Prefeito se joga sobre público Foto: Reprodução/Vídeo redes sociais
O prefeito Antônio Maurício Pereira Jucá, de Senador Pompeu, no Ceará, tentou uma façanha, movido por empolgação, que acabou sendo frustrada. Na tentativa de “cair nos braços do povo”, o político de 58 anos caiu no chão, durante comemoração dos 127 anos de emancipação política do município, neste domingo (3).
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o exato momento em que o prefeito dança no palco e faz um “mergulho” sobre as pessoas da plateia. Antes, ele se aproxima da beirada e faz um aceno indicando que pularia.
Ainda assim, parte das pessoas está desavisada e não se move para segurá-lo.
– Eu me empolguei. Quando ouvi aquela multidão gritando: “Mauricião, Mauricião”, eu não pensei duas vezes e me aproximei da borda do palco, avisando que ia pular e pulei – disse o prefeito ao UOL.
Segundo ele, algumas pessoas chegaram a segura-lo, embora as imagens não tenham registrado.
– As imagens não mostram, mas as pessoas me seguraram antes que eu batesse no chão – afirmou.
Jucá não se machucou, e nenhuma outra pessoa também se feriu. Em seu segundo mandato, ele se orgulha de ser popular no município.
– Sou conhecido por ser muito popular, uma pessoa muito espontânea. Então na hora da empolgação, não avaliei os riscos e me deixei levar pela emoção – declarou.
Servidora da Justiça de SP é presa por desvio de R$ 2,5 milhões de contas judiciais (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay
Uma funcionária pública do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) está presa preventivamente por suspeita de envolvimento em golpe que desviou cerca de R$ 2,5 milhões, montante vinculado a processos arquivados.
Ainda segundo informações do órgão divulgadas nesta segunda-feira (4), Eliana Vita de Oliveira, de 53 anos, era servidora do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo) do TJ-SP. Além da ação penal, há procedimento administrativo disciplinar em andamento. A defesa afirmou que a apuração ainda é preliminar e disse que vai se manifestar depois que todas as provas colhidas forem apresentadas.Conforme o tribunal, há processo em andamento para apurar os crimes de peculato e associação criminosa, que teriam sido praticados por ela.
– Estima-se que foram desviados cerca de R$ 2,5 milhões, montante vinculado a processos arquivados. Supostamente a indiciada teria elaborado ofícios para viabilizar a transferência de valores para contas bancárias de comparsas – disse o TJ-SP.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) disse que a Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), instaurou inquérito policial pela 3ª Delegacia de Polícia da Divisão de Investigações sobre Crimes Contra a Administração (DICCA), em julho deste ano, para apurar os crimes de peculato e associação criminosa contra a servidora do Tribunal de Justiça.
Em 3 de agosto, a autoridade policial finalizou o inquérito com a representação pela prisão preventiva da mulher, encaminhado à Justiça.
– A indiciada foi presa na segunda-feira passada, 28. Outros seis envolvidos também foram indiciados pelos crimes – disse a pasta.
DEFESA Procurado pela reportagem, o advogado Marcelo Rigonato, que defende Eliana, disse que os fatos ainda estão em momento inicial de apuração. O Ministério Público de São Paulo já ofereceu denúncia contra ela. Assim que todas as provas colhidas forem disponibilizadas, a defesa irá se manifestar.
“Quando todas as provas forem disponibilizadas para a defesa, nós vamos nos manifestar nos autos. É preciso, no momento evitar tomar decisões precipitadas. O assunto é delicado e precisa ser analisado com profundidade. Em um momento oportuno, a defesa irá se manifestar e apresentar mais detalhes”, disse Rigonato.
O advogado afirma ainda que está mantendo todos os esforços para que os direitos humanos de Eliana sejam respeitados. “Estamos buscando a liberdade dela, por meio de habeas corpus”, acrescentou ele.
Adélio Bispo de Oliveira, o homem que tentou tirar a vida de Jair Messias Bolsonaro (PL) em plena campanha eleitoral, em 2018, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, recusa medicamentos e se encontra sem qualquer tratamento para o transtorno delirante, patologia apresentada em laudo técnico para justificar tal ação – segundo informações da Folha de S. Paulo.
Embora ele não receba – e recuse – os cuidados inerentes a um paciente acometido por esta enfermidade psíquica, o distúrbio fez com que a Justiça o considerasse inimputável.
Uma vez que Adélio esteja com os problemas mentais controlados, poderá deixar a Penitenciária Federal de Campo Grande, onde se encontra desde que tentou matar Jair Bolsonaro com uma facada.
A Defensoria Pública da União, que assumiu a defesa de Adélio, reivindica a transferência.
– Como uma melhora parece improvável nessas circunstâncias, a indefinição está colocada. Os laudos psiquiátricos recentes sugerem um agravamento do estado de saúde mental de Adélio, 45. Ele evita os banhos de sol, pouco fala com outros presos e não recebe visitas de familiares – diz a Folha.
B Negão, Marcelo D2 e Criolo Foto: Adriana Spaca/ AgNews
Famoso por suas composições musicais contendo apologia ao uso da maconha, Marcelo D2 não perdeu a oportunidade de fazer lobbie para a descriminalização da droga no palco do The Town, neste sábado (2).
Na ocasião, ele fez uma menção ao ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que recentemente votou contra a descriminalização da maconha.
Junto ao Planet Hemp, D2 fez sua apresentação ao lado de Criolo no palco The One, o segundo mais relevante do evento, que acontece no Autódromo do Ibirapuera, em São Paulo.
– Jardineiros e jardineiras. Jardineiros e jardineiras… – disse B Negão, chamando a atenção para o assunto.
Em seguida, a advertência ao ministro proferida por ambos.
Uma mulher trans indígena do Canadá entrou com pedido de eutanásia por não suportar a dor após a cirurgia de mudança de gênero. Mas o pedido foi negado.
Lois Cardinal, moradora da reserva nativa perto de St. Paul, Alberta, usou as redes sociais para lamentar a rejeição do pedido de morte assistida e disse que a “morte seria melhor do que a dor de ter uma vagina construída cirurgicamente”.
O sistema de saúde canadense é um dos mais permissivos do mundo, tanto para a cirurgia de reafirmação de gênero, quanto para a eutanásia. Ainda assim, a mulher trans de 35 anos, não conseguiu o que queria.
– Estou em constante desconforto e dor – afirmou Lois ao site DailyMail.
A resposta do médico para o pedido é que ela não atende aos critérios atuais para solicitar a eutanasia.
Lois operou em 2009, mas desenvolveu complicações após a cirurgia e, com isso, passou a ter muitas dores. Em sofrimento constante, ela se arrependeu da mudança de sexo.
De acordo com um estudo da Universidade da Flórida, Estados Unidos, citado pelo site, a maioria daqueles que passam pelo procedimento sofrem com desconforto e dores depois da cirurgia. Além disso, há várias questões com a chamada “neovagina”, como gerar problemas na bexiga durante a relação sexual.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) usou suas redes sociais, nesta quinta-feira (31), para divulgar uma nota de esclarecimento sobre seu silêncio e de seu esposo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), durante depoimento na Polícia Federal, para tratar do caso das joias.– Não se trata de ficar em silêncio. (…) Não posso me submeter a prestar depoimento em local impróprio (…).A presidente do PL Mulher esclareceu que “o STF não se mostra o órgão jurisdicional correto para cuidar da presente investigação”.
O advogado de Jair Bolsonaro, Paulo Amador da Cunha Bueno, declarou nesta quinta-feira que vai insistir para que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) delibere se Alexandre de Moraes tem competência para julgar o ex-presidente no caso das joias.
Bueno explicou que essa é a razão do silêncio de Michelle e Bolsonaro em depoimento na PF.
– Não exercemos um simples direito ao silêncio. O STF não tem competência para tratar desse assunto.
Ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro Foto: Clauber Cleber Caetano/PR
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou à sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, às 10h40 desta quinta-feira (31), para prestar depoimento no caso das joias. Com ele, estavam a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e Fábio Wajngarten, advogado e ex-chefe da Secretária de Comunicação da Presidência. O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, está no local desde 9h20.
De acordo com informações da GloboNews, Bolsonaro e Michelle seguiram com a estratégia de ficar em silêncio no depoimento, utilizando uma prerrogativa permitida em lei. A TV informa também que Fábio Wajngarten também usará da mesma prerrogativa de ficar em silêncio.
Também são ouvidos nesta quinta, em Brasília, o general Mauro César Lourena Cid, pai de Mauro Cid; e Marcelo Câmara e Osmar Crivellati, assessores do ex-presidente. O advogado Frederick Wassef presta depoimento em São Paulo.
Os depoimentos ocorrem de forma simultânea, uma estratégia utilizada pela PF para evitar a chance de uma combinação de versões entre os investigados.
A Polícia Federal quer saber de Bolsonaro e seus aliados de primeira hora sobre os principais achados da Operação Lucas 12:2, que colocou o ex-chefe do Executivo no centro de uma investigação que apura supostos crimes de peculato e lavagem de dinheiro.
Deputados da oposição protocolaram um pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por causa de declarações recentes nas quais o chefe do Executivo afirmou que a cassação do mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) teria sido um “golpe de Estado”. O pedido de afastamento de Lula já foi assinado por 40 parlamentares até a noite desta quarta-feira (30).Dos 40 signatários, 31 são deputados do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Três são do PP e do Republicanos, partidos que devem receber ministérios de Lula na nova reforma ministerial. A lista também tem cinco assinaturas de parlamentares do MDB, PSD e União Brasil, siglas que fazem parte da base do governo federal.O pedido trata sobre falas de Lula em uma entrevista à imprensa em Luanda, Angola, no último sábado (26). Ao comentar sobre o arquivamento da ação de improbidade pelas “pedaladas fiscais” no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), o presidente afirmou ser necessário “reparar” a ex-presidente por ter o seu mandato cassado em 2016.
– Depois que eu deixei o governo houve um golpe no Brasil, que muita gente acha que não foi golpe – disse Lula.
– Mas o fato de a presidenta Dilma ter sido absolvida pelo Tribunal Federal de Brasília demonstra que o Brasil deve desculpas à presidenta (sic) Dilma – completou.
O autor do pedido de impeachment é o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS). Ele afirma que Dilma foi cassada por ter cometido crimes de responsabilidade e que Lula atacaria “de forma raivosa, abjeta e contrária à verdade a democracia brasileira”, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), que tiveram papéis importantes durante processo de impeachment de 2016.
– Lula está mentindo. A decisão do TRF-1 não inocentou Dilma Rousseff. Ao contrário, apenas declarou que, no caso concreto, não se tratava de improbidade administrativa, mas sim de responsabilidade, reafirmando a competência do Congresso Nacional para julgar os crimes de responsabilidade – afirma Sanderson.
O deputado do PL reconheceu que “é difícil” que o projeto de impeachment contra Lula avance, mas reforçou que a medida seria essencial para mostrar a reação da oposição ante as declarações do petista.
– É preciso marcar posição política e mostrar que Lula mente ao dizer que Dilma foi absolvida no caso das pedaladas. Não podemos admitir – disse.
Esta não é a primeira vez em que Lula recebe pedidos de impeachment por falar que a cassação do mandato de Dilma Rousseff foi um golpe. No final de janeiro, dois pedidos de cassação foram protocolados pelos deputados Evair Vieira de Melo (PP-ES) e o próprio Sanderson, após o petista dizer que a sua correligionária foi afastada de forma inconstitucional em uma viagem ao Uruguai.
Os dois pedidos foram arquivados pela Câmara dos Deputados por terem sido protocolados antes do dia 1º de fevereiro. Nesta data, as legislaturas do Congresso são renovadas e todos os pedidos de impeachment não apreciados perdem o seu valor automaticamente.
Cantor Regis Danese após acidente Fotos: Reprodução/Redes Sociais
O cantor Regis Danese passou por cirurgia, na madrugada desta quinta-feira (31), após sofrer um grave acidente na BR-153, em Jaraguá, na região central de Goiás. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do artista. Segundo o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, o estado de saúde de Danese é grave.
O cantor sofreu um acidente de carro nesta quarta após colidir com uma carreta na BR-153. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o artista teria invadido a pista contrária durante uma curva e bateu em um caminhão.
Danese publicou um vídeo em seu perfil no Instagram logo após o acidente. Ele estava a caminho de um show no município de Ceres, também em Goiás. Nas imagens, Regis aparecia machucado e com um colar cervical no pescoço colocado pelos paramédicos.
Regis estava acompanhado do irmão, Daniel Danese, que ocupava o banco do passageiro. Segundo informações, o motorista do caminhão e o irmão do músico não se machucaram. Horas antes, o cantor havia publicado uma foto dentro do carro e disse que estava ouvindo a música Graça sobre Graça, da filha Brenda Danese.
– Estou aqui sendo atendido, o carro arrebentou todo. Orem por mim, estou com muita dor no abdômen. Não aconteceu nada com o meu irmão, [ele] estava do meu lado (…). Deus é bom, Deus é fiel. Vai dar tudo certo. Acho que eu não vou conseguir fazer o show hoje. Orem por mim. Deus é bom, Deus é meu refúgio – disse.
Durante a madrugada desta quinta, o cantor publicou um segundo vídeo no Instagram onde relatou que passaria por cirurgia e pediu orações. Danese também contou que estava sendo medicado com morfina em razão da dor.
– Orem para que não seja a mão dos médicos, mas a mão de Deus através deles. Eu estou à base de morfina, porque a dor estava insuportável. Tô com dificuldade de falar. Mas, estou vivo – declarou.
O ex-presidente Jair Bolsonaro chamou de “inadmissível” a possibilidade da liberação da maconha para uso pessoal. O assunto foi abordado por ele na noite desta segunda-feira (28), durante um evento promovido por um grupo católico em Belo Horizonte, Minas Gerais (MG).
O assunto está sendo discutido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e já tem 5 votos pela descriminalização da posse do entorpecente. O julgamento foi suspenso após o ministro André Mendonça pedir vista.
– Está em discussão em Brasília, não pela Casa Legislativa, mas por outro Poder, a liberação da maconha. Isso é inadmissível. Nós sabemos como começa, mas não sabemos como termina quem mergulha nessa vida – apontou Bolsonaro.
Até o momento votaram pela descriminalização os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Rosa Weber. Já o ministro Cristiano Zanin votou contra.