A deputada federal Carla Zambelli oficiou o Ministério da Saúde e a ANVISA, na última segunda-feira (17) cobrando providências após o caso de crianças que tiveram reações adversas por receberem doses para adultos na Paraíba.
Ela solicitou a suspensão da aplicação da vacinação infantil até a reavaliação da segurança, uma vez que adolescentes recebem doses para adultos e a diferença de idade entre as crianças que receberam a dose adulta e os adolescentes é pouca.
Zambelli pontua, no documento, relatos amplamente divulgados na mídia de que os efeitos colaterais decorreriam da aplicação equivocada da versão da vacina Comirnaty destinada a adultos, e, portanto inadequada para o referido público-alvo.
Ao site G1, mães relataram algumas reações que seus filhos tiveram. “Febre depois da vacina, uma gripe que deu nele que até agora ele tá gripado. E passou quatro dias com o braço sem poder mexer”, disse Maria das Neves. “Febre alta, 40 graus de febre e vômito. Deu dipirona [na UBS] e a médica consultou, ficou em observação em casa, tomando vitamina C e antitérmico. A médica viu [o cartão de vacinação] e não disse nada”, relatou Janete Quirino.
Ela reforça a importância “da adoção de medidas seguras e eficazes no combate à pandemia”, contudo, entende que, “em primeiro lugar, deve ser priorizada a plena segurança de todos aqueles que optem por receber a imunização” e cita o art. 7º, caput, do Estatuto da Criança e do Adolescente, o qual assegura “o direito ao desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência”.
O ofício também foi encaminhado para a Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba, a Secretaria de Saúde do Município de Lucena e para o Ministério Público Federal..
A deputada federal Carla Zambelli participará da “Marcha pela Vida – Igualdade começa no Útero”, que ocorrerá em Washington, Estados Unidos, em 21 de janeiro. “A verdadeira igualdade só é possível se reconhecermos que as crianças no útero também merecem proteção”, destaca a divulgação do evento.
Junto a Zambelli estarão o senador Eduardo Girão e o influenciador de Direita Gustavo Gayer.
Para a deputada, a humanidade atravessa um momento delicado quando o assunto é o “direito à vida”. Ela explica que não se pode tergiversar quando o assunto é a defesa da vida dos filhos seja dentro ou fora da barriga da mãe. “Estamos assistindo o direito à vida ser aviltado e relativizado. Nossa luta contra o aborto pode ser fragilizada quando o Estado avança sobre o direito à vida, à liberdade, e assume o papel de proprietário de nossos filhos permitindo inclusive experimentos que no meu modo de entender atentam contra o Código de Nuremberg”.
March for Life A presidente da March for Life Education and Defense Fund, Jeanne Mancini, destaca a expectativa de um encontro histórico. Ela se diz esperançosa na construção de uma “cultura de vida que temos defendido desde quando o caso ‘Roe v. Wade’ foi tragicamente imposto em nossa nação há cerca de 50 anos”.
Os congressistas também irão participar de um jantar na noite do dia 20, do Vans pro-life no Trump Hotel, ao custo de U$100 por pessoa para ajudar a causa pró vida, organizado por Rebecca Kieslling, uma das maiores ativistas pro vida dos Estados Unidos (nasceu de um estupro e sua história foi até para o cinema).
Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. - Foto: Agência Brasil
Empenhado em reduzir o déficit habitacional no país, o Governo Federal retomou obras, ampliou o programa nacional de habitação popular, o Casa Verde e Amarela, e alcançou, em outubro de 2021, data da divulgação do último balanço, o número de 1,2 milhão de unidades entregues à população desde 2019.
O Programa Casa Verde e Amarela reúne iniciativas habitacionais do Governo Federal para ampliar a oferta de moradias para famílias de baixa renda. O ano de 2022 promete ser de mais entregas e mais famílias conquistando a moradia própria. O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, dá um panorama das iniciativas do programa e os resultados obtidos.
-Quais os avanços trazidos pelo Programa Casa Verde e Amarela para a habitação popular no país?
Houve mudanças substanciais. Como não temos o mesmo quadro fiscal que governos anteriores, tivemos que usar a criatividade. Então, primeiro, temos a menor taxa de juros que o programa já exerceu em toda sua história, 4,25% ao ano no Norte e Nordeste e 4,50% nas demais regiões do país.
O primeiro impacto disso é que, em 2020, aumentamos em 25% a contratação de imóveis no Nordeste brasileiro e 12,5% em todo o território nacional, mesmo com a pandemia. Não só não parou, como cresceu o número de contratações. Estimamos que 1,8 milhão de famílias passaram a ser elegíveis para o programa habitacional. A família só pode comprometer até 30% da sua renda. Como o juro diminuiu muito, isso permitiu que pessoas que ganham até R$ 2 mil pudessem ingressar no programa em uma quantidade muito maior, o que favoreceu regiões mais pobres do país, em especial o Nordeste.
Pela primeira vez, o Nordeste não devolveu recurso ou devolveu muito pouco. Todos os anos, fazemos uma divisão em função da constituição demográfica e, historicamente, o Nordeste devolve de 40% a 50% do recurso que é alocado. Em 2020, não houve essa devolução, foi muito pouca, e, em 2021, fizemos uma devolução menor ainda que só foi feita depois do dia 10 de dezembro, quase no final do ano.
-O programa oferece subsídios aos beneficiários que facilitam a aquisição da casa própria. O senhor poderia nos explicar como isso funciona?
Na negociação com o agente operador, que é a Caixa [Econômica Federal], temos um subsídio na ordem de R$ 9 bilhões por ano, além dos recursos subsidiados com juros bem abaixo do mercado. Com a inflação de quase 10%, você tem um juro anual de 4,25%. Além disso, o Governo coloca um subsídio que varia de 20% até 10% do valor do imóvel. Quanto maior a faixa de renda, menor o subsídio. Desse subsídio, dois terços iam para o agente operador, a Caixa, e um terço ia para o destinatário final. Invertemos essa lógica na negociação com a Caixa e, agora, dois terços vai para o beneficiário e apenas um terço para o agente operador.
-Além do financiamento habitacional, o Casa Verde e Amarela atua com regularização fundiária para possibilitar às famílias o acesso ao título que garante o direito real sobre o lote, além de melhoria de residências para reforma e ampliação do imóvel. Em dezembro do ano passado, foi lançado o primeiro edital para o Programa de Regularização Fundiária e Melhoria Habitacional, que integra o Casa Verde e Amarela. Como é essa vertente do Programa?
Instituímos, pela primeira vez, um programa de regularização fundiária. A legislação existe desde o ano 2000. Com o Estatuto das Cidades, houve uma alteração em 2017 com a Regularização Fundiária Urbana (Reurb), há centenas de projetos de regularização fundiária feitos pelas prefeituras. O Governo Federal lança um programa para apoiar as prefeituras pela primeira vez em mais de 20 anos, com recursos financeiros, com arcabouço técnico e com direcionamento para as famílias de mais baixa renda. Esperamos, no primeiro ano, 150 mil títulos de propriedade, pelo menos 20% dessas intervenções vão ser acrescidas de uma pequena melhoria habitacional, um banheiro, um quarto, um empreendimento qualquer.
-Quando o assunto é a aquisição da casa própria, umas das maiores dificuldades é pagar a entrada do imóvel. Por isso, o Programa Casa Verde e Amarela criou a iniciativa Parcerias na qual estados e municípios devem garantir contrapartida mínima de 20% do valor do residencial, que pode incluir o terreno. Qual o impacto dessas parcerias para os beneficiários?
Estimamos pelo menos 200 mil unidades em parceria com estados e municípios. Como falei anteriormente, temos um subsídio que chega a até 20% do valor do imóvel, então, procuramos vários estados e municípios, eles entram com mais 20%, os municípios às vezes com mais 20%. O grande problema de quem vai adquirir um imóvel é dar a entrada inicial, a pessoa às vezes suporta a prestação, mas tem dificuldade de ter o dinheiro todo para dar a entrada.
Com isso, você consegue diminuir em até 50% o valor do imóvel. Você imagine que um imóvel seja R$ 100 mil, ela passar a ser R$ 50 mil e você divide isso em 360 meses. Fica uma prestação bastante razoável para quem está pagando R$ 500, R$ 600, R$ 800 de aluguel, passa a pagar R$ 250, R$ 300, R$ 350 no que é dele. E o acesso à moradia está se refletindo nos números, o Governo do Presidente Jair Bolsonaro já entregou 1,2 milhão de moradias na sua administração.
Quem pode participar
O Casa Verde e Amarela tem o objetivo de combater o déficit de moradias por meio de taxas de juros menores e mais flexíveis, da construção de moradias e ações como regularização fundiária e melhoria de residências.
O programa atende a três grupos de faixa de renda: o Grupo 1 para famílias com renda bruta de até R$ R$ 2.000,00; o Grupo 2 para famílias com renda bruta de R$ R$ 2.001,00 mil até R$ 4.000,00; e o Grupo 3 para famílias com renda bruta de R$ 4.001,00 até R$ 7.000,00. As taxas de juros variam de acordo com a faixa de renda e a localidade do imóvel.
Para saber todos os detalhes sobre o Programa Casa Verde e Amarela, acesse aqui..
Recursos são de investimentos provenientes de leilões de concessão de serviço e emissão de debêntures e de financiamentos em recursos de fundos federais. MDR também entregou 137 obras e retomou 290 empreendimentos de saneamento.
O Governo Federal garantiu ao setor de saneamento básico brasileiro, em 2021, R$ 43 bilhões em recursos para a melhoria dos serviços. A maior parte é proveniente de quatro leilões de concessão de serviços que alcançaram, juntos, R$ 37,5 bilhões em investimentos previstos, o que vai possibilitar atender mais de 3 milhões de pessoas com esgoto e água tratados nos estados do Rio de Janeiro, Alagoas e Amapá.
Além disso, foi investido R$ 2,1 bilhões em contratos de saneamento – R$ 632,3 milhões provenientes do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 1,5 bilhão em financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e de outros fundos financiadores. Outros R$ 2,8 bilhões foram captados por meio de debêntures incentivadas.
Em 2021, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) entregou 137 obras de saneamento, alcançando mais de 3 milhões de brasileiros. O Governo Federal retomou, ainda, 290 empreendimentos que vão levar água e esgoto para cerca de 7,5 milhões de pessoas.
O reservatório de amortecimento do Córrego Paciência, em São Paulo, é outro exemplo. A infraestrutura é responsável pela retenção dos volumes de água desviados da rede de drenagem principal e, quando ocorre a cheia, devolve a água para o sistema, diminuindo os riscos de enchentes.
“Durante a entrega choveu muito na cidade e eu pensei: agora vamos testar de verdade. Mas graças ao serviço bem executado, o sistema funcionou e logo após a inauguração uma moradora da região me chamou para agradecer, dizendo que aquele investimento iria permitir que ela se deitasse para dormir tranquila, mesmo nos dias de chuva, porque a partir daquele momento a casa dela não corria mais risco de inundação”, lembra o secretário nacional de saneamento do MDR, Pedro Maranhão.
Leilões de Saneamento
Os quatro leilões de saneamento realizados em 2021 envolveram os estados do Rio de Janeiro (Cedae blocos 1, 2 e 4 e Cedae bloco 3), Alagoas e Amapá. Além dos recursos para investimentos, também foram arrecadados R$ 26,5 bilhões em outorgas. Os projetos foram estruturados com apoio do MDR, do Programa de Parcerias de Investimentos do Ministério da Economia (PPI) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Esse investimento com os quatro leilões realizados é considerável. E esses recursos só estão disponíveis para os estados graças ao novo Marco Legal do Saneamento que, na minha opinião, é a maior conquista do MDR dentro da Secretaria Nacional de Saneamento”, destaca o secretário Pedro Maranhão. “Isso porque as mudanças propostas vieram para atender a população em diversas áreas além do saneamento em si, garantindo mais saúde e qualidade de vida”, completa.
O Marco Legal do Saneamento completou um ano de sanção em 15 de julho de 2021. Com a nova lei, a meta do Governo Federal é alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto. Foram definidas, também, regras voltadas para drenagem urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos. Desde a aprovação do marco regulatório, o MDR trabalha para criar um ambiente de segurança jurídica, competitividade e sustentabilidade, a fim de atrair novos investimentos para universalizar e qualificar a prestação desses serviços.
Para fechar o ano, o leilão do último bloco da Cedae arrecadou mais de R$ 4,5 bilhões para universalizar os serviços de água e esgotamento sanitário no estado do Rio de Janeiro. O bloco 3 é formado por 21 cidades, incluindo bairros da Zona Oeste carioca.
Além desses certames, outros dois leilões de concessão de serviços de saneamento foram realizados após a sanção do Marco Legal, ambos em 2020 – 13 cidades que compõem a Região Metropolitana de Maceió, em Alagoas, e o município de Cariacica e alguns bairros de Viana, no Espírito Santo.
Debêntures de infraestrutura
Ainda em 2021, houve investimentos no setor por meio da emissão de debêntures incentivadas. Ao todo, foram captados R$ 2,8 bilhões nessa modalidade.
“Acredito que esta seja uma tendência, devido ao processo burocrático que é menor em relação a outros modelos de financiamento. E, por isso, permite que a captação de recursos e a implementação dos projetos aconteça de forma mais rápida”, avalia Maranhão.
As debêntures são títulos privados de renda fixa que permitem às empresas obter dinheiro emprestado de investidores para financiar projetos na área de infraestrutura, com isenção ou redução de Imposto de Renda, sobre os lucros obtidos pelos investidores.
Resíduos Sólidos Urbanos
O secretário Pedro Maranhão e parte de sua equipe técnica estiveram em 13 estados brasileiros (Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Mato Grosso, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Pará) para debater os desafios para a regionalização dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos. “Os seminários são uma tentativa de sensibilizar os agentes públicos, a classe empresarial e a população para que todos façam frente ao pacto civilizatório que é o novo Marco Legal do Saneamento. Além disso, os encontros são uma forma de auxiliar os municípios a se organizarem em seus consórcios e de apoiar a formação dos blocos regionais estaduais”, explica Maranhão.
Fernando Conrado analisa dados do CDC dos Estados Unidos para responder se ele vacinaria seu filho contra Covid.
Fernando Conrado mostra ao vivo uma análise em três partes.
PRIMEIRA PARTE – DADOS DO CDS ESTADOS UNIDOS.
Ele inicia mostrando como se faz uma pesquisa no site do CDC, Centers for Disease Control and Prevention dos Estados Unidos mostrando dados sobre vacinas.
Ele mostra a dificuldade de se montar uma pesquisa no CDC e ele, como pesquisador experiente, vai explicando como se faz.
Ele entra em VACCINE ADVERSE EVENT REPORTING.
Em seguida, ele entra no sistema de relatos de eventos adverso – ABOUT THE VACCINE ADVERSE EVENT REPORTING SYSTEM (VAERS).
Clica em VAERS DATA SEARCH.
Concorda com os termos.
Entra no VAERS DATA SEARCH.
Daí ele mostra que existem infindáveis filtros para se montar a pesquisa e vai explicando uma forma simples de extrair dados que ele deseja.
Ele fala que vai fazer 2 cruzamentos de dados.
Ele clica em GROUP RESULTS BY e escolhe VACCINE TYPE e deixa o filtro para todos eventos, de todas as vacinas, de todos os tempos desde que começou a funcionar esses registros.
No filtro EVENT CATEGORY, ele escolhe DEATH (Morte)
No período de tempo, ele escolhe ALL DATES (Todas as datas que começa desde antes de 1900).
Clica em SEND e aguarda a extração dos dados.
Quando o sistema mostra os dados, Conrado explica que:
1) Os resultados apresentados conforme os filtros escolhidos mostram 14.317 mortes. Abaixo, uma tabelinha de qual vacina foi responsável pelo total de mortes sendo adenovirus 1, antrax 31, bacillus calmett-guerin 4, e por aí vai.
2) Conrado chama atenção para o número de mortes por vacinas de Covid-19 – 10.616 e fala que isso representa 74% de todas as mortes por vacinas e lembra que as vacinas já estão aí no mercado há mais de 200 anos e só a de Covid, foi responsável por 74% das mortes de todos os tempos incluindo sarampo, rubeola, cachumba etc.
Em seguida, Conrado pede para mostrar os dados em gráfico de pizza.
A seguir, Conrado muda a pesquisa para VACCINE ADVERSE EVENT REPORTING para mostrar os dados pela marca da vacina.
Faz o aceite dos termos e chega novamente em VAERS DATA SEARCH.
Em GROUP RESULTS BY, ele escolhe VACCINE para poder ver os resultados por fabricante das vacinas.
Seleciona DEATH como EVENT CATEGORY.
Em DATE REPORT COMPLETED ele deixa ALL DATES e manda processar.
Quando o sistema mostra os resultados, aparece novamente as 14.317 mortes sendo adenovirus 1, antrax 27, antrax 4 etc.
Conrado chama atenção para os números das vacinas para Covid.
Jansen – 193
Moderna – 1.065
Pfizer-biontech – 5.121 o que representa 35% de todas as mortes de todas as vacinas de todos os tempos.
FONTE:https://www.carlazambelli.com.br/
SEGUNDA PARTE – DADOS DE DOENÇAS CARDÍACAS EM CRIANÇAS
Após essas consultas no site do CDC, Conrado pesquisa sobre ocorrências de periocardite e miocardites em crianças e adolescentes.
Ele entra no PubMed e abre o estudo – OCCURRENCE AND FEATURES OF CHILDHOOD MYOCARTITIS: A NATIONWIDE STUDY IN FINLAND de onde extrai os dados que os dados normais de miocardites em crianças é de 1,95 para 100.000 pessoas por ano.
Em outro estudo de Hong Kong, EPIDEMIOLOGY OF ACUTE MYOCARDITIS/PERICARDITIS IN HONG KONK ADOLESCENTES FOLLOWING COMIRNATY VACCINATION de 28 de novembro de 2021, ele mostra que o número de adolescentes que desenvolveu miocardites após tomar vacina para Covid é de 18,52 por 100.000 pessoas o que siginica 10x mais. A conclusão do estudo é que existe um aumento de risco significativo de desenvolver periocardite/miocardite após tomar vacina para Covid.
TERCEIRA PARTE – DADOS DE MORTES DE CRIANÇAS POR COVID NO RS = ZERO
Para finalizar, Conrado entra no painel de dados Covid de Rio Grande do Sul e mostra que até o momento ocorreram ZERO mortes de crianças de 5 a 9 anos nesse momento em que se registram mais de 1,5 milhões de infectados.
CONCLUSÃO
Conclui que o risco de tomar a vacina não compensa o risco de desenvolver uma doença do coração.
-“Se fosse meu filho, eu não daria a vacina” resume Fernando Conrado.
audiências públicas em assembleias estaduais, câmaras legislativas municipais sobre passaporte vacinal, vacinas covid-19, etc estão sendo removidas sistematicamente do youtube
estou salvando TODAS na plataforma rumble que é similar ao youtube, só que sem censura.
as vezes, coloco a audiência com um vídeo na íntegra.
as vezes, edito o vídeo e posto vídeos individuais das falas que acho importantes como raissa soares, alessandro loiola, akemi shiba, lucy kerr, nise yamaguchi, hermes nery, maria emilia gadelha serra, francisco cardoso, roberto zeballos, arlene graf, roberta lacerda entre outros especialistas anti-picadas, além de advogados, juristas, prefeitos e gestores que implantaram tratamento precoce ivermectina kit covid entre outros.
Foram diversas entregas por todo o Brasil que garantiram aos usuários mais segurança e conforto no tráfego pela malha viária sob jurisdição da Autarquia - Foto: DNIT
Responsável pela manutenção, recuperação e construção de rodovias federais, a Diretoria de Infraestrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DIR/DNIT) encerrou o ano com resultados positivos para os brasileiros: o país ganhou, em 2021, 1.387,80 quilômetros de rodovias novas e modernizadas. Foram diversas entregas por todo o Brasil que garantiram aos usuários mais segurança e conforto no tráfego pela malha viária sob jurisdição da Autarquia.
Dos mais de 1,3 mil quilômetros contemplados, 449,48 quilômetros de rodovias foram restaurados, 193,8 quilômetros foram pavimentados, 538,62 foram recuperados/revitalizados e 205,9 quilômetros foram submetidos à adequação.
Ponte do Abunã
Uma das obras mais importantes da região Amazônica, a construção da Ponte sobre o Rio Madeira em Abunã, iniciada em 2014, foi entregue em maio, interligando o Acre e a Região Norte ao sistema rodoviário do país. Localizada no encontro dos rios Madeira e Abunã, no distrito de Vista Alegre do Abunã (RO), município de Porto Velho, a ponte tem 1.517 metros de extensão e recebeu investimentos de mais de R$ 160 milhões.
Desde a abertura da BR-364/RO, entre Rio Branco e Porto Velho, na década de 1980, a travessia sobre o Rio Madeira era feita por balsas e o trajeto entre as margens chegava a durar, em média, duas horas (entre a espera e a travessia). Agora, é possível cruzar o Rio Madeira em menos de cinco minutos. A obra é considerada fundamental para a integração nacional e, no futuro, fará parte do caminho que vai interligar o Brasil ao Oceano Pacífico.
Variante de Frios e Umirim e viaduto de Horizonte
Outra importante entrega foi a conclusão das obras remanescentes das variantes de Umirim e Frios, na BR-222/CE, retomadas em fevereiro de 2021. Paralisadas desde 2016, as variantes eram muito aguardadas pelos cearenses.
A Variante de Frios, entre o km 82 e o km 83, elimina um trecho sinuoso, com curvas bastante acentuadas, e uma passagem de nível com uma ferrovia existente no local. Já a Variante de Umirim, no trecho situado entre o km 87 e o km 92, visa redirecionar o tráfego, com a finalização das camadas de revestimento betuminoso e de recuperação de parte do pavimento que havia sofrido deterioração.
Após a conclusão e liberação das variantes, em outubro de 2021, a ligação pela BR-222/CE entre cidades como Fortaleza, Sobral e Tianguá tornou-se mais segura e mais confortável aos usuários.
No Ceará, o DNIT também liberou para o tráfego o viaduto da cidade de Horizonte, na BR-116/CE. A entrega elimina um ponto crítico na região metropolitana de Fortaleza, melhorando o acesso à cidade. O segmento em que se insere o viaduto pode ser utilizado por motoristas que seguem pela BR-116/CE com destino à área urbana do município e pelos veículos que saem de Horizonte e passam pela rodovia com destino ao sul do estado, até cidades como Russas e Limoeiro do Norte.
Duplicação da BR-163/364/MT e entrada de Cuiabá
Um dos principais corredores logísticos do Brasil, importante para exportação de produtos pelos portos do Sul e Sudeste, bem como para transporte de cargas destinadas ao consumo interno, a BR-163/364/MT teve as obras de duplicação e restauração concluídas em 2021.
Iniciadas em 2014 e com 168 quilômetros de extensão, as obras tiveram seu último segmento – junto ao perímetro urbano de Cuiabá – entregue em agosto. Em 2020, o Governo Federal já havia concluído dois contornos rodoviários, um em Juscimeira e outro em São Pedro da Cipa, além de um novo posto da Polícia Rodoviária Federal situado no km 388, na saída de Cuiabá em direção à Rondonópolis.
A entrega favorece a conexão com uma das maiores regiões produtoras de grãos do país, com tráfego pesado intenso. A duplicação aumenta a segurança rodoviária e reduz os tempos de viagem e custos de transporte, beneficiando o consumo nacional e aumentando a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.
Restauração da BR-040/RJ e das Travessias de Italva e Itaperuna
No Rio de Janeiro, o DNIT entregou, também em 2021, as travessias urbanas dos municípios de Italva e Itaperuna, na BR-356/RJ. Para o município de Italva, a obra trouxe melhorias na pavimentação, drenagem e sinalização da rodovia, a implantação de um trevo na rodoviária, barreiras de segurança e galerias pluviais. Já para as obras de restauração no trecho de 8,8 quilômetros da BR-356/RJ, na travessia de Itaperuna, além de mais conforto e segurança, com ciclovia, novas calçadas e baias de estacionamento em pontos de ônibus, foram executadas melhorias na pavimentação e na drenagem.
Na BR-040/RJ, as ações de manutenção também são expressivas. Com o objetivo de restabelecer e preservar características técnicas e operacionais da rodovia, englobando serviços como recapeamento e reconstrução do pavimento existente, o DNIT contratou a restauração rodoviária para um segmento de 24,5 quilômetros da BR-040/RJ, entre Petrópolis e Pedro do Rio.
O segmento faz parte da Estrada União Indústria, considerada a primeira rodovia do Brasil a ser pavimentada com a tecnologia macadame. A histórica rodovia foi inaugurada em 1861 por D. Pedro II para o transporte de mercadorias na rota que partia de Petrópolis em direção ao rio Paraíba.
O DNIT já concluiu mais de 14 quilômetros de restauração, além da execução de serviços de drenagem e instalação de equipamentos de segurança viária, como defensas metálicas e sinalização.
Duplicação da BR-470/SC
Estratégica para Santa Catarina, a duplicação da BR-470/SC é um dos empreendimentos mais importantes em andamento atualmente. A obra permite o escoamento dos produtos agropecuários do interior do estado aos portos de exportação do Sul do país, como o de Navegantes. Além disso, a rodovia conecta-se à BR-101, eixo de integração de Norte a Sul, viabilizando o acesso aos portos de Itajaí e São Francisco do Sul.
O empreendimento abrange também a restauração da pista existente, implantação de ruas laterais, recuperação, reforço, reabilitação e construção de obras de arte especiais. As obras se estendem por 73,18 quilômetros, divididos em 4 lotes.
Só em 2021, foram entregues o viaduto de acesso aos municípios de Indaial e Timbó, no km 68, em janeiro, e mais 9,7 quilômetros duplicados em maio. Com as entregas, já foram liberados ao tráfego 27,6 quilômetros de pistas duplicadas e restauradas. Um dos trechos mais aguardados da duplicação da BR-470/SC, o Complexo da Mafisa, foi entregue em 2020, consistindo na adequação do entroncamento da rodovia federal com a SC-108, no km 51, além de ser o principal trevo de acesso para a cidade de Blumenau.
BR-101/NE
O DNIT também executa as obras de duplicação e restauração da BR-101/NE, nos estados de Bahia, Sergipe e Alagoas. A conclusão deste empreendimento aumentará a integração nacional e estimulará o turismo, além de desenvolver centros consumidores e fomentar o comércio regional.
Grandes avanços foram obtidos nas obras em 2021. Em Sergipe, foram entregues o encabeçamento da ponte sobre o Rio São Francisco, bem como dois quilômetros de duplicação, em janeiro, e outros 5,1 quilômetros em março. Na Bahia, foram entregues 22 quilômetros descontínuos, em abril, e outros 4,14 quilômetros em setembro.
Viaduto do Gancho
O DNIT executa as obras do Complexo Viário do Gancho do Igapó para promover melhorias na trafegabilidade e aumentar o conforto e segurança no principal corredor urbano de Natal, no qual circulam cerca de 50 mil veículos/dia e que cruzava em nível com a BR-101/406/RN.
O empreendimento é composto pela execução de serviços de adequação de capacidade, construção do Viaduto do Gancho, dois túneis, readequação de uma rotatória, restauração e segurança de tráfego na BR-101, entre os km 81,10 ao km 83,40, numa extensão de 2,6 quilômetros.
Com a liberação parcial do viaduto do Gancho do Igapó, em janeiro, não é mais necessário utilizar desvios para os fluxos de veículos que circulam nos sentidos Ceará-Mirim ao Centro de Natal e vice-versa. Após a entrega, as equipes do DNIT trabalham na conclusão do sistema de drenagem (Tunnel Liner), necessário à execução de um túnel no nível inferior em formato de “Y”, perpendicular ao viaduto, no sentido Igapó – São Gonçalo.
Manutenção
Em 2021, o DNIT priorizou o trabalho de manutenção das rodovias e, assim, cobriu mais de 94% dos 53,6 mil quilômetros pavimentados da malha federal com contratos de manutenção.
E para manter o nível de eficiência das estradas que são utilizadas para o escoamento de 75% da produção no país, o DNIT, em 2021, não mediu esforços para priorizar os serviços nessas vias. Desta forma, as estradas dos 26 estados e o Distrito Federal receberam uma série de serviços rotineiros de conservação e de recuperação.
Uma decisão recente de um juiz federal do Rio de Janeiro, atendendo ao pedido de uma entidade, determinou que a palavra lepra não fosse usada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O jornalista Alexandre Garcia ampliou o contexto questionando se a proibição abrangia a leitura dos evangelhos.
O juiz Fábio Tenenblat, da 3ª Vara Federal do Rio de Janeiro recebeu um pedido do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORPHAN) para proibir Bolsonaro de usar o termo “lepra”, e o juiz, aplicando uma interpretação heterodoxa de uma lei federal, atendeu.
A citação do termo em questão foi feita pelo mandatário enquanto fazia um prognóstico sobre a vida em sociedade após o surgimento do novo coronavírus e a doença acarretada, covid-19.
“O presidente Bolsonaro, em dezembro, em Santa Catarina, citando o Evangelho, disse que no tempo de Cristo havia a lepra e o mundo não acabou, e a lepra existe até hoje. E hoje existe o coronavírus e o mundo tampouco vai acabar por causa disso. Era esse o raciocínio, que a gente tem que conviver com uma doença”, contextualizou Garcia.
O veterano jornalista pontuou que “uma das formas de conviver com a doença é não deixar nenhum estigma desse nome, lepra” e que por esse motivo “se fez uma lei [… que] foi sancionada em março de 1995 pelo presidente Fernando Henrique [PSDB]”.
A lei 9.010/1995 diz que “o termo lepra e seus derivados não poderão ser empregados na linguagem empregada nos documentos oficiais da administração centralizada e descentralizada da União e dos estados membros”.
O texto acrescenta que “não terão curso nas repartições dos governos da União e dos estados, quaisquer papéis que não observem a terminologia oficial ora estabelecida, os quais serão imediatamente arquivados”.
Mordaça
“A lei não proíbe que alguém fale, que alguém pronuncie. Nem poderia, porque a Constituição garante a liberdade de expressão. […] A entidade pediu uma multa de R$ 50 mil por dia, o juiz não deu porque não está na lei. Mas, aí parece que o juiz é o sapateiro que vai além da sandália. Sutor supra crepidam iudicaveris. Sapateiro parece que foi além das sandálias”, criticou Alexandre Garcia..
A visão sobre tempos sombrios, em que, ALMAS HUMANAS não passam de MERCADORIAS.
"Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se PROSTITUIRAM e VIVERAM EM LUXÚRIA, quando virem a fumaceira do seu incêndio, e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo. E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria, mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore; e canela de cheiro, especiarias, incenso, ungüento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e ovelhas; e de cavalos, de carros, DE ESCRAVOS E ATÉ ALMAS HUMANAS."
Minha esposa foi IMPEDIDA de ser atendida em um hospital estadual, SUSTENTADO COM O DINHEIRO QUE PAGAMOS EM IMPOSTOS, por NÃO APRESENTAR O "PASSAPORTE SANITÁRIO." Ela é portadora de DOENÇA CRÔNICA e passando mal, precisava de socorro médico, mas foi IMPEDIDA por causa de um decreto INSANO, contra a LEI, CRIMINOSO.
Se a gente se submeter a essa LOUCURA, em um FUTURO próximo, seremos PERSEGUIDOS, PRESOS E MORTOS não apenas por VÍRUS, mas também, POR ORDEM DAQUELES QUE, AGORA, QUEREM DECIDIR QUEM DEVE VIVER E QUEM DEVE MORRER, por meio de DECRETOS E IMPOSIÇÕES INSANAS, CRIMINOSAS.
PROTEJA-SE do vírus como achar melhor, mas NÃO ABRA MÃO DA SUA LIBERDADE!