Ilana Trombka, diretora-geral do Senado Federal, é alvo de um processo de assédio moral. A autora da ação é Dinamar Santos, ex-servidora da Casa Legislativa.
De acordo com o colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, Trombka foi intimada a prestar esclarecimento no último dia 23 de março.
Dinamar Santos trabalhou diretamente com Trombka entre 2017 e 2018. Ela alega ter sofrido perseguição e boicote pela diretora-geral.
A ex-servidora citou um exemplo de quando foi nominalmente convidada pelo Ministério da Defesa para dar uma palestra organizada pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados. Segundo ela, Trombka a impediu de falar no evento, designando outro servidor para a tarefa.
Em 2019, Dinamar foi alvo de uma investigação preliminar instaurada pela diretora-geral, devido a uma denúncia à Polícia do Senado contra ela. Mesmo que a apuração preliminar seja praxe no regimento interno do Senado, Dinamar assegura que se tratou de “perseguição” de Trombka contra ela. O caso, no entanto, foi arquivado.
Ainda no processo consta que Santos formalizou uma denúncia contra Trombka no setor de Qualidade de Vida do Senado. Na ocasião, ela ouviu da servidora que lhe atendeu que ela “não era a primeira pessoa” a reclamar da conduta da diretora-geral do Senado.
Ilana Trombka, por sua vez, nega as acusações da ex-servidora,
– A Polícia do Senado fez apurações que tinha que fazer e encaminhou para mim o resultado. Um ato do primeiro secretário do Senado orienta como a gente deve tratar casos de assédio moral e o artigo diz que a gente deve instaurar uma apuração preliminar. E eu abri a apuração das duas, cada uma teve uma apuração preliminar – explicou Trombka ao Metrópoles.
Trombka afirma fazer uma boa gestão no Senado e citou êxitos como “recordes positivos em matérias de gênero e clima no ambiente de trabalho”.
Senadores Rogério Marinho e Randolfe Rodrigues debatem na CNN Brasil Foto: Reprodução CNN
Os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) debateram sobre os 100 dias do governo de Luiz Inácio Lula da Silva durante um programa na CNN Brasil e a questão econômica entrou em pauta.
O parlamentar aliado de Lula criticou a taxa de juros e disse que este valor não tem interferência do novo governo.
– É importante destacar uma coisa: essa taxa de 13.75%, a maior da história, não veio de nós não, foi herdada do governo anterior.
Marinho, então,, rebate e diz que a taxa Selic que temos no momento não é a maior da história e que valores maiores que o atual foram registrados durante os governos de Lula e Dilma.
– Eu convido o senador a estudar a história econômica do país. O presidente Lula, no primeiro mandato, aumentou a taxa de juros a mais de 26% ao ano. E antes disso, senador Randolfe, a taxa de juros, na época do descontrole e do gasto excessivo que vossa excelência pretende implementar, chegou a 46% ano ano.
ASSISTA:
BANCO CENTRAL APRESENTA OS VALORES REAIS O site do Banco Central oferece o histórico de taxas de juros desde 1996. Em novembro de 1997, por exemplo, a taxa Selic estava em 45,90%.
Quando Lula assumiu em 2003, a taxa chegou a 26,32%, teve algumas quedas e passou a operar, no final do primeiro mandato, a 13,75%, mesmo valor que está no momento. No final do segundo mandato de Lula a taxa estava em 11,50%.
O governo de Dilma Rousseff também teve uma grande oscilação no valor da Selic, chegando a 14,25% em 2016. Michel Temer entrou para Bolsonaro a taxa em 6,50%, e a partir de março de 2023 a Selic foi aumentando até atingir a porcentagem atual.
O valor da taxa de juros é decidido pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central.
Dos dez deputados federais mais influentes nas redes sociais, oito são aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O mais proeminente é Nikolas Ferreira (PL-MG), que polemizou com o episódio da política brasileira mais falado na internet neste recorte temporal contemplado pela pesquisa: o discurso na tribuna do plenário usando peruca, no Dia Internacional da Mulher.
Apenas um parlamentar de esquerda está na lista dos dez mais, segundo o Índice de Popularidade Digital (IDP) realizado pela consultoria Genial/Quaest: André Janones (Avante-MG).
O estudo, divulgado pelo jornal O Globo, revelou uma vantagem ainda mais larga no Senado, onde todos os dez mais influentes são de direita, aliados de Bolsonaro. A lista apresenta Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), seguido por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e, em seguida, Sergio Moro (União Brasil-PR).
Os assuntos que mais repercutiram na seara política, nos debates virtuais, os petistas obtiveram vantagem apenas no caso das joias sauditas, gerando 78,2 milhões de interações no período de 2 de fevereiro a 28 de março, mas foi vencido no mesmo período pela polêmica de Nikolas Ferreira e a peruca, que gerou 89,4 milhões de interações.
Os quatros temas mais populares nas redes são todos contrários ao governo do presidente Lula. A volta das invasões do MST (41,1 milhões de interações), “PT quer assassinar Moro/Lula contra Moro” (40,7 milhões), “PT tem ligações com o PCC/Dino na Maré” (37,5 milhões) e CPMI do 8 de janeiro (33,6 milhões).
O ranking considera 152 variáveis, como número de seguidores e buscas em sites como Google, YouTube, Facebook e Twitter.
RANKING DOS DEPUTADOS MAIS INFLUENTES NA INTERNET 1º) Nikolas Ferreira (PL-MG) – oposição 2º) Fábio Teruel (MDB-SP) – independente 3º) André Janones (Avante-MG) – pró-governo 4º) Mauricio Marcon (Podemos-RS) – oposição 5º) Eduardo Bolsonaro (PL-SP) – oposição 6º) Tiririca (PL-SP) – oposição 7º) André Fernandes (PL-CE) – oposição 8º) Bia Kicis (PL-DF) – oposição 9º) Gustavo Gayer (PL-GO) – oposição 10º) Marcel van Hattem (Novo-RS) – oposição
VEJA O TOP 10 DOS SENADORES 1º) Cleitinho (Republicanos-MG) – oposição 2º) Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – oposição 3º) Sergio Moro (União Brasil-PR) – oposição 4º) Romário (PL-RJ) – oposição 5º) Magno Malta (PL-ES) – oposição 6º) Damares Alves (Republicanos-DF) – oposição 7º) Marcos do Val (Podemos-ES) – oposição 8º) Hamilton Mourão (Republicanos-RS) – oposição 9º) Rogério Marinho (PL-RN) – oposição 10º) Marcos Pontes (PL-SP) – oposição
Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: EFE/Joédson Alves
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, declarou nesta sexta-feira (31) que a extrema direita “capturou” as redes sociais com a finalidade de “atacar a democracia”. No seu entendimento, este movimento não é particularidade do Brasil, mas ocorre em vários países.
– Não foi uma questão brasileira só. Tivemos, no mundo todo, uma captura pela extrema direita das redes sociais com uma clara finalidade: o ataque à democracia, a quebra das regras democráticas – afirmou.
O magistrado fez tal declaração ao comentar acerca de ataques promovidos por manifestantes radicais em 8 de janeiro, no Distrito Federal.
Moraes participou nesta sexta de um seminário realizado pela Fundação Fernando Henrique Cardoso, com o tema “O STF e a defesa da democracia”. No discorrer do assunto, o jurista enfatizou sua visão sobre a guerra ideológica no ambiente virtual.
– A extrema direita domina as redes. É impressionante a incapacidade do restante da sociedade em pelo menos equilibrar. Mas como se iniciou isso? Desacreditando a imprensa. “Vamos atacar e desacreditar a imprensa”. A ideia foi: “vamos equiparar nossa noticia, a noticia fraudulenta, mentirosa, conhecida como fake news, vamos equiparar desinformação com informação” – opinou.
O ministro completou a questão dizendo que além de atacar a imprensa, extremistas passaram a mirar o sistema eleitoral e o Poder Judiciário, que, segundo ele, são pilares da democracia.
Neste enfrentamento salientado por Moraes, ele destacou que houve por parte da extrema direita uma tentativa de “aniquilar” o STF.
– No momento em que o STF abaixasse a cabeça, como o STF poderia exigir que o juiz de 1ª instância enfrentasse os políticos locais? Se a cúpula do poder Judiciário não enfrenta, você não pode exigir q um juiz enfrente. E a queda do STF seria a queda do poder judiciário brasileiro e a queda do estado democrático de direito – disse.
MORAES CRITICA BOLSONARO E O PL O magistrado afirmou que houve por parte da campanha de Jair Bolsonaro uma tentativa de subtrair a credibilidade da Justiça Eleitoral.
– (Houve) a grande e patética manobra do PL, depois das eleições, pedindo, numa terça-feira, a anulação. (…) O que importa não é só o pedido, era a narrativa, a expectativa de que, ao instruir, ganhariam tempo para aumentar isso. E o que houve, imediatamente, isso não levou nem meia hora, o aditamento. Por que a urna do primeiro turno, que é igual à do segundo turno, é boa? “Porque eu ganhei”. E a segunda é ruim? “Porque eu perdi”. Não houve o aditamento, houve uma multa módica (ao partido) de R$ 22,7 milhões – relatou.
Sobre o questionamento da campanha de Bolsonaro sobre a suspeição de que teria sido suprimidas 30 mil inserções de rádios, Alexandre de Moraes disse que a denúncia é “um negócio patético, se não fosse agressivo à democracia”.
O jurista também falou sobre a desconfiança com as urnas eletrônicas em não reproduzir com fidelidade a vontade popular, dada a hipótese de vulnerabilidade à manipulações e fraudes, além de não haver possibilidade de uma auditoria em comprovante físico (papel).
– No fundo, ela (pessoa que apoia Bolsonaro) sabe que não tem fraude, que é um discurso, que foi uma lavagem cerebral. Tanto foi que, entre abstenção, voto nulo e voto em branco, somados, foi o menor número de pessoas das últimas 10 eleições, proporcionalmente. Em outras palavras: foi o maior número de votos em candidatos – argumentou.
O atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral seguiu sua oratória na tentativa de compor um perfil generalizado de apoiadores de Bolsonaro no ato de 8 de janeiro, como alienados, radicais e com reduzida capacidade intelectual.
– Não é fácil tentar atentar contra a democracia. Essas pessoas que depredaram as sedes dos 3 poderes, (…) eu fui ao presídio com a ministra Rosa Weber, várias alienadas, acham que não fizeram nada, acham que foram se manifestar. Uma delas disse que estava passando por perto e Deus disse para ela se refugiar debaixo da mesa do presidente do Senado e que por isso ela entrou. É um negócio assustador o que essa lavagem cerebral das milícias digitais está fazendo com inúmeras pessoas – disse
Bia Kicis, Valdemar Costa Neto e Michelle Bolsonaro Foto: Natanael Alves/PL
A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) tomou posse como presidente do PL-DF em cerimônia realizada nesta quinta-feira (30) no Centro de Tradições Gaúchas Jayme Caetano Braun, em Brasília. Na ocasião, ela descreveu a legenda como o “melhor partido do Brasil” e disse que a sigla “já está fazendo história”.O evento contou com a presença da ex-primeira-dama e presidente nacional do PL Mulher, Michelle Bolsonaro. Também teve direito a uma mensagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que desejou boa sorte a Kicis e declarou esperar que o partido cresça muito mais com a deputada à frente da sigla no Distrito Federal.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, também esteve na solenidade, e lembrou que Kicis foi reeleita como a deputada federal mais votada no DF. A parlamentar conquistou 214.733 votos entre os eleitores da unidade federativa.
Em seu Instagram, Kicis garantiu que há muito trabalho pela frente: “Vamos juntos pelo DF”, declarou.
Uma perícia realizada pela Polícia Científica de Sorocaba, no interior de São Paulo, apontou que Elize Matsunaga, condenada por ter matado e esquartejado o marido em 2012, utilizou o atestado de antecedentes criminais de um funcionário da empresa em que trabalhava para falsificar o próprio documento. Ela foi indiciada em fevereiro deste ano por uso de documento falso.
Em liberdade condicional desde maio do ano passado, Elize foi detida no último dia 27 de fevereiro em Franca, no interior de São Paulo, por usar um documento falso para conseguir emprego em uma empresa de Sorocaba, também no interior paulista. Na época, ela chegou a ser levada para a delegacia, mas foi liberada na sequência.
Com o indiciamento, o Ministério Público pediu que Elize Matsunaga voltasse para o regime fechado, o que foi negado pela Justiça. A promotoria, no entanto, recorreu da decisão. Com isso, a questão deve ser julgada na segunda instância do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
Segundo informações apuradas pela TV TEM, afiliada da Globo em Sorocaba, a perícia encontrou no celular de Elize dois documentos, o original e um falsificado. À polícia, o funcionário dono do documento original afirmou que havia retirado um atestado pelo aparelho de Elize e que ela teria ficado com o documento real. O homem relatou também que não sabia que o documento dele seria usado na falsificação.
No posicionamento enviado à Justiça sobre o caso, a defesa de Elize alegou que ela não cometeu falta grave e que as investigações da Polícia Civil sobre o uso de documento falso não apresentaram provas do crime.
Prefeito de Nova Palmeira, Ailton Gomes Medeiros Foto: Print de vídeo do Instagram Aílton Gomes
Nesta quinta-feira (30), o prefeito de Nova Palmeira, município da Paraíba, Ailton Gomes (Cidadania-PB), de 57 anos, foi criticado depois de dançar até o chão durante um jantar oferecido pelo senador Efraim de Araújo Morais Filho (União Brasil-PB). Na ocasião, também estavam presentes outros gestores públicos do estado da Paraíba que participaram da 24ª Edição da Marcha dos Prefeitos, evento dedicado a discutir questões dos municípios e onde são apresentadas reivindicações do movimento municipalista.
Um vídeo que circula nas redes sociais, com a legenda: “Teve dancinha sim”, foi compartilhado pelo próprio prefeito. No entanto, o período de descontração do político não foi bem interpretado e Ailton Gomes precisou emitir uma nota de esclarecimento para a população.
Em nota, o prefeito de Nova Palmeira informou que “sempre apresentou comportamento despojado e extrovertido nos ambientes em que frequenta” e ressaltou que “nada o impede de se divertir em seu horário de lazer”.
Ailton Gomes já ocupou por quatro vezes o cargo de vereador e foi presidente da Câmara Municipal de Nova Palmeira por dois anos sucessivos.
NOTA NA ÍNTEGRA O Prefeito de Nova Palmeira – PB, em resposta aos comentários inverídicos quanto aos fatos ocorridos no evento da XXIV Marcha dos Prefeitos acerca do vídeo em que aparece o prefeito Ailton Gomes dançando de maneira descontraída, que circula nas redes sociais, vem esclarecer que:
Considerando que o atual gestor público teve toda as suas contas julgadas e aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado e ainda, que o valor referente às diárias recebidas pelo mesmo foram utilizadas para custear as despesas da viagem até Brasília, tudo em conformidade com a legislação, nada impede que o prefeito, que sempre se mostrou um homem íntegro, probo, humilde e combatente das causas em prol de seu município e seu estado, se divirta em seu horário de lazer.
Inclusive, a própria FAMUP (Federação das Associações de Municípios da Paraíba) emitiu nota lamentando a tentativa de desqualificação do prefeito de Nova Palmeira – PB.
Noutro norte, em que pese evento ser de extrema importância e seriedade, a dança realizada pelo sr. Ailton Medeiros foi gravada em um jantar que ocorreu em momento posterior as temáticas debatidas, onde todos os prefeitos confraternizavam e se divertiam.
E mais, o atual gestor de Nova Palmeira – PB sempre apresentou comportamento despojado e extrovertido nos ambientes em que frequenta, sendo uma maneira de descontrair o ambiente de festividades públicas e políticas.
Dessa forma, o sr. Ailton Gomes Medeiros esclarece os fatos para a população, ficando à disposição para mais informações.
Ailton Gomes Medeiros, Nova Palmeira – PB, 30 de março de 2023.
Nesta quinta-feira (23), a juíza Gabriela Hardt, da 9ª Vara Federal de Curitiba (PR), retirou o sigilo da decisão que autorizou a prisão de 11 suspeitos de planejar ataques contra o senador Sergio Moro (União-PR).
Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal por intermédio da Operação Sequaz, na qual 120 policiais federais cumpriram 24 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária em Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná.
A operação usou depoimentos de um delator que deu detalhes sobre o esquema milionário que foi criado para atacar o ex-juiz e também o promotor de Justiça de São Paulo, Lincoln Gakiya.
Entre as provas usadas para chegar aos indiciados estão quebra de sigilo telefônico, conversas de mensagens no celular e emails.
Hardt entendeu que Moro era um dos alvos porque “alçou notoriedade pelo combate ao crime organizado à frente da ‘lava jato'”, ela se refere à Portaria 157/2019, do Ministério da Justiça, que culminou na Lei “anticrime” (Lei 13.964/2019), restringindo as visitas em presídios federais ao parlatório e à videoconferência. Na época, Moro era ministro da Justiça.
Deputados apresentam pedido de impeachment contra Lula Foto: Reprodução
Nesta quarta-feira (29), a bancada do PL apresentou o pedido de impeachment contra o presidente Lula (PT), divulgando à imprensa as razões que fundamentam o documento protocolado na Câmara dos Deputados.
O líder da oposição, Carlos Jordy (PL-RJ), e o vice-líder, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), foram os primeiros a falar sobre o “superpedido” que foi assinado não apenas pelos deputados da sigla, mas também de outros partidos.
Jordy declarou que as falas do petista contra o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) foram decisivas para a formulação do pedido.
– Lula tem feito ataques, tem desgovernado o país, criado um caos. Fizemos um pedido com as últimas falas, falas que demonstram total desrespeito à nossa democracia, ameaçando o ex-juiz Sergio Moro quando ele manifesta seu projeto de vingança.
O parlamentar se refere a dois momentos: a fala de Lula a um site de esquerda dizendo que voltou ao poder para f**** com o ex-juiz da Lava Jato. E também sobre ser “armação” a investigação da Polícia Federal que desarticulou um esquema preparado pela facção criminosa PCC contra Moro e sua família.
– Tudo isso configura crime de responsabilidade pela falta de liturgia e o desvio de finalidade – completou Jordy.
Orleans e Bragança explicou que esse pedido de impeachment foi possível, porque os parlamentares estão se conscientizando da falta de projeto e da desgovernança que marcaram os primeiros meses do governo Lula.
O parlamentar listou alguns crimes que foram citados no superpedido: quebra de decoro, desvio de função e ameaça. Orleans e Bragança também falou sobre outros problemas causados pelas decisões do presidente, como o desequilíbrio fiscal e a intervenção em direitos já adquiridos.
O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) declarou que apoiou o projeto e que espera que a população brasileira demonstre nas ruas o mesmo apoio ao impeachment de Lula que eles demonstram nas redes sociais, pois o apoio popular é importante para que o projeto avance no Congresso Nacional.
– O país não pode continuar à deriva (…). Pedimos à população brasileira todo apoio demonstrado nas redes sociais. Povo na rua, impeachment de Lula!
Nove integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foram presos nesta quarta-feira (22) no âmbito da Operação Sequaz, que teve como objetivo desarticular um grupo que planeja ataques contra autoridades, entre eles o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e a família dele.
De acordo com informações da coluna Na Mira, do site Metrópoles, obtidas a partir de fontes ligadas à investigação, os detidos foram: Valter Lima Nascimento, o Guinho; Reginaldo Oliveira de Sousa, conhecido como Rê; Franklin da Silva Correa, vulgo Frank; Aline de Lima Paixão; Aline Arndt Ferri; Cintia Aparecida Pinheiro Melesqui, conhecida como Luana; Herick da Silva Soares, vulgo Sonata; Claudinei Gomes Carias, também chamado de Nei; e Janeferson Aparecido Mariano Gomes, o Nefo.
Além dos presos, outros dois envolvidos ainda estão foragidos. Um deles é Patric Velinton Salomão, conhecido como Forjado. O grupo tem uma ficha criminal extensa e começou a executar o plano de ataque alugando imóveis e construindo esconderijos.
SOBRE A OPERAÇÃO A Polícia Federal deflagrou nesta quarta a Operação Sequaz, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que pretendia realizar ataques, incluindo homicídios e extorsão mediante sequestro, contra servidores públicos e autoridades. Um dos alvos era o ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União Brasil-PR).
A PF informou que, segundo a investigação, os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea, e os principais investigados se encontravam nos estados de São Paulo e Paraná. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, prisão preventiva e prisão temporária em Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná.
A corporação destacou que o nome da operação se refere ao ato de seguir, vigiar, acompanhar alguém, devido ao método utilizado pelos criminosos para fazer o levantamento de informações as possíveis vítimas.