Duas cadelas foram resgatadas na estrada Foto: Reprodução Instagram @michellebolsonaro e @agustinofficial
A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, encontrou duas cadelas na estrada e fez o resgate. Mas, segundo ela, não poderá ficar com os animais porque já tem seis cachorros em sua casa.
Por isso, ela fez uma publicação nos stories do Instagram para que pessoas interessadas nas cadelas façam a adoção.
– Como vocês sabem, estou morando de aluguel, tenho seis pets, sendo três adotivos (Nestor, Bartô que é idoso e cego dos dois olhos e o Alvorinha). Encontramos na estrada duas cadelinhas, porte pequeno tipo ‘salsicha’. Meu coração dói de não poder ficar com elas… são muito fofinhas e carinhosas – comentou.
Michelle estava acompanhada do maquiador Agustin Fernandez no momento do resgate. Segundo ele, que é amigo próximo da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, não é a primeira vez que ela resgata animais abandonados.
– Adivinhem quem não pode ver um cachorro em situação de rua? A própria Michelle Bolsonaro – disse ele postando fotos das cadelas recebendo carinho da ex-primeira-dama.
Deputado federal Zé Trovão Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) denunciou, durante um discurso na Câmara na última terça-feira (7), que o governo estaria intimidando parlamentares para que eles deixem de apoiar a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre os atos de 8 de janeiro. Segundo o parlamentar, a ameaça seria vetar os recursos de emendas para quem assinar a CPMI.
– Estão convocando os parlamentares novos ao Palácio do Planalto para intimidá-los […]. Eu estou dizendo isso porque eu fui até lá hoje (terça, 7), nessa reunião, para saber do que eles iam dizer. E eles têm a cara de pau de querer coagir os novos deputados que chegaram à Casa, dizendo: “Ou você retira seu nome da CPMI, ou você não vai receber” – disse o deputado.
À CNN Brasil, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que convocou o encontro, afirmou que as acusações eram mentirosas e que a intenção da reunião, na verdade, era dialogar com o Parlamento e convencer os políticos que a CPMI não seria a melhor forma de apurar os responsáveis pelos atos do dia 8 de janeiro.
– O que vai existir da minha parte e do governo, [é que] nós vamos dialogar com o Parlamento, com os deputados, para tentar convencê-los que não é a melhor forma de apurar quem financiou, quem organizou – justificou o ministro.
Michelle Bolsonaro Foto: Reprodução/ Print de vídeo redes sociais
Nesta quarta-feira (8), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo por ocasião do Dia Internacional da Mulher. Na gravação, ela fala em nome do PL Mulher, do qual é presidente.
Michelle falou em “trabalhar todos os dias para aumentar a participação da mulher nas decisões políticas do nosso país”.
– Aqui no PL, Dia da Mulher é dia de trabalho. (…) Eu acredito que o PL Mulher pode ser o canal para mulheres realizadoras mostrarem trabalhos que nos inspiram e ajudam a mudar a vida de milhares de pessoas por todo o nosso país – declara.
No vídeo, Michelle conversa com algumas mulheres, entre elas a influenciadora digital Bella Falconi. As entrevistadas deixaram uma mensagem para as mulheres brasileiras.
Falconi ressaltou a importância da Bíblia.
– Acima de tudo, a maior mensagem que a gente pode transmitir para essas mulheres não é uma mensagem que vem de nós mesmas, mas, sobretudo, das Escrituras. O mundo vai te dar vários rótulos, várias identidades. O mundo vai querer definir a sua missão, que é viver plenamente o papel da mulher – destacou a influenciadora.
Janja da Silva Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Em discurso no Senado nesta quarta-feira (8), a primeira-dama, Janja da Silva, afirmou ser mais alvo de “mentiras”, “ataques” e “ameaças” que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração ocorreu durante a sessão em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
– Cada uma das mulheres aqui sabe as dificuldades do dia a dia da política. Tenho sido o principal alvo de mentiras, ataques à honra e ameaças nas redes sociais. Até mais que o presidente. Sei que muitas de vocês também passam por isso. A mesma terrível experiência de ver seu nome, seu corpo e sua vida expostos de maneira mentirosa – declarou.
Na ocasião, ela recebeu o Diploma Bertha Lutz, direcionado a pessoas que tenham contribuído para a defesa dos direitos das mulheres no Brasil.
Ainda durante seu discurso, Janja reclamou do baixo número de mulheres no Congresso, que totalizam 20% do Poder Executivo do país.
– Temos que comemorar o avanço da representatividade das mulheres no Congresso, mas ainda estamos abaixo da média mundial, que é de 26% dos assentos nos parlamentos – defendeu.
Além de Janja, também foram premiadas a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, e a cientista política Ilona Szabó de Carvalho. Uma homenagem póstuma ainda foi direcionada à repórter Glória Maria, que morreu no último mês por complicações do câncer.
Rio de Janeiro: Cenário de Guerra Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O mês de fevereiro, com o carnaval e menos dias, registrou 11 disputas armadas entre facções de milícias e tráfico no Grande Rio, sendo que quatro delas ocorreram em Campinho, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro. O dado consta do relatório mensal divulgado pelo Instituto Fogo Cruzado.
No bairro de Campinho, na Avenida Ernani Cardoso, denominada Nova Intendente, está há mais de seis meses em disputa entre traficantes e milicianos, especialmente no Morro do Fubá. O Instituto Fogo Cruzado aponta que mesmo com mortes, nenhuma medida foi tomada para garantir a vida da população local.
O coordenador regional do Instituto Fogo Cruzado no Rio de Janeiro, Carlos Nhanga, disse que, em dia de tiroteio, muitas pessoas não conseguem sair de casa para trabalhar, há interrupção no transporte público e escolas e clínicas fecham.
– O poder público não pode tratar isso como normal – disse o coordenador, no relatório.
Segundo Nhanga, os dados apurados são importantes para o planejamento de políticas públicas que sejam eficazes para trazer segurança à população. O Instituto Fogo Cruzado conta hoje com um Mapa Histórico dos Grupos Armados, que ajuda a compreender as diferentes dinâmicas da violência armada no Rio de Janeiro.
Com esses dados, é possível saber, por exemplo, que a milícia controla 49,9% das áreas dominadas por grupos armados. Carlos Nhanga acredita que o trabalho do Instituto, feito em parceria com o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni-UFF), pode servir de base para que projetos sejam pensados com o objetivo de conter os avanços dos grupos armados na região metropolitana do Rio de Janeiro. Sem esses dados, avaliou que qualquer operação policial não terá qualquer efeito prático.
A Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro não comenta dados não oficiais. Do mesmo modo, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) aponta que a atuação da instituição se baseia no tripé inteligência, investigação e ação e em dados oficiais do Instituto de Segurança Pública (ISP).
FEVEREIRO Só no mês de fevereiro, ocorreram 243 tiroteios na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, segundo o Instituto Fogo Cruzado, revelando queda de 14% nos registros em comparação com o mesmo período do ano passado (282 tiroteios). Do total mapeado, 96 tiroteios (39,5%) aconteceram durante ações ou operações policiais, contra 89 em fevereiro de 2022.
Ao todo, 209 pessoas foram baleadas no Grande Rio em fevereiro, sendo que 90 morreram e 119 ficaram feridas. O número de mortos caiu 6% em comparação a fevereiro do ano passado, mas houve aumento de 78% na quantidade de feridos. Entre os 209 baleados, 127 (61%) foram atingidos durante ações ou operações policiais: 43 deles morreram e 84 ficaram feridos. Em fevereiro de 2022, dos 163 baleados, 96 (59%) foram atingidos durante ações ou operações policiais, resultando em 48 mortos e 48 feridos.
Em comparação com janeiro, que acumulou 296 tiroteios, 81 mortos e 84 feridos, fevereiro teve queda de 18% dos tiroteios, embora com aumento de 11% nos mortos e de 42% nos feridos.
MAPA O relatório do Instituto Fogo Cruzado aponta que os municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro mais afetados pela violência armada em fevereiro foram Rio de Janeiro, com 159 tiroteios, 54 mortos e 53 feridos; São Gonçalo, 14 tiroteios, sete mortos e nove feridos; Duque de Caxias, 13 tiroteios, três mortos e dez feridos; São João de Meriti, 11 tiroteios, cinco mortos e dois feridos; Nova Iguaçu, 11 tiroteios, três mortos e sete feridos. Já entre os bairros do Grande Rio, o mais impactado foi Praça Seca, com 16 tiroteios, dois mortos e dois feridos.
A violência armada entre as seis regiões que compõem o Grande Rio foi mais intensa na zona norte da capital, com 79 tiroteios, 15 mortos e 31 feridos, e na zona oeste, com 72 tiroteios, 34 mortos e 21 feridos. Em seguida, aparecem a Baixada Fluminense com 53 tiroteios, 19 mortos e 49 feridos; o Leste Metropolitano, 31 tiroteios, 17 mortos e 17 feridos; a região central do município do Rio, sete tiroteios, quatro mortos e um ferido. Na zona sul, houve registro de apenas um tiroteio, com uma pessoa morta.
PERFIL Em casos de roubos ou tentativas de roubo no mês de fevereiro, 20 pessoas foram baleadas no Grande Rio, das quais quatro morreram e 16 ficaram feridas. Dez agentes de segurança foram baleados em fevereiro na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, sendo que sete morreram e três ficaram feridos. Em fevereiro de 2022, nove agentes de segurança foram baleados, sendo que cinco morreram e quatro ficaram feridos.
Também em fevereiro, 14 pessoas foram vítimas de balas perdidas no Grande Rio, sendo que três morreram e 11 ficaram feridas. Nove das 14 vítimas foram atingidas durante ações ou operações policiais. No mesmo mês de 2022, sete pessoas foram vítimas de balas perdidas.
O Instituto Fogo Cruzado contabilizou sete chacinas na Região Metropolitana do Rio em fevereiro deste ano, que resultaram em 24 mortos. Quatro dessas chacinas aconteceram durante ações ou operações policiais. Em fevereiro de 2022, foram registradas cinco chacinas, com 31 mortos.
Em relação a crianças, cinco foram baleadas no Grande Rio em fevereiro. Uma delas morreu e quatro ficaram feridas. Em fevereiro do ano passado, não houve crianças baleadas. Dos dez adolescentes baleados no Grande Rio em fevereiro de 2023, três morreram e sete ficaram feridos. Em igual mês de 2022, três adolescentes foram baleados: um morreu e dois ficaram feridos. Dois idosos foram baleados na Região Metropolitana do Rio em fevereiro: um morreu e um ficou ferido. Em fevereiro de 2022, dois idosos foram mortos a tiros.
NO ANO Somando os meses de janeiro e fevereiro deste ano, houve 539 tiroteios/disparos de arma de fogo na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, sendo que 212 desses registros ocorreram durante ações/operações policiais, revela o Instituto Fogo Cruzado. Ao todo, 374 pessoas foram baleadas nos dois primeiros meses do ano, com 171 mortas e 203 feridas. No mesmo período de 2022, que concentrou 510 tiroteios, sendo 161 em ações/operações policiais, 285 pessoas foram baleadas, com 160 mortos e 125 feridos. No acumulado janeiro e fevereiro deste ano, houve aumento de 6% nos tiroteios em geral, de 32% nos tiroteios ocorridos durante ações/operações policiais, de 7% nos mortos e de 62% no número de feridos.
Pedrinho Matador foi assassinado Foto: Reprodução/Podcast Flow-Verso
O assassino em série Pedro Rodrigues Filho, de 68 anos, conhecido pela alcunha de Pedrinho Matador, foi assassinado na manhã deste domingo (5), em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. A informação foi confirmada tanto pela Polícia Militar quanto pela Polícia Civil de São Paulo.
Pedrinho, que já tinha sido condenado por dezenas de assassinatos cometidos ao longo das últimas décadas, teve o corpo encontrado por volta das 10h. Ele estava em uma calçada quando dois homens teriam passado atirando de dentro de um carro preto. Quando a polícia chegou ao local, o assassino em série já estava morto. Ninguém foi preso.
Pedrinho vivia em liberdade na cidade de Mogi das Cruzes após passar 42 anos preso. Ele dizia ter matado mais de 100 pessoas ao longo da vida, incluindo o próprio pai. O assassino em série foi preso pela primeira vez em 1973, conseguiu a liberdade em 2007, mas voltou para a prisão quatro anos depois para cumprir mais duas penas. Saiu da cadeia em 2017, aos 64 anos, sem mais pendências com a Justiça.
O primeiro crime de Pedrinho foi cometido quando ele tinha 13 anos. O serial killer afirmou que empurrou um primo no moedor de cana e depois o picou com um facão. Cerca de um ano depois, aos 14, Pedrinho matou o vice-prefeito de Alfenas, também em Minas Gerais, por demitir seu pai.
Como justificativa para os crimes, Pedrinho dizia que matava “pessoas que não prestavam”. Entre as vítimas, estavam estupradores e traidores. O homem dizia que não aceitava algumas condutas criminosas. O assassino em série também dizia nunca ter assassinado crianças, mulheres e pais de família.
Uma das vítimas de Pedrinho foi o próprio pai. Quando o assassino confesso tinha 20 anos, o pai dele foi cumprir pena no mesmo complexo prisional, por assassinar a mãe do serial killer com 21 golpes de facão. Pedrinho o assassinou com 22 golpes de faca. Ele teria ainda arrancado e mastigado um pedaço do coração do genitor.
– Eu matei meu pai na cadeia. Estava preso já, fiquei 42 anos preso. Meu pai estava preso, arrumei um “bem bolado” e cheguei até a cela do meu pai. Eu falei no caixão da minha mãe e jurei vingança. Eu só mastiguei [o coração]. Cortei o bico do coração e mastiguei, e joguei em cima do corpo – contou Pedrinho, durante participação em um podcast.
Recentemente, Pedrinho passou a publicar conteúdos nas redes sociais se dizendo um “ex-matador”. Há cerca de um ano, ele publicou nas redes sociais as cenas de um batismo e anunciou que tinha se convertido evangélico. O último vídeo postado do canal do YouTube de Pedrinho foi publicado há dois dias.
Pedrinho Matador foi batizado em 2021 Foto: Reprodução Youtube
Antes de ser morto, o serial killer Pedro Rodrigues Filho, de 69 anos, mais conhecido como Pedrinho Matador, se converteu e foi batizado em uma igreja evangélica.
A ligação com a fé aconteceu em 2021, mesmo ano em que ele foi batizado na Igreja Santidade e Arrependimento.
A conversão do matador em série mais famoso do Brasil aconteceu três anos após ele conquistar a liberdade. Em 2018, Pedro deixou a prisão mesmo tendo mais de 400 anos de condenação.
Nas redes sociais ele já se identificava como “ex-matador” e falava sobre a vida do crime em podcasts disponíveis no Youtube. Em um deles, ele diz que se sentia perdoado por Deus pelos crimes que cometeu.
– Deus já me perdoou, eu só não posso fazer mais nada. Se eu fizer, terei um castigo dobrado, porque agora eu estou ciente, antes eu não tinha conhecimento [da Palavra de Deus]. Se eu tomar um copo de cachaça, fumar um baseado, eu estou perdido, porque eu agora estou sabendo [que é errado] – afirmou.
Na entrevista, ele diz que agora ele sabe que o inferno existe e que ele resolveu se apegar com Deus para não errar mais.
Janja com Lula e Biden nos Estados unidos Foto: Ricardo Stuckert/PR
Esta semana o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva completou dois meses. Se Lula tem tido atitudes polêmicas e falas inapropriadas como a de que se “tem gente com fome [no Brasil], significa que alguém está comendo mais do que deveria”, a primeira-dama Rosângela Lula da Silva não tem ficado para trás.
GLOBO NO ALVORADA E RESPOSTA DE LETÍCIA Logo na primeira semana de governo, Janja levou a reportagem da Globo para o Palácio da Alvorada, residência oficial dos presidentes da República. O objetivo foi reclamar do estado de conservação do local. Em uma matéria exibida pelo Jornal Nacional e pela GloboNews, a primeira-dama se queixou do que chamou de “falta de cuidado”.
Janja levou reportagem da Globo até o Palácio da Alvorada / Foto: Reprodução/TV Globo
Reportagem mostrou quina de mesa lascada / Foto: Reprodução/TV Globo
Reportagem mostrou teto com infiltrações / Foto: Reprodução/TV Globo
Reportagem mostrou rasgo em poltrona / Foto: Reprodução/TV Globo
Por meio das redes sociais, Letícia Firmo, filha de Michelle Bolsonaro, reagiu e chamou a esposa de Lula de “sem noção”.
– Nunca escrevemos ou escreveram Edu em uma parede… Pelo amor de Deus né! Essa mulher é sem noção – respondeu a jovem.
PROCESSO CONTRA CONSELHEIRO DO CORINTHIANS Janja acionou a Justiça contra o conselheiro do Corinthians Manoel Ramos Evangelista, conhecido como Mané da Carne. A esposa de Lula pede uma indenização de, pelo menos, R$ 50 mil por danos morais. O processo ocorre porque, em 2022, Mané da Carne usou um palavrão ao falar de Janja em uma rede social.
Post sobre Janja
SANDÁLIA DE R$ 3,5 MIL Janja postou no Instagram um encontro com o influenciador Adilson dos Santos Júnior, conhecido como AD Júnior. O que chamou atenção na imagem foi as sandálias Oasis Sandal, da Hermès, que custa 625 euros (aproximadamente R$ 3.525). A comentarista política Renata Barreto pontuou o gasto de Janja e lembrou uma fala recente de Lula defendendo que a classe média aprendesse a viver apenas com o necessário.
Janja usa sandálias que custam mais de R$ 3,5 mil
Em novembro, em sua primeira entrevista na televisão, a socióloga escolheu uma camisa de R$ 2.580 da marca Misci, de Airon Martin. A conversa foi ao ar no Fantástico, da Rede Globo. De acordo com o dono da marca, Janja esteve na loja da grife localizada no bairro de Pinheiros, em São Paulo.
Janja em entrevista ao Fantástico, da Globo Foto: Reprodução Globo
Na diplomação de Lula, Janja usou roupas da mesma marca. O blazer branco acinturado custou R$ 2,7 mil, enquanto que a saia verde custou R$ 1,7 mil.
Cerimônia de diplomação de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE
CRITICADA PELA ESQUERDA Influenciadores de esquerda reclamaram por não terem sido convidados para um evento de Janja no Palácio do Planalto. A ativista Preta Ferreira se manifestou publicamente e entre outras coisas criticou Janja.
– Teve encontro com Lula e eu recebi várias queixas de comunicadores que não foram convidados. Eu também não fui. Acho que a nossa comunicação deve ser irrelevante nesse momento. Deve ter sido por isso que o convite não veio – publicou.
BOLO DA PRIMEIRA-DAMA DOS EUA A esposa do presidente dos Estados Unidos, Jill Biden, tinha um encontro marcado com Janja, na Casa Branca, mas o chá foi cancelado de última hora. A assessoria de Jill Biden alegou que ela passou mal. No lugar do encontro, Janja fez uma visita guiada pela sede do governo americano.
Janja, Lula e Joe Biden Foto: Ricardo Stuckert/PR
MÃOS DADAS COM BIDEN No início de fevereiro, Janja e Lula foram recebidos por Joe Biden na Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos. Um detalhe do momento em que o presidente americano convidou o casal brasileiro a entrar chamou atenção dos internautas.
LOOK CRITICADO Danilo Gentili fez piada com o look escolhido por Janja para encontrar Joe Biden. O humorista fez uma comparação com Dona Clotilde, também chamada de Bruxa do 71, personagem do icônico seriado mexicano Chaves. Danilo compartilhou a foto original do encontro e aproveitou para pedir que os seguidores incluíssem um chapéu em Janja, a fim de combinar com vestido azul. Não foi a primeira vez que Janja foi criticada pela roupa escolhida.
Lula, Janja e Joe Biden Foto: Ricardo Stuckert/PR (com montagem das redes sociais)
MEME APÓS FOTO Uma foto de Lula, Biden e Janja virou meme nas redes sociais. A pose real foi feita durante o primeiro encontro entre os presidentes, e com essa mesma imagem surgiram as montagens. Lula, Janja e Biden
Nos memes, a esposa de Lula aparece no meio de outras fotos tiradas com personalidades da história. Em um deles, Janja aparece com Donald Trump e Kim Jong-un.
CARNAVAL NA BAHIA EM MEIO À TRAGÉDIA No domingo de carnaval Janja esteve na folia de Salvador, na Bahia. A esposa do presidente acompanhou a festividade no camarote Expresso 2222, da família Gil, que fica no circuito Barra-Ondina, na orla da capital baiana. As críticas aconteceram, pois neste mesmo fim de semana fortes chuvas caíram no litoral de São Paulo e deixaram ao menos 65 mortos.
Janja ao lado de Gilberto Gil em camarote no carnaval de Salvador Foto: Divulgação/Camarote Expresso 2222
AUSÊNCIA NO LITORAL DE SP Se Janja não esteve no litoral de São Paulo dando suporte aos afetados no carnaval, tampouco esteve lá depois. Diferentemente de Cristiane Freitas, esposa do governador Tarcísio de Freitas, a primeira-dama do Brasil não apareceu, o que gerou críticas nas redes.
Cristiane, por sua vez, foi uma figura com participação intensa no apoio aos que perderam tudo. Após as chuvas, ela foi presença frequente ao lado de Tarcísio nas ações que visavam mitigar o sofrimento da população paulista. A atitude da primeira-dama do estado de São Paulo fez as pessoas lembrarem da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Governador Tarcísio de Freitas ao lado da esposa, a primeira-dama Cristiane Foto: Governo de São Paulo/Thales StadlerFONTE:PLENO NEWS
Um vídeo divulgado nas redes sociais do Partido Liberal do Distrito Federal (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis anunciam uma turnê pelo país com o PL Mulher.
Michelle é presidente nacional do PL Mulher e adiantou que o objetivo das viagens será incentivar a participação feminina na política.
– Vamos trabalhar, vamos viajar por todo o Brasil com a pauta da mulher, com a pauta da mulher com deficiência, da mãe rara e o engajamento também da mulher na política. Nós queremos estimular isso em todas as mulheres do Brasil – adiantou.
Bia Kicis falou que o trabalho será de formar mulheres para que elas também tenham o interesse de entrar para a política.
Em liberdade condicional desde maio do ano passado após ficar 10 anos presa pela morte do marido, Elize Matsunaga foi detida e agora é alvo de uma investigação da Polícia Civil por uso de documento falso em Sorocaba, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança do Estado de São Paulo, Guilherme Derrite, nas redes sociais.
– A Polícia Civil identificou que Elize Matsunaga usava documento falso em Sorocaba. Infelizmente, a reincidência criminal é uma das realidades com as quais nossas polícias se deparam. Ela havia sido solta na progressão de pena, que se demonstra um entrave para segurança pública – escreveu o secretário.
Elize foi detida nesta segunda-feira (27) em Franca, também em São Paulo, onde mora e trabalha como motorista de aplicativo. Ela foi levada para Sorocaba, onde foi ouvida e liberada no mesmo dia. Matsunaga teria usado documentos falsos para conseguir um emprego na cidade, logo após ter a liberdade condicional. Durante o depoimento, ela negou a falsificação.
De acordo com o jornal O Globo, Elize conseguiu um emprego no fim de 2022 em uma empresa de construção civil em Sorocaba e seu trabalho seria acompanhar obras dentro de condomínios de luxo. No entanto, para ter acesso aos locais onde atuaria, ela teve de apresentar um atestado negativo de antecedentes criminais. Como não possuía tal documento, ela apresentou uma falsificação grosseira.
Segundo o promotor Luiz Marcelo Negrini, que acompanha a execução penal dos presos do regime fechado de Tremembé, onde Elize cumpria pena, ela pode voltar para o presídio após o caso de reincidência.
– Prática de crime no curso do aberto dá regressão. Caso ela seja condenada pelo crime novo, essa nova pena será acrescida ao que faltava. Só depois deverá ser fixado pelo juiz o regime adequado – ressaltou o promotor.
Já o advogado de Elize, Luciano Santoro, afirmou ao jornal O Globo que sua cliente foi orientada a não cometer novos crimes e nem violar as regras do regime aberto. De acordo com ele, não foi Matsunaga quem produziu o documento falso.
– O documento é algo grotesco, uma colagem tosca. Não foi ela quem fez e nem chegou a ser usado – completou Santoro.