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Senador diz que, um dia antes, Dino foi informado sobre atos Marcos do Val enviou ofício questionando ministro da Justiça sobre medidas adotadas para evitar invasões

 

Senador Marcos do Val Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) afirmou, nesta segunda-feira (9), que o ministro da Justiça, Flávio Dino, teria sido informado sobre os atos que aconteceram em Brasília, no último domingo (8), um dia antes deles efetivamente acontecerem. Segundo o congressista, o ministro também viu a mobilização iniciar sem tomar qualquer providência.

– Ministro da Justiça foi informado dos ataques, um dia antes. No momento que iniciou, ele foi até a janela do ministério, olhou e não tomou nenhuma providência. Já comecei [a] encontrar provas [de] que o presidente Lula também teve conhecimento do que iria acontecer e não fez nada – escreveu o senador no Twitter.

Postagem feita pelo senador Marcos do Val
 FPor causa dessa informação, o senador enviou um ofício ao ministro requerendo explicações sobre quais teriam sido as medidas adotadas após o Ministério da Justiça e Segurança Pública tomar conhecimento dos alertas a respeito do risco iminente de ataques aos prédios localizados na Praça dos Três Poderes.

No ofício, o senador indagou Flávio Dino sobre quais teriam sido os órgãos do Ministério da Justiça que foram acionados “para estruturar uma resposta mais efetiva” aos atos realizados em Brasília e para promover uma ação coordenada entre as forças de segurança.

Além disso, o parlamentar questionou o ministro sobre quais ações teriam sido adotadas pela pasta em conjunto com o Ministério da Defesa, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal para prevenir e conter as ações que resultaram em danos aos prédios públicos.

Confira o ofício enviado por Marcos do Val ao ministro da Justiça:

Primeira página do ofício da Marcos do Val Foto: Reprodução/Twitter Marcos do Val
Segunda página do ofício enviado por Marcos do Val Fototo: 
FONTE:PLENO NEWS

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Michelle Bolsonaro se manifesta após as acusações de Janja Declarações foram dadas por meio dos stories do Instagram, neste domingo

 

Michelle Bolsonaro Foto: PR/Isac Nóbrega

Neste domingo (8), Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), usou uma rede social para rebater críticas da atual primeira-dama, Janja, mulher de Lula (PT).

No stories do Instagram, Michelle publicou algumas fotos sobre o estado de conservação do Palácio do Alvorada. A resposta dela surge após Janja ter apontado danos no local.

— Durante o mandato do meu marido, preservamos o Palácio da Alvorada respeitando a estrutura que é patrimônio tombado e também o dinheiro do povo brasileiro. É de conhecimento público que em 2006 o local passou por uma reforma avaliada em aproximadamente R$ 18 milhões onde foram executadas algumas mordomias como jacuzzis com hidromassagem, pela empresa “Odebrech” — escreveu Michelle.

Ela falou ainda sobre os móveis usados no Alvorada.

— Prezando sempre o respeito pelo nosso contribuinte, trouxemos nossos móveis do Rio de Janeiro e reutilizamos panelas, talheres, copos, toalhas, lençóis etc… que já pertenciam à residência — complementou.

E acrescentou:

— A infiltração no teto do salão de Estado foi consertada. Contudo, com as chuvas recentes infiltrou novamente, e o conserto demanda um tratamento especial na manta que está sob a laje. Temos manutenções semanais e quinzenais em todo o Alvorada, desde os ares-condicionados e maquinários que dão problema no dia a dia e para cada área tem uma empresa terceirizada específica para solucionar tal problema.

       

FONTE:PLENO NEWS


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PF libera 240 idosos e mulheres com crianças em Brasília Pessoas liberadas na noite de segunda-feira estavam entre os 1,5 mil detidos

 

Manifestantes detidos em Brasília Foto: Reprodução/ Print de vídeo redes sociais

Na noite desta segunda-feira (9), a Polícia Federal (PF) liberou cerca de 240 idosos, além de mulheres com filhos pequenos que haviam sido detidos no acampamento em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília. As informações são da Rádio Itatiaia.

As pessoas liberadas estavam entre os 1,5 mil que foram detidos no último domingo (8) e na manhã de segunda. Além da liberação, elas foram identificadas e ouvidas pelas autoridades. Dependendo da avaliação da Justiça, é possível que elas respondam criminalmente por terem participado dos protestos.

Segundo a PF, não é verdade que uma idosa morreu nas dependências da Academia Nacional de Polícia. E as pessoas que passaram mal, foram socorridas no local.

FONTE:PLENO NEWS

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Deputados acionam Direitos Humanos por detidos em ginásio Carla Zambelli expressou preocupação com as condições dos manifestantes que aguardam a triagem

 

Deputada federal Carla Zambelli Foto: Câmara dos Deputados | Paulo Sérgio

Nesta segunda-feira (9), um grupo de parlamentares recorreu ao Ministério dos Direitos Humanos e à Defensoria Pública a fim de assegurar condições dignas aos 1,5 mil manifestantes que foram detidos e levados a um ginásio da Polícia Federal (PF), em Brasília.

Segundo a deputada federal Carla Zambelli, os congressistas receberam denúncias de suposta precariedade no tratamento dado aos detidos. Entre os deputados que acionaram os órgãos do governo, estão também Bia Kicis (PL-DF), Carlos Jordy (PL-RJ), Luiz Lima (PL-RJ) e os eleitos Zé Trovão (PL-SC) e Rodolfo Nogueira (PL-MS), que assumirão seus cargos em fevereiro.

– Recebemos a informação de que falta água e falta comida para eles. Acionamos a DPU e o Ministério dos Direitos Humanos. Entre os detidos, há manifestantes que atuavam de forma pacífica e vândalos. Seja como for, todos necessitam de condições básicas – defendeu Zambelli, de acordo com informações do Jornal Gazeta do Povo.

No ofício, os parlamentares afirmam que “a Constituição Federal assegura, em seu artigo 5º, incisos III e XLIX, que, sem exceção, ninguém será submetido a tratamento desumano ou degradante, bem como o respeito à integridade física e moral do preso”.

Os manifestantes foram levados ao ginásio a fim de passar por uma triagem. Parte deles foi presa em flagrante durante a invasão às sedes dos Três Poderes, no último domingo (8). Outra parcela estava no acampamento diante do quartel general do Exército em Brasília, que foi desmontado nesta segunda-feira (9) após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

QUEIXAS DE ADVOGADOS
Advogados dos detidos reclamaram, nesta segunda, que seus clientes estavam sendo mantidos sem alimentação no ginásio da Academia Nacional da Polícia Federal. A informação foi divulgada pelo site Metrópoles. Os defensores afirmaram que o grupo estaria passando mal de fome.

Durante a tarde de segunda, o Conselho Tutelar foi ao local para verificar as condições dos menores de idade que foram levados ao ginásio. Sobre as condições do local, a Polícia Federal confirmou que houve casos de mal-estar, mas disse que todos foram prontamente atendidos, sem maior gravidade. Tendas de saúde também foram montadas no local pelo Corpo de Bombeiros.

A Polícia Federal (PF) também negou a informação de que uma idosa teria morrido no ginásio. A informação sobre o suposto óbito havia se espalhado pelas redes sociais na noite desta segunda.

A corporação ainda liberou, durante a noite desta segunda, ônibus com mulheres com filhos pequenos, idosos com comorbidades, e menores de idade que haviam sido detidos no acampamento. A PF, porém, não divulgou quantas pessoas foram liberadas, nem quantas permanecem detidas.

fonte:pleno news

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Sartori diz que pedido de prisão de Bolsonaro é inconstitucional Ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo afirmou que ex-presidente não cometeu crime

 

Ivan Sartori Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube Jovem Pan News

O desembargador Ivan Sartori, ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, se manifestou a respeito do pedido de prisão preventiva protocolado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, o pedido não tem o mínimo fundamento. As informações são da revista Oeste.

– O pedido de prisão não tem o mínimo fundamento. Primeiramente porque Bolsonaro não cometeu nenhum crime, ele simplesmente agiu como um governante e praticou os atos administrativos e políticos que devia praticar como governante. Então a prisão é inconstitucional e também não existe nenhuma pressa, nenhum perigo, perigo na demora ou qualquer periculum libertatis. Não tem nenhum sentido – avaliou.

Na última segunda-feira (2), a bancada do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Câmara dos Deputados protocolou, um pedido de prisão preventiva no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Bolsonaro. O documento é assinado pelo presidente da sigla, Juliano Medeiros; pelos atuais deputados federais da legenda e pelos congressistas eleitos.

O partido alega que Bolsonaro atentou contra a democracia, disseminou fake news, contestou o resultado eleitoral e incentivou protestos e bloqueios de rodovias.

Sartori afirmou que “não há nenhum motivo para levar Bolsonaro à cadeia”.

– Reitero que não há nenhum motivo para levar Bolsonaro à cadeia, ele não praticou nenhum crime, ele agiu na condição de presidente, de dirigente da Nação. As rédeas relativas à gestão da pandemia não ficaram nas mãos do Bolsonaro. O Supremo retirou isso do governo federal, foi fracionado entre governo federal, Estados e municípios. Bolsonaro não cometeu nenhum crime. O que ele fez foi gerir essa questão da pandemia como presidente, como diretor-geral da Nação política e administrativamente. A questão era complicada, era uma questão nova que realmente não se sabia qual caminho tomar. Havia uma tendência mundial, mas isso não significa que era a tendência certa — mesmo porque a vacina era nova, experimental. Ele determinou aplicação das vacinas, a compra das vacinas antes mesmo do Congresso se manifestar.

fonte:pleno news

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Moraes ordena desocupação de acampamentos em todo o Brasil Ministro determinou que as polícias atuem para desmobilizar os acampamentos ao redor do país

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou o fim dos acampamentos instalados ao redor do Brasil que protestam contra o resultado das eleições presidenciais. A decisão foi tomada na madrugada desta segunda-feira (9) junto com a determinação de afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

Moraes ordena que ocorra a “desocupação e dissolução total”, em até 24 horas, de acampamentos montados em áreas militares de todo o país. Na decisão, o ministro ainda ressalta que os participantes sejam presos em flagrante por diversos crimes, como atos terroristas, inclusive preparatórios; associação criminosa; e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O ministro ressaltou que as operações para desmobilização dos acampamentos serão realizadas pelas Polícias Militares dos estados e DF, com apoio da Força Nacional e Polícia Federal, se necessário, “devendo o Governador do Estado e DF ser intimado para efetivar a decisão, sob pena de responsabilidade pessoal”.

Além disso, as autoridades municipais deverão prestar “todo o apoio necessário para a retirada dos materiais existentes no local” e o comandante militar do QG “deverá, igualmente, prestar todo o auxílio necessário para o efetivo cumprimento da medida”.

A decisão tomada por Moraes atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e ocorreu após os prédios do Supremo Tribunal Federal, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto serem invadidos e vandalizados durante a tarde deste domingo (8). Ao todo, de acordo com a Polícia Civil do DF, 300 pessoas já foram presas.


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A ministra e as milícias; mais nomes surgem no rol de amigos Ministra do Turismo se vê no olho do furacão em meio a tantas denúncias de envolvimento com milicianos

 

Waguinho, Daniela e Márcio Pagniez Foto: Reprodução / Facebook

A ministra do Turismo, Daniela Carneiro (União Brasil-RJ), tem estreitas relações políticas com milicianos. Antes se pensava que era só um, o ex-policial militar Juracy Alves Prudêncio, conhecido como Jura.

Agora outros nomes surgiram no rol de relacionamentos da ministra: o terceiro-sargento bombeiro Márcio Pagniez e Fábio Augusto de Oliveira Brasil, o Fabinho Varandão.

MÁRCIO PAGNIEZ
Pagniez, que foi preso em 2019, tem dois parentes nomeados na prefeitura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na gestão de Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (União Brasil-RJ), esposo de Daniela. Uma é irmã de Pagniez e o outro é o pai do bombeiro. Eles tiveram suas nomeações nos anos de 2021 e 2022, após a prisão do terceiro-sargento.

Márcio foi vereador em Belford Roxo e denunciado pelo Ministério Público, acusado da autoria de um homicídio e de ser o líder de uma milícia que atuava na região. Uma foto onde aparece Daniela, seu esposo Waguinho e Pagniez com data de 2019 foi publicada nas mídias sociais do criminoso.

FÁBIO AUGUSTO DE OLIVEIRA BRASIL, O FABINHO VARANDÃO

Daniela Carneiro e Fabinho Varandão Foto: Reprodução / Facebook

Já Fabinho Varandão é réu na justiça acusado de comandar milícia de TV e internet e a comercialização de gás de cozinha em dez bairros do município de Belford Roxo. Ele apoiou a candidatura de Daniela quando ela concorreu ao cargo de deputada federal, em setembro de 2022.

O miliciano participou de caminhadas, eventos em clubes e de comício. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, todas essas atividades se deram em áreas dominadas pelo seu grupo paramilitar.

– Orgulho em dizer que a nossa querida deputada federal Daniela do Waguinho foi anunciada como a nova ministra do Turismo pelo nosso presidente Lula – comemorou Fabinho em uma rede social.

A juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis, da 1ª Vara Criminal de Belford Roxo, diz que Varandão exerce amplo domínio na região.

– Imagens de câmera de segurança revelam que Fabinho Varandão impõe o terror no município, pois circula armado na região e conta com proteção de seguranças – destacou a magistrada.

Fabinho foi preso em dezembro de 2018 numa operação de Polícia Civil e do MP-RJ. No momento da prisão, policiais apreenderam três armas, um colete à prova de balas e R$ 70 mil em espécie. Ele foi autuado por extorsão e porte ilegal de arma de fogo.

Solto em julho de 2019, Fabinho concorreu às eleições no município e foi reeleito o vereador mais votado de Belford Roxo, em 2020, fazendo campanha junto ao esposo de Daniela, Wagner Carneiro, o Waguinho. Mesmo debaixo de muitas acusações, Varandão ganhou vários cargos na prefeitura após a reeleição.

Desde o ano de 2021 foi nomeado pelo prefeito: secretário de Defesa Civil, da Pessoa com Deficiência e, por último, Ciência e Tecnologia.

JURACY ALVES PRUDÊNCIO, O JURA
A ministra também foi acusada de ter feito campanha ao lado do miliciano e ex-policial militar Juracy Alves Prudêncio, conhecido como Jura. Ele, que seria cabo eleitoral de Daniela, já foi condenado por homicídio.


Daniela Carneiro e Juracy Prudêncio Foto: Arquivo Pessoal  
FONTE:PLENO NEWS
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Ministro volta atrás: Manutenção do saque-aniversário do FGTS será objeto de amplo debate Luiz Marinho se manifestou por meio das redes sociais

 

Lula e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Por meio de suas redes sociais, nesta quinta-feira (5), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que a manutenção ou não do saque-aniversário do FGTS será “objeto de amplo debate junto ao Conselho Curador do FGTS e com as centrais sindicais”.

– A manutenção ou não do saque-aniversário do FGTS será objeto de amplo debate junto ao Conselho Curador do FGTS e com as centrais sindicais. A nossa preocupação é com a proteção dos trabalhadores e trabalhadoras em caso de demissão e com a preservação da sua poupança – escreveu.

Na última quarta-feira (4), em entrevista ao jornal O Globo, Marinho havia dito que pretendia acabar com a modalidade de saque-aniversário.

De acordo com o portal G1, a mudança de postura do ministro representa um recuo causado pela repercussão negativa da declaração anterior dele.

FONTE:PLENO NEWS

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Rose Nascimento emite nota após pedido de prisão do filho Lucas Nascimento é acusado de abusar sexualmente de sua enteada

 

Rose Nascimento e o seu filho Lucas Foto: Reprodução Instagram

A equipe jurídica da cantora Rose Nascimento emitiu uma nota sobre o pedido de prisão do filho da cantora, Lucas Nascimento Azeredo, acusado de abuso sexual contra sua enteada por seis anos seguidos.

A denúncia diz que Lucas abusou sexualmente de Manuella de Oliveira Rosa, hoje com 24 anos, dos 13 aos 19 anos, pelo período em que ele esteve casado com a mãe da vítima.

A jovem diz que a relação aconteceu por chantagem, pois Lucas ameaçava contar para a mãe de Manuella que ela era bissexual.

Nesta quarta-feira (4), a 35ª Delegacia de Polícia, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, emitiu o pedido de prisão contra Lucas e o nome de Rose Nascimento aparece na denúncia, pois a vítima disse que a cantora gospel chegou a ligar para a sua tia a fim de responsabilizá-la pelo crime.

Os advogados da cantora dizem que se trata de declarações infundadas que visam prejudicar a imagem de Rose Nascimento e de seus familiares.

– Expressamos nossa profunda indignação e repúdio à matéria veiculada, de forma desonesta, apelativa e de baixo nível. Ocorre que tais declarações não se coadunam com a verdade. Outrossim, tais fatos já foram reportados às autoridades competentes e serão devidamente apurados – diz a nota.

FONTE:PLENO NEWS

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