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Moraes determina investigação sobre senador Marcos do Val Parlamentar apresentou várias versões e todas conflitantes; novo depoimento à PF foi ordenado

 

Alexandre de Moraes Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou, nesta sexta-feira (3), abertura de investigação sobre a denúncia do senador Marcos do Val (Podemos-ES) acerca de uma possível articulação de golpe, que teria a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). Moraes deu ordem para que do Val preste novo depoimento à Polícia Federal (PF).

Moraes ressaltou as incoerências do depoimento do senador à PF, pois ele teria apresentado “uma quarta versão dos fatos por ele divulgados”, enfatizando que todas foram controversas e por essa razão se faz necessária a investigação sobre crimes de falso testemunho, denunciação caluniosa e coação no andamento processual.

FONTE:PLENO NEWS

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Do Val diz que repórter o induziu a contar sobre plano de golpe Novo nome citado por do Val é o de Leonardo Caldas, ex-assessor de imprensa do senador

 

Marcos do Val Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) concedeu entrevista à CNN, nesta sexta-feira (3), e acusou seu ex-assessor de influenciá-lo a depor à revista Veja, denunciando um esquema para tornar possível uma tentativa de golpe de Estado, envolvendo os nomes de Daniel Silveira (PTB-RJ), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

O novo nome citado por do Val é o de Leonardo Caldas, ex-assessor de imprensa do senador, que assina a reportagem da Veja, onde é revelado um plano para golpe de Estado, capitaneado pelo ex-deputado Daniel Silveira, com ciência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com o parlamentar, o repórter gravou a entrevista de forma ilegal, quando não há autorização.

O nome do ministro Alexandre de Moraes, do STF, também faz parte do combo de denúncias e contradições de Marcos do Val, que chegou a dizer que pedirá o afastamento do ministro dos inquéritos sobre as manifestações radicais, em 8 de janeiro.

FONTE:PLENO NEWS

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Para Mourão, falas de Marcos do Val não têm fundamento Senador apontou as diferentes versões dadas pelo colega ao longo do dia

 

Senador Hamilton Mourão Foto: VPR/Romério Cunha

Nesta quinta-feira (2), o ex-vice-presidente e agora senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) comentou uma “revelação” feita mais cedo por Marcos do Val (Podemos-ES) sobre um suposto golpe envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para Mourão, o conteúdo narrado por do Val não tem fundamento.

A declaração foi dada durante entrevista ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

– Ele falou uma coisa de manhã, outra no final da manhã, outra no início da tarde. Então não achei nada (…) Acho que não [tem nenhum fundamento] – ressaltou.

Na madrugada desta quinta, Marcos do Val chegou a dizer que o ex-deputado Daniel Silveira o teria chamado para conversar sobre “um assunto importante” com Jair Bolsonaro. De acordo com o primeiro relato, o senador teria sido convidado pelo próprio Bolsonaro para participar de um plano que representaria uma tentativa de golpe de Estado. A ideia era obter um áudio incriminador contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a manhã, no entanto, Marcos do Val mudou a versão e afirmou que o plano para gravar escondido uma conversa com Moraes teria sido ideia apenas de Daniel Silveira, como forma de incriminar e prender o ministro. Desta vez, Bolsonaro teria ficado em silêncio durante a conversa.

FONTE:PLENO NEWS

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Grupo de Pacheco fica com todos os cargos de comando no Senado Grupo de Rogério Marinho teme ficar isolado após a derrota na eleição para a presidência da Casa

 

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o senador Davi Alcolumbre Foto: Agência Senado/Jefferson Rudy

O grupo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ficou com todos os cargos de direção da Casa, em eleição realizada nesta quinta-feira (2), e isolou o bloco do senador Rogério Marinho (PL-RN), derrotado na disputa para a presidência do Senado. O resultado reforça o domínio da cúpula atual e a articulação do senador Davi Alcolumbre (União-AP), padrinho do presidente do Senado e principal cabo eleitoral da eleição.

Alcolumbre é criticado por adversários e colegas do próprio partido por concentrar poderes e até criar um “governo paralelo” em seu gabinete, dizendo quem fica com cargos, quem assume as comissões e quem leva as verbas do governo federal.

O grupo de Rogério Marinho teme ficar isolado após a derrota. Há dois anos, o PL e o ex-presidente Jair Bolsonaro apoiaram a eleição de Pacheco e ficaram com um cargo na Mesa do Senado, agora dominada pelo grupo que apoiou a reeleição do senador do PSD.

Pacheco foi eleito com 49 votos na noite de quarta (1), contra 32 de Rogério Marinho. Além disso, o PL havia ficado com a maior bancada do Senado após as eleições de outro, mas o PSD filiou novos integrantes e ficou com a liderança, somando 15 senadores. O PL tem 13.

Os demais cargos foram escolhidos em uma votação única, com 66 votos favoráveis, 12 contrários e duas abstenções, em uma votação secreta. A composição ficou a seguinte: primeiro vice-presidente – Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB); segundo vice-presidente – Rodrigo Cunha (União-AL), primeiro secretário – Rogério Carvalho (PT-SE), segundo secretário – Weverton Rocha (PDT-MA), terceiro secretário – Chico Rodrigues (PSB-RR); e quarto secretário – Styvenson Valentim (Pode-RN). Todos são aliados de Pacheco e Alcolumbre.

O PL tentou ficar com a segunda vice-presidência, posto que comandou nos últimos dois anos. O grupo lançou Wilder Morais (PL-GO) para disputar a vaga, mas abriu mão na última hora. Isolada, a tentativa da bancada é atrair colegas insatisfeitos com Alcolumbre e tentar um acordo para comandar comissões importantes da Casa.

A mais cobiçada é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), colegiado que Alcolumbre presidiu nos últimos dois anos.

O PL enfrentou uma crise interna e traições durante a eleição para a presidência do Senado. Romário (PL-RJ) anunciou voto em Rodrigo Pacheco. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, realizou uma “intervenção” no gabinete do senador durante a sessão de quarta e ordenou que ele votasse em Rogério Marinho.

O grupo, no entanto, calcula que o senador acabou mantendo o voto em Pacheco, olhando o placar da eleição.

O comando das comissões deve ser definido no próximo mês. O grupo de Pacheco se articula para presidir a CCJ com Davi Alcolumbre, a Comissão de Assuntos Econômicos com Vanderlan Cardoso (PSD-GO) e a Comissão de Relações Exteriores (CRE) com Renan Calheiros (MDB-AL).

Com um bloco formado por PSD, União Brasil e MDB, a cúpula do Senado espera garantir as três comissões.

– Nesse momento, como sempre eu acredito, é a politica que resolve as coisas – afirmou o líder do PL no Senado, Flávio Bolsonaro (RJ), ao pedir um acordo pelos colegiados e anunciar que o partido estaria desistindo de concorrer a um cargo na Mesa.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Michelle diz que governo exonerou servidora em licença-maternidade Ex-primeira-dama fez publicação nas redes sociais reclamando de decisão do governo

 

Michelle Bolsonaro Foto: Anderson Riedel/PR

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse, nesta sexta-feira (2), que o governo federal exonerou uma servidora que trabalhou com ela e que estava de licença-maternidade. A informação foi divulgada por Michelle em uma publicação feita nos stories do Instagram.

– O governo do “o amor venceu” exonerou a minha funcionária que estava de licença maternidade. Quanta hipocrisia! – escreveu Michelle.

A estabilidade no emprego para funcionárias que atuam sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é garantida pela legislação. No entanto, por falta de uma previsão legal clara a respeito da aplicação dessa regra para servidoras públicas, as demandas sobre o tema são constantemente levadas ao Judiciário, que tem, na maioria das ações, reconhecido a estabilidade.

Uma possível uniformização do entendimento sobre assunto na Justiça deve ser obtida após o julgamento de um recurso extraordinário que está marcado para maio deste ano no Supremo Tribunal Federal (STF). Na ação, a Suprema Corte avalia justamente se a gestante contratada pela administração pública faz jus ao benefício da licença-maternidade e à estabilidade provisória.

No processo, o STF já reconheceu a chamada repercussão geral, ou seja, a decisão que for tomada pela Corte será aplicada a ações cuja demanda seja similar ao tema, tanto no âmbito do Supremo quanto nos casos que tramitarem nas instâncias inferiores.

FONTE:PLENO NEWS

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Na coletiva desta quinta, Marcos do Val falou que o ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) teria sido o responsável por convencê-lo e a Bolsonaro a embarcar em uma “ação esdrúxula”. – Não houve, eu acho que saiu na imprensa aí que o presidente me coagiu. O que ficou muito claro para mim, era o Daniel tentando achar uma forma de não ser preso de novo (…). Ficou muito claro que ele estava num movimento de manipular e ter o presidente comprando a ideia dele se um senador aceitasse a missão. Ele [Bolsonaro] também não impediu o Daniel. Mas ficou claro que é o Daniel desesperado. O Daniel estava querendo manter o contato dele, querendo ser o chefe de gabinete do Magno Malta, e ele queria ficar no Congresso, para manter o network. Eu estava em um momento aí de muita raiva, foi aquele desabafo que você fica nervoso, qualquer discussão de casal você fala coisas e depois se arrepende do que fala, mas isso aí não aconteceu – disse.

 

Marcos do Val Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal (PF) a tomar o depoimento do senador Marcos do Val (Podemos-ES) na investigação sobre os atos que aconteceram em Brasília no dia 8 de janeiro.

Ao pedir autorização para marcar o interrogatório, o delegado Raphael Soares Astini disse que o senador “recentemente divulgou em suas redes sociais possuir informações relevantes” para a investigação.

Mais cedo, Marcos do Val acusou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de tentar articular um golpe de Estado, mas já mudou sua narrativa.

Em despacho nesta quinta-feira (2), Moraes disse que a “circunstância deve ser esclarecida”. O ministro também sinalizou que a “intenção golpista” pode ser enquadrada como crime de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O pedido para ouvir o senador foi feito no inquérito que se debruça sobre o papel de autoridades nos protestos extremistas na Praça dos Três Poderes. O rol de investigados inclui o governador afastado do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e o ex-ministro da Justiça e ex-secretário da Segurança Anderson Torres, que está preso preventivamente.

A PF tem outras três linhas de investigação, divididas por núcleos por causa do volume de investigados. As frentes de apuração miram em instigadores e autores intelectuais, executores e financiadores dos atos golpistas. Bolsonaro também está sendo investigado, sob suspeita de incitar os radicais. O ex-presidente está nos Estados Unidos desde o final do ano passado.

*AE

FONTE>PLENO NEWS

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Marcos do Val diz que Bolsonaro não o coagiu para golpe Senador culpou Daniel Silveira

 

Marcos do Val Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) recuou e disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não tentou coagi-lo a dar um golpe de Estado. A declaração foi dada, nesta quinta-feira (2), durante entrevista coletiva em seu gabinete. As informações são do site O Antagonista.

Ele havia dito à revista Veja que foi chamado para uma reunião na Granja do Torto. Na ocasião, segundo o senador, foi discutida a possibilidade de um golpe.

Na coletiva desta quinta, Marcos do Val falou que o ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) teria sido o responsável por convencê-lo e a Bolsonaro a embarcar em uma “ação esdrúxula”.

– Não houve, eu acho que saiu na imprensa aí que o presidente me coagiu. O que ficou muito claro para mim, era o Daniel tentando achar uma forma de não ser preso de novo (…). Ficou muito claro que ele estava num movimento de manipular e ter o presidente comprando a ideia dele se um senador aceitasse a missão. Ele [Bolsonaro] também não impediu o Daniel. Mas ficou claro que é o Daniel desesperado. O Daniel estava querendo manter o contato dele, querendo ser o chefe de gabinete do Magno Malta, e ele queria ficar no Congresso, para manter o network. Eu estava em um momento aí de muita raiva, foi aquele desabafo que você fica nervoso, qualquer discussão de casal você fala coisas e depois se arrepende do que fala, mas isso aí não aconteceu – disse.

FONTE:PLENO NEWS

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Após polêmica, Marcos do Val anuncia renúncia, mas recua Senador havia decidido deixar a vida política

 

Senador Marcos do Val Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Após anunciar em seu perfil no Instagram que estava decidido a deixar a vida política, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) recuou, dizendo que se tratou de um desabafo, após a polêmica sobre seus cumprimentos a Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na noite desta quarta-feira (1º). Segundo ele, a possibilidade de renúncia é “zero”.

– Essa possibilidade de ter alguém assumindo no meu lugar… zero. Eu não posso deixar todo o trabalho que fiz até aqui ser destruído. Eu também não posso largar a missão que assumi, sozinho até agora, de apresentar para a sociedade e para a imprensa quem prevaricou – disse o senador, em entrevista coletiva em seu gabinete, nesta quinta (2).

Em seu texto publicado na madrugada desta quarta (1º), o parlamentar havia se queixado de ataques e que chegou a sofrer um princípio de infarto. Ele afirmou que a saída era definitiva.

– Perdi a convivência com a minha família em especial com minha filha. Não adianta ser transparente, honesto e lutar por um Brasil melhor, sem os ataques e as ofensas que seguem da mesma forma (…). Nos próximos dias, darei entrada no pedido de afastamento do senado e voltarei para a minha carreira nos EUA – escreveu na ocasião.

De acordo com o senador, a decisão de fato estava tomada, mas ele repensou quando acordou na manhã desta quinta.

– Quando eu postei isso, eu estava decidido mesmo a reunir a minha equipe para tomar a decisão se realmente iria sair (…). A decisão ainda não foi tomada se eu permaneço – afirmou na coletiva.

E continuou:

– Eu nunca fui político. Quando você entra aqui (…) tem hora que a gente fica com vontade de ir embora, porque você é colocado em uma posição como se quisesse estar tirando proveito, querendo enriquecer.

O senador também reafirmou que está cobrando Rodrigo Pacheco para instalar a “CPI do Terrorismo”.

FONTE:PLENO NEWS

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Jornalista Glória Maria deixa duas filhas adolescentes Apresentadora adotou as duas meninas em 2009 após uma viagem à Bahia

 

Glória Maria ao lado das duas filhas Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

A jornalista e apresentadora Glória Maria, que faleceu na manhã desta quinta-feira (2) no Rio de Janeiro, deixa duas filhas adolescentes: Maria, de 15 anos, e Laura, de 14. As duas foram adotadas pela comunicadora em 2009, após uma viagem dela à Bahia.

De acordo com o jornal O Globo, Glória se encantou com Maria durante um trabalho voluntário em um orfanato em Salvador. Após conhecer a menina, ela também se apaixonou por Laura, mas sem saber que as duas eram irmãs biológicas. A partir disso, a jornalista decidiu adotar as duas.

Ao todo, o processo de adoção das jovens levou 11 meses para ser concluído. Durante esse tempo, Glória chegou a mudar de estado para ficar mais perto das crianças enquanto o processo tramitava na Justiça. Desde que adotou as meninas, Glória fazia diversos registros das filhas nas redes sociais em momentos do cotidiano, como aulas de balé e férias em família.

Na última postagem sobre as filhas feita no Instagram, em setembro do ano passado, Glória lamentou não poder acompanhar as filhas no Rock in Rio por causa de sua saúde.

– Foram com a minha comadre Verônica, e a madrinha Júlia. Se divertiram, mas, se Deus quiser, no próximo evento vamos estar juntas. Por enquanto preciso me cuidar. Mas tenho fé, e logo estarei de volta brilhando – escreveu Glória na legenda.

Glória morreu na manhã desta quinta em decorrência de um câncer no cérebro. A jornalista estava internada no Hospital Copa Star, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Em 2019, ela foi diagnosticada com câncer de pulmão, que depois evoluiu para um quadro de metástase no cérebro. A apresentadora vinha fazendo tratamento com radioterapia e imunoterapia.

FONTE:PLENO NEWS

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