novo Presidente da Republica, e, por isso, não tenho forças para continuar dando o melhor de mim à frente do Poder Executivo Municipal – diz um trecho do texto entregue à Câmara Municipal de Carlinda.
O deputado estadual Gil Diniz (PL-SP) publicou em suas redes sociais, nesta quarta-feira (4), um vídeo no qual a ministra do Planejamento do governo Lula (PT), Simone Tebet (MDB), aparece dizendo que não é mais bem conceituada nem no seu estado, nem no seu condomínio e que não conseguirá se eleger nem para síndica do seu prédio, onde, segundo ela, de 20 apartamentos, somente três vizinhos ainda conversam com ela.
A legenda do vídeo publicado pelo perfil Carteiro Reaça, diz que “a política até perdoa traição, mas não perdoa o traidor”.
– Eu já estou cancelada nas redes sociais e no meu estado. Aliás, eu não me elejo nem pra síndica do meu prédio, porque no meu prédio são 20 andares, são 20 apartamentos. Dos 20, só três eu acho que ainda conversam comigo – disse Tebet no vídeo.
Ela continuou contando sobre sua rejeição social e disse mais:
– Hoje, no meu estado, eu não sou mais chamada nem pra jantar, nem pra batizado, nem pra casamento, pra nada! – se queixou a emedebista.
A página esquerdista “Choquei” compartilhou notícia falsa sobre Malafaia Foto: Reprodução
O nome do pastor Silas Malafaia, da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), entrou para os assuntos mais comentados no Twitter na tarde desta segunda-feira (2) após alguns usuários postarem que ele está internado em estado grave.
Com muitas mensagens desejando que ele morra, o líder evangélico gravou um vídeo para mostrar que está bem, vivo e não está hospitalizado.
– Rapaz, como tem gente que deseja que eu morra. Eita raça ruim! Eu estou mais vivo do que nunca! Deus está comigo! Estou aqui com o meu genro, indo para a igreja. Estou vivo, vão ter que me aturar muito – disse o pastor.
Malafaia terminou o vídeo desejando vida aos seus críticos e deu risada das fake news que surgiram na rede social.
A notícia foi dada por Ricardo Feltrin e compartilhada por perfis de esquerda dizendo que o religioso teve piora em sua saúde e estava internado, o que não é verdade.