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Ciclone mata dois na Região Sul, e frio avança pelo Brasil Massa de ar polar deve derrubar de vez a temperatura nesta sexta-feira

ciclone no Sul Fotoução/Band

A passagem do ciclone extratropical deixou dois mortos desde quarta-feira, 12, no Sul do Brasil. Uma das vítimas era um idoso de Rio Grande, no interior gaúcho, que morreu após uma árvore cair sobre sua casa. Já em Brusque, em Santa Catarina, um homem, de cerca de 40 anos, morreu após ser atingido por uma árvore, segundo dos bombeiros. Nesta sexta (14), a massa de ar polar deve derrubar as temperaturas em vários pontos do Brasil.

As informações preliminares das autoridades catarinenses apontam que o homem fazia a manutenção de uma rede telefônica na região quando foi atingido pelo tronco, que desabou por causa dos fortes ventos. No acidente, a vítima despencou de uma altura de três metros.

SÃO PAULO REGISTRA VENTOS FORTES
O estado de São Paulo sofreu nesta semana com fortes ventos, reflexo do ciclone extratropical. Uma idosa de 80 anos morreu em Itanhaém, no litoral paulista, após ser vítima de descarga elétrica causada pela queda de um galho sobre o fio de alta tensão.

Em São José dos Campos, no interior, uma jovem de 24 anos ficou gravemente ferida quando um tronco desabou sobre o carro onde fazia aula de autoescola; ela chegou a ser internada, mas morreu no fim da tarde.

Segundo a Defesa Civil, com o deslocamento do ciclone extratropical em sentido ao oceano, a tendência é de que os índices de velocidade média de vento diminuam, as rajadas de vento também devem acompanhar este comportamento. Assim como o ciclone de meados de junho, este também teve uma formação atípica, por isso tamanha intensidade.

FRIO AVANÇA
A partir desta sexta (14), uma massa de ar polar deve derrubar de vez a temperatura. Segundo a empresa Climatempo, esta sexta pode ser o dia mais frio do ano em São Paulo. A capital deve ter sol, mas a temperatura máxima é de 17ºC e a mínima, de 9ºC. Neste sábado (15), fica entre 8ºC e 20ºC. No domingo (16), esquenta um pouco, com mínima de 10ºC e máxima de 24ºC, mas chove à tarde.

No interior de São Paulo, deve chover em Araraquara nesta sexta, com mínima de 13ºC e máxima de 24ºC – condições atípicas na terra que leva o nome de “morada do Sol”. Em Bauru, a mínima será de 8ºC no sábado, com máxima de 25ºC, e chove no domingo. São José do Rio Preto terá mínima de 10ºC e máxima de 27ºC no fim de semana, assim como Ribeirão Preto.

No litoral, além do alerta para ventania, ressaca e ondas de mais de 4 metros, a temperatura também cai. Santos terá mínima de 12ºC e máxima de 25ºC no fim de semana e chuva nesta sexta. Em Ubatuba, no litoral norte, chove sexta e sábado e a temperatura fica entre 12ºC e 26ºC.

*AE

FONTE:PLENOO NEWS

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CNJ puniu magistrados por falas mais “brandas” que a de Barroso Juízes e desembargadores que fizeram manifestações políticas foram punidos recentemente

 

Plenário do CNJ Foto: Rômulo Serpa/Agência CNJ

A declaração feita na última quarta-feira (12) pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a derrota do “bolsonarismo”, certamente poderia ser alvo de punição no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se fosse aplicado o histórico recente de rigidez nas punições aplicadas contra outros magistrados ao redor do país.

O órgão, estabelecido na Constituição para “zelar pelo controle da atuação administrativa” do Poder Judiciário, tem adotado uma política de punir manifestações políticas feitas por juízes e desembargadores. Um dos casos recentes foi o do juiz da Vara de Execuções Penais de Manaus, no Amazonas, Luis Carlos Valois.

Em janeiro, o magistrado teve as contas suspensas nas redes sociais. Em postagens, afirmou que a ex-presidente Dilma Rousseff não cometeu crime de responsabilidade, concluindo que o impeachment não teve “pressuposto legal”. Valois também chegou a postar uma charge que ironizava os atos do dia 8 de janeiro.

Na decisão que levou à derrubada dos perfis do juiz, o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, se baseou no artigo 95 da Constituição Federal, que veda a juízes “dedicar-se à atividade político-partidária”. Salomão disse na decisão que “a conduta individual do magistrado com conteúdo político-partidário macula a confiança da sociedade em relação à credibilidade” da Justiça.

Já em dezembro do ano passado, Salomão bloqueou os perfis da desembargadora federal Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), por ter elogiado as manifestações que ocorriam diante dos quartéis após a vitória eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

– Copa a gente vê depois, 99% dos jogadores do Brasil vivem na Europa, o técnico é petista e a Globolixo é de esquerda, nossa Seleção verdadeira está na frente dos quartéis – escreveu a magistrada, na publicação.

Em novembro de 2022, o CNJ aplicou pena de censura à juíza Regiane Tonet dos Santos, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), por postagens, feitas em 2017 e 2018, com críticas ao STF, à presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e ao ex-presidente do partido José Dirceu.

Já durante o período eleitoral, em outubro do ano passado, Salomão determinou a suspensão das redes de dois magistrados por manifestações políticas. Uma delas foi do desembargador Marcelo Buhatem, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), por ter postado que o hoje presidente Lula era “convidado de honra do Comando Vermelho”.

Na mesma sessão, também foi tomada a decisão de suspender do Twitter a juíza Rosália Sarmento, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por publicar dezenas de mensagens declarando e pedindo voto em Lula e com críticas a Bolsonaro.

– A conduta individual do magistrado com conteúdo político-partidário arruína a confiança da sociedade em relação à credibilidade, à legitimidade e à respeitabilidade da atuação da Justiça, atingindo o próprio Estado de Direito que a Constituição objetiva resguardar – destacou Salomão, na ocasião.

FONTE:PLENO NEWS

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Ladrão tenta roubar moto e é surpreendido por vítima armada Criminoso levou cinco tiros do dono do veículo

 

Dono de moto reage a assalto Foto: Reprodução/Twitter TopMídia News

Na madrugada desta segunda-feira (12), um bandido armado rendeu o dono de uma moto para roubar o veículo, mas foi surpreendido com a reação da vítima que, armada, efetuou disparos contra ele. O caso aconteceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Uma câmera de segurança registrou o exato momento em que dois homens [um a pé e o outro empurrando uma moto] se aproximam de um grupo de pessoas e anunciam o assalto.

Um criminoso armado se dirige para sentar-se no veículo que acabara de roubar, enquanto o comparsa, identificado como Felipe, também armado, mantém as vítimas rendidas. As pessoas vão deixando a cena, quando o dono da moto saca sua arma e começa a atirar em um dos ladrões, que cai ao chão e acaba sendo agredido sequencialmente.

O proprietário da moto, identificado como Leandro, atira várias vezes e consegue tomar a arma do criminoso caído, enquanto o outro empreende fuga. Felipe, este bandido que aparece deitado, levou cinco tiros e foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e, logo em seguida, para uma Santa Casa. A polícia informou que ele portava dois quilos de maconha do tipo skunk [conhecida como supermaconha].

FONTE:PLENO NEWS

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Flávio Bolsonaro sobre Barroso: “Cometeu o maior ato antidemocrático da história do Brasil” Senador usou rede social para criticar declaração do ministro do STF

 

Senador Flávio Bolsonaro Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou as redes sociais, nesta quinta-feira (13), para criticar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, após uma fala do magistrado sobre a “derrota do bolsonarismo”.– Luís Roberto Barroso cometeu o maior ato antidemocrático da história do Brasil. E essa é só a foto atual do filme horroroso arquitetado há anos contra a democracia – escreveu o senador, no Twitter.

A declaração polêmica de Barroso ocorreu na quarta-feira (12), durante congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Na ocasião, o ministro recebeu vaias de um grupo ligado a profissionais da área de enfermagem e respondeu da seguinte forma:

– Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas – declarou.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou, em seu perfil no Twitter, que a oposição entrará com um pedido de impeachment contra o magistrado.

– A oposição entrará com processo de impeachment contra Barroso por cometer crime de “exercer atividade político-partidária”, previsto no art. 39, da Lei 1079/50. Se, por um milagre, houver justiça neste país, a perda do cargo é inegável – escreveu o deputado.

Após a repercussão negativa, o STF emitiu uma nota a fim de explicar a fala do ministro. Segundo a Corte, quando o magistrado disse “nós derrotamos o bolsonarismo” no congresso da UNE, ele se referia ao voto popular, não à atuação de instituições judiciárias.

– As vaias, que fazem parte da democracia, vieram de um pequeno grupo ligado ao Partido Comunista Brasileiro, que faz oposição à atual gestão da UNE. Como se extrai claramente do contexto da fala do ministro Barroso, a frase “nós derrotamos a ditadura e o bolsonarismo” referia-se ao voto popular e não à atuação de qualquer instituição – defende o STF.

O caso foi comentado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que classificou como “inadequada, inoportuna e infeliz” a fala de Barroso. Para ele, é necessária uma “retratação” por parte do magistrado.

– A presença do ministro em um evento de natureza política, com uma fala de natureza política, é algo infeliz, inadequado, inoportuno. O que espero é que haja por parte do ministro Luís Roberto Barroso uma reflexão sobre isso e, eventualmente, uma retratação no alto da sua cadeira de ministro do STF e prestes a assumir a presidência da Suprema Corte – expressou-se em pronunciamento no Senado.

Ainda segundo avaliação de Pacheco, um ministro da Suprema Corte deve se “ater” ao seu papel e deixar as manifestações políticas para os “sujeitos políticos”. Ele reconheceu que a declaração pode ser interpretada como um impedimento às condições de Barroso para julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

FONTE:PLENO NEWS

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Dino defende regular as redes por conta das “ideias da direita” Para o ministro de Lula, as plataformas veiculam o extremismo e o ódio

Abertura do Congresso da UNE Foto: Jamile Ferraris MJSP

O desejo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de regulamentar as redes sociais foi explicado, nesta quarta-feira (12), pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, durante a abertura do 59º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Segundo Dino, um dos motivos é porque as redes são usadas como “plataformas das ideias da direita e do poder econômico”.

– A gente tem que entender que a internet funciona como uma plataforma das ideias da direita. Funciona como uma plataforma do poder econômico. Funciona como uma plataforma da negação de direitos – declarou o ministro.

Dino ainda disse que é “tarefa democrática e fundamental enfrentar o poder de quatro ou cinco empresas que mandam na internet e estão veiculando extremismo e ódio”, se referindo às big techs como Google, Meta, TikTok e Telegram.

Durante seu discurso, Dino estava próximo do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), relator do Projeto de Lei 2630/2020, que institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, também chamado de PL das Fake News ou PL da Censura.

O texto teve sua urgência votada na Câmara dos Deputados no mês de maio, mas a votação do mérito foi adiada por causa de toda a polêmica gerada em volta do projeto.

FONTE:PLENO NEWS

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Barroso diz que não quis ofender os 58 milhões de bolsonaristas Ministro usou a velha tática "não foi bem isso o que eu quis dizer"

 Ministro Luís Roberto Barroso

Ministro Luís Roberto Barroso Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Após receber vaias de um grupo ligado a profissionais da área de enfermagem, nesta quarta-feira (12), enquanto discursava no 59º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), usou a frase “nós derrotamos o bolsonarismo” e disse que tal fato permitiu “a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas”.

– Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas – declarou.

A declaração tomou enorme proporção e repercutiu negativamente em todo o noticiário e redes sociais nesta quinta-feira (13). Com isso, diversas autoridades reprovaram a fala do ministro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cobrou que o magistrado fizesse uma retratação pública. E ele fez.

Nesta quinta, em seu Twitter e também no site do STF, Barroso pediu desculpas aos 58 milhões de eleitores de Jair Bolsonaro (PL) e usou a velha tática “não foi bem isso o que eu quis dizer”.

– Na data de ontem, em Congresso da União Nacional dos Estudantes, utilizei a expressão “derrotamos o Bolsonarismo”, quando na verdade me referia ao extremismo golpista e violento que se manifestou no 8 de janeiro e que corresponde a uma minoria – escreveu.

E completou:

– Jamais pretendi ofender os 58 milhões de eleitores do ex-presidente nem criticar uma visão de mundo conservadora e democrática, que é legítima. Tenho o maior respeito por todos os eleitores e por todos os políticos democratas, sejam eles conservadores, liberais ou progressistas.

 FONTE:PLENO NEWS

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PL envia Michelle ao Nordeste; região é famoso reduto petista Ex-primeira-dama visitará todos os estados nordestinos

 

Michelle Bolsonaro Foto: Andre Borges/(EPA) EFE/EFEVISUAL

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) terá uma missão política desafiadora em João Pessoa, na Paraíba, neste fim de semana. Esta é a primeira viagem de Michelle ao Nordeste desde a posse de Lula (PT) em seu terceiro mandato.

Ela prestigiará o evento de filiação de mulheres que aspiram concorrer às eleições municipais do próximo ano. Uma das organizadoras do ato é Simone Queiroga, esposa do ex-ministro da Saúde de Bolsonaro, Marcelo Queiroga – de acordo com Bela Megale.

O PL quer a presença de Michelle Bolsonaro no nordeste para visitar todos os estados da região onde o presidente Lula goza de maior popularidade.

FONTE:PLENO NEWS

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Waiãpi quer exame toxicológico para alunos de federais "Nenhuma instituição pública deve alimentar o tráfico e o consumo de drogas", disse deputada

 

Silvia Waiãpi Foto: Agência Senado/Edilson Rodrigues

Um projeto de lei, apresentado pela deputada federal Silvia Waiãpi (PL-AP), visa tornar obrigatório que alunos de instituições federais de ensino façam exames toxicológicos. As informações são do site O Antagonista.

O texto defende que os estudantes comprovem semestralmente um resultado negativo do teste para que consigam efetivar a matrícula.

Waiãpi disse que a proposta garantirá a segurança no campus e irá coibir o consumo e a venda de drogas nas universidades.

– Nenhuma instituição pública deve alimentar o tráfico e o consumo de drogas no país. Iremos cobrar para que, de fato, permaneçam no local apenas alunos que estejam realmente comprometidos a estudar. Caso contrário, serão desligados – argumentou a parlamentar.

FONTE:PLENO NEWS

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Após confusão em CPI, Sâmia será levada ao Conselho de Ética A parlamentar chamou seus pares de bandidos e interrompeu as falas de deputados

 

Sâmia Bomfim Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (12), o presidente do Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Coronel Zucco (Republicanos-RS), anunciou que fará duas representações contra a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

Os motivos serão as palavras proferidas pela parlamentar contra seus pares durante as discussões do trabalho da CPI. Bomfim tem usado o espaço para atacar o agronegócio e entrado em embate com os deputados da oposição.

Nos debates, ela chamou alguns colegas de bandidos. O embate é direcionado ao relator da CPI, Ricardo Salles (PL-SP), ex-ministro da Agricultura do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Inclusive, foi Salles que sugeriu que os deputados apresentassem uma representação conjunta contra Sâmia.

Zucco, por diversas vezes, avisou a deputada do PSOL de que o Código de Ética da Câmara pede para que os deputados se tratem de forma cortês. Não havendo resposta, o presidente da CPI anunciou a decisão.

ASSISTA:

FONTE:PLENO NEWS

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Barroso nega pedido para Dino explicar ataques contra urnas O ministro declarou que a ação movida por deputados não tem fundamento

 

Ministro Luís Roberto Barroso fez discurso contra a desinformação nas redes Foto: Agência Brasil/Fabio Pozzebom

Deputados entraram com uma ação para que o ministro da Justiça, Flávio Dino, explicasse antigas mensagens com ataques às urnas eletrônicas. No entanto, a ação foi rejeitada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao julgar a ação, nesta quarta-feira (12), Barroso disse que não há fundamento no pedido apresentado pelos parlamentares Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Nikolas Ferreira (PL-MG), Bia Kicis (PL-DF) e Marco Feliciano (PL-SP).

Na explicação, o ministro disse que essa é uma questão de direito civil e que o STF só analisa casos envolvendo pessoas com foro privilegiado, como Flávio Dino, em questões de caráter penal.

Outro ponto apresentado na justificativa de Barroso é que nenhum dos deputados que assinam a ação foram ofendidos por Dino.

– A simples leitura da petição inicial revela que os postulantes não fazem nenhuma menção, ou mínima referência, a eventual prática de crime contra a honra de quem quer que seja – diz o ministro em parte da decisão.

Mensagens antigas no Twitter de Flávio Dino mostram que, por vários anos, ele desconfiou da lisura das urnas eletrônicas. Os tuítes foram feitos entre os anos de 2009 e 2013 e, em um deles, o atual ministro de Lula concordava que apenas uma urna adulterada poderia alterar o resultado de toda uma eleição.

FONTE:PLENO NEWS

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