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Anitta sai em defesa de Lula: “Ex-presidiário também é gente” Cantora falou sobre a reinserção de ex-detentos na sociedade

 

Anitta Foto: EFE/ Giorgio Viera

A cantora Anitta respondeu às acusações de que ela defende ex-presidiário ao apoiar o ex-presidente Lula (PT), que passou 580 dias detido por corrupção e lavagem de dinheiro, antes de ser solto por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019. Em publicação no Twitter, a artista reconheceu defender ex-detentos, pontuando que eles também são “gente”, e que ela luta para que o Brasil conceda novas “oportunidades” de reinseri-los “na sociedade”.

– E pros soldadinhos do Voldemort que vieram falar “vai lá defender ex-presidiário”. Pois é ex-presidiário? Então sim, porque ex-presidiário também é gente, e uma das minhas crenças políticas é que o sistema carcerário brasileiro dê oportunidades aos presos de aprenderem coisas novas. Terem a oportunidade de mudar de vida e se reinserir na sociedade, diminuindo a reincidência criminal – declarou ela, usando a figura de Voldemort, o vilão da saga Harry Potter, para se referir ao presidente Jair Bolsonaro.

A famosa também declarou que militará para que Lula seja eleito no primeiro turno das eleições presidenciais de 2022, e que buscará uma “novidade” para os próximos pleitos.

– A partir deste momento, eu sou Lula lá primeiro turno. E lutarei por uma novidade política presidencial brasileira nas próximas eleições – acrescentou.

Ela ainda negou ser petista, mas garantiu que ajudará o presidenciável a “bombar” nas redes sociais este ano.

– Não sou petista e nunca fui. Mas este ano estou com Lula e quem quiser minha ajuda pra fazer ele bombar aqui na Internet, Tik Tok, Twitter, Instagram é só me pedir que estando ao meu alcance, e não sendo contra lei eleitoral, eu farei – completou.

FONTE:PLENO NEWS

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Guedes ao Senado: “É PEC das Bondades, e não Kamikaze” Ministro presta esclarecimentos na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado

 

Paulo Guedes fala ao Senado de forma remota Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O ministro da Economia Paulo Guedes defendeu nesta terça-feira (12) que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Benefícios é um “exercício de responsabilidade fiscal” do governo e do Congresso diante de medidas propostas no ano passado, antes da guerra na Ucrânia, para subsidiar combustíveis.Ele lembrou da proposta de criação de um fundo de estabilização para o preço de combustíveis, a qual classificou como “Kamikaze”, como a medida atual vem sendo chamada, por driblar várias leis fiscais e eleitorais para dar vários benefícios a menos de 100 dias das eleições.

Se tivesse sido aprovada naquela época, Guedes calcula que seriam gastos no total R$ 180 bilhões, R$ 60 bilhões em 2021 e R$ 120 bilhões em 2022, contra R$ 40 bilhões em benefícios propostos pela PEC atual. Segundo ele, havia ministros dentro do governo que defendiam os subsídios no ano passado, antes da guerra.

– São transferências de renda, não são subsídios para o ministro, o presidente, usar combustível mais barato. Podemos discutir à frente vantagens e desvantagens de ter fundo de estabilização de preços de combustíveis – disse.

– Mas não tenho a menor dúvida de que evitarmos a PEC Kamikaze de R$ 120 bilhões naquela ocasião para um modelo de transferência para os mais frágeis de R$ 40 bilhões, que é um terço, foi correto, um exercício de responsabilidade fiscal. Foi correto não criar naquela época. Aí sim seria populista – completou.

Dentro desse raciocínio, Guedes, classificou a Proposta de Emenda à Constituição dos Benefícios como “PEC das Bondades” em contraposição à “PEC Kamikaze”.

– É merecida a transição da PEC Kamikaze para a PEC das bondades. A PEC atual, de R$ 40 bilhões, é a PEC das bondades. A PEC de R$ 120 bilhões, podendo chegar a R$ 180 bilhões era Kamikaze, que explode a si mesmo no tempo, além de ser permanente. São subsídios à gasolina, que é muito diferente de transferência aos mais pobres – reforçou, referindo-se novamente à proposta discutida no Congresso de criação de fundo de estabilização dos combustíveis.

Guedes ainda disse que a concessão de subsídios aos combustíveis atrasa a transição energética. “O preço é uma informação. Quando o preço sobe, está dizendo: usem mais energia solar, eólica, gás natural, que é energia de transição, não usem tanto petróleo”.

O ministro presta esclarecimentos nesta terça sobre a política nacional de preços e abastecimento de combustíveis na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Aras afirma que “não cabe” ao STF executar políticas sociais PGR disse que o Supremo não pode substituir o Legislativo e o Executivo "na formulação e execução de políticas sociais do Estado"

 

O procurador-geral da República, Augusto Aras Foto: José Cruz/Agência Brasil

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu o Supremo Tribunal Federal (STF) na rejeição de duas ações em que partidos pedem à Corte máxima que declare inconstitucionais as “condições desumanas de vida da população em situação de rua” e que reconheça o “estado de coisas inconstitucional fundado no racismo estrutural e racismo institucional”.

No âmbito das ações, o chefe do Ministério Público Federal sustentou que não há preenchimento de “requisitos de admissibilidade”. Aras disse “ser importante reconhecer as boas intenções” dos autores das ações, mas argumenta que “não cabe ao Supremo Tribunal Federal substituir os Poderes Legislativo e Executivo na formulação e execução de políticas sociais do Estado”.

O argumento do procurador-geral é o de que as medidas pedidas nas ações “não se impõem como decorrência direta dos preceitos fundamentais”. Aras sustentou que “ainda que fundamentado na garantia do mínimo existencial, não cabe ao Poder Judiciário escolher quais políticas públicas são mais adequadas para a concretização dos direitos fundamentais”.

– Há de se respeitarem as competências institucionais de cada poder, e o debate que esta ADPF traz ao Supremo Tribunal Federal é típico das searas legislativa e executiva – registrou.

Além disso, Aras evocou a “questão orçamentária e financeira”, argumentando que os pedidos feitos nas ações “implicam um vultoso acréscimo de despesas públicas, sem que os Poderes Executivo e Legislativo tenham analisado as possibilidades do erário e sem que essas despesas estejam previstas na lei orçamentária”.

– O acatamento dos pedidos dos requerentes violaria, portanto, os incisos I e II do art. 167 da Constituição Federal, segundo os quais são vedados “o início de programas ou projetos não incluídos na lei orçamentária anual” e a “realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais” – manteve Aras.

AS AÇÕES
Um dos pareceres foi apresentado no bojo de ação sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, ajuizada pela Rede Sustentabilidade (REDE), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST).

A ação pede que a Corte máxima determine aos governos federal, estaduais e municipais que promovam “ações concretas” para preservar a saúde e a vida das populações em situação de rua. O grupo requer a “adoção de providências de índole legislativa, orçamentária e administrativa” para “combater o descaso” com tal população em condição de vulnerabilidade.

Já a outra ação no âmbito da qual Aras se manifestou foi ajuizada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), PSOL, Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Rede, Partido Verde (PV) e Partido Democrático Trabalhista (PDT) e está sob relatoria da ministra Rosa Weber.

Batizada como Vidas Negras, a ação denuncia um “processo de genocídio permanente” da população negra no país, “decorrente das desigualdades sociais e raciais resultantes da ação e omissão do Estado brasileiro” e pede a adoção de uma série políticas e medidas de para “sanar o cenário de incompatibilidade da vivência” da população negra com os preceitos da Constituição de 1988.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Bolsonaro sobre anestesista estuprador: “Que exploda” Presidente se manifestou por meio das redes sociais, nesta segunda-feira

Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

No início da noite desta segunda-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para manifestar indignação a respeito do caso do anestesista que estuprou uma grávida em um hospital do Rio de Janeiro. O chefe do Executivo disse que é lamentável que a Constituição não permita que o estuprador fique para sempre na cadeia.

Bolsonaro destacou ainda que “Direitos Humanos é para a vítima” e desejou que “esse vagabundo se exploda”.

– É extremamente lamentável que a nossa Constituição não permita sequer que o maldito estuprador que abusou de uma paciente grávida anestesiada, no RJ, apodreça para sempre na cadeia, sem nenhum tipo de privilégio. Direitos humanos é para a vítima, esse vagabundo que se exploda! – escreveu.

ENTENDA O CASO
O anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (11), por estuprar uma paciente enquanto ela estava dopada e passava por um parto cesáreo em um hospital na cidade de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

As suspeitas sobre Giovanni começaram após profissionais de saúde notarem que ele utilizava uma quantidade anormal de anestesia nas pacientes. Além disso, a equipe de enfermagem percebeu, em outros procedimentos, movimentações corporais incomuns feitas por ele durante as cirurgias. Com isso, a equipe resolveu colocar um celular para gravar o que Giovanni fazia.

Foi então que, na gravação que chegou aos policiais, o anestesista foi flagrado colocando o pênis na boca de uma paciente enquanto participava do parto dela. A delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, destacou a importância da atuação dos profissionais de saúde para a prisão de Giovanni.

– É importantíssimo nós destacarmos a atuação de uma equipe de enfermagem do Hospital da Mulher aqui de São João de Meriti, cidadãos e profissionais de saúde exemplares, que notaram, em outras cirurgias, o movimento do corpo do médico, do autor do crime. E, para que houvesse uma prova, eles decidiram posicionar um telefone celular de uma forma que não se visse – ressaltou.

Em nota, a Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Saúde afirmaram que repudiam a conduta do médico e estão colaborando com a investigação. Além disso, as duas instituições informaram que uma sindicância será aberta para tomar as devidas medidas administrativas.

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FONTE:PLENO NEWS

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Delegada ouve marido de vítima de anestesista nesta terça-feira Médico foi preso após equipe de enfermagem gravar vídeo em que ele abusava de uma grávida durante uma cesariana

 

Delegada dá voz de prisão ao anestesista Giovanni Quintella Foto: Reprodução/TV Globo

A delegada Bárbara Lomba, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, no Rio de Janeiro, deve ouvir nesta terça-feira (12) o marido da vítima do anestesista Giovanni Quintella. O médico foi preso na madrugada desta segunda (11) por estuprar uma grávida durante uma cesariana.

Ao site Metrópoles, a delegada afirmou que foi ela quem deu a notícia do estupro ao marido da vítima. Lomba relatou que inicialmente o homem não compreendeu o que havia acontecido, mas que depois ficou revoltado com a conduta do médico.

– Eu expliquei que tinha acontecido uma violência com a esposa dele, mas na hora não entendeu bem, tive que explicar novamente. Depois que ele compreendeu, ficou revoltado, indignado, pediu para ver o vídeo. Assim que a vítima tiver alta, ela também será ouvida – disse a delegada.

SOBRE O CASO
O anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso em flagrante, na madrugada de segunda, por estuprar uma paciente enquanto ela estava dopada e passava por uma cesariana em um hospital na cidade de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

As suspeitas sobre Giovanni começaram após profissionais de saúde notarem que ele utilizava uma quantidade anormal de anestesia nas pacientes. Além disso, a equipe de enfermagem percebeu, em outros procedimentos, movimentações corporais incomuns feitas por ele durante as cirurgias. Com isso, a equipe resolveu colocar um celular para gravar o que Giovanni fazia.

Foi então que, na gravação que chegou aos policiais, o anestesista foi flagrado colocando o pênis na boca de uma paciente enquanto participava do parto dela. A delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, destacou a importância da atuação dos profissionais de saúde para a prisão de Giovanni.

– É importantíssimo nós destacarmos a atuação de uma equipe de enfermagem do Hospital da Mulher aqui de São João de Meriti, cidadãos e profissionais de saúde exemplares, que notaram, em outras cirurgias, o movimento do corpo do médico, do autor do crime. E, para que houvesse uma prova, eles decidiram posicionar um telefone celular de uma forma que não se visse – ressaltou.

Em nota, a Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Saúde afirmaram que repudiam a conduta do médico e estão colaborando com a investigação. Além disso, as duas instituições informaram que uma sindicância seria aberta para tomar as medidas administrativas.

FONTE:PLENO NEWS

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Anestesista mandou marido de outra vítima sair durante parto Em depoimento, homem elencou atitudes consideradas suspeitas do médico para com sua esposa

 

Anestesista Giovanni Quintella Bezerra Foto: Arquivo Pessoal

Nesta segunda-feira (11), a polícia ouviu em depoimento o marido de uma segunda vítima do anestesista Giovanni Quintella. O homem, que não quis ser identificado, buscou as autoridades após ficar sabendo da prisão do profissional de saúde, que foi flagrado estuprando uma mulher sedada durante o parto. Ele ficou, então, desconfiado de atitudes suspeitas por parte de Giovanni enquanto sua esposa dava à luz a gêmeos, no último dia 6 de julho.

Segundo o marido da parturiente, o anestesista o mandou deixar a sala de cirurgia no decorrer da operação.

– O anestesista me mandou sair na metade do parto. Minha esposa já tinha dormido, e eu não tinha visto nem a criança nascer – declarou, segundo informações do portal Metrópoles.

O depoente também conta que sua mulher perdeu um dos bebês durante a cirurgia, e o anestesista chegou a aconselhá-lo a processar o hospital.

– Tomei um susto quando vi a cara dele [anestesista] no jornal. No domingo de manhã, quando fui visitar meu filho, encontrei com ele no hospital. Ele chegou até a me orientar a colocar o hospital na Justiça, devido a morte do meu filho na cesárea. Sinto muita raiva com tudo isso. A gente está ali confiando nos médicos e acabam fazendo uma coisa dessas – assinalou.

O homem também relatou que sua esposa dormiu por muitas horas após dar à luz. Ela ainda retornou da sala de cirurgia com casquinhas brancas no rosto e pescoço, e com a pele colando.

– Depois de três horas fui perguntar sobre a minha esposa e ela continuava dormindo. Depois ela me explicou que não é normal dormir assim durante a cesárea – acrescentou.

O CASO
Giovanni foi filmado abusando sexualmente de uma mulher grávida, no centro cirúrgico, ao lado de colegas de trabalho. No vídeo registrado pela equipe de enfermagem, ele coloca seu órgão genital na boca da paciente. O crime dura cerca de dez minutos e, ao final, o médico pega um papel para limpar a boca da vítima e, assim, esconder os vestígios do estupro.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a direção do Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart (Hospital da Mulher), acionadas pela equipe médica da unidade, denunciaram o crime à Polícia Civil, que foi até ao local e prendeu Giovanni Quintella Bezerra em flagrante na madrugada desta segunda.

No início da tarde, Giovanni foi levado para o presídio de Benfica, na Zona Norte, onde cumprirá prisão preventiva. Nesta terça (12), será realizada a audiência de custódia.

FONTE:PLENO NEWS

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Defesa de anestesista preso por estupro no RJ abandona o caso Escritório de advocacia afirmou que não possui interesse em defender o médico

 

Giovanni Quintella (de verde) foi preso em flagrante Foto: Reprodução/TV Globo

O escritório de advocacia que faria a defesa do anestesista Giovanni Quintella, preso em flagrante nesta segunda-feira (11) por estuprar uma grávida durante uma cesariana, decidiu que vai abandonar o caso e que não possui interesse em defender o médico.

A defesa de Giovanni seria feito pelo escritório Novais, o mesmo que defende Monique Medeiros, ré pela morte do filho Henry Borel, ocorrido em março do ano passado. Inicialmente, o grupo de advogados chegou a dizer que não tinha obtido acesso a depoimentos e elementos de prova que foram produzidos durante o auto de prisão de flagrante, mas depois, disse que se posicionaria em breve.

O CASO
O anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso em flagrante, na madrugada de segunda, por estuprar uma paciente enquanto ela estava dopada e passava por uma cesariana em um hospital na cidade de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

As suspeitas sobre Giovanni começaram após profissionais de saúde notarem que ele utilizava uma quantidade anormal de anestesia nas pacientes. Além disso, a equipe de enfermagem percebeu, em outros procedimentos, movimentações corporais incomuns feitas por ele durante as cirurgias. Com isso, a equipe resolveu colocar um celular para gravar o que Giovanni fazia.

Foi então que, na gravação que chegou aos policiais, o anestesista foi flagrado colocando o pênis na boca de uma paciente enquanto participava do parto dela. A delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, destacou a importância da atuação dos profissionais de saúde para a prisão de Giovanni.

– É importantíssimo nós destacarmos a atuação de uma equipe de enfermagem do Hospital da Mulher aqui de São João de Meriti, cidadãos e profissionais de saúde exemplares, que notaram, em outras cirurgias, o movimento do corpo do médico, do autor do crime. E, para que houvesse uma prova, eles decidiram posicionar um telefone celular de uma forma que não se visse – ressaltou.

Em nota, a Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Saúde afirmaram que repudiam a conduta do médico e estão colaborando com a investigação. Além disso, as duas instituições informaram que uma sindicância será aberta para tomar as medidas administrativas.

FONTE:PLENO NEWS

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Lula é criticado por agradecer ex-vereador petista que foi preso Em ato em Diadema, presidenciável diz que tem "dívida" com Maninho do PT, preso por tentativa de homicídio

 

Lula Foto: EFE/Felipe Iruata

Neste sábado (9), durante ato de pré-campanha em Diadema, em São Paulo, o pré-candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez um agradecimento especial ao ex-vereador petista Manoel Eduardo Marinho, conhecido como Maninho do PT, que foi preso em 2018 por tentativa de homicídio.

A declaração do presidenciável pegou mal nas redes sociais, tanto que ele está recebendo críticas de internautas, principalmente de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), primogênito do chefe do Executivo, compartilhou o vídeo da fala de Lula em seu perfil no twitter: “Maninho do PT quase matou um empresário que bateu a cabeça num caminhão”, publicou. Veja as críticas no final da reportagem.

Quem também se manifestou foi a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Ela escreveu que Lula “elogia a barbárie, incentiva o crime.” Ainda ressaltou que “é esse tipo de fotografia que Lula quer para seu país”.

Maninho e o filho são réus sob a acusação de tentativa de homicídio qualificado contra o empresário Carlos Alberto Bettoni. O caso aconteceu no mesmo dia em que o então juiz Sérgio Moro decretou a prisão do ex-presidente, em 2018.

Em frente ao Instituto Lula, em São Paulo, Bettoni falava sobre a prisão e também insultava o senador petista Lindbergh Faria, quando foi empurrado por Maninho. O empresário, então, bateu a cabeça num caminhão e caiu desacordado, sofrendo ainda um traumatismo craniano.

VEJA AS CRÍTICAS

FONTE:PLENO NEWS 

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Bolsonaro segue na liderança entre o eleitorado evangélico Presidente mantém boa vantagem na preferência dos eleitores evangélicos

 

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

As pesquisas recentes de intenção de voto para presidente da República mostram que o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL), segue como o candidato preferido entre o público evangélico, parcela da população que foi fundamental para sacramentar a vitória do atual líder durante o pleito de 2018.

Bastante engajado em agendas cristãs, o presidente participou de duas Marchas para Jesus no último final de semana: uma em São Paulo e a outra em Minas Gerais. Nas pesquisas entre essa parcela da população, Bolsonaro possui uma boa vantagem sobre seu principal concorrente nas eleições deste ano, o ex-presidente Lula (PT)..

Na última pesquisa Datafolha com o recorte evangélico, divulgada no dia 24 de junho, Bolsonaro aparece no topo da preferência entre essa parcela da população, com 36% das intenções de voto, enquanto Lula tem 28%. Já na rodada mais recente da pesquisa Genial/Quaest, divulgada no dia 6 de julho, Bolsonaro tem uma vantagem ainda maior: 45% da preferência contra 31% de Lula.

Outras duas pesquisas corroboram a liderança de Bolsonaro com o recorte do eleitorado evangélico e indicam que a vantagem do atual líder é ainda maior. No levantamento divulgado pela XP/Ipespe em junho, Bolsonaro aparece com 49% das intenções de voto, enquanto Lula alcança 34%.

A maior vantagem de Bolsonaro sobre Lula entre a parcela evangélica da população, porém, foi registrada em março deste ano pela pesquisa Exame/Ideia. De acordo com o levantamento, o atual presidente aparecia com 54% das intenções de voto, contra 21% de Lula.

FONTE:PLENO NEWS

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Ministro da defesa: Eleição de Lula seria a “ruína da nação” Paulo Sérgio Nogueira compartilhou artigo que critica o pré-candidato do PT à Presidência

 

General Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, ministro da Defesa Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, uma eventual vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro “será o desastre e a ruína moral da nação e de suas instituições”. A convicção foi compartilhada na noite deste sábado (9), via WhatsApp, por meio de um artigo de um general da reserva. A informação é do jornal O Globo.

O artigo compartilhado por Nogueira diz que Lula “representa o que são antivalores” para as Forças Armadas.

– Após condenado por unanimidade em três instâncias da justiça e descondenado com base em questões formais de discutível legitimidade, criou-se uma situação de extremo embaraço para as FA (Forças Armadas). Como promover o culto a valores morais, cívicos e éticos, ao mesmo tempo em que se submeteriam e prestariam honras militares a um comandante supremo com o histórico de Lula? Quais os reflexos na coesão, disciplina, autorrespeito e autoestima nas FA? – questiona o artigo.

Citando uma declaração do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que disse no mês passado que “ninguém pode esquecer” que houve corrupção no Brasil, o editorial avança e enfatiza que o Brasil é uma “pseudodemocracia”.

– Caso a Nação o eleja (Lula) em 2022, o Brasil passará um atestado de indigência moral, ferindo de morte o seu futuro. […) Injustificável a adesão ou a leniência de segmentos da sociedade, inclusive de grande parte da mídia e de empresários, aos desígnios de um político inconfiável como Lula. Na realidade, as instituições não funcionam e, por isso, o Brasil é uma pseudodemocracia – acrescenta.

Apesar do compartilhamento, o texto não é assinado por Nogueira, mas sim pelo general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva, ex-comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. Paiva também é o diretor de geopolítica e conflitos do Instituto Sagres, que é composto por militares da reserva.

O título do artigo é Lula presidente – Ruína moral da nação e das instituições. O autor também publicou o texto em sua página do Facebook.

Questionado sobre a mensagem, o ministro da Defesa respondeu que “o texto é muito bom” e que o autor “é uma das maiores inteligências da história do Exército”.

Recentemente, Nogueira disse na Câmara dos Deputados que duvidava do sistema eleitoral.. Porém, ressaltou que “nenhum sistema é inviolável” e que as Forças Armadas estavam quietinhas no seu canto “quando foram chamadas pelo TSE para participar de uma comissão técnica para melhorar a segurança e a transparência nas eleições”.

Durante uma reunião ministerial do Planalto, o ministro também reclamou que o TSE até hoje não atendeu seu pedido para uma reunião específica dos militares com a corte. Afirmou ainda que vai tentar impor um cronograma para que o Tribunal Superior Eleitoral atenda às sugestões dos militares para o sistema eletrônico de votação.

FONTE:PLENO NEWS

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